Sustentabilidade
Trigo/BR: Colheita atinge 9,1% das áreas cultivadas – MAIS SOJA

No RS, foram observadas geadas, com maior intensidade na região de fronteira com o Uruguai. O tempo seco permitiu o manejo fitossanitário, na maioria das regiões. Em contrapartida, na metade Sul do estado, as chuvas intensas recentes causaram perdas pontuais e dificultaram o manejo. No PR, há o início da colheita. As precipitações observadas, em alguns municípios, contribuíram para o aumento da água no solo, porém, na porção Norte do estado, persiste o baixo armazenamento hídrico. Em SC, com o início do florescimento, a boa umidade no solo e a sanidade adequada, são favoráveis ao desenvolvimento das lavouras.
Em GO, a colheita das áreas irrigadas avançou para a fase final, com boa qualidade e produtividade média. Em MG, a colheita evoluiu em áreas de sequeiro e irrigadas, confirmando a queda na produtividade nos plantios mais tardios e o bom padrão de qualidade nas áreas irrigadas. Em MS, com metade das lavouras colhidas, a produtividade tem se mostrado boa, mesmo com condições climáticas desfavoráveis em julho.
Na BA, as lavouras mantiveram bom desenvolvimento, com predomínio de áreas em enchimento de grãos. Em SP, a maioria das lavouras se encontra em maturação. A cultura passou por dificuldades hídricas durante seu desenvolvimento, além de episódios de geadas, com um deles na fase de granação, afetando o potencial produtivo do cereal.

Previsão Agrometeorológica de 01/09/2025 a 08/09/2025
Norte-Nordeste: Os maiores volumes de chuva são previstos no Oeste, Centro e Noroeste do AM, no AC e em RR. Menores acumulados podem ocorrer no Oeste de RO, além da faixa Leste do NE, incluindo áreas do Sealba, onde a umidade no solo será suficiente para o feijão e o milho terceira safra, nas áreas próximas ao litoral, mas, nas demais áreas, persistirá a restrição hídrica. No restante da região N-NE, a falta de chuvas favorecerá a maturação e a colheita do algodão e do milho segunda safra no PA e no Matopiba.
Centro Oeste: A ausência de chuva, predominante, e as altas temperaturas continuarão favorecendo a maturação e a colheita do algodão e do milho segunda safra. Há previsão de baixos acumulados de chuva, no início da semana, em áreas do Noroeste e Oeste de MT e MS, que, apesar da possibilidade de tempestades, não deverão causar danos às lavouras.
Sudeste: A ausência de chuva predominará e continuará favorecendo a maturação e a colheita dos cultivos de segunda safra e inverno, além da cana-de-açúcar e do café. No entanto, em algumas áreas do Centro de SP, permanecerá a restrição hídrica ao trigo em estádio reprodutivo. Podem ocorrer baixos acumulados de chuva em áreas do Nordeste e Leste de MG, Sudeste e litoral de SP, RJ e ES, que poderão estimular floradas no café.
Sul: Há previsão de chuvas intensas, com ventos fortes e granizo, que poderão causar danos pontuais aos cultivos de inverno. Os maiores acumulados podem ocorrer na metade Sul do RS. No entanto, a alternância com períodos sem chuva pode manter as condições favoráveis para o manejo e o desenvolvimento dos cultivos de inverno, além da semeadura do milho primeira safra, na maior parte da região.


Confira o Monitoramento Semanal das Condições das Lavouras de 01 de Setembro de 2025 completo, clicando aqui!
Fonte: Conab

Autor:Monitoramento Semanal das Condições das Lavouras
Site: CONAB
Sustentabilidade
Soja avança com a colheita no PR; feijão e cana-de-açúcar mantêm desenvolvimento favorável

Segundo o governo do estado do Paraná, o boletim que acompanha as condições de plantio e cultivo de grãos no Paraná aponta que a colheita da safra de verão 2025/26 atingiu 14% da área de soja e 10% da de milho, avançando em meio a um cenário de forte contraste térmico e instabilidade, no fim de janeiro.
* Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 
Milho
Em relação ao milho, a primeira safra avança para a fase de maturação e colheita, com produtividades superando as médias históricas em diversas regiões e apresentando grãos de boa qualidade. Simultaneamente, o plantio da segunda safra progride à medida que as áreas de verão são liberadas, apresentando boa germinação inicial.
A colheita de soja já iniciou de forma lenta em alguns núcleos e apresenta ritmo acelerado em outros sob tempo seco, com expectativas de melhoria nas produtividades ao longo do avanço das máquinas. Em algumas regiões, há um cenário de estresse hídrico e altas temperaturas, o que exige manejo qualificado por parte dos produtores.
Feijão
Já a primeira safra de feijão encontra-se com a colheita praticamente concluída em diversas regiões, com mais de 90%, apresentando melhora nos resultados de produtividade e recuperação nos preços. Já a segunda safra enfrenta um cenário diferente e, embora a semeadura tenha iniciado conforme a liberação das áreas, o ritmo de plantio ainda está limitado pela escassez de umidade no solo.
Safra de frutas
No setor de hortaliças e frutas, o impacto do clima e do mercado exige estratégias de adaptação. As hortaliças de campo aberto exigem atenção redobrada à irrigação devido à combinação de altas temperaturas e chuvas abaixo da média. Na região Sul, a safra de maçã apresenta produtividade elevada. E a etapa de colheita da cebola foi finalizada com produtividades alinhadas às expectativas iniciais.
Batata e cana-de-açúcar
As atividades no segmento de batata para a segunda safra concentram-se na etapa de preparo de solo em diversas regiões. O setor mobiliza o maquinário para o recebimento das sementes, monitorando as condições de umidade residual para garantir a germinação adequada nas áreas destinadas ao plantio.
E, por fim, a cultura da cana-de-açúcar mantém um desenvolvimento vegetativo vigoroso, beneficiada por manejos técnicos assertivos. A produção aproveita as janelas de sol e a umidade disponível para o acúmulo de biomassa.
Ainda de acordo com a análise do Departamento de Economia Rural (Deral), baseada em dados meteorológicos do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), a semana iniciou com calor intenso superior a 30°C no Oeste e Noroeste, seguido por tempestades severas que cruzaram o estado no fim da semana passada, principalmente na quinta-feira (29). Esse padrão climático exige comprometimento dos produtores para garantir a produtividade final.
O post Soja avança com a colheita no PR; feijão e cana-de-açúcar mantêm desenvolvimento favorável apareceu primeiro em Canal Rural.
Sustentabilidade
Pesquisa aponta manejo do solo como fator decisivo para a produtividade de soja em anos de pouca chuva

