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21 de setembro de 2026

Sustentabilidade

CNA amplia ações do agroBR para estimular exportações do setor – MAIS SOJA

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A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) ampliou as ações e parcerias, por meio do agroBR, para auxiliar pequenos e médios produtores e empresários rurais a ampliar e diversificar as exportações do agro brasileiro.

O agroBR é um projeto da CNA com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e que passou também a ter a parceria do Sebrae por meio do Juntos pelo Agro.

O projeto capacita e estimula a participação de produtores e empresários rurais em rodadas de negócios, feiras, missões no exterior e encontros com importadores.

Nessa nova etapa, o agroBR abriu as inscrições para atender, até 2028, mais de 3 mil interessados em começar a exportar ou aumentar as vendas no mercado internacional. A expectativa é que ocorra um incremento de receita de US$ 1 bilhão em exportações de empresas inscritas no projeto.

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Na etapa anterior, o agroBR atendeu mais de 1,4 mil empreendedores, com um quarto delas exportando para outros países.

“O agroBR oferece uma série de serviços ao produtor, para que ele saiba que a exportação pode estar ao alcance se ele tiver interesse em buscar novos mercados e novas oportunidades. O objetivo é colocar o produtor em contato e já pronto para negociar com compradores internacionais. Ele não estará sozinho nesse processo”, disse o coordenador de Promoção Comercial da CNA, Rodrigo da Matta.

Consultores e escritórios – O coordenador explica que o produtor que se inscreve para ser atendido no projeto terá todo o apoio de um time de consultores que atua nos Estados na prospecção de potenciais produtos para exportação.

Nesta nova fase, o número de profissionais em comércio exterior e de escritórios de internacionalização do projeto no país passa de 7 para 11, com o intuito de atender as 27 unidades da federação.

Os produtores terão ainda o suporte dos escritórios internacionais para promoção e defesa de interesses da CNA, em Xangai (China), Singapura e Dubai (Emirados Árabes Unidos), especialmente em feiras e missões internacionais e rodadas virtuais de negócios.

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Projeto Comprador – No calendário até 2028 estão previstas 11 feiras internacionais e seis no Brasil, 14 rodadas virtuais, além de seis encontros do Projeto Comprador, uma das novas ações neste novo formato do agroBR.

O projeto prevê a vinda de compradores internacionais ao país para encontros com produtores rurais com perfil ou potencial exportador.

Expointer – A primeira rodada do Projeto Comprador acontece na 48º Expointer, que começa no dia 30 em Esteio, no Rio Grande do Sul.

Nessa rodada serão 11 importadores do Japão, China, Canadá, Argentina e Holanda. “O mais importante nesse projeto é ampliar ainda mais a participação de produtores”, destaca Rodrigo da Matta.

“Esse novo agroBR está mais completo do que nunca para que a gente possa atender o produtor do início ao fim desta jornada de exportação para que sua atividade seja mais rentável”, conclui o coordenador.

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O atendimento do agroBR não tem custo para o participante e quem tiver interesse pode se inscrever em: www.cnabrasil.org.br/participe

Fonte: CNA



 

FONTE

Autor:Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil

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Site: CNA

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Sustentabilidade

Plantio de soja terá menor avanço de área em 20 anos, aponta Pátria Agronegócios

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Imagem gerada por IA

O plantio de soja da safra 2026/27 começou no Brasil e já alcança 0,73% da área total, segundo levantamento da Pátria Agronegócios divulgado em 18 de setembro. O ritmo está acima do registrado no mesmo período de 2025, quando 0,64% da área havia sido semeada, e também supera os 0,70% observados em 2024.

Apesar do avanço, o plantio ainda está em estágio inicial. Na comparação com a média dos últimos cinco anos, de 0,36% para este mesmo período, o percentual atual representa um ritmo mais acelerado.

Segundo a Pátria, os trabalhos de campo começaram principalmente no Paraná e em Mato Grosso, dois dos principais estados produtores de soja do país.

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Crescimento de área

A Pátria Agronegócios destaca que a nova safra começa com a expectativa de um dos menores crescimentos de área dos últimos 20 anos.

O levantamento inicial da consultoria aponta incremento de apenas 370 mil hectares na área cultivada com soja nesta temporada. A estimativa reforça a perspectiva de uma expansão mais limitada da área plantada no ciclo 2026/27.

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Sustentabilidade

Alta de até 30% no frete e falta de espaço na colheita do milho aceleram a busca por armazenagem – MAIS SOJA

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O avanço da colheita da segunda safra de milho no Brasil segue expondo um gargalo recorrente para o agronegócio nacional: o descompasso entre a capacidade produtiva das lavouras e a infraestrutura de pós-colheita. Com a produção total de milho estimada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 141,8 milhões de toneladas para esta temporada, a concentração da colheita em poucas semanas pressiona os canais de escoamento e reduz drasticamente a margem de manobra do agricultor.

