Connect with us
23 de junho de 2026

Business

O USDA vem aí! Veja como ficaram as cotações da soja com a expectativa do relatório

Published

on

O mercado brasileiro de soja teve uma sexta-feira (8) de poucos negócios e preços mistos pelo país, segundo Rafael Silveira, analista da consultoria Safras & Mercado. Ele destaca que a proximidade da divulgação do relatório mensal do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), na próxima semana, deixa os agentes mais cautelosos, reduzindo o ritmo das negociações.

  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱

“Nem porto nem indústria puxaram o mercado no dia”, aponta. Em algumas regiões, a indústria já conta com boa cobertura de posições e vem gradualmente recuando nas indicações de compra. Por outro lado, o produtor mantém firme suas ofertas, o que limita a fluidez dos negócios. Em Chicago, os contratos apresentaram volatilidade, mas voltaram a recuar, enquanto os prêmios nos portos seguem firmes, sustentando parte das cotações.

Em Chicago, os preços mostraram certa volatilidade, mas voltaram a recuar, enquanto os prêmios nos portos seguem firmes e fortalecidos.

Soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 134,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 135,00
  • Porto de Rio Grande (RS): manteve em R$ 141,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 134,00
  • Porto de Paranaguá (PR): manteve em R$ 141,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 125,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 121,00 para R$ 122,00
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 125,00 para R$ 124,00

Soja em Chicago

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos futuros da soja fecharam a sexta-feira com preços mais baixos. Sem novidades, o mercado cedeu ao cenário fundamental, que combina bom desenvolvimento da safra americana e fraca demanda pela oleaginosa, em um mercado já bem ofertado.

USDA

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) deverá, no seu relatório de agosto, indicar elevação nas projeções de safra e estoques de soja americanos em 2025/26. Os dados para oferta e demanda americana e mundial serão divulgados na terça-feira, 12, às 13h.

Analistas consultados pelas agências internacionais indicam que o número para a safra americana em 2025/26 deverá ficar em 4,371 bilhões de bushels, contra 4,335 bilhões previstos em julho.

Para os estoques de passagem, a previsão é de 359 milhões de bushels para 2025/26, contra 350 milhões projetados em julho. Para 2024/25, a aposta é de um corte, passando dos 350 milhões indicados em julho para 359 milhões de bushels.

Em relação ao quadro de oferta e demanda mundial da soja, o mercado aposta em estoques finais 2024/25 de 125 milhões de toneladas. Em julho, o número ficou em 125,1 milhões. Para 2025/26, a expectativa é de 127,9 milhões, contra 126,1 milhões projetados em julho.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em setembro fecharam com baixa de 6,25 centavos de dólar, ou 0,64%, a US$ 9,67 3/4 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 9,87 1/2 por bushel, com baixa de 6,25 centavos ou 0,62%.

Nos subprodutos, a posição setembro do farelo fechou com alta de US$ 0,50, ou 0,18%, a US$ 276,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em setembro fecharam a 52,71 centavos de dólar, com perda de 0,79 centavo ou 1,47%.

Dólar

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,24%, sendo negociado a R$ 5,4358 para venda e a R$ 5,4338 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4145 e a máxima de R$ 5,4430. Na semana, a moeda teve desvalorização de 1,97%.

Continue Reading

Business

Colheita de café arábica no Cerrado Mineiro atinge 18% da safra prevista

Published

on


A colheita de café arábica no Cerrado Mineiro chegou a 18% da produção prevista para a safra 2026 até o fim da terceira semana de junho, segundo levantamento da Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado (Expocacer). Em nota divulgada nesta terça-feira (23), a cooperativa estimou produção de 2,859 milhões de sacas de 60 quilos neste ciclo.

De acordo com boletim técnico da Expocacer, as chuvas registradas entre os dias 13 e 18 de junho somaram 32,8 milímetros e provocaram atrasos nas operações de colheita e pós-colheita em diversas propriedades da região.

Segundo a cooperativa, o excesso de umidade afetou os terreiros de secagem, interrompeu atividades de campo e retardou o beneficiamento dos grãos. O cenário atingiu etapas operacionais importantes da safra, especialmente nas áreas em que o café já havia sido retirado do campo e dependia de condições mais estáveis para secagem e manejo pós-colheita.

Acompanhe os preços das principais commodities do agro, como soja, milho e boi, com atualização direta das principais praças do Brasil: acesse a página de cotações do Canal Rural!

A perspectiva para os próximos dias, no entanto, é de melhora nas condições de trabalho. A previsão informada pela cooperativa aponta acumulado de 4,1 milímetros de chuva entre 19 e 24 de junho, condição que, segundo a entidade, deve permitir a retomada da colheita e da secagem dos cafés.

Nas áreas monitoradas, 59% dos frutos estão atualmente no estágio "cereja", apontado pela Expocacer como ideal para a colheita. Nas áreas já colhidas, os produtores iniciaram os tratos de pós-colheita voltados à recuperação das lavouras e ao preparo para o próximo ciclo produtivo.

Apesar dos atrasos provocados pelas precipitações, técnicos da Expocacer avaliam que o cenário da safra no Cerrado Mineiro segue positivo, com avanço da colheita e continuidade dos manejos nas áreas já trabalhadas.

