Sustentabilidade
Com a aproximação da semeadura da soja da safra 25/26 em MT, incertezas quanto as precipitações aumentam – MAIS SOJA

Na última semana, o preço da soja disponível em MT registrou alta de 2,11% em relação à semana anterior, com média semanal de R$ 116,22/sc, sustentado pelos prêmios portuários atrativos. Quanto à paridade de exportação do contrato mar/26, esta alcançou R$ 106,95/sc, queda de 0,71% no comparativo semanal.
A desvalorização dos preços futuros está atrelada à queda das cotações da soja na CME-Group, que recuaram 2,12% no período, com o contrato mar/26 fechando em US$ 10,34/bu. Esse recuo, por sua vez, reflete a expectativa de safra recorde nos EUA e a menor demanda chinesa pela soja norte-americana.
Por outro lado, os prêmios em Paranaguá para o contrato mar/26 registraram média de ¢US$ 26,40/bu, com alta de 94,12% ante a semana anterior. Por fim, é importante ressaltar que, embora os prêmios tenham compensado as oscilações negativas em Chicago, o produtor deve manter atenção ao desdobramento das relações comerciais entre EUA e China, uma vez que esse cenário tende a influenciar diretamente os preços no estado.
AUMENTO: motivada por fatores externos, como acordos comerciais firmados pelos EUA e a decisão do FED em manter as taxas de juros, a moeda norte-americana apresentou alta semanal de 0,58%.
VALORIZAÇÃO: impulsionado pela forte demanda de soja, o indicador do Cepea registrou um crescimento de 0,34% no comparativo semanal.
RECUO: o preço da oleaginosa na CME-Group fechou em US$ 9,74/bu, apresentando uma queda de 3,22% em relação a semana anterior.
Com a aproximação da semeadura da soja da safra 25/26 em MT, as incertezas quanto ao comportamento das precipitações aumentam no estado
Em 2025, a projeção do Australian Bureau of Meteorology (BoM) indicou neutralidade do fenômeno Enso nos próximos meses. Em anos neutros, é comum observar bons volumes de chuva, com distribuição mais regular, o que pode ser favorável ao cultivo de soja no estado.
Além disso, o NOAA estimou a média das anomalias de precipitação do modelo NMME (mm/dia). As previsões indicam que, nos meses de set/25 e out/25, as chuvas devem ocorrer acima da média histórica em grande parte do estado, o que, se confirmado, favorecerá o desenvolvimento inicial da cultura.
Vale ressaltar que o vazio sanitário da soja se encerra em 7 de setembro de 2025, conforme o Mapa. No entanto, para que os produtores iniciem a semeadura, é necessário que o solo tenha recebido pelo menos 10 mm de chuva acumulada, garantindo umidade suficiente para a germinação. Por fim, o Imea projeta que a área de soja será de 13,08 milhões de ha, alta de 1,67% ante a safra passada.
Confira o Boletim Semanal da Soja n° 859 completo, clicando aqui!
Fonte: Imea

Autor:Boletim Semanal da Soja
Site: Imea
Sustentabilidade
Colheita da soja atinge 67,7% da área no Brasil – MAIS SOJA

Em MT, as produtividades se mantêm elevadas nas últimas áreas que estão sendo colhidas. No RS, a colheita ganha velocidade devido às condições climáticas favoráveis e ao encurtamento do ciclo decorrente da irregularidade das chuvas.
No PR, a colheita avançou, mas foi interrompida, em alguns municípios, devido à ocorrência de chuvas. Em GO, a demora da colheita, em alguns talhões, causou redução do peso do grão.
Em MS, as condições climáticas favoreceram o andamento da colheita em grande parte do estado. Em MG, a colheita avança, mas a soja com alta umidade que chega aos armazéns causa demora na secagem do grão, comprometendo a logística dos produtores.
Em SP, as produtividades obtidas superam as estimadas inicialmente. Na BA, a redução das
precipitações favoreceu o andamento da colheita. No TO, as chuvas frequentes atrasam a colheita e comprometem a qualidade dos grãos em alguns talhões.
No MA, a colheita avança nos Gerais de Balsas. Nas demais regiões, as chuvas favorecem o desenvolvimento da cultura. No PI, a colheita acelera com boas produtividades sendo obtidas.
Em SC, a colheita avançou, no Meio-Oeste e Oeste, onde foi favorecida pela redução das chuvas. No PA, a colheita foi iniciada lentamente no polo de Paragominas e se aproxima do fim no polo de Redenção. As lavouras em estádios reprodutivos continuam a ser favorecidas pelas chuvas constantes.
Previsão Agrometeorológica (23/03/2026 a 30/03/2026)
N-NE: Os maiores acumulados de chuva são previstos no AC, Oeste do AM, Centro-Sul e Sudeste do PA e Norte do TO, além do Centro-Norte do MA e de áreas no PI. Em RO, parte do AM, AP, demais áreas do Matopiba, parte do CE e Sul da BA, os volumes serão menores. Em todas essas áreas, os cultivos de primeira e segunda safra serão favorecidos. Em RR e Noroeste do PA, a previsão é de pouca chuva, assim como, em partes do Semiárido Nordestino, incluindo áreas do CE, RN, PB, PE, SE, AL e BA, mantendo o cenário de restrição hídrica.
CO: Há previsão de bons volumes de chuva em MT e maior parte de GO. No Sul de GO e em MS, são esperados baixos acumulados. No geral, as condições serão favoráveis ao desenvolvimento das lavouras, devido à insolação e à umidade no solo, exceto, em parte do Sudoeste de MS, em função das altas temperaturas e da menor disponibilidade hídrica.
SE: É esperada redução no volume de chuvas na região, principalmente, em MG. Mesmo assim, bons volumes continuarão ocorrendo na maioria dos estados. Os maiores acumulados são esperados no Norte do ES e os menores na metade Leste de SP, Sul de MG e em quase todo o RJ. As condições continuarão favoráveis para o manejo e o desenvolvimento dos cultivos de grãos, assim como para o desenvolvimento da cana-de-açúcar e a granação do café.
S: As chuvas serão irregulares e mal distribuídas. Há previsão de acumulados significativos no início da semana no RS, com risco de danos pontuais às lavouras. No restante da semana, a previsão é de pouca chuva, com elevação gradativa das temperaturas. A baixa umidade no solo e as altas temperaturas deverão restringir o desenvolvimento de parte dos cultivos de sequeiro em áreas dos três estados.
Fonte: Conab

