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Sustentabilidade

Chicago/CBOT: Milho fechou em alta com demanda dando suporte aos preços – MAIS SOJA

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Por T&F Agroeconômica, comentários referentes à 15/08/2025
FECHAMENTOS DO DIA 15/08

Chicago: A cotação de setembro, referência para a nossa safrinha, fechou em alta de 2,33% ou US$ 8,75 cents/bushel, a US$ 383,75. A cotação para dezembro fechou em alta de 2,08% ou US$ 8,00 cents/bushel, a US$ 405,50.

ANÁLISE DA ALTA

O milho negociado em Chicago fechou o dia em alta e a semana perto da estabilidade. As cotações do cereal conseguiram uma boa recuperação nesta sexta-feira, depois do susto causado pelo relatório de oferta e demanda do USDA, divulgado na terça-feira. A ampliação da safra e de área cultivada foi acompanhado de um acréscimo nos dados para consumo interno e exportação. Os dados de produção de etanol na quarta e de exportação desta quinta deram a esperança de que a demanda possa suprir parte da produção extra.

No entanto, as cotações do milho permanecem perto dos menores patamares da temporada. Com isso o milho fechou o acumulado da semana em alta de 0,26% ou $ 1,00 cents/bushel.

B3-MERCADO FUTURO DE MILHO NO BRASIL
B3: O milho fechou em leve recuperação em uma semana de aumento de safra no Brasil e EUA

Os principais contratos de milho encerraram em alta nesta sexta-feira. Para o acumulado da semana o resultado foi negativo. Os contratos do milho na B3 fecharam em leve recuperação no dia. A alta foi sustentada pela alta de Chicago e uma melhora no programa de exportação do milho nos portos brasileiros.

No entanto o resultado da semana foi negativo, com um aumento de safra pela Conab, queda do dólar e pressão da concorrência internacional. A queda na semana de -0,67% ou 0,44 centavos foi próxima da queda de -0,55% ou -0,35 centavos do mercado físico segundo a média Cepea. Os preços no mercado físico estão oscilando em uma pequena faixa, sustentado pelo preço de paridade de exportação, que ainda está elevado nos portos devido os prêmios.

OS FECHAMENTOS DO DIA 15/08

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam com variações mistas no dia: o vencimento de setembro/25 foi de R$ 64,75, apresentando alta de R$ 0,24 no dia e baixa de R$ 0,44 na semana; o vencimento de novembro/25 foi de R$ 67,43, com alta de R$ 0,62 no dia e baixa de R$ 0,20 na semana; o contrato de janeiro/26 fechou a R$ 70,57, com alta de R$ 0,48 no dia e alta de R$ 0,35 na semana.

Fonte: T&F Agroeconômica



 

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Sustentabilidade

Line-up prevê embarques de 3,379 milhões de toneladas pelo Brasil em dezembro – MAIS SOJA

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 O line-up, a programação de embarques nos portos brasileiros, projeta a exportação de 3,379 milhões de toneladas de soja em grão para dezembro, conforme levantamento realizado por Safras & Mercado. No mesmo mês do ano passado, exportações somaram 1,472 milhão de toneladas segundo a estimativa.

Em novembro, foram embarcadas 4,234 milhões de toneladas.

De janeiro a dezembro de 2025, o line-up projeta o embarque de 109,246 milhões de toneladas. Pelo Secex, de janeiro a dezembro de 2024 foram embarcadas 98,812 milhões de toneladas.

Fonte: Rodrigo Ramos / Agência Safras News



 

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Sustentabilidade

CNA apresenta potencial do agro para energias renováveis – MAIS SOJA

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A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participou, na terça (09), do evento “Diplomatas da Agricultura no Brasil (DAB)”, realizado na Embaixada da Colômbia, em Brasília. O encontro reuniu adidos agrícolas e autoridades para debater o tema “Agro e novas indústrias energéticas no Brasil”, com foco em biogás e biometano.

Durante o painel, a assessora técnica da CNA, Eduarda Lee, destacou o papel estratégico do agronegócio brasileiro na transição energética. Em sua apresentação, ela reforçou que o país possui uma das matrizes energéticas mais renováveis do mundo e grande capacidade de expandir soluções limpas, sustentáveis e competitivas.

Eduarda também ressaltou que o agro é parte essencial desse processo, ao integrar produção de alimentos, energia e sustentabilidade, além de enfatizar o potencial dos biocombustíveis, que estão plenamente integrados à produção agropecuária.

