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11 de maio de 2026

Sustentabilidade

Chicago/CBOT: Milho fechou em leve alta com compras de oportunidade – MAIS SOJA

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Por T&F Agroeconômica, comentários referentes à 20/08/2025
FECHAMENTOS DO DIA 20/08

Chicago: A cotação de setembro, referência para a nossa safrinha, fechou em alta de 0,13% ou $ 0,50 cents/bushel, a $ 380,00. A cotação para dezembro fechou em alta de 0,19% ou $ 0,75 cents/bushel, a $ 404,00.

ANÁLISE DA ALTA

O milho negociado em Chicago fechou em alta nesta quarta-feira. As cotações do cereal ganharam uma leve tração com compras de oportunidade, vistos os preços baixos do milho
americano. A supersafra americana ainda se equilibra com uma demanda aquecida. Enquanto os levantamentos do ProFarmer confirmam produtividade acima da média histórica em Indiana e Nebraska, exportadores confirmaram novas vendas para México e Colômbia.

B3-MERCADO FUTURO DE MILHO NO BRASIL
B3: O milho fechou em baixa com realização de lucros

Os principais contratos de milho encerraram em baixa nesta quarta-feira. Os contratos do milho na B3 cederam neste meio de semana pela realização de lucros por parte dos investidores, depois de uma sequência de altas vista nos últimos dias.

A queda no dólar ajudou a pressionar as cotações. Com a moeda brasileira mais forte, a competitividade do grão brasileiro fica prejudicada. As exportações estão melhorando, mas ainda estão caras para diversos destinos.

OS FECHAMENTOS DO DIA 20/08

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em baixa no dia: o vencimento de setembro/25 foi de R$ 65,37, apresentando queda de R$ 0,88 no dia e alta de R$ 0,52 na semana; o vencimento de novembro/25 foi de R$ 68,20, com baixa de R$ 0,78 no dia e alta de R$ 1,23 na semana; o contrato de janeiro/26 fechou a R$ 70,74, com baixa de R$ 0,72 no dia e alta de R$ 0,74 na semana.

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NOTÍCIAS IMPORTANTES
PROFARMER CONFIRMA SUPER SAFRA (baixista)

Após o segundo dia de visitas de campo, a ProFarmer registrou uma produtividade média recorde de 12.165 quilos por hectare em Indiana, em comparação com 11.771 quilos na visita de 2024 e a média de 11.429 quilos nos três anos anteriores. Para Nebraska, os resultados ponderados pelos participantes da visita foram de 11.266 quilos por hectare, em comparação com 10.874 quilos em 2024 e a média de 10.440 quilos nos três anos anteriores.

EUA-ETANOL-MENOR PRODUÇÃO (baixista)

O relatório semanal de hoje da Administração de Informação de Energia dos EUA (EIA) se mostrou pouco esclarecedor, pois reduziu a produção diária de etanol de 1.093.000 para 1.072.000 barris, ficando abaixo dos 1.098.000 barris registrados no mesmo período em 2024. Também aumentou os estoques de biocombustíveis de 22.649.000 para 22.688.000 barris, um número inferior aos 23.574.000 barris do ano anterior.

EUA-PEDIDOS DE ISENÇÃO DE PEQUENAS REFINARIAS (baixista)

Também pesa sobre esse mercado a possibilidade de a Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA) decidir, a qualquer momento, sobre um número significativo de pedidos de isenção de pequenas refinarias de petróleo que buscam isenções das determinações de corte obrigatórias para biocombustíveis.

EUA-NOVA VENDA (ALTISTA)

Em seus relatórios diários, o USDA confirmou hoje duas novas vendas de milho americano da safra 2025/2026: uma para o México, de 125.741 toneladas, e a outra para a Colômbia, por 100.000 toneladas.

Fonte: T&F Agroeconômica

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Sustentabilidade

Cooperativismo catarinense supera 109 mil empregos diretos e amplia a geração de vagas em 7,1% em 2025 – MAIS SOJA

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O cooperativismo catarinense encerrou 2025 como um dos principais geradores de trabalho e renda em Santa Catarina. No ano passado, o setor foi responsável por 109.677 empregos diretos com carteira assinada, segundo dados consolidados do Sistema OCESC.

O resultado representa uma alta de 7,1% em relação a 2024, quando o setor registrou 102.402 trabalhadores. “Cada emprego criado pelo cooperativismo representa renda e estabilidade para as famílias e fortalece as comunidades onde as cooperativas atuam. Esse avanço mostra um modelo que alia eficiência e impacto social, que organiza pessoas, amplia oportunidades e distribui desenvolvimento no território, com impacto direto nas economias regionais”, diz o presidente do Sistema OCESC, Vanir Zanatta.

O movimento também acompanha a ampliação da base social do cooperativismo. Em 2025, o número de cooperados em Santa Catarina ultrapassou o marco de cinco milhões, garantindo novamente a liderança do estado como o mais cooperativista do Brasil. “O cooperativismo cresce quando entrega resultado econômico e, ao mesmo tempo, mantém o foco nas pessoas. É isso que sustenta crescimento com consistência: gestão, presença regional e compromisso com quem participa do sistema”, afirma Zanatta.

