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3 de agosto de 2026

Aprosoja MT

Através do Canal do Produtor, Aprosoja MT amplia atendimento e fortalece relação com associados

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Ferramenta se consolida como principal meio de comunicação com os produtores

O Canal do Produtor da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) vem se consolidando, ano após ano, como a principal ponte entre a entidade e seus mais de nove mil produtores associados. Somente no primeiro semestre de 2025, o canal registrou mais de nove mil interações, quase o dobro em relação ao mesmo período do ano passado, número que reforça sua importância estratégica na comunicação direta com a base.

Com uma equipe técnica especializada, este canal de comunicação realiza o atendimento direto aos produtores, esclarecendo suas dúvidas e os orientando, garantindo que as informações cheguem de forma clara e acessível. Para isso, o Canal recebe informações, orientações e subsídios das comissões técnicas e demais setores, que os munem com conteúdos técnicos atualizados sobre os temas trabalhados pela entidade. Além de sanar dúvidas, o Canal também é o caminho para abertura de Ordens de Serviço (O.S.) vinculadas aos programas estratégicos da entidade.

Dos contatos realizados no primeiro semestre deste ano, o Canal do Produtor foi acionado para sanar dúvidas e para abertura de O.S. dos programas Classificador Legal, Fertilizante Certo e Semente Forte. Este ano, a entidade também passou a encaminhar convites dos eventos promovidos por ela, como o Circuito Aprosoja e a Rodada Técnica, pesquisas e outros informativos diretamente no WhatsApp dos associados.

Segundo o vice-presidente Leste da Aprosoja Mato Grosso, Diego Dallasta, o canal desempenha um papel essencial na aproximação com os produtores. “Ter um canal direto com a Aprosoja MT faz toda a diferença, principalmente para quem está longe e precisa resolver as coisas do dia a dia da fazenda com agilidade. É uma forma simples e prática de ter a entidade mais próxima do produtor. Mesmo lá na ponta, esse contato mais direto ajuda a criar confiança e o produtor se sente representado. Isso fortalece a relação e ter uma equipe que entende do assunto, que fala com segurança e conhece a realidade do campo, faz toda a diferença”, enfatiza.

Produtores e representantes dos núcleos também destacam a eficiência da ferramenta. Para a delegada do núcleo de Nova Mutum, Katia Hoepers, o canal é fundamental. “O Canal do Produtor é importante para tirar várias dúvidas do produtor. Eu já usei para tirar dúvidas sobre o Cadastro Ambiental Rural (CAR), sobre questões que envolvem política agrícola, mas o que eu mais uso é o programa Classificador Legal, que acredito ser o que a maioria dos produtores mais precisa, especialmente durante os carregamentos, na safra da soja e do milho”, afirma.

O produtor do núcleo Vale do Arinos, Orivaldo Nunes Bezerra, também reforça a proximidade criada pela ferramenta. “Eu acho muito importante esse canal. A gente tira dúvida, faz abertura de ordem de serviço, é um canal bem próximo do produtor. Sempre fui muito bem atendido, recebi as respostas que precisava”, conta.

Conforme o delegado coordenador do núcleo de Paranatinga, Jean Benetti, o Canal do Produtor é mais do que um canal de atendimento. “Tenho usado bastante o canal porque, sempre que tenho alguma dúvida, sei que posso entrar em contato. Mesmo que a entidade não possa resolver diretamente, o pessoal é muito solícito e nos orienta. Isso nos dá segurança, recentemente tive um problema recorrente com queimadas vindas de uma área indígena próxima. O canal me encaminhou ao setor responsável e conseguimos, inclusive, contato com o Corpo de Bombeiros para iniciar um plano de prevenção. O canal aproxima o produtor da Aprosoja MT e nos dá respaldo. É um grande apoio que o produtor tem, principalmente em assuntos que a gente não domina completamente”, destaca.

Ao atingir os quatro cantos do estado, pelo número (65) 3027-8100, o Canal do Produtor se firma como uma ferramenta estratégica, resolutiva e indispensável para a atuação da Aprosoja Mato Grosso, tornando-a cada vez mais participativa, transparente e alinhada às necessidades reais do campo. A expectativa da entidade é ampliar ainda mais o alcance e a eficiência do canal nos próximos meses, reforçando o compromisso de estar mais próxima de seus associados.