Segundo ela, essas fontes permitem transformar resíduos agrícolas e pecuários em energia, substituir o uso de diesel no campo e reduzir emissões de carbono e de outros gases de efeito estufa.

“A diversidade de matérias-primas disponíveis no país, especialmente do setor sucroenergético, da pecuária, da suinocultura e das agroindústrias, coloca o Brasil em posição privilegiada para ampliar a produção de energia renovável, com impactos positivos sobre a sustentabilidade, a eficiência produtiva e o desenvolvimento regional”, disse.

Para ela, “esses biocombustíveis permitem uma economia circular efetiva, gerando energia firme, biofertilizantes e redução de custos no ciclo produtivo”.

No debate, a CNA reforçou que a expansão das cadeias de biogás e biometano depende de previsibilidade e segurança regulatória, além de infraestrutura adequada e instrumentos de incentivo capazes de atrair investimentos.

Políticas públicas como o RenovaBio, o Combustível do Futuro e o Paten foram citadas como exemplos de iniciativas que impulsionam o desenvolvimento do setor.

Fonte: CNA



 

FONTE

Autor:Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil

Site: CNA

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Sustentabilidade

Reta final do ano: soja’perde fôlego’ em Chicago e desacelera nos portos brasileiros

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Foto: Pixabay

A última semana da soja foi marcada por forte pressão sobre os preços da soja na Bolsa de Chicago (CBOT). O contrato janeiro/26 rompeu um suporte psicológico relevante ao perder o patamar de US$ 11,00 por bushel e encerrou a sexta-feira (12) cotado a US$ 10,76/bushel.

Segundo a plataforma Grão Direto, o registro de vendas diárias da soja norte-americana, os volumes divulgados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) foram considerados insuficientes para reduzir o excedente do país, frustrando a expectativa de uma reação mais consistente da demanda.

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Relatório do USDA

O relatório mensal de oferta e demanda do USDA, divulgado na terça-feira (9), manteve a estimativa de produção brasileira em 175 milhões de toneladas e a argentina em 48,5 milhões. Os números reforçaram a percepção de uma oferta global confortável para 2026.

Com o plantio praticamente concluído no Brasil e condições climáticas favoráveis na maior parte das regiões produtoras, o mercado retirou o prêmio de risco climático, passando a precificar um cenário de “safra cheia”, que deve ampliar a disponibilidade do grão a partir de janeiro.

Mercado brasileiro

No mercado físico brasileiro, a queda em Chicago reduziu o ritmo de comercialização. O câmbio, operando próximo de R$ 5,40, não foi suficiente para compensar as perdas externas. Nos portos, o comportamento dos preços mostrou uma divergência regional. O Índice Soja FOB Santos, da Grão Direto, encerrou a semana com leve alta de 0,35%, cotado a R$ 147,50, sustentado por demandas pontuais.

Já o Índice Soja FOB Rio Grande sentiu de forma mais intensa a pressão internacional, recuando 1,51% e fechando a semana anterior a R$ 145,18. Diante de margens mais apertadas e da volatilidade nos portos, o produtor optou por se retrair, resultando em baixa liquidez no mercado.

Clima e demanda no centro das atenções

Para os próximos dias, o mercado entra em modo de atenção máxima ao chamado “mercado de clima”. As previsões indicam chuvas irregulares e abaixo da média no Rio Grande do Sul e no Paraná durante a segunda quinzena de dezembro. Como as lavouras dessas regiões avançam para fases reprodutivas críticas, qualquer confirmação de estresse hídrico pode devolver rapidamente o prêmio de risco às cotações, abrindo espaço para repiques tanto em Chicago quanto nos prêmios de exportação.

Outro ponto decisivo será a demanda chinesa. O mercado aguarda a continuidade dos anúncios diários de vendas pelo USDA como uma espécie de “prova real” do compromisso de compra de 12 milhões de toneladas. Caso o fluxo de vendas perca força ou surjam notícias sobre gargalos logísticos na China, a pressão baixista sobre Chicago tende a persistir, com o mercado testando novos suportes técnicos.

Além disso, a proximidade das festas de fim de ano pode reduzir a liquidez. Fundos de investimento costumam ajustar posições neste período, o que pode aumentar a volatilidade sem a necessidade de fatos novos. O produtor deve manter atenção redobrada aos prêmios de exportação para fevereiro e março, que passam a ser o principal termômetro da competitividade brasileira na entrada da safra.

O post Reta final do ano: soja’perde fôlego’ em Chicago e desacelera nos portos brasileiros apareceu primeiro em Canal Rural.

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