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3 de maio de 2026

Aprosoja MT

Através do Canal do Produtor, Aprosoja MT amplia atendimento e fortalece relação com associados

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Ferramenta se consolida como principal meio de comunicação com os produtores

O Canal do Produtor da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) vem se consolidando, ano após ano, como a principal ponte entre a entidade e seus mais de nove mil produtores associados. Somente no primeiro semestre de 2025, o canal registrou mais de nove mil interações, quase o dobro em relação ao mesmo período do ano passado, número que reforça sua importância estratégica na comunicação direta com a base.

Com uma equipe técnica especializada, este canal de comunicação realiza o atendimento direto aos produtores, esclarecendo suas dúvidas e os orientando, garantindo que as informações cheguem de forma clara e acessível. Para isso, o Canal recebe informações, orientações e subsídios das comissões técnicas e demais setores, que os munem com conteúdos técnicos atualizados sobre os temas trabalhados pela entidade. Além de sanar dúvidas, o Canal também é o caminho para abertura de Ordens de Serviço (O.S.) vinculadas aos programas estratégicos da entidade.

Dos contatos realizados no primeiro semestre deste ano, o Canal do Produtor foi acionado para sanar dúvidas e para abertura de O.S. dos programas Classificador Legal, Fertilizante Certo e Semente Forte. Este ano, a entidade também passou a encaminhar convites dos eventos promovidos por ela, como o Circuito Aprosoja e a Rodada Técnica, pesquisas e outros informativos diretamente no WhatsApp dos associados.

Segundo o vice-presidente Leste da Aprosoja Mato Grosso, Diego Dallasta, o canal desempenha um papel essencial na aproximação com os produtores. “Ter um canal direto com a Aprosoja MT faz toda a diferença, principalmente para quem está longe e precisa resolver as coisas do dia a dia da fazenda com agilidade. É uma forma simples e prática de ter a entidade mais próxima do produtor. Mesmo lá na ponta, esse contato mais direto ajuda a criar confiança e o produtor se sente representado. Isso fortalece a relação e ter uma equipe que entende do assunto, que fala com segurança e conhece a realidade do campo, faz toda a diferença”, enfatiza.

Produtores e representantes dos núcleos também destacam a eficiência da ferramenta. Para a delegada do núcleo de Nova Mutum, Katia Hoepers, o canal é fundamental. “O Canal do Produtor é importante para tirar várias dúvidas do produtor. Eu já usei para tirar dúvidas sobre o Cadastro Ambiental Rural (CAR), sobre questões que envolvem política agrícola, mas o que eu mais uso é o programa Classificador Legal, que acredito ser o que a maioria dos produtores mais precisa, especialmente durante os carregamentos, na safra da soja e do milho”, afirma.

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O produtor do núcleo Vale do Arinos, Orivaldo Nunes Bezerra, também reforça a proximidade criada pela ferramenta. “Eu acho muito importante esse canal. A gente tira dúvida, faz abertura de ordem de serviço, é um canal bem próximo do produtor. Sempre fui muito bem atendido, recebi as respostas que precisava”, conta.

Conforme o delegado coordenador do núcleo de Paranatinga, Jean Benetti, o Canal do Produtor é mais do que um canal de atendimento. “Tenho usado bastante o canal porque, sempre que tenho alguma dúvida, sei que posso entrar em contato. Mesmo que a entidade não possa resolver diretamente, o pessoal é muito solícito e nos orienta. Isso nos dá segurança, recentemente tive um problema recorrente com queimadas vindas de uma área indígena próxima. O canal me encaminhou ao setor responsável e conseguimos, inclusive, contato com o Corpo de Bombeiros para iniciar um plano de prevenção. O canal aproxima o produtor da Aprosoja MT e nos dá respaldo. É um grande apoio que o produtor tem, principalmente em assuntos que a gente não domina completamente”, destaca.

Ao atingir os quatro cantos do estado, pelo número (65) 3027-8100, o Canal do Produtor se firma como uma ferramenta estratégica, resolutiva e indispensável para a atuação da Aprosoja Mato Grosso, tornando-a cada vez mais participativa, transparente e alinhada às necessidades reais do campo. A expectativa da entidade é ampliar ainda mais o alcance e a eficiência do canal nos próximos meses, reforçando o compromisso de estar mais próxima de seus associados.

