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Produtores em campo: plantio de soja é liberado nesta segunda-feira (1º) em regiões de SP e PR

Além de marcar o início de um novo mês, esta segunda-feira, 1º de setembro de 2025, traz a liberação do plantio de soja em áreas de São Paulo e Paraná. Produtores já podem iniciar a semeadura nas regiões autorizadas pelo calendário do vazio sanitário da ferrugem asiática.
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Plantio de soja em São Paulo
A Região I, liberada para plantio a partir de hoje, engloba cidades como Águas de Santa Bárbara, Alambari, Alumínio, Angatuba, Apiaí, Araçariguama, Araçoiaba da Serra, Arandu, Avaré, Barão de Antonina, Barra do Chapéu, Barra do Turvo, Bernardino de Campos, Boituva, Bom Sucesso de Itararé, Buri, Cabreúva, Cajati, Campina do Monte Alegre, Cananéia, Canitar, Capão Bonito, Capela do Alto, Cerqueira César, Cerquilho, Cesário Lange, Chavantes, Coronel Macedo, Eldorado Paulista, Espírito Santo do Turvo e Fartura.
Outros municípios que também fazem parte da região são: Guapiara, Guareí, Iaras, Ibiúna, Iguape, Ilha Comprida, Ipauçu, Iperó, Iporanga, Itaberá, Itaí, Itanhaém, Itaoca, Itapetininga, Itapeva, Itapirapuã Paulista, Itaporanga, Itararé, Itariri, Itatinga, Itú, Jacupiranga, Juquiá, Laranjal Paulista, Mairinque, Manduri, Miracatu, Mongaguá, Nova Campina, Óleo, Ourinhos, Paranapanema, Pariquera-Açu, Pedro de Toledo, Pereiras, Peruíbe, Piedade, Pilar do Sul, Piraju, Porangaba, Porto Feliz, Quadra, Registro, Ribeira, Ribeirão Branco, Ribeirão do Sul, Ribeirão Grande, Riversul, Salto, Salto de Pirapora, Salto Grande, Santa Cruz do Rio Pardo, São Miguel Arcanjo, São Pedro do Turvo, São Roque, Sarapuí, Sarutaiá, Sete Barras, Sorocaba, Taguaí, Tapiraí, Taquarituba, Taquarivaí, Tatuí, Tejupá, Timburi, Torre de Pedra e Votorantim.
Semeadura no Paraná
No Paraná, o plantio começa hoje nas regiões Norte, Noroeste, Centro-Oeste e Oeste do estado (Região II), onde o vazio sanitário terminou em 31 de agosto. Nesses municípios, que incluem as principais áreas produtoras do estado, a semeadura poderá ser realizada de 1º de setembro a 31 de dezembro de 2025.
Confira o calendário completo aqui.
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Geopolítica e mercados dominam debates entre produtores no Sul de Mato Grosso

Produtores rurais da região Sul de Mato Grosso recebem, entre os dias 4 e 8 de maio, uma série de debates focados no impacto das relações internacionais sobre o campo. O 20º Circuito Aprosoja MT percorre sete municípios da localidade para discutir como a conjuntura global afeta diretamente os preços das commodities, o acesso a mercados e a logística de escoamento da safra.
O evento traz como ponto central a análise do cientista político Heni Ozi Cukier, o Professor HOC. O especialista traça um diagnóstico das tensões externas e das oportunidades para o setor produtivo mato-grossense frente às mudanças de poder no tabuleiro mundial, conectando temas como logística e economia.
Além do panorama externo, a rodada de encontros serve como um espaço para a prestação de contas das ações e projetos desenvolvidos pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT). O objetivo é manter o produtor atualizado sobre as frentes de defesa da categoria e os resultados técnicos obtidos na última safra.
Agenda nas cidades
A programação na região Sul começou por Alto Taquari e segue para cidades como Rondonópolis, Primavera do Leste e Campo Verde. A dinâmica de encontros regionais busca descentralizar a informação estratégica, permitindo que o conhecimento chegue diretamente à base produtiva do estado.
Segundo a organização, a escolha do tema reflete a necessidade de entender o funcionamento do mercado para além das porteiras. “O palestrante abordará o tema ‘Geopolítica: como o mundo funciona?’, trazendo uma análise do cenário internacional e seus impactos diretos no agronegócio, especialmente em aspectos como mercados, preços e logística”.
Confira o cronograma da Região Sul:
04/05 – Alto Taquari – 18h30
05/05 – Alto Garças – 08h30
05/05 – Rondonópolis – 18h30
06/05 – Jaciara – 18h30
07/05 – Primavera do Leste – 18h30
08/05 – Paranatinga – 08h30
08/05 – Campo Verde – 18h30
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Alta de custos e perdas de até 30% na safra desafiam produtores de soja em Mato Grosso