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Agro Mato Grosso

Aprosoja MT celebra o protagonismo do produtor no desenvolvimento, social do Brasil

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A data reforça a importância do agro no campo para a produção de alimentos, geração de empregos e fortalecimento da economia brasileira

Neste 28 de julho, quando são celebrados o Dia do Produtor Rural e o Dia Nacional do Agricultor, a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) destaca a relevância dos homens e mulheres do campo para o desenvolvimento do país. Eles são responsáveis por exercer papel estratégico na segurança alimentar, na geração de empregos, na movimentação da economia e no fortalecimento das comunidades onde estão inseridos.

Em Mato Grosso, estado líder nacional na produção de soja, milho e outras commodities agrícolas, o trabalho do produtor rural impulsiona o crescimento econômico, promove inovação tecnológica e contribui para consolidar o Brasil como uma das principais potências agropecuárias do mundo.

Para o vice-presidente Leste da Aprosoja MT, Lauri Pedro Jantsch, a data representa um momento de reconhecimento à dedicação de milhares de produtores que, diariamente, enfrentam desafios para garantir alimentos de qualidade à população e manter a competitividade do setor.

“Hoje, o produtor precisa ter muita resiliência e estar preparado para se adaptar a cada momento e a cada dificuldade. A cada ano surgem novos desafios, por isso é fundamental estar sempre se atualizando e buscando informações sobre mercado, clima e tudo o que envolve a atividade. Cada safra traz uma realidade diferente, e o produtor precisa estar preparado para enfrentar esses novos desafios”, destacou.

Lauri destaca ainda que o produtor rural moderno alia tecnologia, sustentabilidade e gestão para produzir cada vez mais em áreas já consolidadas, demonstrando que desenvolvimento econômico e preservação ambiental caminham lado a lado no campo.

“Ao longo da minha trajetória, as mudanças que mais impactaram a forma de produzir estão relacionadas, principalmente, à tecnologia embarcada no maquinário. Hoje, temos máquinas cada vez mais autônomas e eficientes. Isso proporciona um ganho operacional muito grande, facilita o trabalho e contribui diretamente para a rentabilidade do produtor. Outra mudança muito importante foi o desenvolvimento de novas biotecnologias aplicadas às sementes, que permitem alcançar uma produtividade muito maior na mesma área, favorecendo diretamente o produtor rural. Também temos observado um avanço significativo no uso de produtos biológicos, que estão cada vez mais eficientes, aliados ao monitoramento e ao controle de pragas. Então, hoje, essas são algumas das principais mudanças e tecnologias que vêm contribuindo para o desenvolvimento e o fortalecimento do setor”, exemplificou o vice-presidente Leste da Aprosoja Mato Grosso.

O produtor rural do núcleo de Sinop, Evandro Pellenz, vivencia diariamente a rotina de ser produtor rural em Mato Grosso e ressalta que a profissão exige dedicação, resiliência e capacidade de enfrentar desafios que vão desde questões climáticas até gargalos logísticos e oscilações do mercado.

“Ser produtor rural em Mato Grosso, hoje, é ser um verdadeiro guerreiro. Enfrentamos inúmeros desafios diariamente, principalmente relacionados à logística. Hoje, muita coisa evoluiu e parece estar bem estruturada, mas quem viveu o passado sabe o quanto sofremos para produzir e escoar a safra. Por isso, posso dizer que o produtor mato-grossense é, acima de tudo, um guerreiro”, ressaltou Evandro.

Na avaliação do produtor, embora a agricultura brasileira tenha avançado significativamente nas últimas décadas, ainda há obstáculos importantes que impactam o setor, bem como maior reconhecimento da sociedade ao trabalho desenvolvido pelos produtores.

“Acredito que o que mais precisa ser reconhecido e valorizado pela sociedade é o papel do produtor rural na produção de alimentos. Muitas vezes, ainda existe uma visão equivocada de que o produtor apenas degrada o meio ambiente, quando, na realidade, fazemos justamente o contrário. Produzimos alimentos com responsabilidade e preservamos uma parte significativa das nossas propriedades, como determina a legislação. Em Mato Grosso, especialmente nas áreas do bioma Amazônico, essa preservação é ainda mais evidente. Esse compromisso com a produção e com o meio ambiente precisa ser mais conhecido e valorizado pela sociedade”, avaliou Evandro.

Neste Dia do Produtor Rural e Dia Nacional do Agricultor, a Aprosoja MT reforça seu reconhecimento aos produtores que, com trabalho, inovação e compromisso, contribuem diariamente para o desenvolvimento de Mato Grosso e do Brasil.

