Sustentabilidade
Números para a soja do USDA ficam abaixo e fechamento de mercado detalha dados

O mercado brasileiro de soja registrou pouca oferta ao longo desta segunda-feira (24), em um cenário marcado por cotações mistas e pouca oscilação. Segundo o analista Rafael Silveira, da consultoria Safras & Mercado, a sessão apresentou volatilidade contida na Bolsa de Chicago e pouca movimentação nos portos.
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No spot, os negócios para julho praticamente cessaram, com as melhores indicações já voltadas para embarques a partir de agosto. No interior, o ritmo também foi lento e a indústria apresentou poucas indicações. Por outro lado, a ponta vendedora manteve uma postura firme, com pedidas mais altas, mas com foco no curto prazo voltado principalmente para a comercialização de milho. “O contexto geral foi de um mercado com poucos negócios reportados e cotações mistas, mas com variações limitadas”, conclui.
Preços de soja
- Passo Fundo (RS): manteve em R$ 132,00
- Santa Rosa (RS): manteve em R$ 133,00
- Rio Grande (RS): manteve em R$ 139,00
- Cascavel (PR): caiu de R$ 132,00 para R$ 131,00
- Paranaguá (PR): subiu de R$ 137,00 para R$ 138,00
- Rondonópolis (MT): manteve em R$ 120,00
- Dourados (MS): manteve em R$ 122,00
- Rio Verde (GO): manteve em R$ 122,00
Chicago
Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quinta-feira em alta predominante. O mercado foi sustentado após a notícia de que a China pretende reduzir sua produção de suínos e buscar alternativas ao farelo de soja na formulação da ração animal. Os ganhos do petróleo complementaram o quadro positivo.
Em meio a esse cenário, um comprador chinês firmou nesta semana um contrato para importar 30 mil toneladas de farelo de soja da Argentina, aproveitando os preços mais competitivos na América do Sul, segundo informaram três fontes comerciais à Reuters. Apesar do impulso, o clima favorável nas regiões produtoras dos Estados Unidos limitou um maior avanço na sessão.
As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2024/25, com início em 1º de setembro, ficaram em 160.900 toneladas na semana encerrada em 17 de julho. A Holanda liderou as importações, com 116.800 toneladas.
Temporada 25/26
Para a temporada 2025/26, ficaram em 238.800 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 400 mil e 900 mil toneladas, somando-se as duas temporadas. As informações foram divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
Contratos futuros de soja
Os contratos da soja em grão com entrega em agosto fecharam com baixa de 1,50 centavo, ou 0,14%, a US$ 10,04 1/2 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 10,24 1/4 por bushel, ganho de 1,50 centavo ou 0,14%.
Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 2,5 ou 0,87%, a US$ 283,10 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 56,35 centavos de dólar, com avanço de 0,48 centavo ou 0,85%.
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,05%, sendo negociado a R$ 5,5199 para venda e a R$ 5,5179 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5121 e a máxima de R$ 5,5391.0000
Sustentabilidade
O que sustentou os preços da soja hoje? Confira as cotações em dia menos movimentado

