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7 de maio de 2026

Sustentabilidade

Óleo dispara quase 5% e impulsiona soja em Chicago; novembro sobe quase 2% – MAIS SOJA

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Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quinta-feira com preços em boa alta. O óleo disparou cerca de 5% e liderou os ganhos. Boas exportações semanais e rumores sobre o mandato de biodiesel no Estados Unidos ajudaram a impulsionar as cotações. Os agentes também aguardam informações da crop tour da Profarmer.

A administração Trump deve decidir já nesta sexta-feira sobre um crescente acúmulo de pedidos de pequenas refinarias que buscam isenção das leis nacionais de biocombustíveis, mas vai adiar a decisão sobre se as grandes refinarias devem compensar parte dos volumes isentos, segundo duas fontes familiarizadas com o planejamento.

A Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) deve decidir na sexta-feira sobre diversos dos 195 pedidos de isenção de pequenas refinarias que remontam a 2016, disseram as fontes. As decisões serão mistas, incluindo algumas negativas parciais, mas não representarão uma vitória ampla para as pequenas refinarias, de acordo com uma fonte informada sobre as deliberações.

A administração deve emitir uma regra suplementar já na próxima semana para buscar comentários públicos sobre se deve ou não obrigar grandes refinarias a compensar os volumes isentos em um processo conhecido como realocação.

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Em relação à crop tour, os números finais serão divulgados na sexta, após quatro dias de visita a lavouras. Os rendimentos são bons, mas há certo ceticismo se a produtividade chegará aos dados projetados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que estariam superestimados.

As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2024/25, com início em 1º de setembro, ficaram negativas em 5.700 toneladas na semana encerrada em 14 de agosto. Para a temporada 2025/26, ficaram em 1.142.600 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 100 mil e 1,1 milhão toneladas, somando-se as duas temporadas. As informações foram divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Os contratos da soja em grão com entrega em setembro fecharam com alta de 19,50 centavos de dólar, ou 1,93%, a US$ 10,56 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 10,56 por bushel, com alta de 20,00 centavos ou 1,93%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 3,00, ou 1%, a US$ 294,20 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 53,87 centavos de dólar, com ganho de 2,42 centavo ou 4,7%.

Fonte: Dylan Della Pasqua / Safras News

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Sustentabilidade

Colheita do arroz alcança 96,41% da área cultivada no RS – MAIS SOJA

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A colheita do arroz no Rio Grande do Sul atingiu 96,41% da área cultivada nesta primeira semana de maio. O levantamento foi realizado pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) e divulgado nesta quinta-feira (7/5).

Do total de 891.908,50 hectares destinados ao cultivo na safra 2025/2026, a maior parte das lavouras já foi colhida, consolidando o avanço dos trabalhos nas principais regiões produtoras do Estado.

As regionais da Zona Sul e da Planície Costeira Externa lideram os índices de colheita e estão mais próximas do encerramento das operações, com 98,81% e 98,46% das áreas colhidas, respectivamente.

Na sequência aparecem a Planície Costeira Interna, com 98,13%; a Campanha, com 97,02%; a Fronteira Oeste, com 95,92%; e a Região Central, que registra 89,84% da área colhida.

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De acordo com a Divisão de Assistência Técnica e Extensão Rural (Dater/Irga), ao término da colheita será realizado um levantamento consolidado da safra, contemplando dados de área colhida, produtividade e possíveis perdas registradas durante o ciclo produtivo.

Fonte: IRGA



 

FONTE

Autor:IRGA

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Site: IRGA

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Sustentabilidade

Cenário climático reforça a importância do planejamento agrícola – MAIS SOJA

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Em comparação a março, abril apresentou redução no volume de chuvas, especialmente na região central do Brasil, afetando diretamente a disponibilidade de água no solo. Conforme o Boletim do Sistema TempoCampo/Esalq de maio de 2026, embora grande parte do território nacional, com destaque para a região Norte, ainda apresente elevada umidade no solo, a região central registrou redução no volume de água armazenado durante o mês de abril (Figura 1).

