Agro Mato Grosso
Dow apresenta portfólio de tecnologias para formulações agrícolas, com foco em bio-compatibilidade e performance para adjuvantes

Entre os destaques estão a linha de coformulantes POWERBLOX™ BC, voltado ao segmento de biológicos e soluções da linha XIAMETER™, com aplicações em defensivos, fertilizantes e adjuvantes tank-mix
São Paulo, julho de 2025 – A Dow, líder em ciência dos materiais, anuncia a expansão de seu portfólio de soluções para o agronegócio, com foco em tecnologias que elevam a compatibilidade e a performance das formulações agrícolas. Entre os destaques estão a linha de coformulantes POWERBLOX™ BC, desenvolvido especialmente para aplicações com biodefensivos, e os produtos da linha XIAMETER™, voltados ao uso em defensivos (formulações In-can e setor de biológicos), fertilizantes e adjuvantes tank-mix.
Tendências no campo
De acordo com o balanço da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em 2024, o Valor Bruto da Produção (VBP) Agropecuária do Brasil alcançou R$ 1,34 trilhão, ficando praticamente estável em relação a 2023. Os preços mais baixos dos produtos agrícolas mantiveram o VBP de 2024 no mesmo patamar do ano anterior. Nesse cenário, a busca por inovação se torna cada vez mais relevante, como estratégia que gera mais eficiência e produtividade das lavouras – por exemplo, uma publicação da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) sobre a cultura da soja mostra que a produção aumentou 1000% em 50 anos com apenas 400% a mais de área, graças aos avanços científicos.
Vale destacar também que os biodefensivos emergiram como motor de inovação no agro brasileiro. Em 2024, ocorreu um recorde de 106 novos registros de defensivos biológicos aprovados pelo Ministério da Agricultura – 18% a mais que 2023, que teve cerca de 90 registros.
O gerente de Marketing da Dow para o setor agrícola na América Latina, Henrique Alves, destaca que a companhia trabalha em parceria com os formuladores para criar soluções que não apenas atendam às exigências regulatórias, mas também contribuam para o aumento da eficiência agronômica em diferentes condições de aplicação. “Transformamos o campo com soluções inteligentes que melhoram a performance e tornam a indústria mais eficiente com suas formulações”
Soluções que impulsionam o crescimento
Focada no avanço dos defensivos biológicos, a linha de produtos POWERBLOX™ BC é um novo portfólio de coformulantes agrícola que confere uma alta compatibilidade com inúmeras cepas, quando usada na formulação contribui para preservar a estabilidade e a eficácia de bactérias e fungos desde a etapa de formulação até a aplicação no campo.
Com ênfase na versatilidade, o portfólio POWERBLOX™ BC foi testado com uma ampla gama de microrganismos agrícolas, demonstrando elevada compatibilidade tanto com bactérias quanto com fungos. Ensaios conduzidos pela Dow, utilizando o método de luminescência HTR, evidenciaram excelente desempenho frente a cepas como Pseudomonas fluorescens e Azospirillum brasilense, entre outras.
Essa compatibilidade é crucial para assegurar a viabilidade da formulação final e garantir sua atividade até o momento da aplicação. Além disso, por ser composto por uma combinação estratégica de coformulantes, o POWERBLOX™ BC viabiliza formulações mais eficientes, alinhadas às exigências regulatórias e aos avanços da agricultura regenerativa.
Já a linha XIAMETER™ reúne superespalhantes e antiespumantes de silicones que potencializam o desempenho das misturas agrícolas, especialmente em aplicações foliares. Os superespalhantes XIAMETER™ promovem cobertura uniforme das folhas, otimizando a absorção de nutrientes e aumentando a eficácia dos defensivos. Os antiespumantes, por sua vez, asseguram o controle da formação de espuma durante o preparo e a aplicação das caldas, contribuindo para um processo mais seguro e eficiente.
A linha é compatível com diversos tipos de formulações — herbicidas, fungicidas, inseticidas e fertilizantes — e, ao combinar tensoativos especializados, tecnologias de aplicação avançadas e agentes compatíveis com uma ampla gama de ingredientes ativos, as soluções da Dow atendem às crescentes demandas do setor agrícola, promovendo lavouras mais produtivas, bem nutridas e com maior controle operacional.
“A linha XIAMETER™ reforça nosso compromisso em oferecer soluções que apoiam a eficiência no campo. Com superespalhantes e antiespumantes de silicone, ela contribui para uma aplicação mais uniforme e um preparo de calda mais controlado, além de ser compatível com diferentes tipos de formulações.” destaca Felipe Notário, gerente de Marketing para soluções de silicones no setor agrícola.
Dow no V Workshop sobre Adjuvantes em Caldas Fitossanitárias
As soluções POWERBLOX™ BC e XIAMETER™ serão apresentadas no V Workshop sobre Adjuvantes em Caldas Fitossanitárias, que acontece entre os dias 31 de julho e 1º de agosto, em Ribeirão Preto (SP). Promovido pelo Nedta da Unesp Jaboticabal, o evento é referência no setor e deve reunir mais de 500 profissionais, entre pesquisadores, técnicos, estudantes e representantes da indústria. Com essa participação, a Dow reafirma seu papel como fornecedora de soluções estratégicas para a indústria agrícola, focando na colaboração com formuladores de agroquímicos e agricultores.
Sobre a Dow