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Agro Mato Grosso

Legado que atravessa gerações: a história da família Giacomolli no campo

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Entre desafios, trabalho e paixão pela agricultura, pais, filhos e netos mantêm viva uma história construída há mais de cinco décadas em Mato Grosso

Toda propriedade rural guarda uma história. Algumas começam com um pedaço de terra, outras com uma oportunidade. A história da família Giacomolli começou com uma decisão que exigiu a coragem de deixar o Sul do país para recomeçar a vida em uma região onde quase tudo ainda estava por ser construído.

Mais de 50 anos depois, essa escolha continua produzindo frutos. O que antes era apenas o sonho de uma família transformou-se em um legado que hoje une três gerações em torno da paixão por produzir alimentos e dar continuidade a uma história construída com trabalho, resiliência e amor pelo campo.

Foi em 1972 que o pai de Valmor Giacomolli decidiu investir em terras no então norte de Mato Grosso. Na época, a região ainda dava os primeiros passos no desenvolvimento agrícola e oferecia poucas das facilidades encontradas atualmente.   Valmor acompanhou de perto esse processo. Ainda jovem, veio para o estado junto com a mudança da família e participou dos primeiros trabalhos na propriedade. Alguns anos depois, retornou ao Sul para se casar, mas não demorou a voltar definitivamente para Mato Grosso, onde decidiu construir sua própria trajetória.

“Meu pai veio para cá em 1972 e eu acompanhei toda essa mudança. Comecei a trabalhar nas terras com eles e, depois que casei, em 1977, voltei de vez. Nesse período consegui comprar minha própria área e começamos nossa caminhada. Não foi fácil, foi um grande sacrifício, mas valeu a pena.”

Ao lado dele estava Neusa Giacomolli, que também precisou deixar para trás a vida que conhecia para enfrentar os desafios de uma região que ainda estava sendo desbravada. Ela lembra que a decisão aconteceu ainda durante o namoro e que, apesar das dificuldades, nunca houve arrependimento.

“Foi um susto. A gente estava namorando quando surgiu a oportunidade de vir para Mato Grosso. Como ele gostou da região e nós já tínhamos planos de construir uma vida juntos, resolvemos encarar. Naquela época era muita chuva, estrada de chão, muito barro. Era de assustar, mas mesmo assim nós viemos.”

As lembranças daquele período revelam uma realidade muito diferente da atual. Estradas precárias, longas distâncias, pouca infraestrutura e inúmeras incertezas faziam parte do cotidiano dos primeiros produtores que chegaram à região. Ainda assim, desistir nunca foi uma opção.

Com o passar dos anos, o trabalho realizado pela família permitiu consolidar a propriedade e construir um ambiente em que a agricultura passou a ser muito mais do que uma atividade econômica. Foi nesse ambiente que cresceu César Anderson Giacomolli. Desde a infância, acompanhar os pais na lavoura fazia parte da rotina. Enquanto outras crianças passavam o tempo brincando, ele observava cada etapa do trabalho na fazenda, curioso para entender como tudo funcionava.

“Desde que me conheço por gente estou ligado ao agronegócio. Cresci dentro da fazenda acompanhando meus pais. Sempre admirei muito o trabalho deles e tinha aquele olhar curioso de quem queria aprender. Ver uma colheita acontecendo era algo que me encantava.”

O interesse surgiu cedo. Ainda criança, César já fazia questão de participar das atividades da propriedade e, antes mesmo da adolescência, começou a assumir pequenas responsabilidades no dia a dia da fazenda.

“Com 11 ou 12 anos eu já dirigia trator e ajudava no preparo do solo. Eu acredito que ser agricultor é uma vocação, assim como qualquer outra profissão. Desde pequeno me identifiquei com isso e hoje posso dizer, com muito orgulho, que sou agricultor.”

Mais do que ensinar o trabalho na lavoura, Valmor e Neusa transmitiram ao filho uma maneira de enxergar a atividade rural. Entre os ensinamentos que ficaram marcados, César destaca um valor que considera essencial para quem vive da agricultura: a capacidade de seguir em frente, independentemente das dificuldades.

“O que mais me marcou foi a determinação dos meus pais. Quando uma safra não era boa, eles sempre diziam que a próxima seria melhor. Esse otimismo faz parte da vida do agricultor e é isso que nos mantém firmes.”

