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Empresário de MT atinge marca de R$ 1 bilhão em vendas em negócios imobiliários

Com um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 1 bilhão, a PZ Empreendimentos consolida sua entrada no mercado imobiliário de Sinop, em Mato Grosso, com uma proposta baseada em inovação, sustentabilidade e integração urbana. A expansão para o Centro-Oeste marca um novo capítulo para a construtora catarinense, que já tem presença relevante em Santa Catarina.
A chegada da empresa à cidade mato-grossense, um dos principais polos de crescimento da região norte do estado, vem acompanhada de três empreendimentos que abrangem os segmentos residencial, comercial e logístico: Parque Sinop, PZ Offices e PZ Log.
O objetivo é atender à crescente demanda gerada pela força do agronegócio, da indústria e do comércio locais.
No portfólio, o destaque é o complexo Parque Sinop, projeto que propõe um modelo de moradia integrada à natureza, com apartamentos de 1 a 3 quartos, mais de 6 mil metros quadrados de áreas de lazer, escritórios, quadras esportivas, plataforma de serviços e o primeiro shopping sustentável da cidade. A ideia é oferecer aos moradores um ambiente completo, no qual é possível morar, trabalhar e consumir no mesmo espaço.
Além do Parque Sinop, o grupo apresenta o PZ Offices, centro de negócios com salas comerciais entre 31 metros quadrados e 98 metros quadrados, coworking, auditório e espaços para eventos.
Os empreendimentos serão interligados por uma “rua acalmada”, que pretende ampliar a mobilidade e a integração entre os espaços residenciais, comerciais e de serviços.
A expansão inclui ainda o PZ Log, um centro logístico voltado para empresas do agronegócio e da indústria regional. Localizado às margens da BR-163, um dos principais corredores logísticos do Brasil, o PZ Log terá 47 módulos com estrutura voltada à operação de caminhões, incluindo balança de pesagem, controle de acesso, estacionamento, áreas de descanso para motoristas, vestiários e praça de alimentação.
“O agronegócio está passando por um processo de industrialização cada vez mais acelerado, e a nossa missão é oferecer a infraestrutura certa para que essas empresas cresçam com mais segurança e eficiência. O PZ Log aplica os conceitos da Logística 4.0 e usa a inteligência artificial para facilitar o dia a dia das operações. Assim ajudamos o setor a evoluir com menos preocupações”, diz Filipe Pitz, CEO da PZ Empreendimentos.
De acordo com o executivo, a proposta do PZ Log é entregar funcionalidade e inovação em uma estrutura logística de alto padrão. “Assim ajudamos o setor a evoluir com menos preocupações”, afirma. Enquanto Mato Grosso recebe a nova frente de atuação da empresa, em Santa Catarina a PZ segue com empreendimentos que combinam urbanismo e sustentabilidade. Em Balneário Camboriú, o grupo assina o PZ Ecomall, primeiro mall gastronômico sustentável do estado, com certificação internacional LEED. O espaço reúne 12 operações voltadas à gastronomia e oferece estrutura de alto padrão com valet parking, espaço kids, internet livre e áreas verdes integradas ao projeto arquitetônico.
Em Camboriú, o Parque Camboriú oferece acesso exclusivo a áreas de mata nativa e mais de 60 itens de lazer distribuídos em um condomínio com 15 mil metros quadrados voltados à convivência.
O projeto também adota práticas sustentáveis como placas fotovoltaicas, reuso de água, compostagem, iluminação autossuficiente e recarga para veículos elétricos. “Acredito em um novo jeito de construir: mais humano, mais conectado com a natureza e mais responsável com o futuro das cidades.
A PZ Empreendimentos reflete essa missão: construindo não apenas espaços para morar ou trabalhar, mas sendo uma impulsionadora na transformação econômica e social”, afirma Pitz. Natural de Gaspar (SC), Pitz iniciou a trajetória profissional como atendente de farmácia.
Na juventude, consolidou-se como fotógrafo profissional, com campanhas assinadas em mais de 18 países.
Esse mesmo olhar artístico impulsionou a criação de uma das maiores produtoras de catálogos de moda de Santa Catarina e, posteriormente, da Flex Multimídias, uma das cinco maiores empresas de mídia OOH do estado.
Hoje, Pitz está à frente de mais de mil unidades em construção nos estados de SC e MT, entre residenciais, centros comerciais e espaços logísticos, sempre com projetos ancorados nos princípios de sustentabilidade, inovação e qualidade de vida.
Fonte: Assessoria
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Colheita de soja no Brasil chega a 17,4% da área, aponta Conab

A colheita de soja no Brasil alcançou 17,4% da área, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgados nesta terça-feira (10). Na semana passada, os trabalhos somavam 11,2%, o que representa um aumento de aproximadamente 55,4% em relação à semana anterior. No mesmo período do ano passado, a colheita atingia 14,8%, indicando um avanço de cerca de 17,6% na comparação anual.
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Colheita de soja por região do Brasil
Por estado, o maior avanço é observado em Mato Grosso, onde a colheita já alcança 46,8% da área. Na sequência aparecem Paraná, com 14%, Tocantins e Minas Gerais, ambos com 13%, Mato Grosso do Sul, com 7%, Bahia, com 6%, Goiás, com 2,5%, São Paulo, com 2%, Piauí, com 2%, e Santa Catarina, com 1,5%.
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Soja inicia semana dividido entre alta em Chicago e pressão no Brasil; sojicultor de olho na colheita

O mercado da soja iniciou a semana com movimentos distintos entre o cenário internacional e o doméstico. Em Chicago, o tom foi claramente positivo após declarações do ex-presidente Donald Trump envolvendo a China, que reacenderam expectativas de novos acordos comerciais. Segundo a plataforma Grão Direto, o mercado reagiu rapidamente, precificando a possibilidade de retomada das compras chinesas e sustentando uma forte valorização das cotações ao longo da semana.
A soja spot com vencimento em março de 2026 encerrou o período cotada a US$ 11,15 por bushel, acumulando alta expressiva de 4,79% na Bolsa de Chicago. O movimento refletiu o otimismo com a demanda externa, em especial da China, principal compradora global da oleaginosa.
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Cenário brasileiro
No Brasil, porém, o cenário seguiu ainda mais desafiador. Mesmo com o suporte externo, os preços internos permaneceram pressionados por uma combinação de dólar mais fraco, prêmios de exportação em queda e oferta elevada com o avanço saudável da colheita.
A moeda norte-americana encerrou o período em R$ 5,22, reduzindo o repasse das altas internacionais para os valores em reais e mantendo os negócios travados em diversas regiões produtoras. O resultado foi um mercado físico com mais baixas do que altas, apesar do desempenho positivo em Chicago.
O que esperar do mercado?
O principal fator de atenção da semana é a divulgação do relatório WASDE de fevereiro, do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O WASDE é o relatório mensal que reúne estimativas globais de oferta, demanda, estoques e comércio agrícola, sendo uma das principais referências para a formação de preços no mercado internacional.
O mercado adota um viés mais cauteloso diante das revisões anteriores, que elevaram os estoques finais norte-americanos e mantiveram a produção brasileira em níveis elevados, próximos de 178 milhões de toneladas.
Caso o USDA indique que a demanda global, mesmo com possíveis compras chinesas, não seja suficiente para absorver a oferta recorde, Chicago pode voltar a testar níveis mais baixos. Diante disso, o produtor deve acompanhar de perto a divulgação e a reação do mercado, avaliando oportunidades pontuais de comercialização.
Clima e impactos regionais
As condições climáticas seguem divergentes conforme a região. No Sul, as altas temperaturas e a falta de chuvas no Rio Grande do Sul e na Argentina já provocam perdas visíveis de produção, consideradas irreversíveis em algumas áreas. A quebra argentina pode oferecer algum suporte às cotações internacionais, mesmo com a entrada de uma safra robusta no Mato Grosso.
Por outro lado, o excesso de chuvas no Centro-Norte do Brasil tende a pressionar a logística, elevando custos e exigindo atenção redobrada ao momento de venda. Com a colheita mato-grossense entrando no pico, a oferta imediata segue elevada, reforçando uma pressão típica de período de safra.
Oportunidades
O foco do produtor deve permanecer na paridade de exportação, atualmente pressionada pelo dólar fraco e pelos prêmios reduzidos. Sem expectativa de grandes movimentos no câmbio no curto prazo, a tendência é de manutenção desse cenário ao longo da semana. Assim, o mercado pode enfrentar novas baixas, influenciadas tanto pelo avanço da colheita quanto, eventualmente, pelas sinalizações do relatório WASDE.
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Várzea Grande movimenta R$ 1,4 bilhão com mercado imobiliário em um ano

Com 6.887 imóveis comercializados em 2025, o município de Várzea Grande contabilizou R$ 1,414 bilhão em movimentação financeira no setor imobiliário. Os números constam no estudo Indicadores do Mercado Imobiliário, produzido pelo Sindicato da Habitação de Mato Grosso (Secovi-MT), em parceria com a Secretaria Municipal de Fazenda e com apoio da Fecomércio-MT.
Ainda segundo o relatório, na comparação com os dados de 2024, foi registrada alta de 5,66% no número de unidades transacionadas e de 4,12% no faturamento.
Já o ticket médio apresentou queda de 1,64%, passando de R$ 208,7 mil em 2024 para R$ 205,3 mil em 2025.
O presidente do Secovi-MT e vice-presidente da Fecomércio-MT, Marco Pessoz, ressaltou que o movimento reflete o aumento na venda de imóveis de menor valor agregado, influenciado principalmente pela restrição de crédito e pela migração dos compradores para faixas de preço mais populares.
“O cenário é positivo em volume, mas exige cautela quanto à rentabilidade média dos produtos. O mercado está mais sensível ao preço, e a valorização real está concentrada nas regiões Leste e Oeste de Várzea Grande, consideradas áreas mais nobres da cidade”, afirmou Pessoz.
O levantamento também destaca a região Norte, considerada o motor do município, com 2.582 unidades vendidas e R$ 552 milhões movimentados. Já a região Sul registrou queda de 51,08% no ticket médio anual, consolidando-se como polo de habitação de interesse social, com alta absorção de unidades populares.
Pessoz afirmou ainda que a expectativa para 2026 é de estabilidade, com o mercado dependente de novos incentivos habitacionais federais e estaduais para manter o ritmo de vendas no segmento popular.
Ampliação da pesquisa
O presidente do Secovi-MT destacou a necessidade de ampliar o levantamento para outros municípios do estado, o que pode trazer mais transparência e aprofundamento sobre o mercado imobiliário regional.
“Ao ampliarmos esse levantamento para municípios como Várzea Grande, oferecemos aos gestores públicos e ao próprio mercado uma ferramenta gratuita e qualificada para depurar e corrigir dados cadastrais. Isso permite uma leitura mais fiel da realidade local e contribui para decisões mais assertivas, não só para a cidade, mas para o desenvolvimento do mercado imobiliário em todo o estado”, concluiu.
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