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22 de junho de 2026

Sustentabilidade

La Niña vai voltar? E como isso afeta as chuvas nos próximos meses? Meteorologista conta tudo

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O mais recente relatório sobre as condições do Pacífico Equatorial indica um cenário de neutralidade climática nos próximos seis a sete meses, segundo o meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller. A análise aponta baixa probabilidade de retorno do fenômeno La Niña e uma tendência de estabilidade durante o início, meio e fim da safra de soja no Brasil.

De acordo com Müller, essa configuração significa que as chuvas devem retornar no período esperado, favorecendo áreas produtoras em todo o país. “No geral, a temperatura deve ficar um pouco acima da média até a chuva começar a retornar em setembro”, afirma. O padrão atual, com a mistura de águas mais frias e quentes no Pacífico, confirma a neutralidade climática.

Setembro começa com chuva irregular e temperaturas elevadas

Apesar da expectativa de retorno das precipitações, setembro deve apresentar chuvas abaixo da média na primeira quinzena. A regularidade só deve melhorar a partir da segunda semana do mês, ainda de forma irregular devido às altas temperaturas.

O meteorologista alerta para o risco de focos de incêndio no Centro-Oeste, Matopiba e interior do Sudeste, exigindo atenção redobrada no manejo com fogo.

Outubro marca início das chuvas regulares

A partir de outubro, o cenário muda. As anomalias positivas de chuva devem ganhar força, com umidade suficiente para permitir o avanço da semeadura da soja, especialmente no Centro-Oeste e Sudeste. As precipitações também devem alcançar as áreas produtoras do Matopiba, ampliando as condições favoráveis para o plantio.

Segundo Müller, essa tendência climática oferece um panorama otimista para o produtor rural, garantindo que as chuvas ocorram dentro do calendário agrícola ideal e contribuam para um bom início de safra.

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Sustentabilidade

Aprosoja MT articula com o Governo solução emergencial para o endividamento rural – MAIS SOJA

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O presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) e da Aprosoja Brasil, Lucas Costa Beber, participou, neste sábado (20.06), em Dom Aquino, da cerimônia de inauguração da extensão do trecho ferroviário da Ferronorte, no Terminal Rodoferroviário da Rumo, às margens da BR-070.

Durante a agenda, que contou com a presença do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, o presidente da entidade entregou um ofício ao Governo Federal solicitando apoio institucional para a construção de uma solução urgente em relação ao endividamento do setor agropecuário.

No documento, a Aprosoja MT alerta para o agravamento do cenário financeiro enfrentado pelos produtores rurais, marcado pela combinação de queda nos preços das commodities, aumento dos custos de produção, juros elevados, eventos climáticos adversos, compressão das margens operacionais e maior restrição na concessão de crédito para a próxima safra.

A entidade também reforça a necessidade de que o Executivo colabore para a construção de um consenso rápido em torno do Projeto de Lei nº 5.122/2023, que atualmente tramita na Câmara dos Deputados e trata de mecanismos para renegociação e alongamento de dívidas rurais.

Segundo o presidente da Aprosoja MT, Lucas Costa Beber, o momento exige responsabilidade institucional e diálogo efetivo entre os Poderes.

“O vice-presidente Geraldo Alckmin foi receptivo e atencioso com a demanda dos produtores. Levamos a preocupação do setor e colocamos nosso corpo técnico à disposição para contribuir com um diálogo rápido, objetivo e efetivo entre o Executivo e o Legislativo. O setor precisa de uma solução urgente, construída com equilíbrio, para pacificar esse tema e desafogar produtores que estão sendo atingidos em todo o Brasil”, afirmou.

No ofício, a Aprosoja MT também solicita a adoção de medida emergencial, transitória e suplementar à tramitação do PL 5.122/2023, com a suspensão temporária da exigibilidade das dívidas rurais em 2026. A entidade destaca que a proposta não representa perdão de dívida ou anistia, mas uma medida excepcional de estabilização, necessária para evitar o agravamento da inadimplência, preservar o acesso ao crédito e permitir que o Congresso Nacional conclua a análise da matéria com segurança.

Dados citados pela entidade, com base no Sistema de Operações do Crédito Rural e do Proagro (Sicor), apontam que, até abril de 2026, a carteira ativa de crédito rural em Mato Grosso somava R$ 108,028 bilhões, dos quais R$ 21,784 bilhões já estavam classificados como saldo problemático. No Brasil, a carteira ativa chegava a R$ 895,183 bilhões, com R$ 186,521 bilhões em saldo problemático.

Para Lucas Costa Beber, a deterioração do crédito rural deixou de ser uma preocupação pontual e passou a representar risco sistêmico para a continuidade da atividade produtiva, especialmente diante da necessidade de capital para o próximo ciclo agrícola.