Essa visão também influencia a forma como ele enxerga a sucessão familiar. Para César, assumir responsabilidades na propriedade nunca significou ocupar o lugar dos pais, mas continuar uma história que começou muito antes da sua geração.

“Eu estou nessa função de sucessor, mas, para mim, sucessão não significa substituir ninguém. Significa dar continuidade ao que eles construíram. Hoje nós trabalhamos juntos e seguimos construindo essa história como família.”

Valmor observa com satisfação o interesse do neto pela atividade rural e vê na terceira geração a continuidade do legado iniciado ainda na década de 1970. “Eu também nasci e me criei na roça. Hoje vejo meu neto vindo para a fazenda, gostando desse ambiente e aprendendo a trabalhar com as máquinas. Isso dá muito orgulho.”

Mais do que preservar um patrimônio, a família Giacomolli acredita que o maior legado está nos valores transmitidos entre as gerações: responsabilidade, dedicação, respeito à terra e confiança no futuro.

Por isso, César faz questão de deixar uma reflexão para os jovens que também se preparam para assumir o comando das propriedades rurais. “É importante que a nossa geração trabalhe da melhor forma possível para que as próximas também tenham condições de continuar essa história. O legado que recebemos precisa ser fortalecido todos os dias para seguir adiante.”

Cinco décadas depois da mudança que levou a família ao Mato Grosso, a propriedade continua sendo palco da mesma história iniciada por Valmor e Neusa, uma história construída com coragem para recomeçar, disposição para enfrentar os desafios do campo e a certeza de que o verdadeiro legado não está apenas na terra cultivada, mas nas pessoas preparadas para continuar cuidando dela.

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Agro Mato Grosso

Aprosoja MT debate sustentabilidade e inovação no GAFFFF Sorriso 2026

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Vice-presidente Luiz Pedro Bier participou de painel sobre os desafios para conciliar produtividade, competitividade e sustentabilidade no agronegócio

Pesquisa, inovação e sustentabilidade conduziram as discussões do segundo dia do GAFFFF Sorriso 2026, nesta sexta-feira (24.07). Representando a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), o vice-presidente Luiz Pedro Bier participou do painel “Produção e Sustentabilidade: O Novo Equilíbrio”, ao lado de pesquisadores e especialistas que debateram os desafios para aliar competitividade, produtividade e conservação ambiental no agronegócio.

O debate reuniu representantes da pesquisa, da iniciativa privada e do setor produtivo para discutir como a inovação, a transferência de tecnologia e a adoção de práticas sustentáveis têm impulsionado a produção agrícola, fortalecendo a competitividade do agro brasileiro diante das demandas dos mercados e da sociedade.

Além de Luiz Pedro Bier, participaram do painel o pesquisador e chefe-adjunto de Transferência de Tecnologia da Embrapa Agrossilvipastoril, Flávio Jesus Wruck; o diretor executivo e Head de Innovación Sostenible, Gustavo Paredes; e o pesquisador da Embrapa Soja, José de Barros França Neto. A mediação foi conduzida pelo diretor-superintendente do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), Cleiton Gauer.

Durante sua participação, Luiz Pedro Bier destacou que a pesquisa científica tem sido um dos principais pilares para tornar a agricultura cada vez mais eficiente, permitindo o uso racional de recursos e insumos sem comprometer a produtividade. “A primeira prática é a pesquisa científica, que permite a aplicação racional dos recursos e insumos dentro da lavoura, sem desperdícios, buscando o máximo de eficiência e produtividade”, afirmou.

O vice-presidente da Aprosoja MT também ressaltou que a agricultura brasileira avançou significativamente com a adoção de tecnologias, especialmente o sistema de plantio direto, que alia ganhos produtivos à preservação ambiental. “A grande revolução da agricultura brasileira foi o plantio direto sobre a palhada. Essa prática protege o solo, reduz a evaporação da água, aumenta a atividade biológica e melhora a disponibilidade de nutrientes, permitindo produzir mais com sustentabilidade”, destacou.

Para Bier, a combinação entre ciência, tecnologia e boas práticas agrícolas é o que tem permitido ao Brasil ampliar a produção de alimentos de forma sustentável, consolidando o país como uma das principais potências agropecuárias do mundo. O painel reforçou que a inovação continuará sendo um dos principais caminhos para garantir segurança alimentar, competitividade e desenvolvimento para o setor.

Giovanna Fermam

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Agro MT