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6 de maio de 2026

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Confira as 10 cidades de MT que mais contrataram com carteira assinada

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82% dos municípios abriram novos postos de trabalho; Cuiabá, Barra do Garças e Sinop lideram no ranking

Dos 142 municípios de Mato Grosso, 116 apresentaram saldo positivo na geração de empregos com carteira assinada no período de janeiro a maio de 2025, conforme os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. O número representa 82% das cidades do Estado.

Cuiabá é a cidade que mais gerou novos empregos no Estado, com a abertura de 4.804 postos de trabalho, seguida por Barra do Garças (2.346), Sinop (2.298), Rondonópolis (2.172), Sorriso (1.686), Lucas do Rio Verde (1.525), Primavera do Leste (1.488), Várzea Grande (1.461), Jaciara (853) e Mirassol D’Oeste (769).

Na capital, a maior parte dos empregos foi gerada por trabalhadores do setor de serviços, vendedores do comércio em lojas e mercados, e pela construção civil. Conforme os dados do Sindicato da Habitação de Mato Grosso (Secovi-MT), o mercado imobiliário em Cuiabá vive um bom momento e cresceu 14,30% no primeiro trimestre deste ano, com faturamento de R$ 1,390 bilhão.

“Em Cuiabá, temos obras públicas importantes, fomentadas pelo governo, como as obras do BRT, o Hospital Central, o Complexo Viário do Leblon, a reforma de escolas e o asfaltamento de bairros. Tudo isso demanda mais trabalhadores. Os dados do Caged, a cada mês, mostram que Mato Grosso está no caminho certo, fomentando não só a construção civil, mas todos os setores da economia. Somos, há anos, um dos estados com os menores índices de desemprego. Estamos no caminho certo”, avaliou o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda.

Já em Barra do Garças, as novas vagas surgiram em atividades educacionais, com a contratação de profissionais de ensino e técnicos de nível médio. Um exemplo disso é uma universidade particular da cidade que iniciou o curso de medicina em 2025, demandando a contratação de mais profissionais.

De janeiro a maio, Mato Grosso gerou um saldo positivo de 32.275 vagas com carteira assinada, sendo o setor de Serviços o carro-chefe, com 13.993 empregos. Em seguida, vêm a Construção Civil (+8.118), a Indústria (+3.881), o Comércio (+3.158) e a Agropecuária (+3.131).

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A maioria das vagas foi ocupada por jovens de 18 a 24 anos com ensino médio completo. Foram 19.273 empregos para homens e 13.048 vagas para mulheres. Desse total, 763 foram ocupados por estrangeiros e 703 por menores aprendizes.

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Absurdo! UFMT investiga suposta “lista de alunas estupráveis” entre estudantes de Direito

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A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) decidiu instaurar um procedimento administrativo disciplinar para investigar mensagens trocadas entre estudantes do curso de Direito. Nelas, aparecem referências a uma alegada “lista de alunas estupráveis” e comentários com clara intenção de assediar ou molestar colegas.

O episódio ganhou repercussão nesta terça-feira (5), depois que o Centro Acadêmico VIII de Abril, representante dos alunos de Direito, divulgou uma nota de repúdio nas redes sociais. A entidade classificou as conversas como extremamente graves, de caráter misógino e violento, totalmente incompatíveis com valores éticos, jurídicos e humanos.

De acordo com o centro acadêmico, as mensagens circulam entre os estudantes e não podem ser minimizadas como simples “brincadeira”. Para os representantes, o conteúdo revela banalização da violência sexual e a objetificação das mulheres.

Os alunos também lembram que o caso se soma a outros relatos de assédio na universidade. Em julho de 2025, a servidora Solange Aparecida Sobrinho, de 52 anos, foi estuprada e assassinada dentro do campus, em um episódio que ainda marca a comunidade acadêmica.

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Na segunda-feira (4), os estudantes realizaram uma assembleia geral para discutir o assunto. O caso foi encaminhado às autoridades competentes para investigação e eventual punição dos responsáveis.

Nota da Universidade

Na nota, a instituição afirma repudiar veementemente qualquer forma de violência, misoginia ou violação de direitos humanos dentro da comunidade acadêmica. A UFMT reforça seu compromisso com um ambiente seguro, ético e respeitoso, especialmente no combate à violência de gênero.

A Faculdade de Direito informou que já tomou as medidas cabíveis, incluindo a instauração do procedimento administrativo para apurar os fatos e responsabilizar os envolvidos, conforme a legislação e as normas internas. A universidade se colocou à disposição das autoridades para colaborar nas investigações.

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Incidente com ácido em Pronto-Socorro de Cuiabá é controlado sem feridos

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Queda de frasco de desinfetante hospitalar na CAF mobilizou Bombeiros; estrutura e atendimentos não foram prejudicados

SITUAÇÃO ESTABILIZADA
Incidente técnico no Pronto-Socorro é controlado sem feridos ou riscos de contaminação

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, informa que, na tarde desta terça-feira (5), foi registrado um incidente técnico na Central de Abastecimento Farmacêutico (CAF), localizada no Hospital e Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá. Os profissionais que estavam no local foram prontamente atendidos.