Figura 1. Armazenamento de água no solo, meses de março e abril de 2026 (atualização 05 de maio de 2026).
Fonte: Prof Fábio Marin

Apesar da redução observada, o cenário ainda não caracteriza, na maior parte das regiões produtoras do país, condições críticas ao desenvolvimento das culturas agrícolas. Para a primeira quinzena de maio, as projeções climáticas indicam continuidade das maiores precipitações sobre a região Norte e faixa litorânea do Nordeste, situação que demanda atenção devido aos elevados volumes de chuva já registrados nessas áreas.

Segundo o INMET, para o trimestre maio-julho-julho, a previsão é de precipitações dentro da média climatológica na região central do Brasil, enquanto as regiões Norte e Sul tendem a registrar chuvas dentro ou ligeiramente acima da média (Figura 2).

Figura 2. À esquerda: precipitação total prevista para o trimestre maio-julho-julho de 2026. À direita: Anomalias de precipitação para o trimestre maio-julho-julho de 2026. INMET (06 de Maio de 2026).
Fonte: INMET (2026)

Ainda que previsões a longo prazo possam apresentar grande incerteza, para o mês de junho, caso as projeções climática se concretize, de acordo com as previsões de anomalia das precipitações, são esperadas chuvas dentro da média e/ou ligeiramente acima da média para o período, na maioria das regiões do país.

Fenômenos ENSO

Com divergência entre modelos climatológicos, a intensidade do Fenômeno El Niño ainda é indefinida. No entanto, a ocorrência desse fenômeno é esperada, havendo concordância entre a maioria dos modelos quanto a ocorrência do El Niño (figura 3) com mais de 90% de probabilidade de ocorrência desse fenômeno a partir do trimestre setembro-outubro-novembro (figura 4).

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Figura 3. Modelos de previsão ENSO para abril de 2026.
Fonte: IRI (2026)


Figura 4. Previsão oficial de probabilidade do CPC ENSO.
Fonte: IRI (2026)

Por outro lado, a intensificação do El Niño, especialmente a partir do trimestre agosto-setembro-outubro, poderá influenciar o estabelecimento e o desenvolvimento das culturas agrícolas, impactando as operações no campo. Diante disso, o acompanhamento contínuo das previsões meteorológicas e dos prognósticos climáticos será fundamental para o ajuste das estratégias de manejo e do planejamento das áreas de cultivo.

Confira abaixo o boletim completo do sistema TempoCampo/ESALQ de maio de 2026.


Inscreva-se agora no canal Prof Fábio Marin clicando aqui! 


Referências:

INMET. CLIMA. Instituto Nacional de Meteorologia, 2026. Disponível em: < https://clima.inmet.gov.br/progp/0 >, acesso em: 07/05/2026.

IRI. ENSO FORECAST. Columbia Climate Schol International Research Institute for Climate and Society, 2026. Disponível em: < https://iri.columbia.edu/our-expertise/climate/forecasts/enso/current/ >, acesso em: 07/05/2026.

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Sustentabilidade

Enfezamento do milho reforça necessidade de manejo integrado para evitar perdas de até 70% – MAIS SOJA

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A cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis) permanece como uma das principais ameaças à produtividade da cultura no Brasil, especialmente por sua atuação como vetor do complexo de enfezamentos. Diante desse cenário, a FMC, empresa global de ciências para agricultura, reforça a importância de um manejo integrado, que combine diferentes estratégias ao longo do ciclo produtivo para minimizar perdas e garantir maior segurança ao produtor.

Segundo Thiago Filippin, desenvolvedor de mercado da FMC, a relação entre a praga e as doenças é direta e exige atenção redobrada. “A cigarrinha é a principal transmissora dos fitoplasmas e espiroplasmas responsáveis pelos enfezamentos pálido e vermelho, além do vírus da risca do milho (MRFV). No entanto, o inseto não nasce infectado — torna-se vetor ao se alimentar de plantas contaminadas e, a partir disso, passa a disseminar esses patógenos pela lavoura”, explica.

Entre os fatores que influenciam a pressão da praga, a época de semeadura se destaca como uma das decisões mais estratégicas. De acordo com Filippin, o plantio no início da janela reduz a incidência inicial da cigarrinha e, consequentemente, o risco de infecção. “Semeaduras tardias expõem o cultivo a populações migrantes, aumentando significativamente a chance de transmissão dos enfezamentos”, afirma.

