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26 de outubro de 2026

Sustentabilidade

Chicago/CBOT: Milho fechou em leve alta com compras de oportunidade – MAIS SOJA

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Por T&F Agroeconômica, comentários referentes à 20/08/2025
FECHAMENTOS DO DIA 20/08

Chicago: A cotação de setembro, referência para a nossa safrinha, fechou em alta de 0,13% ou $ 0,50 cents/bushel, a $ 380,00. A cotação para dezembro fechou em alta de 0,19% ou $ 0,75 cents/bushel, a $ 404,00.

ANÁLISE DA ALTA

O milho negociado em Chicago fechou em alta nesta quarta-feira. As cotações do cereal ganharam uma leve tração com compras de oportunidade, vistos os preços baixos do milho
americano. A supersafra americana ainda se equilibra com uma demanda aquecida. Enquanto os levantamentos do ProFarmer confirmam produtividade acima da média histórica em Indiana e Nebraska, exportadores confirmaram novas vendas para México e Colômbia.

B3-MERCADO FUTURO DE MILHO NO BRASIL
B3: O milho fechou em baixa com realização de lucros

Os principais contratos de milho encerraram em baixa nesta quarta-feira. Os contratos do milho na B3 cederam neste meio de semana pela realização de lucros por parte dos investidores, depois de uma sequência de altas vista nos últimos dias.

A queda no dólar ajudou a pressionar as cotações. Com a moeda brasileira mais forte, a competitividade do grão brasileiro fica prejudicada. As exportações estão melhorando, mas ainda estão caras para diversos destinos.

OS FECHAMENTOS DO DIA 20/08

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em baixa no dia: o vencimento de setembro/25 foi de R$ 65,37, apresentando queda de R$ 0,88 no dia e alta de R$ 0,52 na semana; o vencimento de novembro/25 foi de R$ 68,20, com baixa de R$ 0,78 no dia e alta de R$ 1,23 na semana; o contrato de janeiro/26 fechou a R$ 70,74, com baixa de R$ 0,72 no dia e alta de R$ 0,74 na semana.

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NOTÍCIAS IMPORTANTES
PROFARMER CONFIRMA SUPER SAFRA (baixista)

Após o segundo dia de visitas de campo, a ProFarmer registrou uma produtividade média recorde de 12.165 quilos por hectare em Indiana, em comparação com 11.771 quilos na visita de 2024 e a média de 11.429 quilos nos três anos anteriores. Para Nebraska, os resultados ponderados pelos participantes da visita foram de 11.266 quilos por hectare, em comparação com 10.874 quilos em 2024 e a média de 10.440 quilos nos três anos anteriores.

EUA-ETANOL-MENOR PRODUÇÃO (baixista)

O relatório semanal de hoje da Administração de Informação de Energia dos EUA (EIA) se mostrou pouco esclarecedor, pois reduziu a produção diária de etanol de 1.093.000 para 1.072.000 barris, ficando abaixo dos 1.098.000 barris registrados no mesmo período em 2024. Também aumentou os estoques de biocombustíveis de 22.649.000 para 22.688.000 barris, um número inferior aos 23.574.000 barris do ano anterior.

EUA-PEDIDOS DE ISENÇÃO DE PEQUENAS REFINARIAS (baixista)

Também pesa sobre esse mercado a possibilidade de a Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA) decidir, a qualquer momento, sobre um número significativo de pedidos de isenção de pequenas refinarias de petróleo que buscam isenções das determinações de corte obrigatórias para biocombustíveis.

EUA-NOVA VENDA (ALTISTA)

Em seus relatórios diários, o USDA confirmou hoje duas novas vendas de milho americano da safra 2025/2026: uma para o México, de 125.741 toneladas, e a outra para a Colômbia, por 100.000 toneladas.

Fonte: T&F Agroeconômica

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Sustentabilidade

SOJA/CEPEA: Expectativa de safra volumosa pressiona cotações para 2027 – MAIS SOJA

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As expectativas de uma safra volumosa de soja em 2026/27 têm pressionado os preços para embarque no próximo ano. Segundo o Cepea, a paridade de exportação para 2027 atingiu, na última semana, o menor patamar desde agosto, em meio às condições climáticas favoráveis nas principais regiões produtoras do Brasil e dos Estados Unidos.

De acordo com pesquisadores do Cepea, boa parte dos consumidores esteve resistente a fechar negócios envolvendo grandes volumes, tanto para entrega imediata quanto ao longo de 2027, o que reduziu a liquidez no mercado brasileiro.

