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17 de junho de 2026

Sustentabilidade

Treinamentos de Boas Práticas Agrícolas da Corteva Agriscience capacitam mais de 4,5 mil produtores e aplicadores no primeiro semestre de 2025 – MAIS SOJA

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A Corteva Agriscience, em parceria com a UNESP (Universidade Estadual Paulista), de Botucatu (SP), AgroEfetiva e Up.Herb (RS), capacitou, no primeiro semestre de 2025, mais de 4,5 mil produtores, aplicadores e demais profissionais do setor agrícola. A iniciativa, realizada por meio da área de Boas Práticas Agrícolas, abordou o uso correto de defensivos agrícolas, o manejo de pragas, plantas daninhas e doenças, além de orientações sobre a segurança do trabalhador, como o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI). 

Os programas de capacitação da Corteva são adaptados às especificidades de cada cultura, região e tipo de equipamento utilizado (terrestre, avião tripulado ou drone), apresentam recomendações técnicas para que os agricultores façam a correta identificação da planta daninha, patógeno ou praga e realizem o manejo adequado, preservando sua lavoura, protegendo as propriedades e cultivos vizinhos, a segurança própria e de todos ao redor. 

“Difundir o conhecimento técnico é um dos pilares essenciais da Corteva para que os agricultores façam o uso correto e racional dos insumos, otimizando a produtividade e impulsionando uma agricultura sustentável e de preservação dos recursos, além de aprimorar a técnica de manejo de doenças, plantas daninhas e pragas”, explica Vlader Henrique Cordioli, Especialista de Boas Práticas Agrícolas para Proteção de Cultivos na Corteva Agriscience.

A empresa promove treinamentos e capacitações para profissionais do setor há duas décadas. “Um dos objetivos é mostrar aos aplicadores, na prática, como fazer o uso correto, seguro e mais efetivo dos defensivos, de acordo com as recomendações do rótulo e bula, bem como das instruções e regras implementadas pelos órgãos nacionais e locais e as Boas Práticas Agrícolas”, ressalta Vlader Cordioli. “Nos próximos anos pretendemos levar estes programas a mais produtores, em regiões chaves para a Corteva”.

Entre as iniciativas está o Programa de Aplicação Responsável (PAR), que dissemina conceitos de Boas Práticas Agrícolas na aplicação de defensivos, utilização de EPIs, limpeza de maquinário e otimização de recursos, promovendo responsabilidade, eficácia e sustentabilidade no agronegócio.

Até junho de 2025, o PAR já realizou mais de 70 treinamentos no Brasil, capacitando mais de 3900 pessoas, em atividades focadas em culturas específicas, dentre elas Cana, Hortifruti, Grãos, Arroz, Pastagem e Floresta. No Rio Grande do Sul, o produtor conta ainda com curso específico para as novas Instruções Normativas (IN’s) de Aplicação de Defensivos, já realizado em 80 municípios desde 2019.

Além do PAR, a parceria da Corteva junto à AgroEfetiva dissemina conhecimento por meio da Expedição “Da Agricultura para a Vida”. A ação consiste em um caminhão itinerante, adaptado em formato de sala de aula, onde são realizados treinamentos técnicos sobre boas práticas agrícolas, focando nos pilares de manejo integrado de plantas daninhas, doenças e pragas, além de tecnologia de aplicação. Em 2025, foram 48 treinamentos e mais de 800 pessoas capacitadas. Além disso, há o módulo específico sobre aplicação de insumos por via aérea, tanto em aeronave não-tripulada (drone) como em avião tripulado. 

Os conteúdos sobre as Boas Práticas Agrícolas e seus pilares estão disponíveis no site www.boaspraticasagricolas.com.br por meio de uma combinação de ações estratégicas no campo digital. Os materiais são apresentados em diversos formatos como webinars, ebooks e vídeo, além de conteúdo no Facebook.

Sobre a Corteva  

A Corteva, Inc. (NYSE: CTVA) é uma empresa global agrícola que combina inovação e liderança do setor, elevado envolvimento com o cliente e execução operacional para fornecer soluções lucrativas para os principais desafios agrícolas do mundo. A Corteva gera preferência de mercado vantajosa por meio de sua estratégia de distribuição, junto com seu mix equilibrado e globalmente diversificado de sementes, proteção de cultivos, produtos digitais e serviços.

Fonte: Assessoria de Imprensa Corteva Agriscience



 

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Sustentabilidade

Proteína da soja começa a ganhar valor no mercado brasileiro – MAIS SOJA

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A soja começa a ser olhada não apenas pelo volume produzido, mas também pelos atributos que carrega dentro do grão. Proteína, óleo e aminoácidos ganham importância em segmentos da cadeia produtiva, ampliando o interesse por características ligadas ao valor nutricional e industrial da matéria-prima — movimento que começa a despertar atenção também no Brasil.

