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5 de agosto de 2026

Sustentabilidade

SNA celebra o êxito de mais um Congresso Brasileiro de Direito Agrário – MAIS SOJA

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Marcelo Sá – jornalista/editor e produtor literário

Público prestigiou em peso o evento em Uberlândia

O VII Congresso Brasileiro de Direito Agrário foi realizado entre os dias 20 e 22 de agosto, na cidade mineira de Uberlândia, com o apoio e participação da SNA. Mais uma vez, o evento foi prestigiado pelo público, que lotou o centro de convenções para ouvir profissionais destacados em suas respectivas áreas. Advogados, professores, membros do Judiciário e do Ministério Público expressaram suas visões sobre diversos pontos e possibilitaram aos que assistiam, presencial ou remotamente, uma imersão enriquecedora nos temas mais atuais e relevantes do segmento. A edição desse ano foi realizada sob a égide “Agronegócio e Segurança Jurídica: O Direito, o Judiciário e a estabilidade do produtor rural e da atividade agrária“.

União Brasileira dos Agraristas Universitários (UBAU), que organiza o Congresso, disponibilizou uma estrutura de excelência para todos, agregando valor a uma experiência já multidimensional. Foram mais de 2.500 participantes, 169 palestrantes, mediadores e autoridades em dois palcos simultâneos, com aproximadamente 15.000 visualizações na transmissão ao vivo via Youtube e outras 2.1 milhões de visualizações e interações no Instagram. Todos puderam aproveitar ao máximo, fazendo importantes conexões e ampliando suas redes de contato, no que tange ao Direito aplicado ao agronegócio.

SNA foi representada em ricos debates

Como este Portal havia antecipado, a SNA marcou presença nos debates, na pessoa de seu Diretor Jurídico, Frederico Price Grecchi, que também preside a Comissão de Direito Agrário do IAB (Instituto dos Advogados Brasileiros). Ele conduziu dois painéis. No primeiro, sobre a Geopolítica do AgronegócioLucas Monteiro da Harven Agribusiness School abordou relevantes questões relacionadas à ascensão dos Estados Unidos após a segunda guerra mundial e os efeitos do recente “tarifaço” norte-americano nos bastidores geopolíticos.

Guilherme Sandoval (ESG/BR) discorreu sobre os atributos e os recursos naturais do Brasil, qualificando-o como “superpotência alimentar-ambiental-aquífera-energética”, capaz de torná-lo a quinta economia mundial. Ao final, Daniel Perez (Embrapa Solos/RJ) apresentou interessante exposição sobre os desafios da geopolítica do agronegócio brasileiro, entre os quais a dependência dos insumos estrangeiros, a fim de manter a sua capacidade produtiva para o atendimento ao abastecimento alimentar mundial, em observância à Agenda 2030 da ONU/FAO.

No segundo painel que presidiu, sobre o tema O Agronegócio e a Justiça: decisões criminais e cíveis do STJ que impactam cadeia produtiva” Frederico recebeu o Ministro do Superior Tribunal de Justiça Sebastião Reis, o advogado Marcus Reis e o professor Silvio de Salvo Venosa (que participou remotamente). Ao Portal, Frederico destacou a rica fala do Ministro, que ressaltou a importância da proteção ambiental e a sua relação com o desenvolvimento sustentável da atividade econômica agrária na Constituição Federal, na legislação infraconstitucional vigente e, por fim, a sua interpretação dada pelos Tribunais Superiores do STF e do STJ.

Outros nomes proeminentes repercutem sucesso

Rodolfo Ciciliato, advogado e vice-presidente do IDCC (Instituto de Direito Constitucional e Cidadania), e um dos organizadores, destacou a importância de um Congresso assim ser realizado em uma cidade do interior de Minas Gerais, uma região que, segundo ele, reflete a pujança do agronegócio brasileiro por toda a extensão interiorana do país. Ciciliato também palestrou no painel com o tema “Planejamento Sucessório e Litígios Patrimoniais no Agronegócio”.

Especialista no assunto, ele destacou que sucessão, governança e boa orientação tributária e societária são pilares indispensáveis para um planejamento bem estruturado. Deixou também o alerta de que um planejamento tributário mal feito pode comprometer totalmente a vida do cliente, e reforçou que a governança deve ser entendida como a capacidade de antecipar conflitos. “Governança é sentar à mesa quando está tudo bem para decidir o que fazer quando tudo estiver mal”, afirmou.

Albenir Querubini, advogado, professor e Presidente da UBAU, participou como palestrante do Painel “Contratos Agrários Típicos, Atípicos e Redes Contratuais” na qual apresentou reflexões sobre a teoria das obrigações e os contratos celebrados no agronegócio. O debate foi presidido por Francisco de Godoy Bueno.