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Agro Mato Grosso

Agro mais que dobra empregos em MT e se consolida como principal motor de trabalho e renda

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Nos últimos anos, o setor apresentou crescimento acelerado na geração de empregos, com destaque para o avanço de mais de 13% em 2022

O agronegócio mato-grossense consolida, ano após ano, sua força como gerador de oportunidades, sustentado por um crescimento consistente no número de trabalhadores ao longo das últimas décadas. Levantamento do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA) aponta que o total de empregos no setor mais que dobrou, saltando de cerca de 173 mil em 2006 para uma estimativa de 449 mil em 2026. O avanço revela não apenas a expansão da produção, mas também a capacidade do agro de absorver mão de obra e acompanhar o desenvolvimento econômico do estado.

Nos últimos anos, esse movimento ganhou ainda mais intensidade. A partir de 2021, o setor passou a registrar um ritmo mais acelerado de geração de empregos, refletindo o aumento da produtividade, a ampliação das áreas cultivadas e o fortalecimento da cadeia produtiva. O cenário reforça o papel estratégico do agro na criação de oportunidades, impactando desde as atividades no campo até os diversos elos que dão suporte à produção, como transporte, armazenagem e serviços.

Nesse contexto, a atuação da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso é fundamental para fortalecer o produtor rural e garantir condições para o crescimento sustentável do setor. A entidade desenvolve ações voltadas à capacitação, assistência técnica, defesa de interesses e promoção de iniciativas que contribuem para a eficiência da produção.

O vice-presidente norte da Aprosoja MT, Diogo Balistieri, explica que o agronegócio exerce um papel central na geração de empregos ao impulsionar não apenas as atividades dentro das propriedades rurais, mas toda uma cadeia produtiva que envolve transporte, armazenagem, indústria e serviços. Segundo ele, esse alcance faz com que o impacto do setor ultrapasse os limites do campo, contribuindo diretamente para a economia dos municípios e para a criação de oportunidades também nas áreas urbanas.

“O agro brasileiro, especialmente o mato-grossense, tem gerado diversos empregos diretos e indiretos em toda a cadeia produtiva, principalmente com a industrialização das matérias-primas produzidas no campo. Onde o agro chega, há aumento de renda e da oferta de emprego. Os índices de desenvolvimento são maiores nas áreas agrícolas, mostrando e comprovando que, onde há agro, há pleno emprego e desenvolvimento”, destaca o vice-presidente norte da Aprosoja MT.

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Além da geração de empregos, o agronegócio também se destaca pelo peso na economia mato-grossense, sendo responsável por mais da metade da atividade econômica do estado. A forte participação do setor evidencia como o desempenho do agro está diretamente ligado ao desenvolvimento regional, impulsionando investimentos, movimentando diferentes segmentos e criando um ambiente favorável à expansão das oportunidades de trabalho.

O 2º Diretor Administrativo da Aprosoja MT, Jorge Diego Giacomelli, ressalta que ao apoiar o produtor e atuar em pautas estratégicas, a Aprosoja MT também estimula o desenvolvimento da cadeia produtiva, refletindo diretamente na ampliação de empregos e na geração de renda em todo o estado.

“A Aprosoja MT tem um papel importantíssimo na manutenção do produtor rural, garantindo que ele se mantenha ativo, fortalecido e unido enquanto classe. E, consequentemente, ao manter essa classe produtora em plena atividade, desenvolvendo seu trabalho e gerando riqueza, contribui-se para um agro mais forte, um estado mais fortalecido e uma economia mais pujante”, complementa Giacomelli.

Diante desse cenário, o agronegócio reafirma seu papel como um dos principais vetores de desenvolvimento de Mato Grosso, não apenas pela força produtiva, mas pela capacidade de gerar oportunidades e sustentar milhares de famílias. No Dia do Trabalho, os dados evidenciam que investir no fortalecimento do setor é também investir na criação de empregos, na dinamização da economia e no futuro do estado, consolidando o agro como peça-chave para um crescimento sólido e contínuo.

