Agro Mato Grosso
Campo Limpo destaca economia circular no Congresso Andav

Empresa mostra como reciclagem de embalagens gera valor à cadeia de insumos e reforça parcerias no agro
A Campo Limpo participa do Congresso Andav 2025 — principal evento do País voltado à distribuição de insumos agropecuários — com a proposta de mostrar como a economia circular pode agregar valor real à cadeia produtiva do agronegócio. A empresa reforça, durante o evento, o papel estratégico da reciclagem de embalagens de defensivos agrícolas e o fortalecimento de parcerias com a rede de distribuição.
Com capacidade instalada para reciclar até 25 mil toneladas de plástico por ano, a Campo Limpo é pioneira mundial na transformação de resíduos em novas embalagens que retornam ao campo em forma de insumos certificados. Desde sua fundação, em 2008, a empresa já reciclou mais de 68,5 mil toneladas de embalagens e produziu cerca de 130 milhões de novas unidades.
“Mais do que uma pauta ambiental, o trabalho da Campo Limpo é uma oportunidade concreta de agregar valor, reduzir riscos e fortalecer a reputação do setor. A reciclagem de embalagens reduz impactos ambientais, gera economia de recursos e contribui diretamente para o posicionamento ESG das empresas do agro”, afirma Marcelo Okamura (na foto), presidente da Campo Limpo.
Entre as soluções desenvolvidas pela empresa estão a Ecoplástica, primeira embalagem do mundo feita com resina reciclada de defensivos com certificação UN, e a Ecocap, tampa de alta performance produzida com 100% de matéria-prima reciclada. Outra inovação é a Ecologic Tex, chapa plástica patenteada utilizada na fabricação de pallets híbridos. Toda a operação da Campo Limpo é certificada pela ISO 9001 e segue normas rigorosas de qualidade nacionais e internacionais.
A atuação da empresa envolve uma ampla rede de parceiros, incluindo fabricantes, revendas e produtores rurais. Nomes como Albaugh, Bayer, Corteva, FMC, Ihara, Ourofino, Sipcam Nichino, Sumitomo Chemical, Syngenta e UPL integram essa rede de colaboração que garante a rastreabilidade e a segurança no ciclo da economia circular.
“Temos uma conexão direta com toda a cadeia de insumos. Atuamos junto aos distribuidores, à indústria e ao produtor rural para garantir que esse ciclo aconteça de forma segura, rastreável e em conformidade com as normas ambientais”, reforça Okamura.
A participação da Campo Limpo no Congresso Andav 2025 evidencia como a economia circular está integrada ao dia a dia do agronegócio brasileiro. Ao transformar resíduos em soluções de alto desempenho e ampliar parcerias com a rede de distribuição, a empresa contribui ativamente para a competitividade, a inovação e a sustentabilidade do setor.
Agro Mato Grosso
Veja o vídeo – Pescador fisga piraíba de 2,27 metros durante pesca em Feliz Natal I MT

Sandro Mick estava na aldeia Morená, em Feliz Natal, em projeto coordenado por cacique
Um pescador de pesca esportiva teve uma experiência inesquecível em Feliz Natal (536 km de Cuiabá), na semana passada. Durante um projeto de pesca esportiva, Sandro Mick fisgou um piraíba de 2,27 metros, considerado um dos maiores já registrados na região.
O pescador contou que a captura levou cerca de uma hora até conseguir retirar o peixe da água. Com mais de 20 anos de prática no esporte, Sandro afirmou que nunca havia pescado um exemplar desse porte.
VIDEO:
“Já peguei pirara de 1,5 metro, jaú parecido com isso, mas desse tamanho não”, relatou em entrevista ao Só Notícias.
No momento da fisgada, Sandro estava acompanhado da esposa, que também compartilha da paixão pela pesca. Com o auxílio de indígenas e outros pescadores, foi feita a medição que confirmou os 2,27 metros de comprimento.
O peixe permaneceu na água durante todo o processo, garantindo sua integridade física. Após os registros fotográficos e medições, o piraíba foi devolvido ao rio.
Agro Mato Grosso
Menor município de MT perde 9 habitantes e é o 4° menos populoso do Brasil; conheça

