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6 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Manutenção no inverno prepara tratores para a próxima safra garantindo melhor produtividade – MAIS SOJA

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O inverno brasileiro vai até o dia 22 de setembro e marca um período estratégico para que o produtor rural realize a manutenção preventiva de tratores e máquinas agrícolas, aliados indispensáveis no campo e que, como qualquer ferramenta de uso intenso, exigem cuidados regulares, especialmente quando as temperaturas caem e o ritmo de trabalho desacelera.

O período de frio mais intenso, conforme explica o coordenador de pós-vendas/peças de reposição da Agritech, Everton Fabiano Rodrigues, pode afetar diretamente sistemas essenciais do trator. A bateria perde eficiência, o óleo se torna mais viscoso, o diesel pode formar cristais, a água do radiador corre risco de congelamento se estiver sem aditivo e o sistema hidráulico pode apresentar falhas caso o fluido esteja vencido ou com nível inadequado. “Por isso, revisar esses pontos agora é garantir que o trator esteja pronto para operar com desempenho máximo quando a demanda aumentar na próxima estação”, pontua.

Para orientar o produtor, Rodrigues elenca uma série de verificações que fazem parte de um checklist de inverno. Começando pela bateria e o sistema de partida: “é fundamental testar a carga, limpar os terminais e verificar o funcionamento do motor de arranque e do alternador. No sistema de arrefecimento, deve-se observar o nível e a concentração do aditivo no radiador, além de checar mangueiras, válvulas e possíveis vazamentos”.

O sistema de combustível também exige atenção especial. De acordo com o o coordenador da Agritech, em regiões mais frias, é recomendável utilizar aditivos anticongelantes e antibactericidas no diesel, além de drenar o sedimentador e verificar os filtros. Já no óleo do motor, é importante verificar nível e viscosidade, e, se a troca estiver próxima, antecipá-la antes de um período prolongado de inatividade.

Os pneus devem ser avaliados quanto à pressão e ao desgaste, já que o frio reduz a calibragem. “Também é necessário observar a transmissão e o sistema hidráulico, verificando o funcionamento dos engates, do levante e a condição do óleo, além de possíveis vazamentos”, acrescenta Rodrigues.

Por fim, checar a iluminação, o painel de controle e a cabine garante segurança e visibilidade para dias nublados ou com neblina. Caso o trator permaneça parado por muito tempo, recomenda-se deixá-lo em local coberto e ventilado, desconectar a bateria, cobrir com lona respirável e remover acúmulos de água e lama para evitar corrosão.

“Fazer essa manutenção no inverno é mais do que uma medida técnica, é uma forma de proteger o investimento, evitar prejuízos e assegurar que, quando o campo pedir produtividade, o trator Agritech esteja pronto para responder”, reforça o coordenador de pós-vendas/peças de reposição da Agritech.

Tratores versáteis para diferentes cultivos e condições de solo  

Pioneira na indústria brasileira ao fabricar linhas de tratores, microtratores e implementos agrícolas voltadas para a agricultura familiar, a Agritech disponibiliza um portfólio completo de tratores adaptados às diferentes realidades do campo. A linha AGT 25, por exemplo, foi pensada para produtores que demandam desempenho, atendendo diversas operações, inclusive plantações em estufa, muito utilizadas para o cultivo de legumes. Além desta série, voltada a propriedades de menor porte, a empresa dispõe das linhas 1145, 1155, 1160, AGT 75 e do modelo 1185, com e sem cabine. Juntos, eles compõem uma das maiores variedades de equipamentos no mercado, atendendo a culturas como fruticultura, olericultura, arroz, cafeicultura e diversos tipos de plantio de uvas.

“Há mais de duas décadas, trabalhamos para levar tecnologia de forma acessível às famílias que vivem da terra. Nossos equipamentos são pensados para facilitar a vida no campo, ajudando esses produtores a aumentar a produção sem renunciar à qualidade de vida”, conclui Rodrigues.

Sobre a Agritech

A Agritech Lavrale – Divisão Agritech é pioneira na indústria brasileira ao fabricar linhas de tratores, microtratores e implementos agrícolas voltadas para a agricultura familiar. Com fábrica em Indaiatuba (SP), a Agritech faz parte do Grupo Stédile e surgiu com a cisão da Yanmar do Brasil. O Grupo Stédile, de Caxias do Sul (RS), é um dos mais respeitados conglomerados industriais do Brasil e engloba a empresa Agrale S.A.