Autor:Conab
Site: Conab
Sustentabilidade
Colheita do arroz atinge 34,9% da área no Brasil – MAIS SOJA

No RS, com predomínio de tempo seco, a colheita tem apresentado bom andamento, alcançando 31% da área implantada. A produtividade e a qualidade dos grãos colhidos são satisfatórias.
Em SC, apesar da ocorrência pontual de brusone e manchas foliares, além da presença de arroz-vermelho, as condições gerais das lavouras são consideradas boas. Houve avanço significativo na colheita, especialmente, no Sul Catarinense. As condições de maior umidade no Leste do estado favoreceram o enchimento de grãos e a finalização do ciclo.
Em GO, restam algumas áreas a serem colhidas na região de São Miguel do Araguaia. Os rendimentos são considerados satisfatórios. No MA, as lavouras encontram-se em boas condições, em sua maioria com áreas em floração e em enchimento de grãos. No TO, a operação de colheita teve um avanço significativo, uma vez que as chuvas apresentaram menores volumes. As lavouras predominam o estádio de maturação.
Em MT, a colheita tem evoluído conforme a maturação das lavouras e predominam em campo áreas em estádios de enchimento de grãos e maturação. No PR, as lavouras estão em boas condições com a maioria das áreas em maturação, com avanço significativo de grãos colhidos.
Fonte: Conab
Autor:Conab
Site: Conab
Sustentabilidade
Colheita do milho avança com impactos do clima nas regiões – MAIS SOJA

Milho 1ª Safra
Em MG, o excesso de chuvas atrasa a colheita. No RS, a colheita evolui lentamente devido ao direcionamento das máquinas para a colheita da soja. Na BA, a redução das chuvas favoreceu o andamento da colheita.
No PI, as precipitações favorecem o desenvolvimento do cereal que se encontra, majoritariamente, em enchimento de grãos. No PR, as chuvas reduziram o ritmo da colheita em algumas regiões. Em SC, o tempo firme e as altas temperaturas favoreceram a secagem dos grãos e o avanço da colheita.
Em SP, as chuvas frequentes reduziram a velocidade da colheita. No MA, as chuvas frequentes beneficiam o cereal em todos os estádios. No PA, as precipitações bem distribuídas beneficiam o desenvolvimento do cereal.
Milho 2ª Safra
Em MT, o plantio foi finalizado e as precipitações favorecem o desenvolvimento da cultura. No PR, a irregularidade das chuvas na região Oeste afeta o potencial produtivo em alguns talhões.
Em MS, o plantio avança, mas, em algumas regiões, as chuvas atrapalham o andamento das operações. Em GO, mesmo fora do período ideal, alguns produtores ainda arriscam o plantio do cereal. O aumento da incidência de lagarta-do-cartucho tem gerado aumento de
custos aos produtores.
Em MG, o plantio avança, mas a frequência de dias nublados afeta o desenvolvimento do cereal em algumas regiões. No TO, mesmo com o fim da janela ideal de cultivo, alguns produtores ainda arriscam o plantio do milho.
No MA, o plantio foi finalizado e a área cultivada foi reduzida. No PI, o plantio se aproxima da finalização e as lavouras apresentam bom desenvolvimento. No PA, o plantio avança lentamente devido à demora da colheita da soja.
Fonte: Conab
Autor:Conab
Site: Conab
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