Pesquisas conduzidas por José Marcos Gontijo Mandarino, pesquisador da Embrapa Soja, mostram que atributos como proteína e óleo têm influência direta sobre o valor industrial do grão, especialmente no rendimento do farelo utilizado na nutrição animal. A Embrapa Suínos e Aves também trata o tema com importância, pois o farelo de soja é uma das principais fontes proteicas para aves e suínos, podendo representar entre 65% e 70% da proteína das formulações nutricionais, dependendo do sistema produtivo.

Em mercados como Estados Unidos e Canadá, produtores já recebem bonificações por soja com características específicas, incluindo maior teor de proteína, variando entre 5% e 15%, a depender do contrato. No Brasil, embora essa remuneração ainda não seja uma prática consolidada, especialistas apontam que a qualidade intrínseca do grão tende a ganhar relevância econômica — movimento semelhante ao que ocorreu na cadeia do leite, onde atributos ligados à qualidade passaram a influenciar a remuneração do produtor.

Durante muito tempo, a armazenagem foi vista quase exclusivamente como proteção de volume. Mas começa a crescer uma discussão sobre qualidade do grão entregue à indústria. Se atributos como proteína e aminoácidos passam a ter mais valor, armazenar bem deixa de ser detalhe operacional e passa a fazer parte da estratégia econômica do produtor”, afirma Elton Stadler, CEO da Provent Brasil, empresa fabricante do Sistema de Exaustão Cycloar.

Mas há um detalhe pouco percebido nessa mudança: não basta colher um bom grão. É preciso preservar sua qualidade depois da colheita. Em um Estudo da Faculdade de Agronomia da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) apontou que, após seis meses de armazenagem, silos sem controle adequado do ambiente, apresentaram aumento de 58,4% nos grãos ardidos14,5% nos fermentados, além de redução no teor de proteína e maior perda de massa dos grãos. É nesse contexto que sistemas de exaustão contínua, como o Cycloar, vem ganhando espaço nas unidades armazenadoras, há mais de 30 anos. A tecnologia atua na redução do calor acumulado, da condensação e do excesso de umidade dentro dos silos, ajudando a preservar características importantes do grão ao longo do armazenamento.

O produtor pode ter um ativo valioso nas mãos e não perceber. Se o mercado começa a olhar mais proteína e qualidade intrínseca, preservar isso dentro do silo passa a ter impacto direto no bolso do produtor”, conclui Stadler.

Fonte: Assessoria de imprensa


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Sustentabilidade

ARROZ/CEPEA: Cotações seguem pressionadas por ampla oferta – MAIS SOJA

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Os preços do arroz em casca voltaram a recuar no Rio Grande do Sul, interrompendo a reação observada no início do mês. De acordo com o Cepea, a pressão esteve atrelada à ampla disponibilidade do cereal e às dificuldades na comercialização do arroz beneficiado, fatores que reduziram o suporte da demanda externa e dos mecanismos de apoio à comercialização promovidos pela Conab.

Segundo o Centro de Pesquisas, embora a demanda internacional tenha permanecido ativa, oferecendo alternativas de comercialização a parte dos produtores, seu impacto sobre os preços foi limitado. Ao mesmo tempo, as dificuldades na venda do arroz beneficiado continuaram a restringir a atuação compradora das indústrias, reforçando a pressão sobre o cereal em casca.

Fonte: Cepea



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Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

ALGODÃO/CEPEA: Preço interno segue mais vantajoso que paridade de exportação – MAIS SOJA

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Pelo sexto mês consecutivo, os preços do algodão em pluma continuam em baixa no mercado doméstico, mas ainda apresentam vantagem quando comparados à paridade de exportação.

Neste contexto, segundo o Cepea, enquanto alguns vendedores se mostram capitalizados e focados no cumprimento dos contratos a termo, mantendo-se firmes em suas posições, outros aproveitam para liquidar o saldo remanescente da temporada 2024/25. Com a redução dos preços internacionais, parte dos agentes também adota uma postura mais flexível, em busca de novas negociações.

Pesquisadores do Cepea destacam que lotes da safra 2025/26 já começam a chegar ao mercado spot, com destaque para origens de São Paulo e da Bahia.

Do lado da demanda, de acordo com o Cepea, indústrias ainda buscam adquirir a matéria-prima a valores inferiores, fundamentados no baixo desempenho de suas vendas. Comerciantes, por sua vez, realizam fechamentos pontuais diante de uma postura cautelosa, buscando negócios “casados”.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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