“A urgência decorre do fato de que o tempo é decisivo no crédito. Quando o produtor fica inadimplente e esse atraso ultrapassa determinados marcos temporais, as provisões bancárias e as regulações prudenciais do sistema financeiro dificultam ainda mais a efetividade de políticas públicas voltadas à renegociação e ao alongamento de dívidas. Esse é um ponto técnico relevante, porque pode inviabilizar a tomada de crédito para o custeio da próxima safra por milhares de agricultores em todo o Brasil. Por isso, precisamos de uma solução rápida, com comprometimento, sensibilidade e diálogo entre todas as esferas do Poder Público”, completou ele.

A Aprosoja MT defende que a construção de uma saída para o endividamento rural deve preservar a segurança jurídica, a estabilidade do crédito e a viabilidade econômica no campo, sem comprometer o abastecimento, a geração de empregos, a arrecadação e a contribuição do setor agropecuário para a economia brasileira.

Fonte: Aprosoja/MT



 

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Sustentabilidade

MILHO/CEPEA: Médias mensais são as menores do ano – MAIS SOJA

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A pressão de compradores no mercado interno e nos portos, diante do início da colheita da segunda safra, segue influenciando os valores do milho na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Em parte das praças, principalmente nas produtoras, as médias da parcial deste mês (até o dia 18) são as menores do ano, em termos nominais.

Segundo o Centro de Pesquisas, consumidores internos seguem atentos ao avanço da colheita de segunda safra, além de indicarem ter estoques para o consumo no curto prazo. Esses agentes têm postergado as negociações, devido às recentes quedas dos preços internacionais, o que reduz a paridade de exportação.

Do lado vendedor, os que não necessitam “fazer caixa” ou liberar espaço nos armazéns ainda limitam as negociações, apontam pesquisadores do Cepea.

A atuação do El Niño foi confirmada no Brasil, e o fenômeno climático pode aumentar as chuvas na região Sul do País e trazer irregularidade das precipitações e aumento do calor no Centro-Oeste, justamente em um período importante para a safra verão. Segundo o Cepea, especificamente para o milho, a semeadura pode ser prejudicada no Sul do País; no Centro-Oeste, caso ocorra atraso na safra verão, a semeadura da segunda temporada pode ocorrer fora do período considerado ideal.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

Trigo fecha em baixa em Chicago com dólar forte e perspectiva de ampla oferta global – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou a sessão desta quinta-feira (18) em baixa, pressionada pela valorização do dólar e pelas perspectivas de ampla oferta global. Ainda assim, o contrato julho acumulou ganho de 3,24% na semana.

O mercado foi pressionado pela valorização do dólar frente às principais moedas e pelas perspectivas de ampla oferta global de trigo. O índice do dólar atingiu o maior nível em um ano após a reunião de política monetária do Federal Reserve reforçar as expectativas de elevação dos juros nos Estados Unidos.

A valorização da moeda norte-americana reduziu a competitividade do trigo dos Estados Unidos no mercado internacional, tornando o cereal mais caro para os compradores externos. Também pesou sobre as cotações a expectativa de uma grande safra na Rússia, principal exportadora mundial de trigo.

Operadores também ajustaram posições antes do feriado de Juneteenth nos Estados Unidos, que manterá os mercados de Chicago fechados nesta sexta-feira (19). Além disso, a queda do petróleo contribuiu para o movimento negativo observado ao longo da sessão.

O cenário de ampla disponibilidade global continuou limitando o impacto positivo da demanda observada recentemente em licitações internacionais. A agência estatal de grãos da Argélia (OAIC) comprou mais de 800 mil toneladas de trigo de moagem em uma licitação internacional encerrada nesta quarta-feira (18), segundo traders europeus.

As vendas líquidas norte-americanas de trigo para a temporada comercial 2026/27, iniciada em 1º de junho, somaram 400.800 toneladas na semana encerrada em 11 de junho, conforme dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O principal destino foi o Japão, com 167.400 toneladas. Para a temporada 2027/28, foram registradas vendas adicionais de 26.900 toneladas. O volume ficou dentro da faixa esperada pelo mercado, de 300 mil a 650 mil toneladas considerando as duas temporadas.

Os contratos com entrega em julho fecharam cotados a US$ 6,05 3/4 por bushel, com baixa de 7,00 centavos de dólar, ou 1,14%, em relação ao fechamento anterior. Já os contratos com vencimento em setembro encerraram a US$ 6,14 por bushel, com queda de 7,25 centavos de dólar, ou 1,16%.

Fonte: Agência Safras



 

FONTE

Autor:Luciana Abdur – luciana.abdur@safras.com.br (Safras News)

Site: Agência Safras

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