Connect with us

Sustentabilidade

LongPing High-Tech avança presença no Sul do País durante safra de verão 24/25, aponta Kynetec – MAIS SOJA

Published

on


A LongPing High-Tech, gigante de sementes de milho e sorgo, foi a empresa que mais cresceu em participação de mercado na safra de milho verão 2024/25, com um avanço de 1,3 ponto percentual em relação ao ciclo anterior. Os dados são do mais recente relatório FarmTrak Estudo Milho Verão 24/25, da Kynetec, consultoria especializada em pesquisa de mercado para o agronegócio. Na pesquisa, foram 2.004 agricultores entrevistados por profissionais, em mais de 700 municípios, cobrindo as principais regiões produtoras do país.

A empresa, que já é uma das principais em vários estados na safrinha brasileira, agora aparece entre as que mais ganharam espaço na Safra Verão. Este é o segundo ano consecutivo de expansão na região Sul, que representa 53% do mercado de milho verão do Brasil, mesmo com a queda de 8,9% na área plantada de milho. Apesar dessa redução, o país tem hoje uma área plantada de milho de 3,6 milhões de hectares, sendo que 32% são destinados à silagem.

No Rio Grande do Sul, a LongPing High-Tech foi a que mais cresceu em market share com um salto de 6,8 pontos percentuais, tornando-se a terceira no Estado. Esse avanço foi impulsionado pelas marcas Forseed, que cresceu 5,5 pontos, e Morgan, com um aumento de 1,3 ponto. Os híbridos que mais contribuíram para este resultado foram FS400, FS395, FS533 e MG616. Já no Paraná, o destaque foi a presença das marcas LongPing High-Tech no mercado de silagem: a Morgan passou a ocupar a terceira posição e a Forseed, a quarta.

“Crescer pelo segundo ano consecutivo e ainda ganhar participação de mercado em um ciclo de retração de área é um feito que demonstra a força do nosso portfólio e a confiança que o produtor rural deposita em nossa genética. O resultado no Sul do país, especialmente a liderança em crescimento no Rio Grande do Sul, reflete nosso propósito de oferecer híbridos de alta performance, adaptados às necessidades da região, que atendam às necessidades do agricultor. Estamos entregando valor real para o agro brasileiro mesmo em um mercado competitivo e desafiador”, afirma Aldenir Sgarbossa, presidente da LongPing High-Tech.

Safra de verão ganha reforço com portifólio da marca

As três marcas da LongPing High-Tech têm em seus portfólios híbridos que se desenvolvem muito bem na safra de verão. Da Forseed, o destaque fica para o FS566, lançamento da marca para a safra de Verão. Trata-se de um híbrido precoce, com alta concentração de amido no grão, excelente tolerância às principais doenças foliares, ótima sanidade e excelente desempenho em condições de estresse hídrico.

Já o FS395 segue como uma opção consolidada, com alto potencial produtivo, superprecocidade e boa tolerância ao estresse hídrico e ao Complexo de Molicutes e Viroses (CMV), garantindo segurança e qualidade na colheita.

Entre os destaques da Morgan para a safra de verão está o MG357, lançamento da marca, um híbrido superprecoce, indicado para áreas de alto investimento e que combina produtividade e eficiência. Já o MG535 se destaca pela versatilidade, sendo uma excelente opção tanto para grão quanto para silagem, com ótima qualidade de colmo e sanidade foliar. Entre os híbridos precoces, o MG616 chama atenção pela alta produtividade e excelente qualidade de grãos.

Já a marca TEVO, quem apresenta destaque para a região é o T1503. O híbrido de potencial produtivo com estabilidade, excelente composição bromatológica nutricional, alta tolerância ao CMV aliado a sanidade foliar.

Sobre a LongPing High-Tech

A LongPing High-Tech é uma empresa do Grupo CITIC e está entre as três maiores em participação do mercado brasileiro da Safrinha. Seu portfólio, resultado de investimentos constantes em pesquisa e tecnologia, inclui híbridos que oferecem estabilidade e alto potencial produtivo atendendo com agilidade as necessidades do agricultor. Hoje, suas marcas Morgan, Forseed e TEVO são reconhecidas pelo mercado pela excelência em produtos, tecnologia e suporte técnico.