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Agro Mato Grosso

História de José Nardes inspira gerações com exemplo de perseverança e fé em MT

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Da simplicidade à potência agrícola, a trajetória de quem ajudou a construir o agro mato-grossense revela coragem, resiliência e o legado de uma vida dedicada à terra

As histórias de pessoas que ajudaram a construir o agro mato-grossense não começa em grandes lavouras que hoje impressionam o mundo, mas nascem na simplicidade, na coragem de recomeçar e na determinação inabalável.

A trajetória do produtor de Primavera do Leste, José Nardes, é exatamente assim. Aos 76 anos, o produtor carrega no olhar a experiência de quem viu o Mato Grosso nascer como uma potência agrícola. Natural de Santo Ângelo, no Rio Grande do Sul, e filho de produtores rurais, ele cresceu no campo, aprendendo desde cedo que a terra exige compromisso.

“Eu comecei a trabalhar na agricultura com o meu pai, que plantava desde os anos 1970. Depois fui para a faculdade, me formei em agronomia, e aprendi desde cedo a responsabilidade do produtor rural, levantar cedo, trabalhar, e cumprir as nossas obrigações, que não eram poucas. Desde pequeno nós já tínhamos compromisso com a lavoura, com a pecuária, com a lida rural”, relembra.

A base construída na infância moldou o profissional que José Nardes se formou, mas também o caráter do homem que enfrentaria muitos desafios anos depois, como recomeçar do zero em um território praticamente inexplorado. Movido pelo desejo de independência, ele deixou sua estabilidade no Sul para migrar para Mato Grosso em 1982.

Ao lado da esposa, Laura Battisti Nardes, o produtor iniciou uma jornada marcada pela coragem que inspira gerações. Formado em agronomia, José Nardes buscava novos ares em sua carreira. “Quando eu cheguei em Mato Grosso não tínhamos semente de arroz fiscalizada, era só semente branca, e eu como tinha muita prática com semente de arroz no Rio Grande do Sul, eu vim auxiliar os produtores de Paranatinga para vender a semente documentada. Vinha uma vez, duas vezes por mês e voltava, assim foi durante dois anos, e acabei mudando para cá em 1982 para Rondonópolis”.

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Estradas de chão, ausência de energia elétrica, falta de comunicação e uma cidade que ainda engatinhava. Primavera do Leste, hoje referência no agro, tinha poucas dezenas de casas. “Era muito difícil, nós não tínhamos um palmo de asfalto, saindo de Cuiabá para cá, até Campo Verde, e depois de Rondonópolis para cá, tudo estrada de chão. E não era só isso, não tínhamos energia, não tínhamos comunicação, Primavera do Leste não tinha telefone, não tinha nada, então era um desafio enorme.”

O início foi duro. Em sua primeira propriedade, viveu sob uma lona preta enquanto abria o cerrado com as próprias mãos. Sem recursos, muitas vezes precisou substituir a falta de dinheiro por trabalho.

“Quando comprei a primeira área de terra, a 50 quilômetros daqui, eu fui morar embaixo de uma lona preta, eu não tenho vergonha do meu passado, com meus funcionários, começando a abrir cerrado, sempre trabalhando na área agronômica, na parte de assistência, mas muito difícil, porque não tinha recursos. Foi uma batalha enorme, nós passamos um período muito ruim, de 1981 até 1998, nós fazíamos só a cultura da soja, colhíamos uns 35, 40 sacos por hectare, e o resto do ano nós ficávamos abrindo cerrado, muitas vezes, sem ter condições de pagar o empregado, nós mesmos trabalhávamos na fazenda”, comenta o produtor.

Mas se houve algo que sustentou essa trajetória, além da determinação, foi a família. Casado há mais de 50 anos, José Nardes reconhece na esposa uma parceria essencial em cada conquista. Foi Laura quem ajudou a manter a estrutura do negócio em momentos mais críticos. “Muitas vezes ela me ajudava financeiramente para pagar os funcionários. Sempre estivemos juntos em tudo.”

Nos primeiros anos, a produção era limitada. A soja rendia pouco, os preços eram baixos e o avanço tecnológico ainda era tímido. Mas o tempo trouxe evolução e com ela, novas oportunidades.

