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6 de agosto de 2026

Agro Mato Grosso

Governo de Mato Grosso apoia expedição que vai mapear florestas plantadas no Brasil

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Projeto vai percorrer 40 mil km em 14 estados e evento regional em MT será realizado em Lucas do Rio Verde com parceria da Sedec e da Arefloresta

A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT) firmou uma parceria com a Associação de Reflorestadores de Mato Grosso (Arefloresta) para apoiar a Expedição Silvicultura, iniciativa nacional que pretende percorrer mais de 40 mil quilômetros em 14 estados responsáveis por 98% da área de florestas plantadas do Brasil. O projeto realizará eventos técnicos em nove estados e passará por Mato Grosso no dia 9 de outubro, em Lucas do Rio Verde (334 km de Cuiabá).

O objetivo da expedição é reunir dados inéditos sobre a produtividade das plantações florestais brasileiras, com foco na melhoria da gestão, inovação e sustentabilidade do setor. Durante o evento em Mato Grosso, serão apresentados os primeiros resultados do levantamento, discutidas inovações tecnológicas, pesquisas em andamento e realizado networking entre produtores, pesquisadores e representantes da cadeia florestal.

A superintendente de Agronegócios e Energia da Sedec, Camila Bez Batti Souza, explica que o apoio ao projeto permitirá ao Estado acesso ao monitoramento atualizado das áreas de florestas plantadas.

“Com esses dados, poderemos identificar as regiões onde o cultivo de florestas está crescendo ou diminuindo, o que contribui para o planejamento estratégico do setor florestal em Mato Grosso”, afirma.

A Expedição Silvicultura é uma realização da Canopy Remote Sensing Solutions em parceria com a Paulo Cardoso Comunicações e a Embrapa Florestas, com apoio dos governos de Mato Grosso, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul, além das principais instituições e empresas do setor de base florestal do país.

A proposta é realizar uma grande coleta de dados sobre produtividade florestal, práticas de manejo, uso de tecnologias, custos de produção e percepções dos produtores, além de levantar informações sobre impactos ambientais e sociais da atividade. Estão previstas visitas a centenas de propriedades, entrevistas com gestores e a análise de cerca de 1.000 parcelas amostrais em campo, com aplicação de técnicas avançadas de sensoriamento remoto e medição florestal.

Serão avaliadas culturas como eucalipto, pinus, teca, acácia-negra, araucária, entre outras espécies de destaque regional. Dados biofísicos das árvores, como diâmetro, altura e sanidade, também serão registrados, junto com informações sobre o uso de insumos, fertilização e proteção florestal.

A Embrapa participará do projeto com apoio técnico no planejamento da coleta, análise dos dados e elaboração do relatório técnico final. As contribuições abrangem áreas como economia, manejo e melhoramento florestal, solos e sensoriamento remoto.

Segundo Fábio Gonçalves, cofundador e CEO da Canopy, a iniciativa investigará tendências de investimento, custos de produção e as percepções e expectativas dos produtores. Também serão avaliadas as práticas socioambientais adotadas nas diferentes regiões, bem como os impactos das mudanças climáticas sobre a produção florestal.

“A produtividade florestal é um indicador estratégico para o setor, pois afeta diretamente a previsibilidade do abastecimento de madeira e serve como base para a tomada de decisões, que têm reflexos no médio e longo prazo dos negócios florestais”.

Com início previsto para setembro em Santa Catarina, a Expedição Silvicultura segue até novembro, com eventos em Belo Horizonte (MG) em 10 de setembro, Vitória (ES) no dia 17 de setembro, Eunápolis (BA) em 22 de setembro, Lucas do Rio Verde (MT) em 09 de outubro, Três Lagoas (MS) no dia 16 de outubro, Botucatu (SP) em 22 de outubro, Curitiba (PR) em 27 de outubro, Lages (SP) no dia 31 de outubro e encerrando em Porto Alegre (RS), no dia 07 de novembro.

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Agro Mato Grosso

Lei garante frete mínimo no transporte de cargas; saiba o que muda

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Lei sancionada nesta quarta-feira (5) traz garantias ao pagamento do piso mínimo do frete a motoristas no transporte rodoviário de cargas. O texto aumenta a fiscalização sobre o pagamento do frete e combate o comércio ilegal de mercadorias.

A lei obriga a apresentação do Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT) antes de o caminhão iniciar a viagem.

O CIOT garantirá, segundo a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que todas contratações de frete pagarão o piso mínimo. Caso contrário, o código não será emitido e fretes irregulares serão bloqueados ainda na fase de contratação.

O código está vinculado ao Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais. De acordo com a ANTT, a fiscalização do cumprimento das novas regras será automática e em larga escala. Dessa forma, o CIOT também é um mecanismo de combate ao comércio ilegal, de produtos sem nota fiscal.

Com a sanção pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a medida provisória editada em março vira uma regra permanente.

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Agro Mato Grosso

Ciclone bomba pode provocar ventos fortes e temporais em 23 cidades de MT

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Sistema que se forma no Sul do país deve trazer mudanças no tempo; Inmet emitiu alerta de grande perigo para áreas afetadas pelo fenômeno.

Pelo menos 23 municípios de Mato Grosso estão na área de influência de um ciclone bomba que começa a se formar nesta quinta-feira (6) no Sul do Brasil. O sistema meteorológico pode provocar mudanças no tempo, com possibilidade de ventos intensos, temporais e queda de granizo em diferentes regiões do país.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de grande perigo para a formação do fenômeno, que deve ganhar força entre o Uruguai e o litoral do Rio Grande do Sul. A previsão indica que o ciclone deve atingir a maior intensidade no sábado (8).

Entre as cidades mato-grossenses que podem sentir os efeitos do sistema estão Cáceres, Poconé, Alto Araguaia, Pontes e Lacerda e Vila Bela da Santíssima Trindade.

Municípios sob alerta em Mato Grosso:

  • Alto Araguaia
  • Alto Taquari
  • Araputanga
  • Barão de Melgaço
  • Cáceres
  • Conquista D’Oeste
  • Curvelândia
  • Figueirópolis D’Oeste
  • Glória D’Oeste
  • Indiavaí
  • Itiquira
  • Jauru
  • Lambari D’Oeste
  • Mirassol D’Oeste
  • Nossa Senhora do Livramento
  • Nova Lacerda
  • Poconé
  • Pontes e Lacerda
  • Porto Esperidião
  • Santo Antônio do Leverger
  • São José dos Quatro Marcos
  • Vale de São Domingos
  • Vila Bela da Santíssima Trindade

 

O Inmet destaca que a previsão pode sofrer alterações conforme a trajetória e a intensidade do sistema meteorológico.

O que é um ciclone bomba?

 

O chamado ciclone bomba é um fenômeno conhecido pelos meteorologistas como ciclogênese explosiva ou bombogênese. Ele acontece quando uma área de baixa pressão atmosférica se fortalece rapidamente em um curto período.

O termo “bomba” é usado porque a queda da pressão ocorre de forma acelerada. Para ser classificado dessa maneira, o sistema precisa registrar uma redução significativa da pressão central em cerca de 24 horas.

O fenômeno costuma ocorrer quando massas de ar frio encontram áreas de ar mais quente, criando condições favoráveis para uma rápida intensificação do sistema.

Frio deve avançar após passagem do ciclone

Depois da atuação do ciclone e da passagem da frente fria, uma massa de ar frio deve provocar queda nas temperaturas. A previsão indica que o frio deve se intensificar na Região Sul a partir de domingo (9) e avançar para áreas do Centro-Oeste e Sudeste nos dias seguintes.

A orientação é que moradores acompanhem as atualizações dos órgãos de meteorologia, já que mudanças na rota e na força do ciclone podem alterar os efeitos previstos.

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Agro Mato Grosso

Bayer apresenta portfólio de inovação no 15º Congresso Andav

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São Paulo, agosto de 2026 – A capital paulista recebe, entre os dias 11 e 13 de agosto, no Transamérica Expo Center, a 15ª edição do Congresso Andav, principal encontro do setor de distribuição de insumos agropecuários no Brasil. Durante o evento, a Bayer reforça seu compromisso com a rede de distribuidores parceiros, protagonistas dessa cadeia e responsáveis por fazer a ciência chegar ao campo com resultados reais para o agricultor.

 

Durante o evento, a empresa apresenta as principais inovações do portfólio, que incluem novas soluções para o manejo de plantas daninhas, pragas e doenças fúngicas nas culturas de soja, milho e algodão, que se somam a tecnologias já consolidadas no mercado. Entre as tecnologias recentes estão o Convintro Duo, usado no combate a plantas daninhas e com um ativo inédito no país, o diflufenicam, aplicado na pré-emergência da soja para elevar o controle de diversas plantas daninhas. Outra novidade em proteção é o XtendiMax 2, herbicida voltado ao controle no pré-plantio e na pós-emergência inicial na soja e no algodão, contra plantas daninhas que afetam as lavouras, como a buva e diversas espécies de caruru.
Na linha de fungicidas, a empresa destaca o Fox Ultra. O fungicida integra a Família Fox, com mais de 10 anos de liderança no mercado e mais de 500 milhões de hectares tratados com as soluções Fox Xpro e Fox Supra. Já para a proteção desde o plantio, a empresa apresenta o Guardião, um novo conceito em tratamento de sementes (TS) aliado ao nematicida Verango Prime. O manejo de pragas é complementado pelos inseticidas Curbix e pelo Valient, que é focado no combate à cigarrinha-do-milho e a pulgões por meio da alta sistematicidade da molécula flupiradifurone.

A evolução do portfólio até 2030
Além das tecnologias disponíveis para a safra atual, a Bayer projeta o futuro da produtividade no campo com soluções em fase de registro, como o Iblon, o Plenexos e o Icafolin.
Como líder no crescimento do setor agrícola nos últimos quatro anos, a Bayer planeja lançar cinco produtos por ano até 2030, além de 14 novas moléculas e seis modos de ação inéditos para expandir seu portfólio. O trabalho é impulsionado por um investimento global de 2 bilhões de euros anuais em pesquisa e desenvolvimento, que consolida a empresa como uma das que mais investem em inovação no campo, por meio de um portfólio diversificado, que integra proteção de cultivos, sementes, biotecnologia e uma plataforma de agricultura digital robusta.

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