Agro Mato Grosso
Famato alerta para o prazo de entrega da Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural

A Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) informa aos produtores rurais que a Receita Federal iniciou nesta segunda-feira (11/08) o prazo para a entrega da Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) 2025. O período de envio se estende até 30 de setembro.
Devem apresentar a DITR pessoas físicas ou jurídicas, exceto aquelas imunes ou isentas, que detenham, a qualquer título, imóvel rural. Também estão obrigados os que perderam a posse ou a propriedade do imóvel entre 1º de janeiro e a data de entrega da declaração.
Em 2025, não será exigida do produtor rural a apresentação do número do Ato Declaratório Ambiental (ADA) para a exclusão das áreas não tributáveis na apuração do ITR, tais como áreas de preservação permanente, reserva legal, áreas de servidão ambiental, entre outras, conforme previsto no inciso II do art. 10 da Lei nº 9.393/1996. Agora, a comprovação dessas áreas ambientais do imóvel será realizada por meio do número de inscrição no Cadastro Ambiental Rural (CAR). Assim, para que o contribuinte possa se beneficiar da dedução dessas áreas da base de cálculo do imposto, a inclusão do número do CAR na DITR é requisito obrigatório.
O imposto pode ser pago em até quatro quotas mensais e sucessivas, com valor mínimo de R$ 50 por parcela. Valores inferiores a R$ 100 devem ser quitados em quota única. O pagamento pode ser feito por transferência bancária, Darf ou Pix, com QR Code gerado no sistema.
A primeira parcela ou a quota única vence no dia 30 de setembro. É possível antecipar ou ampliar o número de quotas mediante retificação da declaração, desde que realizada antes do vencimento da primeira parcela.
O envio da DITR também pode ser feito pelo Programa Gerador da Declaração do ITR 2025, disponível no site da Receita Federal (gov.br/receitafederal), ou pelo serviço digital “Minhas Declarações do ITR”, acessível com conta gov.br (nível prata ou ouro), por computador, tablet ou celular, no endereço eletrônico servicos.receitafederal.gov.br.
Agro Mato Grosso
Valtra; Além do etanol, a Valtra aposta nos motores biometano no agro

Em meio a uma guerra no Oriente Médio que elevou o preço dos combustíveis fósseis e aumentou ainda mais a pressão sobre a rentabilidade do produtor rural brasileiro, as grandes indústrias de máquinas agrícolas trouxeram para a Agrishow, maior feira agrícola de tecnologia da América Latina, em Ribeirão Preto (SP), uma alternativa comum de descarbonização: os motores a etanol. A escolha do combustível se deve à vocação natural do país e aos aumentos de produção a partir do milho.
A tecnologia para mover os tratores e outrasmáquinas agrícolascom o etanol, no entanto, ainda está em testes, fase que antecede a validação. A Valtra é a única que faz uma estimativa de lançamento comercial do motor.
“As máquinas já completaram mais de 10 mil horas de testes em fazendas de cana de parceiros. Estamos agora na fase de pequenos ajustes, como a curva de potência, mas estamos maduros para entrar firme no mercado em 2027”, diz Cláudio Esteves, diretor de vendas da empresa do grupo AGCO.
A Fendt aposta no motor elétrico, que já está sendo comercializado na Europa e Estados Unidos. Mas também está testando outras opções de combustível. Marcelo Traldi, vice-presidente da Fendt e Valtra na América do Sul, diz que o motor elétrico pode vir para as máquinas da marca no Brasil, mas isso ainda não está decidido.
“Já temos a solução elétrica pronta, mas sabemos da dificuldade de recarga. Estamos trabalhando para trazer a melhor solução e superar as dificuldades, visando redução de consumo de combustível e utilização correta de todos os insumos.”
Torsten Dehner, vice-presidente global da Fendt, diz que o trator elétrico desenvolvido na Alemanha promete uma economia de até 20% em combustível nas operações no campo. A marca premium da AGCO trabalha o desenvolvimento de um trator híbrido.
“O ponto central é que não existe uma solução única. A transição energética no agro será híbrida e complementar: eletrificação, biometano, etanol e biodiesel atendem a diferentes perfis de operação, regiões e realidades produtivas.”
“O etanol do milho vai mudar a pressão sobre o uso desse combustível. A grande questão a ser respondida ainda é o poder calorífico do motor porque a máquina exige um torque maior.”
Biometano

Trator a biometano da Valtra — Foto: Eliane Silva/Globo Rural
Além do etanol, a Valtra aposta no biometano, combustível produzido com o passivo ambiental das propriedades, como os dejetos da suinocultura, criando um modelo de economia circular.
Nesse caso, os testes já somaram 20 mil horas e o lançamento está previsto para 2028. Segundo Esteves, atualmente as máquinas das marcas do grupo AGCO equipadas com a transmissão CVT entregam uma economia de 15% de diesel.
“Assumimos o compromisso em 2017 de explorar no Brasil o trator movido a biometano. As vendas vão se consolidando. Temos a ferramenta pronta para uso em várias culturas, como café e suinocultura, mas é na cana que a tecnologia tem sido mais adotada”, diz o diretor, que não revela o total de unidades vendidas desde o lançamento. Só diz que está na casa de dezenas.
Segundo as informações os tratores a biometano oferece a mesma potência do diesel, com uma economia de até 40%.
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