Ainda de acordo com o Centro de Pesquisas, em geral, esses agentes estão abastecidos para o curto e o médio prazos e têm feito aquisições pontuais. A estratégia é concentrar as compras na entrada da nova safra brasileira, quando são esperados preços menores – expectativa respaldada pela curva de preços para o próximo ano.

Segundo representantes de indústrias brasileiras consultados pelo Cepea, a menor demanda pela matéria-prima também está atrelada à redução no volume de vendas de farelo e de óleo de soja nos últimos dias. No caso do farelo, parte dos consumidores intensificou as aquisições em setembro, formando estoques, o que reduziu expressivamente as negociações no spot nacional.

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Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

Ferrugem asiática ameaça lavouras de soja; SP instala coletores para detectar fungo antes dos primeiros sintomas

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A ferrugem asiática é uma das principais preocupações fitossanitárias da cultura da soja, e o monitoramento antecipado pode ser decisivo para o controle da doença. Em São Paulo, a Defesa Agropecuária iniciou uma nova etapa de ações para identificar a presença do fungo causador da doença antes mesmo do aparecimento dos primeiros sintomas nas lavouras, com a instalação de coletores de esporos.

A iniciativa começou durante o II Seminário do Vazio Sanitário da Soja, realizado entre os dias 20 e 22 de outubro, na divisão regional de Ourinhos. O evento reuniu engenheiros agrônomos e técnicos agropecuários de 16 departamentos regionais e marcou o início de uma nova fase do Programa Estadual de Vigilância Fitossanitária (PEVF), vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA).

Nesta primeira etapa, serão instalados 21 coletores nas principais regiões produtoras do estado. Os três primeiros equipamentos foram instalados durante o seminário e permitirão auxiliar na identificação de esporos do fungo Phakopsora pachyrhizi, responsável pela ferrugem asiática.

Segundo Jucileia Irian dos Santos Wagatsuma, engenheira agrônoma e responsável pelo PEVF, a expectativa é ampliar gradualmente a rede de monitoramento para alcançar todo o território paulista.

A identificação antecipada do fungo pode ajudar os produtores a planejar melhor as medidas de manejo, além de contribuir para a redução de custos e do uso de defensivos agrícolas. O objetivo é permitir decisões mais precisas, antes que os sintomas da doença se manifestem nas plantas.

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Capacitação e manejo da doença

O seminário também teve como objetivo capacitar os servidores estaduais sobre as ações do Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja, do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

A pesquisadora Claudine Dinali Santos Seixas, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), conduziu uma apresentação sobre as características do fungo, as condições favoráveis ao desenvolvimento da doença e as estratégias de manejo. A atividade incluiu uma etapa prática em laboratório, na qual os participantes puderam observar e identificar sinais da ferrugem asiática.

Cadastro das áreas de soja é obrigatório

Outro tema discutido durante o encontro foi o cadastro anual obrigatório das áreas produtoras de soja em São Paulo. Na safra 2025/26, o percentual de propriedades cadastradas chegou a 43%, e a Defesa Agropecuária busca ampliar essa participação.

Conforme a Resolução SAA 87/2024, os produtores devem cadastrar as áreas de cultivo em até 15 dias após o término do calendário de semeadura. O procedimento pode ser realizado pelo celular, por meio do sistema Survey123, ou presencialmente em uma unidade da Defesa Agropecuária.

A ampliação do cadastro e a instalação dos coletores fazem parte das estratégias para fortalecer a vigilância fitossanitária no estado. Com o monitoramento da presença do fungo e o planejamento das medidas de controle, a iniciativa busca contribuir para o manejo da doença e para a eficiência da produção de soja.

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Sustentabilidade

MILHO/CEPEA: Oferta elevada e queda nos preços externos pressionam cotações – MAIS SOJA

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Os preços do milho seguem em queda no mercado brasileiro, pressionados pela elevada disponibilidade do cereal. Segundo o Cepea, a retração das cotações internacionais, somada à desvalorização do dólar, também tem reduzido a paridade de exportação e contribuído para as baixas no mercado interno.

De acordo com pesquisadores do Cepea, compradores seguem cautelosos nas novas negociações, observando o ritmo da semeadura, que, apesar do elevado volume de chuvas, vem ocorrendo de forma satisfatória, mantendo as boas previsões de oferta nos próximos meses. Do lado vendedor, produtores têm se mostrado mais flexíveis na comercialização, com receio de novas desvalorizações e/ou para formar caixa.

Assim como no mercado interno, os preços nos portos recuaram, mas de forma mais intensa, pressionados pelas quedas das cotações futuras e do dólar na última semana, conforme apontamento do Cepea.

Fonte: Cepea

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FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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