Os danos causados podem ser severos, incluindo redução do porte das plantas, má formação das espigas, perfilhamento excessivo (brotações laterais) e sintomas visuais como folhas amareladas, avermelhadas ou com o sintoma de raiado fino para a virose. Em situações de alta pressão, as perdas podem variar de 20% a 70%, podendo evoluir para a quebra total da lavoura.

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Outro ponto crítico no manejo é o controle das plantas tigueras, que funcionam como reservatório da praga e das molicutes. “Como a cigarrinha depende exclusivamente do milho para completar seu ciclo, eliminar plantas tigueras é fundamental para interromper essa dinâmica. O controle na entressafra e o uso de herbicidas na cultura antecessora ajudam a evitar a chamada ‘ponte verde’”, destaca.

A escolha de cultivares mais tolerantes aos enfezamentos também contribui para reduzir os impactos, especialmente em plantios de médio e final de janela. Além disso, o tratamento de sementes desempenha papel essencial na proteção inicial da lavoura. “É importante optar por tecnologias com bom residual, alta sistemicidade e eficiência no controle da praga, como inseticidas dos grupos dos neonicotinoides e butenolidas”, orienta Filippin.

Embora as pulverizações sejam frequentemente associadas ao controle da cigarrinha, o especialista ressalta que sua eficácia depende de uma série de fatores. “O rápido crescimento do milho, com emissão de novas folhas a cada poucos dias, exige precisão na aplicação. Boa regulagem dos equipamentos, escolha adequada de produtos, rotação de ativos e monitoramento constante são fundamentais para reduzir os danos”, explica.

O profissional destaca que o manejo integrado busca reduzir a incidência da praga a níveis que não comprometam a produtividade da lavoura. “Quando bem executado, o conjunto de práticas contribui para a sustentabilidade do sistema produtivo e para a rentabilidade do produtor”, diz.

Tecnologia e inovação

A FMC tem como objetivo promover o avanço do campo por meio de tecnologias de proteção sustentável de cultivos e, por isso, investe, constantemente, em pesquisa e desenvolvimento. Prova disso é o inseticida inovador Premio® Star. Com proteção para 50 pragas em mais de 50 culturas, esse é o único produto do mercado que oferece controle simultâneo das principais pragas da soja e do milho, como lagartas e percevejos, e outros alvos secundários das plantações.

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“Além de evitar as misturas de tanque, o Premio® Star tem amplo espectro de controle, longo residual e tem como referência o lagarticida Rynaxypir, um potente inseticida, para alta performance em percevejos”, ressalta Sérgio Catalano, gerente de inseticidas da FMC.

O Premio® Star possui tecnologia exclusiva possui a combinação e a proporção exata dos ingredientes, o que constitui uma formulação diferenciada com altíssima performance para insetos mastigadores e sugadores. O Premio® Star possui duplo modo de ação, amplo espectro, efeito de choque e residual, menor lavagem pela chuva e otimização operacional. No milho é indicado para controle da cigarrinha (Dalbulus maidis), percevejo barriga-verde (Dichelops melacanthus), pulgão-do-milho (Rhopalosiphum maidis) e a lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda).

 Sobre a FMC

A FMC Corporation é uma empresa global de ciências agrícolas dedicada a auxiliar produtores rurais na produção de alimentos, rações, fibras e combustíveis para uma população mundial em expansão, adaptando-se a um ambiente em constante mudança. As soluções inovadoras de proteção de cultivos da FMC – incluindo produtos biológicos, nutrição de cultivos, agricultura digital e de precisão – permitem que produtores e consultores agrícolas enfrentem seus maiores desafios econômicos, protegendo o meio ambiente. A FMC está comprometida em descobrir novos ingredientes ativos de herbicidas, inseticidas e fungicidas, formulações de produtos e tecnologias pioneiras que sejam consistentemente melhores para o planeta. Visite fmc.com para saber mais e siga-nos no LinkedIn®.


FMC e o logotipo da FMC, assim como Premio® Star, são marcas comerciais da FMC Corporation ou afiliada. Produtos de uso agrícola. Consulte sempre um engenheiro agrônomo. Sempre leia o rótulo e siga todas as instruções, restrições e precauções de uso do produto.

Fonte: Assessoria de imprensa



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