A Dow (NYSE: DOW) é uma das principais empresas de ciência dos materiais do mundo, atendendo a clientes em mercados de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura, mobilidade e soluções de consumo. Nossa atuação global, integração e escala de ativos, bem como nosso foco em inovação, liderança em diferentes mercados e compromisso com a sustentabilidade, nos permitem alcançar crescimento rentável e contribuir para a construção de um futuro mais sustentável. Operamos em unidades fabris em 30 países e empregamos aproximadamente 36 mil pessoas. Em 2024, a companhia entregou aproximadamente US$ 43 bilhões em vendas. Referências à “Dow” e/ou à “Companhia” se referem à Dow Inc. e às suas subsidiárias. Saiba mais sobre a Dow e nossa ambição de sermos a empresa de ciênciados materiais mais inovadora, centradano cliente, inclusiva e sustentável do mundo acessando www.dow.com.
Agro Mato Grosso
Lucas do Rio Verde é a campeã entre as médias no Centro-Oeste I MT

A cidade se tornou um dos casos mais bem-sucedidos de desenvolvimento econômico do país
O projeto de transformar produção agrícola em riqueza industrial deu certo em Lucas do Rio Verde. Em pouco mais de quatro décadas, a cidade mato-grossense se tornou um dos casos mais bem-sucedidos de desenvolvimento econômico do país. Não por acaso, conquistou o primeiro lugar entre as cidades de médio porte da Região Centro-Oeste no ranking de VEJA NEGÓCIOS.
A classificação leva em conta indicadores como emprego, renda, educação, saúde e gestão pública e confirma que planejamento de longo prazo, continuidade administrativa e vocação produtiva podem se traduzir em qualidade de vida e prosperidade. Desde a emancipação, em 1988, a população do município saltou de pouco mais de 5 000 habitantes para mais de 80 000.
O PIB per capita já supera os 100 000 reais anuais, cerca do dobro da média brasileira. Em ruas largas, arborizadas e planejadas, o desenvolvimento não ocorreu por acaso.
Desde os anos 2000, lideranças do agronegócio e sucessivas administrações municipais passaram a seguir um plano voltado à atração de investimentos e à industrialização da produção agrícola do entorno da cidade. O resultado foi um modelo de crescimento raro no Brasil.
Nas últimas duas décadas, Lucas do Rio Verde atraiu alguns dos maiores grupos do agronegócio nacional. A FS, uma das principais produtoras de etanol de milho do país, comprou neste ano toda a safra próximo de 1 milhão de toneladas do grão.
A beneficiadora de soja Amaggi e a processadora de proteína animal BRF mantêm no município, há mais de uma década, algumas de suas principais unidades industriais.
A localização estratégica às margens da BR-163, corredor logístico que liga o Centro-Oeste aos portos das regiões Norte e Sul, e a perspectiva de se tornar um importante entroncamento ferroviário de cargas nos próximos anos reforçam o potencial de expansão da economia local.
“O desenvolvimento de Lucas superou todas as melhores expectativas”, afirma o catarinense Osvaldo Martinello, que chegou à cidade há 37 anos e fundou a rede varejista que leva o sobrenome da família. A primeira loja, de apenas 150 metros quadrados, deu origem a um grupo com 113 pontos de venda distribuídos por 75 municípios mato-grossenses. “Chegamos com uma malinha nas costas e hoje somos uma empresa com 3 500 colaboradores. Essa trajetória só foi possível graças ao dinamismo econômico de Lucas do Rio Verde”, diz Martinello.
A força da agroindústria impulsionou também um amplo ecossistema de serviços.
“Ao longo do tempo, construímos um ciclo de crescimento acelerado, mas com equilíbrio social”, afirma o prefeito Miguel Vaz. O avanço da atividade econômica se refletiu no dinâmico mercado de trabalho local.
“Vivemos em pleno emprego desde o período pós-pandemia”, afirma o secretário municipal de Planejamento, Danilo Messias. Em 2025, considerando os municípios enquadrados na mesma faixa populacional dos critérios do Fundo de Participação dos Municípios, Lucas do Rio Verde liderou a geração de empregos no país. A boa gestão das contas públicas completa a equação. A arrecadação anual, próximo de 800 milhões de reais, supera despesas e investimentos, que giram em torno de 700 milhões.
Mais da metade do orçamento é destinada à saúde e à educação. O próximo desafio já está definido: ampliar a qualificação da mão de obra em inovação e tecnologia para atender às demandas de uma agroindústria cada vez mais sofisticada e preservar o ciclo de prosperidade que transformou Lucas do Rio Verde em uma referência nacional de desenvolvimento.
Agro Mato Grosso
TCE mantém suspenso pregão de R$ 1,4 milhão de Prefeitura para compra de mobiliário escolar