Fonte: Estadão Conteúdo

O post Colheita de café arábica no Cerrado Mineiro atinge 18% da safra prevista apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading

Business

Programa Caminho Verde Brasil é apresentado em fórum internacional do agro

Published

on


O Programa Caminho Verde Brasil, coordenado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), foi apresentado na quinta-feira (18) durante o Fórum Internacional da Agropecuária (FIAP), em Campo Grande (MS). A iniciativa integrou o painel “A nova revolução do agro: mais produção e desmatamento zero”, voltado à expansão da produção agropecuária com sustentabilidade ambiental.

Segundo o material divulgado, o fórum reuniu autoridades, lideranças do setor produtivo, especialistas e representantes de 16 países e da União Europeia para discutir segurança alimentar, produção sustentável e oportunidades para a agropecuária brasileira diante da demanda mundial por alimentos e energia limpa.

No painel, o assessor especial do ministro e coordenador do programa, Pedro Cunto, apresentou as ações do Caminho Verde Brasil. De acordo com ele, a iniciativa atua na recuperação de áreas degradadas, no aumento da produtividade e na promoção de sistemas produtivos sustentáveis. Em declaração divulgada pelo Mapa, Cunto afirmou que o programa contribui para restaurar áreas degradadas, reduzir a pressão por desmatamento em áreas de vegetação nativa e diminuir emissões de gases de efeito estufa.

Acompanhe os preços das principais commodities do agro, como soja, milho e boi, com atualização direta das principais praças do Brasil: acesse a página de cotações do Canal Rural!

Ainda segundo o coordenador, o Governo Federal e o Banco do Brasil desenvolveram um modelo para viabilizar a participação de grandes investidores públicos e privados no financiamento da agropecuária sustentável. Ele citou o Fiagro Multimercado como um dos mecanismos para financiar o programa e informou que a meta é restaurar 40 milhões de hectares de áreas degradadas, com necessidade de US$ 6 bilhões por ano. Também disse que novos leilões com o Tesouro Nacional devem buscar recursos externos.

O representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) no Brasil, Jorge Meza, destacou a relevância do Brasil para a segurança alimentar global e afirmou que as mudanças climáticas estão entre os principais desafios para a agricultura, exigindo avanço em ações de mitigação de longo prazo.

Coordenado pelo Mapa, o Caminho Verde Brasil prevê a incorporação de áreas degradadas a sistemas produtivos sustentáveis. Os produtores que aderirem ao programa assumem compromissos relacionados a desmatamento zero, certificação trabalhista, monitoramento de carbono e adoção de práticas sustentáveis. Para a primeira fase, a iniciativa conta com aproximadamente US$ 6 bilhões para financiar produtores rurais por meio de dez instituições financeiras habilitadas.

A apresentação no FIAP colocou o programa no centro do debate sobre produção, sustentabilidade e financiamento no campo, com foco na recuperação de áreas degradadas e na ampliação de sistemas produtivos sustentáveis.

Fonte: gov.br

O post Programa Caminho Verde Brasil é apresentado em fórum internacional do agro apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading

Business

USDA mantém estáveis as condições das safras de milho e soja nos EUA

Published

on


O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) informou, na segunda-feira (22), que as condições das safras de milho e soja no país permaneceram estáveis até o último domingo. Segundo o relatório semanal, 68% do milho e 66% da soja estavam em condição boa ou excelente, sem mudança em relação à semana anterior.

No milho, o USDA apontou que 68% da safra apresentava condição boa ou excelente, ante 70% um ano antes. A emergência atingiu 97% da área, em linha com o registrado na mesma época de 2025 e com a média dos cinco anos anteriores. A formação de espiga chegou a 5%, acima dos 4% de um ano antes e dos 3% da média de cinco anos.

Na soja, a semeadura foi concluída na última semana. De acordo com o USDA, 66% da safra estava em condição boa ou excelente, mesma parcela da semana anterior e também igual à observada há um ano. A emergência alcançou 93%, ante 89% em 2025 e 90% na média de cinco anos. O porcentual de lavouras em floração foi de 9%, acima dos 7% de um ano antes e dos 6% da média.

Receba no seu e-mail as notícias mais importantes do dia, análises de mercado e os principais fatos que movimentam o agronegócio: assine a newsletter do Canal Rural

No trigo de inverno, 26% da safra apresentava condição boa ou excelente, recuo de 1 ponto porcentual na semana e abaixo dos 49% registrados um ano antes. A colheita avançou para 40%, ante 18% no ano passado e 24% na média de cinco anos.

Para o trigo de primavera, o USDA indicou que 54% da safra estava em condição boa ou excelente, queda de 1 ponto porcentual ante a semana anterior e mesmo nível de um ano antes. O porcentual de lavouras em perfilhamento foi de 16%, contra 15% em 2025 e 16% na média de cinco anos.

No algodão, os produtores haviam semeado 92% da área prevista até o último domingo, ante 91% um ano antes e 94% na média quinquenal. A floração atingiu 27%, acima dos 25% observados tanto no ano passado quanto na média. Já a formação de maçãs estava em 5%, em linha com os dois comparativos. A parcela de lavouras em condição boa ou excelente subiu 3 pontos porcentuais na semana, para 53%, acima dos 47% de um ano antes.

O relatório semanal do USDA mostra estabilidade nas lavouras de milho e soja nos Estados Unidos, avanço no desenvolvimento das culturas de verão e continuidade da colheita do trigo de inverno, além de melhora nas condições do algodão.

Fonte: Estadão Conteúdo

O post USDA mantém estáveis as condições das safras de milho e soja nos EUA apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT