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21 de setembro de 2026

Agro Mato Grosso

Governo de Mato Grosso apoia expedição que vai mapear florestas plantadas no Brasil

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Projeto vai percorrer 40 mil km em 14 estados e evento regional em MT será realizado em Lucas do Rio Verde com parceria da Sedec e da Arefloresta

A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT) firmou uma parceria com a Associação de Reflorestadores de Mato Grosso (Arefloresta) para apoiar a Expedição Silvicultura, iniciativa nacional que pretende percorrer mais de 40 mil quilômetros em 14 estados responsáveis por 98% da área de florestas plantadas do Brasil. O projeto realizará eventos técnicos em nove estados e passará por Mato Grosso no dia 9 de outubro, em Lucas do Rio Verde (334 km de Cuiabá).

O objetivo da expedição é reunir dados inéditos sobre a produtividade das plantações florestais brasileiras, com foco na melhoria da gestão, inovação e sustentabilidade do setor. Durante o evento em Mato Grosso, serão apresentados os primeiros resultados do levantamento, discutidas inovações tecnológicas, pesquisas em andamento e realizado networking entre produtores, pesquisadores e representantes da cadeia florestal.

A superintendente de Agronegócios e Energia da Sedec, Camila Bez Batti Souza, explica que o apoio ao projeto permitirá ao Estado acesso ao monitoramento atualizado das áreas de florestas plantadas.

“Com esses dados, poderemos identificar as regiões onde o cultivo de florestas está crescendo ou diminuindo, o que contribui para o planejamento estratégico do setor florestal em Mato Grosso”, afirma.

A Expedição Silvicultura é uma realização da Canopy Remote Sensing Solutions em parceria com a Paulo Cardoso Comunicações e a Embrapa Florestas, com apoio dos governos de Mato Grosso, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul, além das principais instituições e empresas do setor de base florestal do país.

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A proposta é realizar uma grande coleta de dados sobre produtividade florestal, práticas de manejo, uso de tecnologias, custos de produção e percepções dos produtores, além de levantar informações sobre impactos ambientais e sociais da atividade. Estão previstas visitas a centenas de propriedades, entrevistas com gestores e a análise de cerca de 1.000 parcelas amostrais em campo, com aplicação de técnicas avançadas de sensoriamento remoto e medição florestal.

Serão avaliadas culturas como eucalipto, pinus, teca, acácia-negra, araucária, entre outras espécies de destaque regional. Dados biofísicos das árvores, como diâmetro, altura e sanidade, também serão registrados, junto com informações sobre o uso de insumos, fertilização e proteção florestal.

A Embrapa participará do projeto com apoio técnico no planejamento da coleta, análise dos dados e elaboração do relatório técnico final. As contribuições abrangem áreas como economia, manejo e melhoramento florestal, solos e sensoriamento remoto.

Segundo Fábio Gonçalves, cofundador e CEO da Canopy, a iniciativa investigará tendências de investimento, custos de produção e as percepções e expectativas dos produtores. Também serão avaliadas as práticas socioambientais adotadas nas diferentes regiões, bem como os impactos das mudanças climáticas sobre a produção florestal.

“A produtividade florestal é um indicador estratégico para o setor, pois afeta diretamente a previsibilidade do abastecimento de madeira e serve como base para a tomada de decisões, que têm reflexos no médio e longo prazo dos negócios florestais”.

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Com início previsto para setembro em Santa Catarina, a Expedição Silvicultura segue até novembro, com eventos em Belo Horizonte (MG) em 10 de setembro, Vitória (ES) no dia 17 de setembro, Eunápolis (BA) em 22 de setembro, Lucas do Rio Verde (MT) em 09 de outubro, Três Lagoas (MS) no dia 16 de outubro, Botucatu (SP) em 22 de outubro, Curitiba (PR) em 27 de outubro, Lages (SP) no dia 31 de outubro e encerrando em Porto Alegre (RS), no dia 07 de novembro.

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Avião que caiu em fazenda e deixou dois pilotos mortos em MT estava em fase de teste após manutenção, diz delegado

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avião de pequeno porte que caiu em uma fazenda e deixou dois pilotos mortos, em Poxoréu, a 259 km de Cuiabá, nessa sexta-feira (18), havia passado por manutenção em uma empresa de Primavera do Leste antes de realizar o voo. As vítimas foram identificadas como Zelicio Filgueira Tomaz, de 58 anos, e Rafael Pereira Guedes, de 22 anos. (VIDEO ABAIXO)

Segundo o delegado Éric Martins, a aeronave passou por alguns reparos antes da decolagem.

“Inicialmente, com as informações que nós temos até agora, esse avião estava tendo uma manutenção. Então, estavam sendo trocadas algumas peças, fazendo alguns reparos, e foi feito um voo teste para essa aeronave. Pouco depois de levantar voo, ele veio a ter algum tipo de falha e teve o acidente“, explicou.

Zelicio era piloto profissional e estava conduzindo a aeronave. Rafael também era piloto e, acompanhava o voo para aprendizagem.

