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5 de maio de 2026

Agro Mato Grosso

Cuiabá avança 69 posições e lidera crescimento entre capitais no Ranking dos Municípios

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Cuiabá foi a capital brasileira que mais avançou na edição 2025 do Ranking de Competitividade dos Municípios, conforme levantamento do Centro de Liderança Pública (CLP) divulgado nesta quarta-feira (27). A capital de Mato Grosso saltou 69 posições, alcançando o 74º lugar entre os municípios avaliados.

Com esse desempenho, Cuiabá se torna o segundo município mais bem colocado fora do eixo Sul-Sudeste, atrás apenas de Recife, que ocupa a 61ª posição. O relatório avaliou 404 municípios com mais de 80 mil habitantes.

O avanço expressivo de Cuiabá se deve à melhoria em nove dos 13 pilares analisados pelo estudo. Os destaques ficam por conta de:

  • 🏥 Qualidade da Saúde: +91 posições (atualmente na 104ª)
  • 👥 Capital Humano: +80 posições (9ª colocação nacional)
  • 📗 Qualidade da Educação: +71 posições (245ª)
  • ⚙️Funcionamento da Máquina Pública: +69 posições (110ª)
  • 🚰Saneamento: +62 posições (140ª)

Além disso, Cuiabá está entre os cinco melhores municípios do país no pilar de Inserção Econômica, sendo a líder nacional no indicador de qualificação dos trabalhadores com emprego formal e no índice de redução da informalidade no mercado de trabalho.

Destaques de Mato Grosso

Cuiabá não foi o único município mato-grossense a apresentar avanço significativo no ranking. Primavera do Leste foi a cidade do estado que mais evoluiu, subindo 111 posições e ocupando agora o 182º lugar. Já Várzea Grande teve um crescimento mais modesto, com 16 posições a mais, alcançando o 298º lugar.

O ranking inclui ainda as seguintes cidades mato-grossenses:

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  • Lucas do Rio Verde (166ª)
  • Sinop (209ª)
  • Sorriso (265ª)
  • Tangará da Serra (268ª)
  • Rondonópolis (287ª)
  • Cáceres (343ª)

 

O Ranking de Competitividade dos Municípios avalia indicadores que medem a capacidade das cidades de promover desenvolvimento sustentável, com foco em áreas como saúde, educação, economia, meio ambiente e governança pública.

Também foi realizado o Ranking de Competitividade dos Estados. Nele, Mato Grosso conquistou a 10ª colocação das 27 unidades da federação avaliadas, com base em 100 indicadores distribuídos em 10 pilares temáticos.

Apesar de mostrar avanços relevantes, o estado ainda figura atrás dos demais integrantes da Região Centro-Oeste, que aparecem melhor posicionados:

  • Distrito Federal – 4º lugar
  • Goiás – 8º
  • Mato Grosso do Sul – 9º
  • Mato Grosso – 10º

 

Áreas de destaque e desafios no estado

 

Entre os pontos positivos, Mato Grosso se destacou nos seguintes pilares:

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  • 💰Solidez Fiscal: 3º lugar nacional
  • 👥 Capital Humano: 3º lugar
  • 📗 Educação: subiu 8 posições, alcançando o 8º lugar
  • 💻 Inovação: subiu 7 posições (19º lugar)
  • 📈 Potencial de Mercado: subiu 6 posições (13º)
  • 🌳 Sustentabilidade Ambiental: subiu 4 posições (14º)

 

Por outro lado, o estado registrou queda em dois pilares importantes:

  • 🚓 Segurança Pública: caiu 9 posições, agora em 23º lugar
  • ⚙️Eficiência da Máquina Pública: recuo de 6 posições, ocupando o 12º lugar
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Pane a cada 10 minutos: mais de 400 motoristas pedem resgate na BR-163 durante feriado

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Veja; os diferenciais do trator M5 lançado pela Valtra na Agrishow 2026

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Confira os diferenciais do trator M5 lançado pela Valtra na Agrishow 2026

Segundo Afonso Pavan, coordenador de marca e produto, o modelo chega com novo chassi, três opções de potência e pacote focado em conforto, hidráulica e versatilidade para cana, grãos e pecuária.

Apresentado no estande da Valtra na Agrishow 2026, o M5 é o novo passo da marca no segmento que consagrou a linha BH. Em entrevista à CanaOnline, Afonso Pavan afirmou que o lançamento preserva a robustez histórica, mas evolui em projeto, ergonomia e capacidade hidráulica para operações intensivas, com atenção especial à cana-de-açúcar.