Os dados de 2025 mostram equilíbrio por gênero entre os empregos diretos do cooperativismo catarinense: 54.570 homens e 55.107 mulheres. Os números traduzem um modelo que combina equidade, competitividade e compromisso social em diferentes ramos e regiões.

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A maior parte das vagas está concentrada em Santa Catarina, com 84.776 postos de trabalho. Outros 24.901 empregos estão localizados fora do estado, o equivalente a 29,4% do total, resultado da expansão de cooperativas catarinenses no cenário nacional.

A presença fora de Santa Catarina amplia a capacidade de competir em diferentes regiões, mantendo vínculos com a base produtiva e com as cadeias econômicas que se estruturam no território catarinense.

“O cooperativismo gera trabalho formal, movimenta cadeias produtivas e cria oportunidades onde as pessoas vivem. Os resultados aparecem nos indicadores, mas o principal efeito está na transformação que esse modelo produz na vida dos cooperados, colaboradores e comunidades”, conclui Zanatta.

Fonte: Sistema Ocesc, disponível em Fecoagro



FONTE
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Autor:Sistema Ocesc, disponível em Fecoagro

Site: Fecoagro/SC

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Sustentabilidade

MILHO/CEPEA: Preço segue em queda com estoque elevado e maior oferta – MAIS SOJA

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Influenciados pela maior oferta, em decorrência da colheita da safra de verão e dos estoques de passagem elevados da temporada 2024/25, os preços do milho seguem recuando na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Neste cenário, compradores indicam facilidade na realização de efetivações e aguardam novas baixas.

Segundo o Centro de Pesquisas, parte dos vendedores se mostra mais flexível nas negociações no spot. Com armazéns recebendo lotes da safra de verão (soja e milho) e os estoques de passagem remanescentes da última temporada, há maior necessidade de liberação de armazéns e de formar caixa.

De acordo com pesquisadores do Cepea, as quedas só não foram mais intensas devido à preocupação com o atual clima nas regiões produtoras da segunda safra, já que algumas áreas enfrentam falta de chuva e altas temperaturas. Além disso, a previsão de frentes frias voltou ao radar dos agentes.

Caso isso se confirme, o potencial produtivo das lavouras pode ser reduzido. Até o momento, a Conab estima que serão produzidas 109,11 milhões de toneladas na segunda safra.

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Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

Ceema/Unijuí: Soja oscila com tensões geopolíticas, avanço do plantio nos EUA e pressão cambial no Brasil – MAIS SOJA

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As cotações da soja viveram uma semana de alta volatilidade neste início de maio. Após o primeiro mês atingir US$ 12,07/bushel no dia 04/05, puxado pela possibilidade de continuidade da guerra no Oriente Médio, fato que levou o óleo de soja, em Chicago, a atingir 78,40 centavos por libra-peso no dia 05/05, uma das mais altas cotações na história deste subproduto, o bushel do grão caiu para US$ 11,77 em três dias (-2,5%), influenciado pelo anúncio de que os EUA não iriam mais intervir no Estreito de Ormuz visando buscar um acordo de paz com o Irã.

Uma semana antes o bushel da soja esteve cotado a US$ 11,82. A média de abril fechou em US$ 11,67/bushel, com recuo de 0,26% sobre os US$ 11,70 de março. O mercado também está atento ao relatório de oferta e demanda do USDA, o qual trará as primeiras projeções para a safra 2026/27, cujo anúncio está previsto para o dia 12/05. A tendência é de números baixistas para a soja.

Além disso, o plantio da nova safra nos EUA continua acelerado. Até o dia 03/05 o mesmo atingia a 33% da área esperada, contra a média histórica de 23% para a data. Daquilo que estava semeado, 13% já haviam germinado, contra 5% na média. Vale destacar que a baixa da corrente semana esteve ligada ao forte recuo do petróleo após o anúncio de Trump de que estaria buscando a paz com o Irã. Na quarta-feira (6) o barril do Brent chegou a estar cotado ao redor de US$ 100,00, após quase US$120,00 dias antes. Entretanto, mesmo com as baixas, o mercado da soja continua muito volátil e sensível aos fatores ligados à guerra e ao clima nos EUA.

Por enquanto, este último ponto segue favorável ao plantio naquele país. E, além da possibilidade do fim da guerra entre EUA e Irã, teremos nos próximos dias a tão esperada reunião entre os presidentes dos EUA e da China, por onde se espera novos acordos comerciais.

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E aqui no Brasil, os preços da soja voltaram a recuar, também puxados por um câmbio que trouxe o Real para seus níveis de dois anos atrás, ou seja, a R$ 4,91 por dólar durante a semana. Assim, embora a média gaúcha tenha registrado R$ 115,92/saco, as principais praças do Rio Grande do Sul trabalharam com apenas R$ 112,00. Já no restante do país, as principais praças nacionais registraram valores entre R$ 101,00 e R$ 112,00/saco.

Enfim, a colheita da soja se aproxima do final e o volume total esperado gira entre 178 e 181 milhões de toneladas, apesar da quebra no Rio Grande do Sul. A produtividade média poderá atingir 61,8 sacos/hectare no país. O clima favorável em grande parte das demais regiões, teria compensado as perdas gaúchas.

Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹

1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).


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Autor:Dr. Argemiro Luís Brum/CEEMA-UNIJUÍ

Site: Ceema/Unijuí

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