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5 de maio de 2026

Agro Mato Grosso

Agricultores Familiares da Amazônia podem receber Até R$ 28 Mil por preservar a floresta

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Pequenos agricultores com propriedades localizadas na Amazônia Legal têm a oportunidade de receber até R$ 28 mil como incentivo financeiro por ações que contribuem para a preservação da floresta, por meio do projeto Floresta+ Amazônia.

Com um orçamento de 96 milhões de dólares, esta iniciativa é promovida pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), com apoio do Fundo Verde para o Clima (GCF) e das Secretarias Estaduais de Agricultura Familiar e Meio Ambiente.

O projeto está atualmente no seu segundo edital, com inscrições abertas, e é destinado a agricultores familiares que possuem propriedades rurais de até quatro módulos fiscais. Os valores liberados variam entre R$ 1,5 mil e R$ 28 mil, dependendo do estágio de regularização do Cadastro Ambiental Rural (CAR). Em Mato Grosso, cerca de 100 agricultores já estão inscritos, segundo a Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf).

Além dos agricultores familiares, o projeto também visa atender povos indígenas, ribeirinhos, extrativistas e quilombolas, buscando fortalecer a permanência no meio rural.

Para a secretária de Estado de Agricultura Familiar, Andréa Fujioka, o projeto é uma forma justa de reconhecer e remunerar quem protege o meio ambiente. “O Floresta+ Amazônia é um instrumento de justiça ambiental e social, fortalecendo a agricultura familiar e garantindo a sustentabilidade”, afirmou.

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A Seaf apoia os agricultores no processo de inscrição, enquanto a Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) auxilia na regularização do CAR.

Patrícia Palermo, coordenadora local do projeto em Mato Grosso, destaca que o Floresta+ Amazônia representa um avanço importante para a política ambiental no país. “Pagamos pelo serviço ambiental prestado pelo produtor que conserva a floresta, incentivando a manutenção das áreas preservadas e o combate ao desmatamento.”

O projeto contempla todos os estados da Amazônia Legal: Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e Maranhão.

Como participar?

Os agricultores interessados devem acessar o site do projeto e se inscrever no edital “Pagamentos por Serviços Ambientais (PSA) para a Agricultura Familiar”. É necessário ter uma conta Gov.Br, que pode ser criada pelo site www.gov.br ou pelos aplicativos para celular.

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Após o cadastro, o agricultor precisa preencher formulários com informações pessoais, da propriedade e dados bancários, e aceitar o termo de adesão. A equipe do projeto analisará a inscrição e entrará em contato.

Quem ainda não possui o CAR pode buscar orientação na coordenação local do Floresta+ Amazônia, localizada no Centro Político Administrativo em Cuiabá.

Para mais informações, acesse o site do projeto ou entre em contato pelo telefone (65) 9 9620-2894 ou e-mail patricia.lima@florestamaisamazonia.org.br.

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Pane a cada 10 minutos: mais de 400 motoristas pedem resgate na BR-163 durante feriado

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Veja; os diferenciais do trator M5 lançado pela Valtra na Agrishow 2026

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Confira os diferenciais do trator M5 lançado pela Valtra na Agrishow 2026

Segundo Afonso Pavan, coordenador de marca e produto, o modelo chega com novo chassi, três opções de potência e pacote focado em conforto, hidráulica e versatilidade para cana, grãos e pecuária.

Apresentado no estande da Valtra na Agrishow 2026, o M5 é o novo passo da marca no segmento que consagrou a linha BH. Em entrevista à CanaOnline, Afonso Pavan afirmou que o lançamento preserva a robustez histórica, mas evolui em projeto, ergonomia e capacidade hidráulica para operações intensivas, com atenção especial à cana-de-açúcar.

A série chega com três motorizações: 165 cv e 185 cv (quatro cilindros) e 205 cv (seis cilindros). O trator estreia chassi remodulado e frente mais robusta, inspirada na linguagem da série T, além de adotar padrões globais de identidade visual, com a identificação concentrada na plaqueta frontal. A proposta é ser um trator para diferentes operações, do transbordo na cana ao uso com implementos em grãos e pecuária.

