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6 de maio de 2026

Business

Ceagesp devolve a comerciantes R$ 90 milhões de IPTU indevido

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A Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp) formalizou nesta sexta-feira (29) um acordo com os comerciantes para o reembolso de R$ 59 milhões referentes à devolução do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) pago entre 2017 e 2022.

O valor foi restituído pela prefeitura da capital paulista e corresponde a 66% dos mais de R$ 90 milhões estimados como total aos permissionários.

Segundo a Ceagesp, R$ 56 milhões já haviam sido devolvidos a 1.415 comerciantes do entreposto. No total, 3.029 comerciantes têm direito a restituições de valores do IPTU.

A Campanha de Devolução do imposto teve início em junho, de forma escalonada, beneficiando restituições de até R$ 10 mil. Recebem comerciantes com direito a qualquer faixa de valor, desde que não tenham pendências financeiras com a companhia.

“Hoje vocês estão recebendo de volta um dinheiro que foi recolhido indevidamente. E ao que me parece, a devolução está sendo feita de uma maneira muito profissional a ponto de as pessoas terem segurança dos critérios que estão sendo usados. Essa medida é um resultado que se conseguiu por meio de diálogo”, afirmou o diretor-presidente, José Lourenço Pechtoll.

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Como obter a devolução do Ceagesp

Para orientar os comerciantes, a Ceagesp disponibilizou no site da companhia uma página específica com detalhes sobre a campanha. A Ceagesp também montou uma sala especial de atendimento, com agendamento prévio.

“Nós temos uma nova Ceagesp e nós temos que ter pressa para evoluir no seu patamar de modernização. A Ceagesp está fora do Programa Nacional de Desestatização e além de ter devolvido R$ 60 milhões aos permissionários e concessionários, é importante dizer que a Ceagesp pagou R$ 2 milhões em multas e dividendos que devia para o governo e deu um lucro de R$ 14 milhões. Também está distribuindo R$ 3,3 milhões em lucros e resultados para os seus funcionários”, afirmou o ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), Paulo Teixeira.

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Agro Mato Grosso

Dois acidentes com carretas são registrados em menos de 30 minutos na BR-163 em MT; vídeo

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Dois acidentes com carretas foram registrados em trechos da BR-163, em Rondonópolis (MT), em menos de 30 minutos, nesta quarta-feira (6). O primeiro foi após uma carreta invadir a pista contrária, e o segundo foi uma batida traseira entre dois veículos de carga.

Imagens feitas por testemunhas mostram o trânsito paralisado e uma carreta em chamas, com a pista sendo tomada pela fumaça (vídeo abaixo).

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a equipe foi acionada para atender o primeiro acidente, após o motorista perder o controle da direção e invadir a pista contrária. Logo depois, houve outra batida envolvendo duas carretas, sendo que uma delas pegou fogo e ficou imobilizada no canteiro central da rodovia.

VIDEO:

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fumaça intensa do segundo acidente comprometeu a visibilidade nos dois sentidos da pista e levou à interdição completa da via. Equipes da PRF, da concessionária que administra a rodovia e do Corpo de Bombeiros foram até o local e controlaram as chamas, além de atuarem na segurança do tráfego.

A concessionaria responsável pelo trecho, Nova Rota do Oeste, informou que o condutor da carreta que invadiu a pista foi levado ao Hospital Regional. Já no outro acidente, apenas um dos motoristas ficou ferido e foi levado até uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

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Preço do arroz atinge maior média desde setembro de 2025, apesar de mercado lento no RS

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Foto: Paulo Lanzetta

O mercado de arroz em casca no Rio Grande do Sul encerrou abril com a maior média mensal de preços desde setembro de 2025, mesmo diante de negociações travadas e baixa liquidez. Segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a média do cereal ficou em R$ 62,66 por saca no mês.

De acordo com os pesquisadores, o avanço nos preços ocorre em um cenário ainda marcado por cautela entre compradores e vendedores. Os leilões de apoio à comercialização, as diferenças regionais nas cotações e as margens apertadas da indústria seguem limitando o ritmo dos negócios.

A demanda pontual por lotes de melhor qualidade também não foi suficiente para impulsionar as negociações ao longo de abril.

Apesar da lentidão no curto prazo, o Cepea destaca que os fundamentos continuam apontando para uma recomposição gradual dos preços no mercado de arroz.

Mercado ainda busca maior equilíbrio

Segundo o Centro de Pesquisas, o setor atravessa um estágio intermediário, em que há sinais de recuperação nos preços, mas ainda persistem entraves relacionados à liquidez e à diferença de expectativa entre os agentes do mercado.

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Para o Cepea, uma tendência mais firme de alta dependerá do avanço no escoamento do produto ao longo da cadeia e de uma maior convergência entre compradores e vendedores sobre os níveis de preços.

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Produtores rurais poderão aderir à renegociação de dívidas pelo Desenrola Rural até dezembro

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Imagem gerada por IA para o Canal Rural

O governo federal prorrogou até 20 de dezembro o prazo para agricultores familiares para aderirem ás condições especiais de regularização de dívidas A medida permite que pequenos produtores rurais renegociem ou quitem débitos com condições facilitadas, incluindo descontos para liquidação de dívidas em atraso.

Os dois decretos referentes a prorrogação foram publicado em edição extra do Diário Oficial da União nesta terça-feira (5). O principal deles reinstitui e amplia o Programa de Regularização de Dívidas e Facilitação de Acesso ao Crédito Rural da Agricultura Familiar, conhecido como Desenrola Rural.

Com o novo decreto, o prazo para adesão às condições especiais de regularização de dívidas foi prorrogado até 20 de dezembro de 2026. A medida permite que agricultores familiares renegociem ou quitem débitos com condições facilitadas, incluindo descontos para liquidação de dívidas em atraso.

O texto também prevê a renegociação de operações contratadas no âmbito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) entre 2012 e 2022, desde que os financiamentos tenham sido feitos com recursos dos fundos constitucionais. Os prazos para pagamento podem chegar a até dez anos, com início das parcelas previsto a partir de 2027, conforme o valor da dívida.

Outra mudança amplia as condições de regularização para beneficiários da reforma agrária. O decreto inclui medidas voltadas à resolução de passivos históricos ligados ao antigo Programa Especial de Crédito para Reforma Agrária (Procera), permitindo que produtores voltem a acessar linhas de crédito e políticas públicas.

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Além disso, o governo autorizou a contratação de novas operações de crédito rural no âmbito do Pronaf, inclusive para produtores com financiamentos anteriores em atraso, desde que não possuam débitos inscritos em Dívida Ativa da União.

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Agro MT