Para saber mais: www.agritech.ind.br

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Instagram: @agritechlavrale

Fonte: Assessoria de Imprensa Agritech



 



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Sustentabilidade

O que sustentou os preços da soja hoje? Confira as cotações em dia menos movimentado

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Foto: Famasul

O mercado brasileiro de soja registrou alguns negócios nesta quarta-feira (5), envolvendo portos e indústria, mas o ritmo de comercialização permaneceu lento. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, as cotações ficaram praticamente estáveis, com exceção de poucas praças.

Silveira destaca que a Bolsa de Chicago apresentou leves quedas, enquanto o dólar operou com volatilidade. Os prêmios, por sua vez, seguem elevados nos portos, contribuindo para a sustentação dos preços.

“O produtor continua um pouco afastado do mercado, buscando ofertas melhores. Assim, os negócios seguem restritos às necessidades da mão para a boca”, resume o analista.

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Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 138,00 para R$ 139,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 139,00 para R$ 140,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 132,00 para R$ 134,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 127,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 128,00 para R$ 129,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 127,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 144,00 para R$ 145,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 144,00 para R$ 145,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa hoje, na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). A previsão climática segue indicando chuvas para o Meio Oeste dos Estados Unidos nos próximos dias, favorecendo as lavouras. A queda do petróleo completou o cenário de pressão sobre as cotações.

Neste mês de agosto, vital para a consolidação do potencial produtivo da safra americana, o clima não tem sido motivo de preocupação, encaminhando uma produção cheia no segundo maior produtor de soja do mundo.

Após tentar recuperação na parte da manhã, o petróleo registrava perdas pela terceira sessão seguida, adicionando pressão às commodities. A possibilidade de Irã e Estados Unidos chegarem a um acordo sobre o conflito no Oriente Médio está determinando as perdas do petróleo.

Na sessão de hoje, a retração foi contida pelos sinais de demanda pela soja americana, principalmente através de compras por parte dos chineses. O recuo do dólar frente a outras moedas torna a soja dos Estados Unidos mais competitiva.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 3,00 centavos de dólar, ou 0,25%, a US$ 11,74 3/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 11,89 3/4 por bushel, com retração de 3,50 centavos de dólar ou 0,29%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 2,80 ou 0,87% a US$ 315,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 67,17 centavos de dólar, com perda de 0,35 centavo ou 0,51%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,07%, sendo negociado a R$ 5,1299 para venda e a R$ 5,1279 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0989 e a máxima de R$ 5,1344.

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Sustentabilidade

Algodão avança em NY com dólar fraco e alta dos mercados vizinhos – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços mais altos nesta quarta-feira.

As cotações da pluma avançaram no dia sustentadas pelo dólar fraco contra outras moedas. A subida de mercados vizinhos, como o café e o açúcar em NY contribuíram para o suporte, além de fatores técnicos. A piora nas condições das lavouras americanas seguiu como fator positivo para os preços.

Os investidores também se posicionam para o relatório das exportações semanais norte-americanas de algodão, que será divulgado nesta quinta-feira, dia 6, às 9h30 (horário de Brasília), pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Os contratos com entrega em dezembro/2026 fecharam a 83,02 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,56 centavo, ou de 0,7%. Março/2027 fechou a 84,71 centavos, ganho de 0,66 centavo, ou de 0,8%.

Fonte: Agência Safras



 

FONTE

Autor:Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência Safras News

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

ARROZ/CEPEA: Oferta restrita eleva média ao maior patamar em 11 meses – MAIS SOJA

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Em julho, a média mensal do arroz em casca no Rio Grande do Sul atingiu o maior patamar dos últimos 11 meses, refletindo a combinação entre oferta restrita e demanda aquecida.

Segundo o Cepea, a necessidade de aquisição de matéria-prima levou parte das indústrias a reajustar sucessivamente as ofertas de compra, mas a comercialização permaneceu limitada pela baixa disponibilidade do cereal.

De acordo com pesquisadores do Cepea, os produtores permaneceram retraídos, avaliando que os preços ainda não remuneram adequadamente os custos de produção e apostando em novas valorizações durante a entressafra. A procura de indústrias de outros estados também intensificou a concorrência pela matéria-prima e favoreceu a recuperação dos preços.

O Centro de Pesquisas ressalta que o anúncio de futuras aquisições públicas de arroz e milho reforçou a expectativa de valorização entre os produtores, que passaram a postergar ainda mais as vendas. Até o fim de julho, contudo, o edital e as regras para operacionalização das compras ainda não haviam sido divulgados, mantendo o mercado na expectativa.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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