O cenário para a produção de soja em Mato Grosso segue desafiador visto a alta do diesel, preços elevados de fertilizantes e perdas no campo que atingiram até 30% em algumas propriedades devido ao excesso de chuvas. Diante da forte queda de rentabilidade, os agricultores já começam a revisar o planejamento financeiro, reduzir investimentos e adotar medidas rigorosas de contenção de custos para o próximo ciclo.
Com a soja já colhida e armazenada nos silos, o produtor Thiago Strapasson acompanha o fechamento de mais um ciclo em sua propriedade de 1.440 hectares. O rendimento final ficou nove sacas por hectare abaixo da média de anos anteriores em função de problemas fitossanitários e do clima adverso. Agora, as atenções se voltam para o milho, cuja colheita se aproxima,mas ainda depende do comportamento do tempo.
“Contava certo de produzir uma safra semelhante ou melhor, e acaba produzindo menos é uma frustração grande”, afirma Strapasson. Já em Boa Esperança do Norte, o agricultor Arnaldo Alfredo Hartmann também registrou perdas severas, estimadas entre 25% e 30% por conta do excesso de umidade do meio da colheita em diante. “O investimento foi altíssimo para produzir umas 80 sacas, que a gente colhia nos outros anos nos mesmos talhões”, relata ao Canal Rural Mato Grosso.
Estratégias para conter os gastos
Com a margem de lucro apertada, a estratégia no campo passa a ser o controle rígido do consumo de combustível e a otimização dos insumos. O presidente do Sindicato Rural de Nova Mutum, Paulo Zen, explica que o produtor rural precisará utilizar as reservas do solo e evitar práticas anuais como a calagem e a descompactação em áreas onde a intervenção não for estritamente necessária.

“O produtor vai procurar meios de se precaver e não gastar o diesel e não aumentar o seu custo que já está apertadíssimo. Vai ser o ano em que a gente vai usar essa reserva, fracionar o seu adubo”, diz Zen. Ele reforça que a meta é manter o custo fixado entre 10 e 11 sacas por hectare, recalculando a quantidade de defensivos químicos aplicados na terra para evitar o endividamento.
Cautela e demanda por crédito
O próximo ciclo deve registrar um aumento de cerca de 15% nos custos de produção, ao mesmo tempo em que os preços de venda da soja e do milho apresentam retração. De acordo com Diego Bertuol, diretor da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), tanto os produtores quanto as revendas estão agindo com cautela antes de fechar novos negócios para as culturas que serão plantadas no final do ano.
“É um ano do produtor repensar, ver onde ele consegue tirar um pouco e passar por essa turbulência”, analisa Bertuol, pontuando que a entidade busca junto ao governo a renegociação de dívidas anteriores. Para o presidente do Sicredi Celeiro MT/RR, Laércio Pedro Lenz, o momento exige linhas de crédito com juros controlados e subsídios federais. “É o momento de o governo federal tentar salvar a agricultura que é a galinha dos ovos de ouro do Brasil”.
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Insegurança geopolítica ameaça custos de produção do milho no Brasil

O custo da próxima safra de milho e sorgo no Brasil está, hoje, condicionado a fatores que fogem do controle do produtor rural. A dependência de insumos importados e a instabilidade nas rotas comerciais internacionais tornaram a geopolítica um item obrigatório no planejamento agrícola. Esse gargalo logístico e diplomático será um dos eixos centrais do 4º Congresso Abramilho, marcado para 13 de maio, em Brasília.
Mesmo ocupando o posto de terceiro maior produtor mundial de milho, o Brasil ainda não resolveu sua vulnerabilidade básica: a importação de mais de 90% dos fertilizantes. O país também depende de mercados estrangeiros, especialmente da China, para o fornecimento de moléculas de defensivos e de parte do diesel que movimenta as máquinas no campo.
A dinâmica de preços no interior do Brasil passou a responder quase instantaneamente a conflitos e tensões em regiões distantes. Quando rotas de suprimentos são afetadas ou o preço do petróleo oscila devido a crises diplomáticas, o reflexo chega rapidamente à nota fiscal do agricultor, encarecendo o frete e os químicos essenciais para a lavoura.
Risco e estratégia
“A escolha desse tema foi feita porque vivemos um momento de geopolítica complexa. A instabilidade internacional afeta do preço do diesel à disponibilidade de defensivos agrícolas e fertilizantes”, pondera o diretor executivo da Associação Brasileira dos Produtores de Milho e Sorgo (Abramilho), Glauber Silveira. Segundo ele, o setor busca caminhos para mitigar esses danos e entender o impacto de tratados, como o acordo entre Mercosul e União Europeia.
O debate técnico em Brasília contará com nomes do Ministério das Relações Exteriores e da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), entre outros. A intenção é formular propostas que possam ser levadas ao Governo Federal para reduzir a exposição do agronegócio às crises externas.
“Nossa perspectiva é trazer luz ao tema. O que nós, produtores, podemos ou devemos fazer a curto, médio e longo prazos? Existem soluções que podemos buscar junto ao Governo, ou então iniciativas setoriais que podem nos ajudar?”, questiona Silveira. O evento ocorre das 8h às 14h, com mediação do jornalista Mauro Zafalon.
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