“Até o presente momento, a gente tem noção de que a pessoa mais idosa era realmente piloto, fazia uso dessa profissão, e a pessoa mais nova estava em treinamento, em aprendizagem”, disse o delegado.

Ainda não há confirmação oficial sobre o modelo do avião envolvido no acidente. Funcionários da empresa Soma informaram que a aeronave seria um Comp Air 7SL, mas a informação ainda depende de confirmação pelos órgãos responsáveis pela apuração do acidente.

Em nota, a empresa Soma Aviação afirmou que irão aguardar o laudo do órgão responsável pela investigação o Cenipa.

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Entenda o caso

 

Zelicio Filgueira Tomaz, de 58 anos, e Rafael Pereira Guedes, de 22 anos, morreram na queda de avião em MT — Foto: Reprodução/Redes sociais

Zelicio Filgueira Tomaz, de 58 anos, e Rafael Pereira Guedes, de 22 anos, morreram na queda de avião em MT — Foto: Reprodução/Redes sociais

Segundo a Polícia Civil, a queda ocorreu na Fazenda Água Funda, na região da MT-130. O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 17h35, junto com uma Unidade de Suporte Avançado do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Ainda não há informações sobre quanto tempo o avião permaneceu no ar antes da queda. As circunstâncias e as causas do acidente também deverão ser apuradas.

Quando chegaram na propriedade, os bombeiros encontraram a aeronave em chamas e localizaram os corpos dos dois ocupantes. Um médico do Samu confirmou as mortes ainda no local.

O impacto da aeronave provocou um incêndio que se espalhou pela vegetação da fazenda. Segundo o Corpo de Bombeiros, entre 4 e 5 mil metros quadrados de pastagem foram queimados. Os militares combateram o incêndio e conseguiram controlar as chamas. Em seguida, fizeram o rescaldo da área para evitar novos focos.

Essa é a segunda queda de aeronave no estado em menos de 10 dias. No dia 10 de setembro, outro avião de pequeno porte caiu em uma região de fazenda, a cerca de 20 km da área urbana de Água Boa, e deixou três mortos. Até o momento, apenas uma vítima foi identificada oficialmente: Vanderlei Sattler, de 65 anos.

Queda de avião que deixou dois mortos provocou incêndio em pastagem em MT — Foto: Reprodução

Queda de avião que deixou dois mortos provocou incêndio em pastagem em MT — Foto: Reprodução

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Fisioterapeuta morre após carro bater contra carreta em Tangará da Serra I MT

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A fisioterapeuta Ana Carolina de Brito Ramos, de 41 anos, morreu após o carro que ela conduzia bater de frente com uma carreta, na rodovia MT-358, em Tangará da Serra, a 320 km de Cuiabá, nesse sábado (19).

Segundo a Polícia Civil, os veículos trafegavam em sentidos opostos e o acidente ocorreu em um trecho de pista reta.

O motorista da carreta, de 35 anos, relatou à polícia que seguia pela rodovia quando viu o carro da vítima vindo no sentido contrário. Segundo ele, ao se aproximarem, o carro teria entrado repentinamente na frente da carreta.

O motorista disse ainda que não soube informar o motivo da manobra e que não havia outro veículo à frente que pudesse ter provocado o deslocamento. Com a batida, Ana Carolina ficou presa às ferragens e morreu ainda no local.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e realizou os procedimentos para retirar o corpo da vítima do veículo.

O local foi periciado e a Polícia Civil investiga as causas do acidente.

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Dengue em Cuiabá chega a mais de 800 casos e número cresce nas últimas semanas

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Cuiabá chegou a 878 casos confirmados de dengue em 2026, segundo o boletim mais recente da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). O número vem crescendo nas últimas semanas: eram 569 casos na semana 27, em julho; 739 na semana 33, em agosto; e 878 na semana 36, em setembro.

Apesar desse aumento, a Secretaria de Saúde informa que a média de casos registrados por semana está 6% abaixo da observada em 2025. Na semana mais recente, foram notificados três novos casos, enquanto outros 110 registros incluídos no total eram referentes a semanas anteriores.

Três pessoas morreram em Cuiabá em decorrência da dengue neste ano, segundo o boletim.

As equipes de saúde já vistoriaram 805.397 imóveis em Cuiabá neste ano. Desse total, 87.158 imóveis foram tratados, 97.270 depósitos receberam tratamento e 23.268 foram eliminados.

O número de imóveis vistoriados também aumentou ao longo do ano:

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  • Semana 27: 597.753 imóveis;
  • Semana 33: 756.353 imóveis;
  • Semana 36: 805.397 imóveis.

Em relação à chikungunya, o boletim registra 133 casos confirmados em 2026, sem óbitos. O número de notificações acumuladas é de 143 e a média semanal é de quatro casos, 98,7% inferior à registrada em 2025.

Já em relação à Zika, foram registradas nove notificações e três casos confirmados, com incidência acumulada de 0,4 caso por 100 mil habitantes e sem registro de óbitos.

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