O mercado brasileiro de soja registrou alguns negócios nesta quarta-feira (5), envolvendo portos e indústria, mas o ritmo de comercialização permaneceu lento. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, as cotações ficaram praticamente estáveis, com exceção de poucas praças.
Silveira destaca que a Bolsa de Chicago apresentou leves quedas, enquanto o dólar operou com volatilidade. Os prêmios, por sua vez, seguem elevados nos portos, contribuindo para a sustentação dos preços.
“O produtor continua um pouco afastado do mercado, buscando ofertas melhores. Assim, os negócios seguem restritos às necessidades da mão para a boca”, resume o analista.
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Preços de soja no Brasil
- Passo Fundo (RS): subiu de R$ 138,00 para R$ 139,00
- Santa Rosa (RS): subiu de R$ 139,00 para R$ 140,00
- Cascavel (PR): subiu de R$ 132,00 para R$ 134,00
- Rondonópolis (MT): manteve em R$ 127,00
- Dourados (MS): subiu de R$ 128,00 para R$ 129,00
- Rio Verde (GO): manteve em R$ 127,00
- Paranaguá (PR): subiu de R$ 144,00 para R$ 145,00
- Rio Grande (RS): subiu de R$ 144,00 para R$ 145,00
Soja em Chicago
Os contratos futuros da soja fecharam em baixa hoje, na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). A previsão climática segue indicando chuvas para o Meio Oeste dos Estados Unidos nos próximos dias, favorecendo as lavouras. A queda do petróleo completou o cenário de pressão sobre as cotações.
Neste mês de agosto, vital para a consolidação do potencial produtivo da safra americana, o clima não tem sido motivo de preocupação, encaminhando uma produção cheia no segundo maior produtor de soja do mundo.
Após tentar recuperação na parte da manhã, o petróleo registrava perdas pela terceira sessão seguida, adicionando pressão às commodities. A possibilidade de Irã e Estados Unidos chegarem a um acordo sobre o conflito no Oriente Médio está determinando as perdas do petróleo.
Na sessão de hoje, a retração foi contida pelos sinais de demanda pela soja americana, principalmente através de compras por parte dos chineses. O recuo do dólar frente a outras moedas torna a soja dos Estados Unidos mais competitiva.
Contratos futuros de soja
Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 3,00 centavos de dólar, ou 0,25%, a US$ 11,74 3/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 11,89 3/4 por bushel, com retração de 3,50 centavos de dólar ou 0,29%.
Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 2,80 ou 0,87% a US$ 315,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 67,17 centavos de dólar, com perda de 0,35 centavo ou 0,51%.
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,07%, sendo negociado a R$ 5,1299 para venda e a R$ 5,1279 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0989 e a máxima de R$ 5,1344.
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Sustentabilidade
Algodão avança em NY com dólar fraco e alta dos mercados vizinhos – MAIS SOJA

A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços mais altos nesta quarta-feira.
As cotações da pluma avançaram no dia sustentadas pelo dólar fraco contra outras moedas. A subida de mercados vizinhos, como o café e o açúcar em NY contribuíram para o suporte, além de fatores técnicos. A piora nas condições das lavouras americanas seguiu como fator positivo para os preços.
Os investidores também se posicionam para o relatório das exportações semanais norte-americanas de algodão, que será divulgado nesta quinta-feira, dia 6, às 9h30 (horário de Brasília), pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
Os contratos com entrega em dezembro/2026 fecharam a 83,02 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,56 centavo, ou de 0,7%. Março/2027 fechou a 84,71 centavos, ganho de 0,66 centavo, ou de 0,8%.
Fonte: Agência Safras
Autor:Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência Safras News
Site: Agência Safras
Sustentabilidade
ARROZ/CEPEA: Oferta restrita eleva média ao maior patamar em 11 meses – MAIS SOJA

Em julho, a média mensal do arroz em casca no Rio Grande do Sul atingiu o maior patamar dos últimos 11 meses, refletindo a combinação entre oferta restrita e demanda aquecida.
Segundo o Cepea, a necessidade de aquisição de matéria-prima levou parte das indústrias a reajustar sucessivamente as ofertas de compra, mas a comercialização permaneceu limitada pela baixa disponibilidade do cereal.
De acordo com pesquisadores do Cepea, os produtores permaneceram retraídos, avaliando que os preços ainda não remuneram adequadamente os custos de produção e apostando em novas valorizações durante a entressafra. A procura de indústrias de outros estados também intensificou a concorrência pela matéria-prima e favoreceu a recuperação dos preços.
O Centro de Pesquisas ressalta que o anúncio de futuras aquisições públicas de arroz e milho reforçou a expectativa de valorização entre os produtores, que passaram a postergar ainda mais as vendas. Até o fim de julho, contudo, o edital e as regras para operacionalização das compras ainda não haviam sido divulgados, mantendo o mercado na expectativa.
Fonte: Cepea
Autor:Cepea
Site: Cepea
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