O Plenário do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) manteve a suspensão do pregão eletrônico de quase R$ 1,4 milhão lançado pela Prefeitura de Sapezal para a aquisição de mobiliário escolar. A tutela provisória de urgência, concedida em julgamento singular do conselheiro Alisson Alencar, foi homologada durante sessão ordinária desta terça-feira (28).
A medida cautelar foi solicitada em representação de natureza externa, na qual o requerente apontou possíveis restrições à competitividade do certame. Conforme a denúncia, o edital exigia uma marca específica para os conjuntos escolares, autorizava a solicitação de amostras e laudos de todos os participantes em qualquer fase da licitação e impunha a comprovação de regularidade fiscal perante o município por todos os licitantes, inclusive aqueles sediados em outras cidades.
Na análise preliminar do processo, o conselheiro verificou que a prefeitura justificou a exigência da marca com o argumento de manter a padronização estética do mobiliário e do ambiente escolar, que já conta com móveis do fabricante indicado no edital. Para o relator, contudo, a justificativa é insuficiente e carece de fundamentação técnica.
“Em uma análise preliminar, as normas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) podem garantir a harmonia visual necessária, sem necessidade de especificação de marca”, sustentou.
Em relação à exigência de regularidade fiscal perante o município, Alisson Alencar entendeu que a cláusula afronta o disposto no artigo 68 da Lei nº 14.133/2021, ao impor requisito incompatível com a legislação para empresas sediadas em outros municípios.
O conselheiro também apontou irregularidade na previsão que autoriza a administração a exigir amostras e laudos de todos os proponentes, por considerar que a medida contraria a sistemática prevista no artigo 41 da Lei de Licitações e impõe ônus desnecessário aos participantes do certame.
Ao votar pela manutenção da tutela provisória, o relator ressaltou ainda que a continuidade da licitação poderia resultar na adjudicação de um procedimento conduzido com regras potencialmente ilegais, causando prejuízos ao interesse público e ao erário.
Agro Mato Grosso
Com temperatura acima de 39°C, MT tem cinco cidades entre as mais quentes do Brasil

Levantamento do Inmet mostra que municípios mato-grossenses registraram temperaturas entre 37,7°C e 39,1°C nesta quinta-feira (30).
🥵 Cinco cidades de Mato Grosso ficaram entre as mais quentes do Brasil nesta quinta-feira (30), segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O maior destaque foi Nova Xavantina, que registrou 39,1°C e teve a temperatura mais alta do país no dia.
Além de Nova Xavantina, também aparecem na lista das 20 mais quentes: Santo Antônio do Leverger, com 38°C, Cuiabá, com 37,8°C, e Espigão do Leste e Rondonópolis, ambas com 37,7°C.
As altas temperaturas reforçam o cenário de calor intenso que atinge Mato Grosso neste período de estiagem, com baixa umidade relativa do ar e maior risco de queimadas em diversas regiões do estado.
Confira as temperaturas registradas nas cidades de Mato Grosso que ficaram entre as mais quentes do Brasil nesta quinta-feira (30):
- 1º Nova Xavantina – 39,1°C
- 13° Santo Antônio do Leverger – 38°C
- 14° Cuiabá – 37,8°C
- 15° Espigão do Leste – 37,7°C
- 17° Rondonópolis – 37,7°C
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