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“Teve momentos que pensamos em desistir, mas a vontade de vencer era maior, então tu pensava um pouco e voltava a enfrentar a realidade. Nós vendemos soja até 1998 a 8 dólares e produzimos 40 sacos por hectare no máximo. Então dava no mínimo para se alimentar e sobreviver, não plantavam milho, porque não existia a variedade de milho apropriada para o cerrado. A partir de 2000 começou a plantar milho, colhendo aí 60 sacos por hectare e hoje a gente colhe 160, 170 sacos por hectare na segunda safra”, afirma.

José Nardes não apenas acompanhou a evolução da agricultura mato-grossense, como também fez parte dela, participando ativamente do fortalecimento do setor, ajudando a construir entidades que hoje são pilares do agro mato-grossense, como a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT).

“Eu mudei para a Primavera em 1997, mas nunca perdi o vínculo com Rondonópolis, a ideia surgiu aí e nós começamos a Aprosoja MT em 2005, entre 5 e 6 pessoas, primeiro fazíamos reuniões pequenas e depois ela foi crescendo, foi aumentando. A Aprosoja MT é a entidade que mais trabalha pelo agro, não tem dúvida disso, é a Aprosoja MT a entidade que mais se dedica em defesa ao agricultor.”

Mais do que números, cargos ou conquistas, o maior legado de José Nardes está nas pessoas, na família que construiu e no legado que transmitiu. Sua sucessão aconteceu de forma natural, sem imposições, apenas pelo exemplo. Hoje, a propriedade dele é administrada pelos filhos e netos. Um ciclo que continua, guiado pelos mesmos princípios que começaram décadas atrás.

“A minha família é um orgulho para mim, eu me sinto realizado, feliz. Eu tive uma sucessão tranquila porque eu nunca forcei meus filhos a trabalhar no agro, deixei eles à vontade, ensinei tudo o que eu sei. Hoje quem administra a minha fazenda é o meu filho e o meu neto e a minha neta trabalha comigo no escritório”, diz ele com orgulho.

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Ao olhar para seu passado, ele não esconde a satisfação por ter superado a infância simples, perseverado mesmo em meio às dificuldades e, principalmente, por nunca ter desistido. Hoje, com a serenidade de quem construiu uma história sólida, ele deixa uma mensagem que resume não apenas sua trajetória, mas o espírito de tantos produtores que ajudaram a transformar o Mato Grosso.

“A mensagem que eu deixo é que dentro do possível, se você gostar um pouco do agro, venha para o agro, venha ajudar, não existe profissão mais nobre que essa, produzir alimento para as pessoas. Eu sempre falo isso e tenho o maior orgulho de ser produtor rural, eu acho que produzir alimento é uma coisa sagrada, porque ninguém vive sem se alimentar”, finaliza.

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Agro Mato Grosso

Aprosoja MT destaca papel do milho no fortalecimento da economia em MT

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Celebrado nesta sexta-feira, 24 de abril, o Dia Internacional do Milho reforça a importância de um dos grãos mais produzidos e consumidos no mundo. Em Mato Grosso, o cereal tem papel estratégico não apenas na alimentação, mas também no desenvolvimento econômico e na expansão de diversas cadeias produtivas. Nesse cenário, o milho ganhou ainda mais relevância com a consolidação da segunda safra, que atualmente ocupa mais de 7 milhões de hectares no estado e contribui para o aumento da oferta do grão no Brasil.

Para o vice-presidente da Aprosoja Mato Grosso, Luiz Pedro Bier, a relevância da segunda safra de milho vai além da produção, impactando diretamente a economia e o desenvolvimento regional do estado, mesmo diante dos desafios logísticos.

“Mato Grosso possui desafios importantes quando se trata de logística, especialmente por sua localização distante dos portos. Nesse contexto, a segunda safra foi fundamental para viabilizar economicamente as propriedades rurais. Ela gera riqueza e rentabilidade para o Estado, beneficiando toda a sociedade. Parte dessa riqueza retorna em forma de tributos, parte movimenta o consumo dentro das próprias fazendas e, no fim, é distribuída em toda a cadeia econômica. Além disso, a agricultura proporciona excelentes empregos, com boa remuneração, fortalecendo um sistema produtivo que se sustenta nos pilares econômico, ambiental e social”, destacou.