Não há registro de queimaduras, contaminação ou casos graves de intoxicação. Todos permanecem bem e seguem sob monitoramento. Também não há pacientes contaminados, nem qualquer tipo de comprometimento da estrutura hospitalar.

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O incidente foi provocado pela queda de um frasco contendo ácido peracético, substância utilizada como desinfetante de alto nível em ambientes hospitalares. Imediatamente, a área foi isolada e o Corpo de Bombeiros acionado para a adoção das medidas de segurança necessárias.

Como medida preventiva, foi realizada a contenção do odor com aplicação de cal, mantendo o ambiente controlado e seguro. A área permanece isolada para avaliação técnica. A ocorrência foi devidamente registrada, com a emissão da Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT).

Não houve necessidade de evacuação do prédio, nem de realocação de leitos ou pacientes, e nenhum atendimento foi prejudicado.

Com Assessoria 

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Agro Mato Grosso

Soja sustentável rende R$ 6 milhões em bônus em MT

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Certificação internacional da soja evidencia o cumprimento rigoroso de 108 critérios ambientais, sociais e trabalhistas

Produtores rurais ligados à Associação Clube Amigos da Terra (CAT Sorriso) vão receber aproximadamente R$6 milhões em bônus pela comercialização de créditos de soja sustentável, referentes à safra 2024/2025. Mais do que a bonificação financeira, a certificação internacional da Round Table on Responsible Soy (RTRS) atesta que a produção segue critérios ambientais, sociais e econômicos rigorosos.

Para obter o selo, os produtores precisam cumprir 108 exigências, que incluem respeito à legislação ambiental, preservação de áreas sensíveis, condições adequadas de trabalho, relacionamento com a comunidade, uso responsável de insumos e rastreabilidade total da produção.

Cada tonelada de soja certificada gera um crédito, comercializado globalmente por meio da plataforma da RTRS e adquirido por empresas interessadas em cadeias sustentáveis. Na safra 2024/2025, os associados ao CAT Sorriso produziram 686 mil toneladas de soja responsável, com créditos vendidos para empresas da Holanda e da Argentina.

De acordo com a coordenadora do CAT Sorriso, Cristina Delicato, o diferencial está no acesso a mercados mais exigentes. “Essa bonificação vem diretamente do mercado. O produtor certificado acessa compradores que valorizam a soja responsável e pagam um prêmio adicional pela produção certificada”, explica.

Bônus vira investimento em qualidade de vida no campo

Parte significativa dos recursos obtidos com a certificação é revertida em melhorias nas propriedades rurais, especialmente voltadas ao bem-estar dos trabalhadores. É o caso das Fazendas São José, em Sorriso, e Buriti, em Peixoto de Azevedo.

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A produtora rural Geisa Carvalho Riedi (na foto) afirma que o bônus da última safra já tem destino definido. “Vamos investir em melhorias no alojamento, na cantina, uniformes novos e em aquisições que beneficiem os colaboradores”, disse.

Com certificação desde 2022, a produtora rural avalia positivamente o processo. “A certificação gera confiança, do colaborador ao comprador. Para os funcionários, representa a certeza de um ambiente de trabalho seguro e alinhado à legislação”, destaca. Ela também ressalta ganhos na gestão. “As certificações elevam nosso nível de responsabilidade e refletem em uma organização mais eficiente”, afirma.

Número de fazendas certificadas cresce quase seis vezes em 10 anos

Em uma década, o número de propriedades certificadas pelo selo RTRS vinculadas ao CAT Sorriso saltou de 9 para 53. O crescimento é resultado de um trabalho contínuo de suporte técnico e gestão.

A gestora de Certificação do CAT, Júlia Ferreira, explica que a atuação inclui consultoria, organização documental, apoio na comercialização dos créditos e gestão na plataforma internacional. “Auxiliamos os produtores a comprovarem todas as boas práticas adotadas nas fazendas, além de atender aos demais critérios exigidos”, afirma.

O acompanhamento é permanente. Durante a safra, as equipes mantêm registros detalhados de todas as atividades. “A rotina da fazenda é dinâmica e exige anotação de tudo que é feito, desde o monitoramento de pragas, doenças, ervas daninhas, aplicações, a ficha é bem extensa”, completa.

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Agricultura regenerativa avança entre os associados

As 53 fazendas certificadas adotam práticas de agricultura regenerativa, voltadas à melhoria da saúde do solo, maior retenção de água, redução da erosão e uso eficiente de insumos.

A presidente do CAT Sorriso, Márcia Becker Paiva, destaca o compromisso do grupo. “Nossos associados mostram que é possível produzir em diferentes escalas, desde pequenas, médias ou grandes, com respeito ao meio ambiente e às normas brasileiras”, afirma.

Além disso, os produtores avançam na agricultura de baixo carbono, com a adoção de  práticas como o plantio direto e de sistemas agroflorestais. “Essas práticas contribuem diretamente para a mitigação das mudanças climáticas, pois solos bem manejados sequestram mais carbono e tornam os sistemas produtivos mais resilientes”, ressalta Cristina Delicato.

A expectativa da associação é ampliar o número de produtores engajados. “Queremos crescer cada vez mais, reunindo produtores que compartilham desse mesmo compromisso com a sustentabilidade”, conclui.

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Agro MT