Uma pesquisa desenvolvida no Rio Grande do Sul avaliou a relação entre a umidade do solo e a produtividade da soja ao longo das últimas décadas. O resultado traz aos produtores o alerta de que a restrição hídrica é mais regra do que exceção, enquanto o manejo do solo faz diferença justamente nos anos em que a chuva não é suficiente para expressar todo o potencial produtivo da cultura.
O estudo foi conduzido pela rede técnica cooperativa, que reúne cerca de 30 cooperativas gaúchas, e analisou as safras de soja entre 1986 e 2024, tendo como referência o município de Cruz Alta, no norte do estado, uma das principais regiões produtoras da oleaginosa. A pesquisa serve de base para a adoção de manejos mais eficientes em safras marcadas pela variabilidade climática.
- Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link!

Foram avaliadas séries históricas de pluviosidade e sua relação direta com a produtividade da soja sob diferentes sistemas de manejo do solo. A análise mostra que, em situações extremas de falta de água, as possibilidades de resposta agronômica são limitadas. No entanto, há um amplo intervalo de anos em que as chuvas ficam abaixo do ideal, mas não chegam a níveis críticos. É justamente nesse cenário intermediário que práticas adequadas de manejo do solo se tornam determinantes.
Segundo Mário Bianchi, pesquisador da RTC/CCGL, sistemas que favorecem o armazenamento de água no perfil do solo apresentam desempenho superior quando comparados a áreas sem manejo conservacionista. “Práticas como a manutenção da cobertura do solo, o uso de palhada de maior persistência e a preservação da estrutura física do solo ajudam a reduzir perdas de umidade e a garantir melhores condições para o desenvolvimento das plantas. Atualmente, porém, a durabilidade dessa cobertura e a qualidade estrutural do solo são, em média, menores do que em décadas passadas”, explica.
O levantamento utilizou dados da estação meteorológica da CCGL, com uma série histórica de aproximadamente 50 anos. Nesse período, apenas 18 safras registraram volumes de chuva superiores a 800 mm durante o ciclo da soja, evidenciando que a limitação hídrica é uma realidade recorrente no estado.
A pesquisa comparou o cultivo em sistema de plantio direto sem rotação de culturas e com rotação, considerando, para o cálculo da pluviosidade da soja, o acumulado de chuvas entre 1º de novembro e 31 de março. “Os resultados reforçam que a frequência de anos com chuvas plenamente adequadas para altas produtividades é baixa, não apenas em Cruz Alta, mas em grande parte do Rio Grande do Sul, o que torna o manejo do solo uma estratégia essencial para garantir maior estabilidade produtiva”, conclui Bianchi.
O post Pesquisa aponta manejo do solo como fator decisivo para a produtividade de soja em anos de pouca chuva apareceu primeiro em Canal Rural.
Sustentabilidade
ARROZ/CEPEA: Aumento pontual da demanda sustenta valor – MAIS SOJA

Os preços do arroz em casca permanecem firmes no Rio Grande do Sul. Segundo pesquisadores do Cepea, os valores são sustentados pela demanda pontual para recomposição de estoques e pela oferta ajustada. O ritmo de negócios, contudo, segue lento. Isso porque ainda se verifica desacordo entre compradores e vendedores em um ambiente de cautela ao longo da cadeia.
Do lado da oferta, pesquisadores do Cepea indicam que o comportamento dos produtores foi heterogêneo. Os agentes mais capitalizados optaram por postergar as vendas, à espera de condições mais favoráveis, enquanto outros direcionaram o cereal ao armazenamento, sobretudo diante da proximidade da safra 2025/26. Do lado da demanda, compradores consultados pelo Cepea ajustaram suas estratégias para garantir o abastecimento, sobretudo em regiões em que a oferta está mais limitada.
Fonte: Cepea
Autor:Cepea
Site: Cepea
Business21 horas agoCom descontos de até R$ 40 mil, Mitsubishi oferece condição especial a associados das Aprosojas
Sustentabilidade23 horas agoAlgodão/MT: Semeadura alcança 67,75% da área estimada para este ciclo – MAIS SOJA
Business18 horas agoMercado da soja tem negócios pontuais, mas segue com ritmo limitados
Agro Mato Grosso24 horas agoFrete de grãos sobe em MT com avanço da colheita da soja e menor oferta de caminhões
Sustentabilidade19 horas agoSoja: Bactérias do gênero Bacillus apresentam eficiência no controle de fitonematoides – MAIS SOJA
Business21 horas agoColheita de soja avança para 14% da área no Paraná, aponta Deral
Agro Mato Grosso17 horas agoChineses analisam portfólio de investimentos em inovação, infraestrutura e agro em MT
Sustentabilidade20 horas agoChicago fecha com ganhos moderados para a soja; óleo sobe mais de 2% e lidera recuperação – MAIS SOJA
















