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11 de maio de 2026

Sustentabilidade

confira os números da soja no Brasil e Chicago

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O mercado doméstico de soja iniciou a semana em queda, com recuos simultâneos na Bolsa de Chicago, no dólar e nos prêmios. Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, esses fatores compensaram pouco o movimento de baixa, com o resultado em um cenário de lentidão nas negociações.

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Nos portos, praticamente não há ofertas relevantes. O mercado está lento, com poucas indicações para setembro, afirmou o especialista. Ele acrescentou que o mesmo padrão se observa na indústria, onde predominam apenas compras pontuais, sem volume expressivo.

O analista também destacou a fraqueza nas movimentações relacionadas à safra 2026. “O início da semana está bem fraco, inclusive para a safra futura, com poucos reportes de ofertas”, disse.

De modo geral, o mercado segue em ritmo moroso, com agentes cautelosos diante das condições externas e internas que pressionam os preços.

Preços da soja

  • Passo Fundo (RS): caiu de R$ 135,00 para R$ 134,00
  • Santa Rosa (RS): caiu de R$ 136,00 para R$ 135,00
  • Rio Grande (RS): caiu de R$ 142,00 para R$ 141,00
  • Cascavel (PR): caiu de R$ 137,00 para R$ 135,00
  • Paranaguá (PR): manteve em R$ 140,00
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 127,00 para R$ 126,00
  • Dourados (MS): caiu de R$ 127,00 para R$ 126,00
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 126,00 para R$ 125,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira em baixa. A perspectiva de demanda fraca por parte da China e o sentimento de safra cheia nos Estados Unidos determinaram as perdas.

Após atingir os melhores níveis em dois meses na sexta-feira, o mercado corrigiu na abertura da semana. O sentimento entre os operadores é de ceticismo sobre uma possível recuperação das negociações comerciais entre China e Estados Unidos.

A crop tour da Pro Farmer indicou uma boa safra a ser colhida nos EUA, ainda que em nível abaixo do projetado pelo Departamento de Agricultura americano (USDA). A produção norte-americana deverá totalizar 4,246 bilhões de bushels em 2025, com produtividade média de 53 bushels por acre. O USDA, no entanto, projeta 4,292 bilhões de bushels, com rendimento de 53,6 bushels por acre.

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Contratos futuros de soja

No fechamento, os contratos da soja em grão com entrega em setembro recuaram 11,00 centavos de dólar, ou 1,06%, a US$ 10,25 1/2 por bushel. A posição novembro terminou em US$ 10,47 3/4 por bushel, com baixa de 10,75 centavos ou 1,01%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo caiu US$ 0,60, ou 0,20%, para US$ 290,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 54,87 centavos de dólar, com perda de 0,45 centavo ou 0,81%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,21%, cotado a R$ 5,4138 para venda e R$ 5,4118 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4017 e a máxima de R$ 5,4367.

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Sustentabilidade

SOJA/CEPEA: Recorde de exportações sustenta receita – MAIS SOJA

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O Brasil segue liderando as exportações de soja. As vendas são impulsionadas pela forte demanda global, sobretudo da China. Segundo o Cepea, apesar da pressão exercida pela ampla oferta interna, pela desvalorização cambial e pelo recuo das cotações domésticas, o bom desempenho das exportações tem sustentado a receita do setor.

Em abril, o Brasil exportou 16,75 milhões de toneladas de soja, recorde da série da Secex, com aumentos de 15,35% frente ao volume de março e de 9,6% em relação ao verificado no mesmo mês de 2025. Os embarques à China, especificamente, avançaram 17,6% de março para abril. No acumulado de janeiro a abril, as vendas externas somaram 40,24 milhões de toneladas, também o maior volume já registrado para o período.

Fonte: Cepea


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Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

Cooperativismo catarinense supera 109 mil empregos diretos e amplia a geração de vagas em 7,1% em 2025 – MAIS SOJA

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O cooperativismo catarinense encerrou 2025 como um dos principais geradores de trabalho e renda em Santa Catarina. No ano passado, o setor foi responsável por 109.677 empregos diretos com carteira assinada, segundo dados consolidados do Sistema OCESC.

O resultado representa uma alta de 7,1% em relação a 2024, quando o setor registrou 102.402 trabalhadores. “Cada emprego criado pelo cooperativismo representa renda e estabilidade para as famílias e fortalece as comunidades onde as cooperativas atuam. Esse avanço mostra um modelo que alia eficiência e impacto social, que organiza pessoas, amplia oportunidades e distribui desenvolvimento no território, com impacto direto nas economias regionais”, diz o presidente do Sistema OCESC, Vanir Zanatta.

O movimento também acompanha a ampliação da base social do cooperativismo. Em 2025, o número de cooperados em Santa Catarina ultrapassou o marco de cinco milhões, garantindo novamente a liderança do estado como o mais cooperativista do Brasil. “O cooperativismo cresce quando entrega resultado econômico e, ao mesmo tempo, mantém o foco nas pessoas. É isso que sustenta crescimento com consistência: gestão, presença regional e compromisso com quem participa do sistema”, afirma Zanatta.

Os dados de 2025 mostram equilíbrio por gênero entre os empregos diretos do cooperativismo catarinense: 54.570 homens e 55.107 mulheres. Os números traduzem um modelo que combina equidade, competitividade e compromisso social em diferentes ramos e regiões.

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A maior parte das vagas está concentrada em Santa Catarina, com 84.776 postos de trabalho. Outros 24.901 empregos estão localizados fora do estado, o equivalente a 29,4% do total, resultado da expansão de cooperativas catarinenses no cenário nacional.

A presença fora de Santa Catarina amplia a capacidade de competir em diferentes regiões, mantendo vínculos com a base produtiva e com as cadeias econômicas que se estruturam no território catarinense.

“O cooperativismo gera trabalho formal, movimenta cadeias produtivas e cria oportunidades onde as pessoas vivem. Os resultados aparecem nos indicadores, mas o principal efeito está na transformação que esse modelo produz na vida dos cooperados, colaboradores e comunidades”, conclui Zanatta.

Fonte: Sistema Ocesc, disponível em Fecoagro



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Autor:Sistema Ocesc, disponível em Fecoagro

Site: Fecoagro/SC

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Sustentabilidade

MILHO/CEPEA: Preço segue em queda com estoque elevado e maior oferta – MAIS SOJA

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Influenciados pela maior oferta, em decorrência da colheita da safra de verão e dos estoques de passagem elevados da temporada 2024/25, os preços do milho seguem recuando na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Neste cenário, compradores indicam facilidade na realização de efetivações e aguardam novas baixas.

Segundo o Centro de Pesquisas, parte dos vendedores se mostra mais flexível nas negociações no spot. Com armazéns recebendo lotes da safra de verão (soja e milho) e os estoques de passagem remanescentes da última temporada, há maior necessidade de liberação de armazéns e de formar caixa.

De acordo com pesquisadores do Cepea, as quedas só não foram mais intensas devido à preocupação com o atual clima nas regiões produtoras da segunda safra, já que algumas áreas enfrentam falta de chuva e altas temperaturas. Além disso, a previsão de frentes frias voltou ao radar dos agentes.

Caso isso se confirme, o potencial produtivo das lavouras pode ser reduzido. Até o momento, a Conab estima que serão produzidas 109,11 milhões de toneladas na segunda safra.

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Fonte: Cepea



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Autor:Cepea

Site: Cepea

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