Fonte: Assessoria de Imprensa LongPing High-Tech



 

Continue Reading

Sustentabilidade

Setor da soja lidera pedidos de recuperação judicial

Published

on


Foto: Pixabay

O Brasil encerrou 2025 com recorde no número de recuperações judiciais. Ao todo, cerca de 5.600 empresas terminaram o ano nesse regime, uma alta de quase 25% na comparação anual. Entre 6% e 7% dos casos registrados estão ligados ao agro, incluindo produtores rurais e empresas da cadeia produtiva.

Segundo a advogada Lívia Paiva, o avanço é reflexo da combinação de juros elevados, que dificultam ou até inviabilizam a renegociação de dívidas, e da maior restrição na oferta de crédito.

  • Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

“Segmentos que antes sustentavam o crescimento do setor agora enfrentam um ambiente mais adverso. O cultivo de soja é o exemplo mais expressivo, liderando o número de pedidos de recuperação judicial no campo”, afirma.

Os produtores de soja vivem uma conjuntura desafiadora. Os preços das commodities recuaram, enquanto os custos de produção permanecem elevados, especialmente pela dependência de insumos dolarizados. Com margens comprimidas e crédito mais caro, a capacidade de honrar compromissos financeiros fica severamente comprometida.

O aumento das disputas contratuais e do endividamento operacional também tem impulsionado a busca por soluções extrajudiciais, na tentativa de evitar processos longos e preservar relações comerciais.

Uma dessas alternativas é a arbitragem. “Trata-se de um método privado de resolução de conflitos em que as partes, de comum acordo, escolhem um ou mais especialistas, os árbitros, para decidir sobre a disputa”, explica a advogada. Segundo ela, a decisão arbitral tem a mesma força de uma sentença judicial, mas o procedimento tende a ser mais rápido, flexível e confidencial, características que vêm atraindo empresas do agronegócio em meio ao ambiente de maior insegurança financeira.

O post Setor da soja lidera pedidos de recuperação judicial apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading

Sustentabilidade

Negociações travadas para o milho em boa parte do país, com foco do mercado na soja – MAIS SOJA

Published

on


O mercado brasileiro de milho teve uma semana com ritmo de negócios travado em vários estados. Em algumas regiões as cotações do cereal subiram com uma disponibilidade de produto mais restrita, com produtores retraídos na fixação de ofertas e com a necessidade de aquisições por parte dos compradores, como observado em São Paulo e Paraná.

No Centro-Oeste e Sudeste as colheitas estão atrasadas devido às chuvas ocorridas ao longo das últimas semanas. Como destaca Safras & Mercado, em alguns pontos, como em São Paulo, consumidores estão buscando lotes para avanço de estoques, estudando pedidas mais altas dos produtores.

Muitos agentes do mercado estão focados na soja, tanto na colheita como escoamento, e o milho está ficando de lado. Isso oferece sustentação às cotações do milho. A evolução do clima, o atraso da colheita da soja, o plantio da safrinha e o encarecimento dos fretes são pontos de especulação no momento.

O dólar comercial na semana, entre as quintas-feiras 05 e 12 de fevereiro, caiu de R$ 5,253 para R$ 5,1933, acumulando baixa de 1,1% no período. O dólar fraco deixa mais lento o movimento de exportação no porto.

No balanço desta semana, entre as quintas-feiras 05 e 12 de fevereiro, o milho na base de venda em Cascavel, Paraná, subiu de R$ 62,00 a saca para R$ 63,00, alta de 1,6%. Em Campinas/CIF, o milho avançou de R$ 68,00 para R$ 71,50 a saca na base de venda neste intervalo, elevação de 5,1%. Na região Mogiana paulista, o cereal passou de R$ 65,00 para R$ 66,00 a saca, avanço de 1,5%.

Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação ficou estável na base de venda na semana em R$ 55,00 a saca. Já em Erechim, Rio Grande do Sul, o preço caiu de R$ 65,00 para R$ 64,00 a saca (-1,5%).

Em Uberlândia, Minas Gerais, o preço na venda na semana desceu de R$ 63,00 para R$ 62,00 a saca (-1,6%). E em Rio Verde, Goiás, o preço na venda ficou estável no comparativo semanal em R$ 60,00.