Nesse contexto, foi apresentada a proposta de categorizar os acordos celebrados como “contratos agroempresariais”.  Trata-se de uma proposta que compreenda a dinâmica do campo, superando a rigidez das categorias atuais e reconhecendo a interdependência contratual nas cadeias.

Após mais uma edição de muito sucesso, a contagem regressiva para o evento de 2026 já começou, dessa vez tendo Ribeirão Preto como cidade anfitriã.

Fonte: SNA



 

FONTE

Autor:Marcelo Sá – Sociedade Nacional de Agricultura

Site: SNA

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Sustentabilidade

O que sustentou os preços da soja hoje? Confira as cotações em dia menos movimentado

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Foto: Famasul

O mercado brasileiro de soja registrou alguns negócios nesta quarta-feira (5), envolvendo portos e indústria, mas o ritmo de comercialização permaneceu lento. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, as cotações ficaram praticamente estáveis, com exceção de poucas praças.

Silveira destaca que a Bolsa de Chicago apresentou leves quedas, enquanto o dólar operou com volatilidade. Os prêmios, por sua vez, seguem elevados nos portos, contribuindo para a sustentação dos preços.

“O produtor continua um pouco afastado do mercado, buscando ofertas melhores. Assim, os negócios seguem restritos às necessidades da mão para a boca”, resume o analista.

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Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 138,00 para R$ 139,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 139,00 para R$ 140,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 132,00 para R$ 134,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 127,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 128,00 para R$ 129,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 127,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 144,00 para R$ 145,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 144,00 para R$ 145,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa hoje, na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). A previsão climática segue indicando chuvas para o Meio Oeste dos Estados Unidos nos próximos dias, favorecendo as lavouras. A queda do petróleo completou o cenário de pressão sobre as cotações.

Neste mês de agosto, vital para a consolidação do potencial produtivo da safra americana, o clima não tem sido motivo de preocupação, encaminhando uma produção cheia no segundo maior produtor de soja do mundo.

Após tentar recuperação na parte da manhã, o petróleo registrava perdas pela terceira sessão seguida, adicionando pressão às commodities. A possibilidade de Irã e Estados Unidos chegarem a um acordo sobre o conflito no Oriente Médio está determinando as perdas do petróleo.

Na sessão de hoje, a retração foi contida pelos sinais de demanda pela soja americana, principalmente através de compras por parte dos chineses. O recuo do dólar frente a outras moedas torna a soja dos Estados Unidos mais competitiva.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 3,00 centavos de dólar, ou 0,25%, a US$ 11,74 3/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 11,89 3/4 por bushel, com retração de 3,50 centavos de dólar ou 0,29%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 2,80 ou 0,87% a US$ 315,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 67,17 centavos de dólar, com perda de 0,35 centavo ou 0,51%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,07%, sendo negociado a R$ 5,1299 para venda e a R$ 5,1279 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0989 e a máxima de R$ 5,1344.

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Sustentabilidade

Algodão avança em NY com dólar fraco e alta dos mercados vizinhos – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços mais altos nesta quarta-feira.

As cotações da pluma avançaram no dia sustentadas pelo dólar fraco contra outras moedas. A subida de mercados vizinhos, como o café e o açúcar em NY contribuíram para o suporte, além de fatores técnicos. A piora nas condições das lavouras americanas seguiu como fator positivo para os preços.

Os investidores também se posicionam para o relatório das exportações semanais norte-americanas de algodão, que será divulgado nesta quinta-feira, dia 6, às 9h30 (horário de Brasília), pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Os contratos com entrega em dezembro/2026 fecharam a 83,02 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,56 centavo, ou de 0,7%. Março/2027 fechou a 84,71 centavos, ganho de 0,66 centavo, ou de 0,8%.

Fonte: Agência Safras



 

FONTE

Autor:Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência Safras News

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

ARROZ/CEPEA: Oferta restrita eleva média ao maior patamar em 11 meses – MAIS SOJA

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Em julho, a média mensal do arroz em casca no Rio Grande do Sul atingiu o maior patamar dos últimos 11 meses, refletindo a combinação entre oferta restrita e demanda aquecida.

Segundo o Cepea, a necessidade de aquisição de matéria-prima levou parte das indústrias a reajustar sucessivamente as ofertas de compra, mas a comercialização permaneceu limitada pela baixa disponibilidade do cereal.

De acordo com pesquisadores do Cepea, os produtores permaneceram retraídos, avaliando que os preços ainda não remuneram adequadamente os custos de produção e apostando em novas valorizações durante a entressafra. A procura de indústrias de outros estados também intensificou a concorrência pela matéria-prima e favoreceu a recuperação dos preços.

O Centro de Pesquisas ressalta que o anúncio de futuras aquisições públicas de arroz e milho reforçou a expectativa de valorização entre os produtores, que passaram a postergar ainda mais as vendas. Até o fim de julho, contudo, o edital e as regras para operacionalização das compras ainda não haviam sido divulgados, mantendo o mercado na expectativa.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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