De acordo com o vice-presidente, o milho deixou de ser apenas uma alternativa produtiva e passou a ocupar posição estratégica na economia mato-grossense.

“A segunda safra de milho já é uma prática consolidada em Mato Grosso e tem papel essencial na sustentabilidade econômica das propriedades, ao diluir custos fixos e garantir maior eficiência produtiva. Além disso, contribui para práticas sustentáveis que são características do Brasil, já que produzimos duas safras no mesmo ano, na mesma área, otimizando o uso da terra. Outro ponto importante é o etanol de milho, produzido a partir dessa segunda safra, que representa uma fonte de energia renovável. Esse processo também gera subprodutos ricos em proteína, utilizados na alimentação animal, fortalecendo ainda mais a pecuária e toda a cadeia produtiva do estado”, afirmou Luiz Pedro Bier.

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Para o diretor administrativo da Aprosoja MT, Diego Bertuol, a segunda safra também é determinante para o avanço da cultura no estado e para a liderança nacional na produção.

“A segunda safra é determinante para o crescimento do milho em Mato Grosso. A chamada safrinha é, na prática, a maior safra de milho do Brasil hoje. Mato Grosso liderou essa revolução produtiva. Esse modelo trouxe ganhos claros, como eficiência de uso da terra, porque nós temos duas safras no mesmo ano, uma diluição de custos da soja nesses últimos anos de margem apertada e uma escala produtiva que colocou o Estado no topo nacional. Mas o que é o mais importante dizer, nesses mais de 7 milhões de hectares que o Mato Grosso produz de milho, de segunda safra, isso só foi possível com tecnologia, gestão e muito risco que o produtor assumiu. Não é um modelo simples. Depende do clima, janela de plantio e investimento pesado”, afirma Bertuol.

Além do crescimento da produção, o milho tem ampliado sua participação em outros segmentos, agregando valor dentro do próprio estado. O grão é essencial para a cadeia de proteína animal, além de ganhar destaque na geração de energia, com a expansão das usinas de etanol de milho. De acordo com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), a produção mundial de milho para a safra 2025/26 está estimada em 1,29 bilhão de toneladas, crescimento de 5,31% em relação à safra anterior, o que evidencia a relevância global da cultura e amplia as oportunidades para o setor produtivo.

Para Diego Bertuol, o milho deixou de ser uma cultura complementar e se consolidou como um dos principais motores da economia mato-grossense.

“O milho, ele deixou de ser apenas uma cultura complementar e passou a ser um dos pilares da economia do Mato Grosso. Hoje ele gera valor muito além da porteira. Nós falamos de uma cadeia que movimenta a produção de proteína animal, como aves, suínos e bovinos confinados. Também temos as indústrias de etanol de milho, geração de energia e empregos em toda a logística e processamento. O milho, ele transforma a produção agrícola em desenvolvimento regional e também fixa a renda no estado, industrializa o interior e reduz a dependência da exportação de matéria prima bruta”, complementou o diretor administrativo, Diego Bertuol.

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Presente no dia a dia da população, seja na alimentação, na produção de carnes ou na geração de biocombustíveis, o milho contribui com a segurança alimentar e energética do país. Neste Dia Internacional do Milho, a Aprosoja Mato Grosso reforça a importância de valorizar a cadeia produtiva e reconhecer o papel dos produtores rurais nesse processo. “

O milho está presente no dia a dia de todos, mesmo quando não se percebe. Ele está na carne que consumimos, no leite, nos ovos, no combustível e em diversos produtos industrializados. Ele é mais do que um grão. O milho é segurança alimentar, energia e desenvolvimento. E olhando para frente, ele será mais estratégico, principalmente na transição energética que o Brasil lidera, na produção sustentável e na agregação de valor dentro do Brasil e, principalmente, no nosso estado Mato Grosso. Valorizar o milho é valorizar o produtor rural e entender que a água não é só a produção, é a base da economia e do futuro do país”, finaliza Bertuol.

Com forte presença no campo, a cultura do milho segue impulsionando o desenvolvimento econômico de Mato Grosso, garantindo sustentabilidade e novas oportunidades para o futuro do agronegócio.

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Agro MT