Connect with us

Sustentabilidade

CNA amplia ações do agroBR para estimular exportações do setor – MAIS SOJA

Published

on


A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) ampliou as ações e parcerias, por meio do agroBR, para auxiliar pequenos e médios produtores e empresários rurais a ampliar e diversificar as exportações do agro brasileiro.

O agroBR é um projeto da CNA com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e que passou também a ter a parceria do Sebrae por meio do Juntos pelo Agro.

O projeto capacita e estimula a participação de produtores e empresários rurais em rodadas de negócios, feiras, missões no exterior e encontros com importadores.

Nessa nova etapa, o agroBR abriu as inscrições para atender, até 2028, mais de 3 mil interessados em começar a exportar ou aumentar as vendas no mercado internacional. A expectativa é que ocorra um incremento de receita de US$ 1 bilhão em exportações de empresas inscritas no projeto.

Na etapa anterior, o agroBR atendeu mais de 1,4 mil empreendedores, com um quarto delas exportando para outros países.

“O agroBR oferece uma série de serviços ao produtor, para que ele saiba que a exportação pode estar ao alcance se ele tiver interesse em buscar novos mercados e novas oportunidades. O objetivo é colocar o produtor em contato e já pronto para negociar com compradores internacionais. Ele não estará sozinho nesse processo”, disse o coordenador de Promoção Comercial da CNA, Rodrigo da Matta.

Consultores e escritórios – O coordenador explica que o produtor que se inscreve para ser atendido no projeto terá todo o apoio de um time de consultores que atua nos Estados na prospecção de potenciais produtos para exportação.

Nesta nova fase, o número de profissionais em comércio exterior e de escritórios de internacionalização do projeto no país passa de 7 para 11, com o intuito de atender as 27 unidades da federação.

Os produtores terão ainda o suporte dos escritórios internacionais para promoção e defesa de interesses da CNA, em Xangai (China), Singapura e Dubai (Emirados Árabes Unidos), especialmente em feiras e missões internacionais e rodadas virtuais de negócios.

Projeto Comprador – No calendário até 2028 estão previstas 11 feiras internacionais e seis no Brasil, 14 rodadas virtuais, além de seis encontros do Projeto Comprador, uma das novas ações neste novo formato do agroBR.

O projeto prevê a vinda de compradores internacionais ao país para encontros com produtores rurais com perfil ou potencial exportador.

Expointer – A primeira rodada do Projeto Comprador acontece na 48º Expointer, que começa no dia 30 em Esteio, no Rio Grande do Sul.

Nessa rodada serão 11 importadores do Japão, China, Canadá, Argentina e Holanda. “O mais importante nesse projeto é ampliar ainda mais a participação de produtores”, destaca Rodrigo da Matta.

“Esse novo agroBR está mais completo do que nunca para que a gente possa atender o produtor do início ao fim desta jornada de exportação para que sua atividade seja mais rentável”, conclui o coordenador.

O atendimento do agroBR não tem custo para o participante e quem tiver interesse pode se inscrever em: www.cnabrasil.org.br/participe

Fonte: CNA



 

FONTE

Autor:Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil

Site: CNA

Continue Reading

Sustentabilidade

Line-up prevê embarques de 3,379 milhões de toneladas pelo Brasil em dezembro – MAIS SOJA

Published

on


 O line-up, a programação de embarques nos portos brasileiros, projeta a exportação de 3,379 milhões de toneladas de soja em grão para dezembro, conforme levantamento realizado por Safras & Mercado. No mesmo mês do ano passado, exportações somaram 1,472 milhão de toneladas segundo a estimativa.

Em novembro, foram embarcadas 4,234 milhões de toneladas.

De janeiro a dezembro de 2025, o line-up projeta o embarque de 109,246 milhões de toneladas. Pelo Secex, de janeiro a dezembro de 2024 foram embarcadas 98,812 milhões de toneladas.

Fonte: Rodrigo Ramos / Agência Safras News



 

Continue Reading

Sustentabilidade

CNA apresenta potencial do agro para energias renováveis – MAIS SOJA

Published

on


A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participou, na terça (09), do evento “Diplomatas da Agricultura no Brasil (DAB)”, realizado na Embaixada da Colômbia, em Brasília. O encontro reuniu adidos agrícolas e autoridades para debater o tema “Agro e novas indústrias energéticas no Brasil”, com foco em biogás e biometano.

Durante o painel, a assessora técnica da CNA, Eduarda Lee, destacou o papel estratégico do agronegócio brasileiro na transição energética. Em sua apresentação, ela reforçou que o país possui uma das matrizes energéticas mais renováveis do mundo e grande capacidade de expandir soluções limpas, sustentáveis e competitivas.

