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6 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Apro360 recebe superintendente do Imea para falar sobre bioinsumos, dados e atuação do instituto em campo – MAIS SOJA

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O podcast Apro360 recebeu nesta quinta-feira (24.07), no quadro Causa e Efeito, o superintendente do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), Cleiton Gauer, para um bate-papo com a jornalista da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), Fernanda Trindade. Durante a conversa, o convidado abordou a importância dos dados produzidos pelo instituto, o uso crescente de bioinsumos nas lavouras e destacou a relevância crescente do etanol de milho na economia mato-grossense.

Ao ser questionado sobre as solicitações dos produtores durante o período de colheita, Cleiton enfatizou que o Imea tem como objetivo fornecer dados estatísticos que permitam ao produtor usar essas informações como ferramenta de planejamento estratégico. Além disso, a demanda por informações é constante tanto por parte dos produtores, quanto da sociedade.

“Não só o produtor, como o mercado. Nós temos uma clareza de que o Imea não consegue levar com profundidade todas as informações e as mídias nos ajudam muito quanto a isso, principalmente as mídias voltadas para o agro que esperam os relatórios saírem. Nós temos uma constância, porque o produtor precisa dessa informação, principalmente para ajudar a tomar a decisão dele. E o nosso papel é realmente fornecer o máximo de insumos possíveis para que ele consiga tomar uma decisão melhor embasada”, afirmou.

Outro tema em destaque no bate-papo foi o uso crescente de bioinsumos nas lavouras e o impacto dessa prática sobre o custo e a rentabilidade da produção. O superintendente ainda explicou como o Imea vem monitorando esses dados ao longo do tempo.

“É uma das coisas que nós monitoramos a um bom tempo, inclusive sobre o custo de produção para levantar o painel modal. Nós vamos em uma propriedade, que mais aparece naquela região, e construímos indicadores de insumos utilizados para monitorar esses indicadores de custo ao longo do tempo para ver como se comporta a rentabilidade da atividade. E nesse levantamento começaram a surgir indicadores de bioinsumos, produtores utilizando com mais profundidade. E hoje, o que nós observamos, é que aqueles indicadores estavam no caminho certo. O produtor consegue utilizar essas alternativas para conseguir capturar uma produção maior e ser efetivo”, relatou.

Durante a entrevista, Cleiton também falou sobre o projeto Imea em Campo, desenvolvido em parceria com a Aprosoja Mato Grosso. A iniciativa nasceu a partir da demanda dos próprios produtores por dados mais precisos e representativos sobre produtividade.

“É um projeto que iniciou neste ano em parceria com a Aprosoja MT, que leva o Imea a campo para fazer os indicadores de áreas produtivas com maior profundidade e acompanhamento das lavouras. O Imea em Campo veio para trazer essa profundidade de indicadores e devolver uma informação com qualidade”, destacou.

O quadro Causa e Efeito, da Aprosoja Mato Grosso, é exibido mensalmente no podcast Apro360 e trata de temas de grande relevância para o produtor rural e para a sociedade. Para assistir a este episódio ou conferir outros conteúdos, acesse os canais oficiais da Aprosoja MT no YouTube e no Spotify.

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Sustentabilidade

O que sustentou os preços da soja hoje? Confira as cotações em dia menos movimentado

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Foto: Famasul

O mercado brasileiro de soja registrou alguns negócios nesta quarta-feira (5), envolvendo portos e indústria, mas o ritmo de comercialização permaneceu lento. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, as cotações ficaram praticamente estáveis, com exceção de poucas praças.

Silveira destaca que a Bolsa de Chicago apresentou leves quedas, enquanto o dólar operou com volatilidade. Os prêmios, por sua vez, seguem elevados nos portos, contribuindo para a sustentação dos preços.

“O produtor continua um pouco afastado do mercado, buscando ofertas melhores. Assim, os negócios seguem restritos às necessidades da mão para a boca”, resume o analista.

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Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 138,00 para R$ 139,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 139,00 para R$ 140,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 132,00 para R$ 134,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 127,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 128,00 para R$ 129,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 127,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 144,00 para R$ 145,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 144,00 para R$ 145,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa hoje, na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). A previsão climática segue indicando chuvas para o Meio Oeste dos Estados Unidos nos próximos dias, favorecendo as lavouras. A queda do petróleo completou o cenário de pressão sobre as cotações.

Neste mês de agosto, vital para a consolidação do potencial produtivo da safra americana, o clima não tem sido motivo de preocupação, encaminhando uma produção cheia no segundo maior produtor de soja do mundo.

Após tentar recuperação na parte da manhã, o petróleo registrava perdas pela terceira sessão seguida, adicionando pressão às commodities. A possibilidade de Irã e Estados Unidos chegarem a um acordo sobre o conflito no Oriente Médio está determinando as perdas do petróleo.

Na sessão de hoje, a retração foi contida pelos sinais de demanda pela soja americana, principalmente através de compras por parte dos chineses. O recuo do dólar frente a outras moedas torna a soja dos Estados Unidos mais competitiva.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 3,00 centavos de dólar, ou 0,25%, a US$ 11,74 3/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 11,89 3/4 por bushel, com retração de 3,50 centavos de dólar ou 0,29%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 2,80 ou 0,87% a US$ 315,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 67,17 centavos de dólar, com perda de 0,35 centavo ou 0,51%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,07%, sendo negociado a R$ 5,1299 para venda e a R$ 5,1279 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0989 e a máxima de R$ 5,1344.

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Sustentabilidade

Algodão avança em NY com dólar fraco e alta dos mercados vizinhos – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços mais altos nesta quarta-feira.

As cotações da pluma avançaram no dia sustentadas pelo dólar fraco contra outras moedas. A subida de mercados vizinhos, como o café e o açúcar em NY contribuíram para o suporte, além de fatores técnicos. A piora nas condições das lavouras americanas seguiu como fator positivo para os preços.

Os investidores também se posicionam para o relatório das exportações semanais norte-americanas de algodão, que será divulgado nesta quinta-feira, dia 6, às 9h30 (horário de Brasília), pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Os contratos com entrega em dezembro/2026 fecharam a 83,02 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,56 centavo, ou de 0,7%. Março/2027 fechou a 84,71 centavos, ganho de 0,66 centavo, ou de 0,8%.

Fonte: Agência Safras



 

FONTE

Autor:Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência Safras News

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

ARROZ/CEPEA: Oferta restrita eleva média ao maior patamar em 11 meses – MAIS SOJA

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Em julho, a média mensal do arroz em casca no Rio Grande do Sul atingiu o maior patamar dos últimos 11 meses, refletindo a combinação entre oferta restrita e demanda aquecida.

Segundo o Cepea, a necessidade de aquisição de matéria-prima levou parte das indústrias a reajustar sucessivamente as ofertas de compra, mas a comercialização permaneceu limitada pela baixa disponibilidade do cereal.

De acordo com pesquisadores do Cepea, os produtores permaneceram retraídos, avaliando que os preços ainda não remuneram adequadamente os custos de produção e apostando em novas valorizações durante a entressafra. A procura de indústrias de outros estados também intensificou a concorrência pela matéria-prima e favoreceu a recuperação dos preços.

O Centro de Pesquisas ressalta que o anúncio de futuras aquisições públicas de arroz e milho reforçou a expectativa de valorização entre os produtores, que passaram a postergar ainda mais as vendas. Até o fim de julho, contudo, o edital e as regras para operacionalização das compras ainda não haviam sido divulgados, mantendo o mercado na expectativa.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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