No Porto de Paranaguá/Paraná, preço estável na base de venda na semana em R$ 69,00. No Porto de Santos/São Paulo, cotação inalterada no comparativo semanal em R$ 70,00.

Fonte/Autor: Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência Safras News

Continue Reading

Sustentabilidade

Ceema: Trigo sobe em Chicago e atinge maior valor desde novembro – MAIS SOJA

Published

on


Comentários referentes ao período entre 19/12/2025 e 12/02/2026

Em Chicago, as cotações do trigo subiram no período dos últimos dois meses. O primeiro mês cotado saiu de US$ 5,07/bushel no dia 18/12 para US$ 5,36 no início da segunda semana de janeiro. Posteriormente, a mesma voltou a recuar, voltando aos US$ 5,07 no dia 21/01. Desta data em diante a mesma subiu para níveis de US$ 5,30 a US$ 5,40, sendo que o fechamento desta quinta-feira (12/02) avançou mais, ficando em US$ 5,52/bushel, o valor mais alto desde o dia 05 de novembro passado.

O relatório do USDA, deste dia 10/02, pouco trouxe de novidades para o ano 2025/26. O mesmo apontou uma safra mundial de 841,8 milhões de toneladas e estoques finais globais em 277,5 milhões, neste caso com recuo de cerca de 700.000 toneladas sobre janeiro. A produção e os estoques finais estadunidenses permaneceram em 54 e 25,3 milhões de toneladas respectivamente. A produção brasileira seria de 8 milhões de toneladas e a da Argentina um recorde de 27,8 milhões. Enquanto os argentinos exportariam 18 milhões de toneladas, o Brasil importará 7,3 milhões.

Dito isso, no Brasil os preços se mantiveram relativamente estáveis nestes dois meses. No Rio Grande do Sul as principais praças permaneceram em R$ 55,00/saco, enquanto no Paraná elas recuaram um pouco, ficando agora entre R$ 61,00 e R$ 65,00/saco. Isso tudo para o produto de qualidade superior.

A forte desvalorização do Real deixa o trigo importado mais barato, segurando os preços internos. Pelo lado das exportações, segundo a Secex, o Brasil exportou, em janeiro/26, um total de 370.600 toneladas, com trigo praticamente todo gaúcho. Em 12 meses, os embarques somam 2,1 milhões de toneladas, contra 2,45 milhões entre fevereiro/24 e janeiro/25. Por sua vez, o país importou, em janeiro, um total de 504.200 toneladas de trigo. Em 12 meses (fev/25-jan/26) o total importado chegou a 6,68 milhões de toneladas, contra 6,75 milhões importadas no ano anterior.

Já a produção final brasileira de trigo teria ficado em 7,87 milhões de toneladas em 2025, sendo, deste total, 3,58 milhões de toneladas no Rio Grande do Sul e 2,77 milhões no Paraná.

Enfim, de forma geral, as negociações estão lentas, diante da pouca demanda interna. No Rio Grande do Sul, as negociações seguem travadas, com os vendedores pedindo em torno de R$ 1.100,00/tonelada no interior, enquanto os compradores buscam negócios para entregas em março, com pagamento em abril, entre R$ 1.050,00 e R$ 1.070,00/tonelada. A concorrência do trigo paraguaio e uruguaio é forte, com o paraguaio mostrando-se mais competitivo no noroeste gaúcho (com diferença próxima de R$ 120,00/tonelada em relação ao produto argentino). Por outro lado, em Santa Catarina, o trigo oriundo do Rio Grande do Sul chega aos moinhos do Leste do estado com valores entre R$ 1.230,00 e R$ 1.250,00/tonelada CIF, abaixo das ofertas locais, que variam de R$ 1.250,00 a R$ 1.300,00/tonelada FOB.

E no Paraná, os moinhos estão abastecidos até fins de fevereiro e demonstram interesse apenas em entregas para março, com pagamento em abril. Os preços ficam entre R$ 1.200,00 e R$ 1.280,00/tonelada CIF, dependendo da região. O trigo gaúcho e o paraguaio continuam sendo opções competitivas (cf. TF Agronômica).

Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹

1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).



 

FONTE

Autor:Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹

Site: Ceema/Unijuí

Continue Reading
Advertisement

Agro MT