Eduarda também ressaltou que o agro é parte essencial desse processo, ao integrar produção de alimentos, energia e sustentabilidade, além de enfatizar o potencial dos biocombustíveis, que estão plenamente integrados à produção agropecuária.

Segundo ela, essas fontes permitem transformar resíduos agrícolas e pecuários em energia, substituir o uso de diesel no campo e reduzir emissões de carbono e de outros gases de efeito estufa.

“A diversidade de matérias-primas disponíveis no país, especialmente do setor sucroenergético, da pecuária, da suinocultura e das agroindústrias, coloca o Brasil em posição privilegiada para ampliar a produção de energia renovável, com impactos positivos sobre a sustentabilidade, a eficiência produtiva e o desenvolvimento regional”, disse.

Para ela, “esses biocombustíveis permitem uma economia circular efetiva, gerando energia firme, biofertilizantes e redução de custos no ciclo produtivo”.

No debate, a CNA reforçou que a expansão das cadeias de biogás e biometano depende de previsibilidade e segurança regulatória, além de infraestrutura adequada e instrumentos de incentivo capazes de atrair investimentos.

Políticas públicas como o RenovaBio, o Combustível do Futuro e o Paten foram citadas como exemplos de iniciativas que impulsionam o desenvolvimento do setor.

Fonte: CNA



 

FONTE

Autor:Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil

Site: CNA

Continue Reading

Sustentabilidade

Reta final do ano: soja’perde fôlego’ em Chicago e desacelera nos portos brasileiros

Published

on


Foto: Pixabay

A última semana da soja foi marcada por forte pressão sobre os preços da soja na Bolsa de Chicago (CBOT). O contrato janeiro/26 rompeu um suporte psicológico relevante ao perder o patamar de US$ 11,00 por bushel e encerrou a sexta-feira (12) cotado a US$ 10,76/bushel.

Segundo a plataforma Grão Direto, o registro de vendas diárias da soja norte-americana, os volumes divulgados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) foram considerados insuficientes para reduzir o excedente do país, frustrando a expectativa de uma reação mais consistente da demanda.

  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱

Relatório do USDA

O relatório mensal de oferta e demanda do USDA, divulgado na terça-feira (9), manteve a estimativa de produção brasileira em 175 milhões de toneladas e a argentina em 48,5 milhões. Os números reforçaram a percepção de uma oferta global confortável para 2026.

Com o plantio praticamente concluído no Brasil e condições climáticas favoráveis na maior parte das regiões produtoras, o mercado retirou o prêmio de risco climático, passando a precificar um cenário de “safra cheia”, que deve ampliar a disponibilidade do grão a partir de janeiro.

Mercado brasileiro

No mercado físico brasileiro, a queda em Chicago reduziu o ritmo de comercialização. O câmbio, operando próximo de R$ 5,40, não foi suficiente para compensar as perdas externas. Nos portos, o comportamento dos preços mostrou uma divergência regional. O Índice Soja FOB Santos, da Grão Direto, encerrou a semana com leve alta de 0,35%, cotado a R$ 147,50, sustentado por demandas pontuais.

Já o Índice Soja FOB Rio Grande sentiu de forma mais intensa a pressão internacional, recuando 1,51% e fechando a semana anterior a R$ 145,18. Diante de margens mais apertadas e da volatilidade nos portos, o produtor optou por se retrair, resultando em baixa liquidez no mercado.

Clima e demanda no centro das atenções

Para os próximos dias, o mercado entra em modo de atenção máxima ao chamado “mercado de clima”. As previsões indicam chuvas irregulares e abaixo da média no Rio Grande do Sul e no Paraná durante a segunda quinzena de dezembro. Como as lavouras dessas regiões avançam para fases reprodutivas críticas, qualquer confirmação de estresse hídrico pode devolver rapidamente o prêmio de risco às cotações, abrindo espaço para repiques tanto em Chicago quanto nos prêmios de exportação.

Outro ponto decisivo será a demanda chinesa. O mercado aguarda a continuidade dos anúncios diários de vendas pelo USDA como uma espécie de “prova real” do compromisso de compra de 12 milhões de toneladas. Caso o fluxo de vendas perca força ou surjam notícias sobre gargalos logísticos na China, a pressão baixista sobre Chicago tende a persistir, com o mercado testando novos suportes técnicos.

Além disso, a proximidade das festas de fim de ano pode reduzir a liquidez. Fundos de investimento costumam ajustar posições neste período, o que pode aumentar a volatilidade sem a necessidade de fatos novos. O produtor deve manter atenção redobrada aos prêmios de exportação para fevereiro e março, que passam a ser o principal termômetro da competitividade brasileira na entrada da safra.

O post Reta final do ano: soja’perde fôlego’ em Chicago e desacelera nos portos brasileiros apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading
Advertisement

Agro MT