No último levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Araguainha tinha 1.010. habitantes. Agora, esse número caiu para 997.
Araguainha, o menor município de Mato Grosso, perdeu nove habitantes em um ano e agora contabiliza 997 moradores, segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado nessa quinta-feira (28).
Localizada a 471 km da capital, a cidade se mantém como a quarta menor do país há três anos. No censo realizado pelo IBGE, em 2022, o município tinha 1.010 habitantes.
A cidade foi emancipada em fevereiro de 1964 e herdou o nome do Rio Araguainha, que corta o território e deságua no Rio Araguaia.
O município também é berço da maior cratera criada por um meteoro na América do Sul, o Domo de Araguainha. A cratera é um dos 100 principais sítios geológicos do mundo, com um diâmetro de 40 quilômetros e área total de aproximadamente 1,3 mil km², a cratera é maior que a cidade do Rio de Janeiro, que tem 1,2 mil km².
Conforme publicado no Diário Oficial da União, os cinco municípios menos populosos do Brasil são:
- Serra da Saudade (MG) com 856 habitantes,
- Anhanguera (GO) com 913 pessoas,
- Borá (SP) com 932 moradores,
- Araguainha (MT) com 997 habitantes,
- Nova Castilho (SP), com população estimada em 1.072
📝História do município
Araguainha foi colonizada nos anos 40, com a chegada de garimpeiros. Em 1947, o Prefeito do município de Alto Araguaia, requereu junto ao governo estadual a criação de um povoado para a região, que recebeu o nome de Couto Magalhães, em homenagem ao ex-presidente da Província.
A Lei estadual nº 1.964 de 11 de novembro de 1963 criou o município de Araguainha, desmembrando do município de Ponte Branca. O nome foi escolhido pela cidade estar situada à margem esquerda do rio Araguainha que deságua no rio Araguaia.
O território do município de Araguainha ocupa 690,35 Km. Geograficamente está a 400 metros de altitude, ao leste do estado, limitando-se com os municípios de Alto Garças (ao oeste), Ponte Branca (ao norte) e Alto Araguaia (ao sul). As principais vias de acesso são a rodovia MT 100 ligada à BR 364.
Agro Mato Grosso
Amaggi e Inpasa criam joint venture para usina de etanol de milho com investimento inicial de R$ 2,5 bi

A Amaggi e a Inpasa anunciaram nesta sexta-feira (29) a criação de uma joint venture para a construção de indústrias de etanol de milho em Mato Grosso. Inicialmente serão três plantas, sendo a primeira a ser construída em Rondonópolis. A previsão é que R$ 2,5 bilhões sejam investidos no município.
De acordo com a Amaggi e a Inpasa, o investimento representa um passo a mais “no plano de expansão das companhias, com foco na industrialização de commodities e geração de maior valor agregado à cadeia produtiva”.
“A parceria deverá contar com a sólida atuação da Amaggi nas áreas de originação de grãos e logística e com a expertise da Inpasa, maior produtora e referência nacional na fabricação de biocombustível à base de milho e outros cereais”, diz nota da Amaggi e Inpasa.
As plantas terão capacidade inicial para processar aproximadamente dois milhões de toneladas de milho. Além de Rondonópolis, estudos são realizados para a implantação de unidades fabris em Campo Novo do Parecis e Querência.
O anúncio da parceria foi realizado de modo online e contou com a presença do prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira (PL/MT).
Para o prefeito, o investimento deverá “dinamizar a economia local”, além de outros municípios que circundam Rondonópolis.
“Nosso primeiro ato governamental foi regulamentar a lei de liberdade econômica. Estamos conversando com empresas locais, brasileiras e internacionais. Nossa luta contra a burocracia tem sido intensa. Nós tínhamos um ambiente hostil aos negócios, estamos construindo uma cultura acolhedora e honrosa com quem quer empreender com seriedade”, salienta Cláudio Ferreira.
A previsão, segundo a prefeitura, é que sejam gerados cerca de dois mil empregos na construção e 300 durante a operação.
“A nossa empresa e família tem uma história em Rondonópolis, por isso estamos felizes em poder investir nessa cidade. Além dos empregos diretos, a instalação dessa planta vai impactar positivamente a pecuária intensiva e o comércio local”, declarou Blairo Maggi durante o anúncio.
Rondonópolis está localizada na região sudeste de Mato Grosso. Conforme dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a região semeou pouco mais de 1,08 milhão de hectares nesta safra 2024/25 com milho e possui uma projeção de colheita de 8,426 milhões de toneladas, 22,12% a mais do que na temporada anterior.
Estimativas do Instituto, apresentadas durante o evento Florestar 2025, promovido pela Associação de Reflorestadores de Mato Grosso (Arefloresta), em Sinop, nesta quinta-feira (28), apontam que o estado deverá produzir 5,62 milhões de litros de etanol de milho nesta temporada 2025/26. A previsão para 20233/24 é que o volume supere os 13,14 milhões de litros, um crescimento de 133,78%.
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