No conforto, a cabine ficou mais ampla e teve ergonomia aprimorada, com comandos na coluna lateral. Um diferencial é a geladeira integrada, com acionamento próprio e desligamento automático ao apagar o trator. Na transmissão, o M5 mantém a robustez da família BH, mas busca mais suavidade: o câmbio é sincronizado e a troca entre faixas também pode ocorrer sob carga. Há ainda “steps” de marcha no botão (mais/menos), com atuação automática para reduzir marchas quando o esforço aumenta e retomar quando a carga alivia.

Voltado à realidade da cana, o M5 evolui em hidráulica, com mais capacidade de levante e maior vazão que o BH: segundo Pavan, são 205 litros, destaque na categoria. Para usinas, pode sair de fábrica com preparação de frenagem e freio auxiliar, aumentando a segurança com carretas e implementos. Na cabine, há opção de piloto automático e tomadas elétricas dedicadas, com proteção por fusíveis e relés. Lançado na Agrishow 2026, o M5 já está à venda na rede Valtra, com versões definidas para o mercado brasileiro.

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C/canaonline

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Desenrola 2.0: Produtor rural MT entra no programa pela primeira vez

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Programa fica aberto por 90 dias e cobre dívidas de famílias, estudantes, pequenas empresas e assentados da reforma agrária

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou nesta segunda-feira o Novo Desenrola Brasil, nova edição do programa federal de renegociação de dívidas. A iniciativa oferece juros de até 1,99% ao mês, descontos de até 90% sobre o valor total devido e possibilidade de usar o FGTS para quitar débitos. Uma das principais novidades é a inclusão do produtor rural e de famílias assentadas pelo programa de reforma agrária,público que não integrava o Desenrola original.

O programa funciona por 90 dias e se divide em quatro categorias:
  • Desenrola Famílias — para quem tem renda de até cinco salários mínimos
  • Desenrola Fies — para estudantes do ensino superior com financiamento estudantil
  • Desenrola Empreendedor — para micro e pequenas empresas
  • Desenrola Rural — para pequenos produtores rurais e assentados da reforma agrária

O foco recai sobre dívidas de cartão de crédito, cheque especial, Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) e crédito rural.

A inclusão do setor rural representa a principal inovação do Desenrola 2.0. Pelo Desenrola Rural, pequenos agricultores e famílias assentadas podem renegociar dívidas com prazo estendido até dezembro. O governo ampliou o limite de adesão especificamente para esse público, que historicamente enfrenta dificuldades de acesso a programas de crédito urbano.

Famílias podem parcelar em até quatro anos

Para o público geral, o Desenrola Famílias garante descontos entre 30% e 90% do valor devido, com parcelamento em até 48 meses e prazo de 35 dias para o pagamento da primeira parcela. Famílias com renda mensal de até R$ 8.105 ainda podem liberar até 20% do saldo do FGTS para abater as dívidas.

Quem tem dívidas do Fies vencidas há mais de 90 dias pode negociar descontos entre 12% e 99% sobre juros e multas. O valor principal pode ser parcelado em até 150 vezes.

Para micro e pequenas empresas, o programa ampliou prazos e limites. A carência de pagamento sobe de 12 para 24 meses, o prazo máximo passa de 72 para 96 meses e a tolerância no atraso vai de 14 para 90 dias. O teto de crédito sobe para R$ 180 mil (ante R$ 130 mil) para empresas com faturamento anual de até R$ 360 mil, e para R$ 500 mil (ante R$ 250 mil) para CNPJs com faturamento de até R$ 4,8 milhões.

Recursos vêm do FGO e de valores esquecidos nos bancos

O programa acessa o Fundo de Garantia de Operações (FGO), que já conta com R$ 2 bilhões disponíveis e pode receber um aporte adicional de até R$ 5 bilhões. O governo também prevê uso de recursos do SVR (Sistema de Valores a Receber), que reúne dinheiro esquecido em instituições financeiras.

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O Novo Desenrola também altera as regras do crédito consignado do INSS e do servidor público. As duas modalidades deixam de vincular o cartão ao empréstimo. Para aposentados e pensionistas do INSS, o prazo das operações sobe de 96 para 108 meses, a carência chega a 90 dias e a margem de comprometimento de renda cai de 45% para 40%.

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Agro MT