A série chega com três motorizações: 165 cv e 185 cv (quatro cilindros) e 205 cv (seis cilindros). O trator estreia chassi remodulado e frente mais robusta, inspirada na linguagem da série T, além de adotar padrões globais de identidade visual, com a identificação concentrada na plaqueta frontal. A proposta é ser um trator para diferentes operações, do transbordo na cana ao uso com implementos em grãos e pecuária.

No conforto, a cabine ficou mais ampla e teve ergonomia aprimorada, com comandos na coluna lateral. Um diferencial é a geladeira integrada, com acionamento próprio e desligamento automático ao apagar o trator. Na transmissão, o M5 mantém a robustez da família BH, mas busca mais suavidade: o câmbio é sincronizado e a troca entre faixas também pode ocorrer sob carga. Há ainda “steps” de marcha no botão (mais/menos), com atuação automática para reduzir marchas quando o esforço aumenta e retomar quando a carga alivia.

Voltado à realidade da cana, o M5 evolui em hidráulica, com mais capacidade de levante e maior vazão que o BH: segundo Pavan, são 205 litros, destaque na categoria. Para usinas, pode sair de fábrica com preparação de frenagem e freio auxiliar, aumentando a segurança com carretas e implementos. Na cabine, há opção de piloto automático e tomadas elétricas dedicadas, com proteção por fusíveis e relés. Lançado na Agrishow 2026, o M5 já está à venda na rede Valtra, com versões definidas para o mercado brasileiro.

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C/canaonline

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Desenrola 2.0: Produtor rural MT entra no programa pela primeira vez

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Programa fica aberto por 90 dias e cobre dívidas de famílias, estudantes, pequenas empresas e assentados da reforma agrária

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou nesta segunda-feira o Novo Desenrola Brasil, nova edição do programa federal de renegociação de dívidas. A iniciativa oferece juros de até 1,99% ao mês, descontos de até 90% sobre o valor total devido e possibilidade de usar o FGTS para quitar débitos. Uma das principais novidades é a inclusão do produtor rural e de famílias assentadas pelo programa de reforma agrária,público que não integrava o Desenrola original.

O programa funciona por 90 dias e se divide em quatro categorias:
  • Desenrola Famílias — para quem tem renda de até cinco salários mínimos
  • Desenrola Fies — para estudantes do ensino superior com financiamento estudantil
  • Desenrola Empreendedor — para micro e pequenas empresas
  • Desenrola Rural — para pequenos produtores rurais e assentados da reforma agrária

O foco recai sobre dívidas de cartão de crédito, cheque especial, Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) e crédito rural.

A inclusão do setor rural representa a principal inovação do Desenrola 2.0. Pelo Desenrola Rural, pequenos agricultores e famílias assentadas podem renegociar dívidas com prazo estendido até dezembro. O governo ampliou o limite de adesão especificamente para esse público, que historicamente enfrenta dificuldades de acesso a programas de crédito urbano.

Famílias podem parcelar em até quatro anos

Para o público geral, o Desenrola Famílias garante descontos entre 30% e 90% do valor devido, com parcelamento em até 48 meses e prazo de 35 dias para o pagamento da primeira parcela. Famílias com renda mensal de até R$ 8.105 ainda podem liberar até 20% do saldo do FGTS para abater as dívidas.

Quem tem dívidas do Fies vencidas há mais de 90 dias pode negociar descontos entre 12% e 99% sobre juros e multas. O valor principal pode ser parcelado em até 150 vezes.

Para micro e pequenas empresas, o programa ampliou prazos e limites. A carência de pagamento sobe de 12 para 24 meses, o prazo máximo passa de 72 para 96 meses e a tolerância no atraso vai de 14 para 90 dias. O teto de crédito sobe para R$ 180 mil (ante R$ 130 mil) para empresas com faturamento anual de até R$ 360 mil, e para R$ 500 mil (ante R$ 250 mil) para CNPJs com faturamento de até R$ 4,8 milhões.

Recursos vêm do FGO e de valores esquecidos nos bancos

O programa acessa o Fundo de Garantia de Operações (FGO), que já conta com R$ 2 bilhões disponíveis e pode receber um aporte adicional de até R$ 5 bilhões. O governo também prevê uso de recursos do SVR (Sistema de Valores a Receber), que reúne dinheiro esquecido em instituições financeiras.

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O Novo Desenrola também altera as regras do crédito consignado do INSS e do servidor público. As duas modalidades deixam de vincular o cartão ao empréstimo. Para aposentados e pensionistas do INSS, o prazo das operações sobe de 96 para 108 meses, a carência chega a 90 dias e a margem de comprometimento de renda cai de 45% para 40%.

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