O mercado, em resposta aos desafios do setor, vem moldando projetos de engenharia para silos metálicos e unidades armazenadoras, dimensionando-os considerando as particularidades climáticas de cada região, o volume colhido e a velocidade de recepção da propriedade. Sem espaço de retenção na origem, o produtor é forçado a escoar o grão imediatamente, enfrentando uma elevação no custo do frete rodoviário que ultrapassa 20% a 30% no pico de demanda em polos como o Centro-Oeste e o MATOPIBA, conforme apontam dados da nstech, maior empresa de software para supply chain da América Latina e quarta maior empresa SaaS brasileira.

Para Mathias Abreu, Gerente Geral de Engenharia da AGI Brasil, uma das principais fornecedoras de soluções em armazenamento e movimentação de grãos no país, o investimento em estruturas próprias passou a ser uma corrida contra o tempo.

“Quando o produtor não tem capacidade de guardar o milho dentro da propriedade, fica refém da volatilidade do mercado no momento em que a oferta está no ponto máximo. Recorde após recorde, o país mostra que pode mais, porém, para isso, precisamos que esse movimento deixe de ser uma corrida para se tornar um planejamento de longo prazo’’, afirma Abreu. Conforme apresentado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) no Fórum Mais Milho, 25% dos agricultores não conhecem as linhas de crédito disponíveis para armazenagem. Ao mesmo tempo, 72% afirmam que investiriam na construção de armazéns caso as taxas de juros fossem menores.

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Engenharia de precisão e preservação da qualidade

Em meio à crise ambiental, o rigor técnico para armazenar aumenta cada vez mais, assegurando que a qualidade do grão seja mantida por longos períodos sem depreciação. Diferente de outras culturas, o milho exige atenção redobrada no processo de aeração, secagem e controle de umidade para evitar a proliferação de fungos, infestação de pragas e a redução de massa por secagem inadequada.

“Não basta apenas erguer uma estrutura metálica; é preciso integrar engenharia de precisão aos processos de recepção, limpeza, secagem e aeração. O milho é um ativo financeiro que precisa ser preservado. Projetos bem dimensionados e dotados de automação garantem a estabilidade da massa de grãos, reduzindo custos com energia elétrica e evitando a perda de peso por umidade, que corrói diretamente a rentabilidade do agricultor”, explica Abreu.

A expansão do parque de armazenagem dentro das fazendas tem sido impulsionada por soluções modulares, que permitem ao produtor iniciar a infraestrutura com capacidade proporcional à sua escala atual e expandi-la conforme o crescimento de suas safras. “A armazenagem dentro da porteira consolida-se como um pilar de sustentabilidade econômica do agronegócio. Ao proteger a margem no momento de maior pressão do mercado, o produtor garante a previsibilidade e a segurança necessárias para continuar investindo na eficiência de suas operações”, conclui o executivo.

Sobre a AGI Brasil

A AGI Brasil é uma das principais fornecedoras de soluções em armazenamento e movimentação de grãos no país. Com sede em Cândido Mota (SP), a companhia faz parte da AGI — Ag Growth International, referência global em equipamentos agrícolas e de infraestrutura, com presença em mais de 100 países. Seu portfólio inclui silos metálicos, sistemas de secagem, aeração e transporte de grãos, além de estruturas e soluções completas para pós-colheita. A AGI Brasil alia experiência local à expertise internacional, oferecendo tecnologia, confiabilidade e eficiência para apoiar a competitividade do agronegócio.

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Fonte: Assessoria de imprensa


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Sustentabilidade

MILHO/CEPEA: Cotações recuam em SP, mas sobem em outras regiões – MAIS SOJA

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Os valores do milho registram movimentos distintos dentre as regiões acompanhadas pelo Cepea. Em São Paulo, as negociações estão limitadas, e os preços recuaram, enquanto em algumas regiões produtoras as cotações subiram nos últimos dias.

De acordo com pesquisadores do Cepea, em São Paulo, compradores priorizaram o consumo dos estoques nos últimos dias, em detrimento de realizarem novas aquisições no mercado spot.

O Centro de Pesquisas destaca que, apesar da demanda enfraquecida, produtores também têm limitado parte dos lotes para negociação, visto que parte deles está focada nos trabalhos de campo, atenta às previsões climáticas e à possibilidade de efeitos negativos na produtividade das lavouras.

Fonte: Cepea

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FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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