Connect with us
3 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Com Chicago e dólar em queda, preços da soja devem seguir pressionados no Brasil – MAIS SOJA

Published

on


O mercado brasileiro de soja deve seguir com os preços pressionados nesta terça-feira, com os dois principais formadores operando no vermelho. A Bolsa de Mercadorias de Chicago tem perdas moderadas, pressionada pela menor tensão entre os Estados Unidos e o Irã, que derruba o valor do petróleo. Já o dólar abriu com fraqueza frente ao real, mantendo o tom dos últimos dias. Neste contexto, a comercialização deve seguir esvaziada.

Nesta segunda-feira, o mercado brasileiro de soja apresentou preços predominantemente mais baixos. Segundo o consultor de Safras & Mercado, Rafael Silveira, o mercado nacional seguiu lento, com a Bolsa de Chicago tendo perdas e o dólar também sem reação pressionando os valores no país.

Ele comentou que os prêmios ajustaram pouco o mercado físico. Os agentes seguiram distantes nas atividades, com poucas ofertas da indústria e com o produtor segurando a soja, alargando o spread de compra e venda.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos recuou de R$ 131,00 para R$ 130,00 a saca. Em Santa Rosa (RS), a cotação baixou de R$ 132,00 para R$ 131,00 a saca. No Porto de Rio Grande, o preço caiu de R$ 137,00 para R$ 135,00 por saca.

Em Cascavel (PR), a saca baixou de R$ 130,00 para R$ 129,00. No porto de Paranaguá (PR), o preço recuou de R$ 136,00 para R$ 134,00 a saca.

Em Rondonópolis (MT), o valor da saca caiu de R$ 118,00 para R$ 117,00. Em Dourados (MS), o preço avançou de R$ 119,00 para R$ 120,50 por saca. Já em Rio Verde (GO), a saca se manteve em R$ 118,00.

CHICAGO

* A Bolsa de Mercadorias de Chicago opera com baixa de 0,62% para o contrato novembro de 2025, cotado a 10,40 1/4 centavos de dólar por bushel.

* O mercado acompanha a retração do óleo de soja, que cai com o alívio nas preocupações sobre possíveis interrupções no fornecimento de petróleo no Oriente Médio. Este é o terceiro pregão seguido de queda. As boas condições das lavouras nos Estados Unidos reforçam o cenário de pressão sobre as cotações.

CÂMBIO

* O dólar comercial registra baixa de 0,32%, a R$ 5,4863. O Dollar Index registra baixa de 0,40%, a 98,021 pontos.

INDICADORES FINANCEIROS

* As bolsas da Ásia encerraram em alta. Xangai, +1,15%. Tóquio, +1,14%.

* As principais bolsas na Europa operam em alta. Paris, +1,24%. Frankfurt, +1,80%. Londres, +0,39%.

* O petróleo opera em queda. Julho do WTI em NY: US$ 65,62 o barril (-4,21%).

AGENDA

—-Terça-feira (24/06)

– EUA: O presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, presta depoimento, às 11h, no Comitê de Finanças da Câmara sobre política monetária.

– Dados sobre as lavouras do Paraná – Deral, na parte da manhã.

—–Quarta-feira (25/06)

– EUA: A posição dos estoques de petróleo até sexta-feira da semana passada será publicada às 11h30 pelo Departamento de Energia (DoE).

—–Quinta-feira (26/06)

– O BC divulga, às 8h, o Relatório de Política Monetária referente ao 2º trimestre.

– O IBGE divulga, às 9h, o IPCA-15 referente a junho.

– EUA: Os pedidos de seguro-desemprego da semana encerrada no último sábado serão publicados às 9h30 pelo Departamento do Trabalho.

– EUA: A terceira leitura do PIB do primeiro trimestre será publicada às 9h30 pelo Departamento do Comércio.

– Exportações semanais de grãos dos EUA – USDA, 9h30.

– Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura, na parte da tarde.

– Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires, 15hs.

– Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.

– Japão: A taxa de desemprego de maio será publicada às 20h30 pelo departamento de estatísticas.

—–Sexta-feira (27/06)

– Reino Unido: A leitura revisada do PIB do primeiro trimestre será publicada às 3h pelo departamento de estatísticas.

– Eurozona: A leitura revisada da confiança do consumidor de junho será publicada às 6h pela Comissão Europeia.

– A FGV divulga, às 8h, o IGP-M referente a junho.

– O IBGE divulga, às 9h, a Pnad Contínua referente a maio.

– O Ministério do Trabalho divulga os dados de maio do Caged.

– Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA, 16h.

Fonte: Rodrigo Ramos / Safras News



 

Continue Reading

Agro Mato Grosso

Syngenta promove profissionais à gerência de marketing

Published

on

Júlia Loss Ribas e Bruno Provedel Fernandes assumem funções de Marketing Execução no Paraná e em Mato Grosso

A Syngenta realizou mudanças na área de marketing. Júlia Loss Ribas recebeu promoção para o cargo de gerente de Marketing Execução em Londrina, Paraná. Bruno Provedel Fernandes assumiu a mesma função em Primavera do Leste, Mato Grosso.

Júlia ingressou na Syngenta em junho de 2022 como assistente técnica de vendas, por meio da Unicampo, em Cruz Alta, Rio Grande do Sul. Em agosto de 2023, passou a atuar em Field Marketing Agrícola, em Londrina. Permaneceu na posição até agosto de 2026.

Antes da Syngenta, trabalhou como agente geradora de demanda na ICL América do Sul. Também realizou estágio na Cotrijal Cooperativa Agropecuária e Industrial.

Júlia possui formação em Agronomia pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, campus Sertão.

Fernandes atua na Syngenta desde 2016. Iniciou a trajetória como estagiário de Inteligência de Mercado em Londrina. Depois, ocupou posições na área de Acesso ao Mercado, entre elas analista júnior, analista sênior, coordenador e coordenador sênior para o Brasil.

Antes da nova função, trabalhou como coordenador sênior de Acesso ao Mercado Brasil entre fevereiro de 2024 e agosto de 2026. Fernandes possui graduação em Economia pela Universidade Estadual de Londrina e pós-graduação em Negócios e Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing.

Continue Reading

Sustentabilidade

Recuperação judicial não é a doença, mas a defesa do produtor

Published

on


Imagem gerada por IA

O Congresso Nacional retoma suas atividades após o recesso em um momento decisivo para o país. A pauta é extensa, reúne medidas provisórias, vetos presidenciais, questões fiscais e temas ligados ao crescimento da economia.

Mas, para quem vive e trabalha no campo, existe uma urgência que dificilmente pode esperar: a deterioração das condições financeiras de milhares de produtores rurais.

  • Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

A realidade chegou às porteiras

Nos últimos meses, cresceu de forma expressiva o número de pedidos de recuperação judicial no agronegócio. À primeira vista, esse movimento pode transmitir a ideia de desorganização financeira ou de incapacidade de gestão. Na prática, porém, revela um cenário muito mais complexo.

Em grande parte dos casos, a recuperação judicial não significa a intenção de deixar de pagar dívidas. Ela representa a tentativa de preservar a atividade, reorganizar compromissos financeiros, manter empregos e impedir que um patrimônio construído ao longo de décadas seja perdido por causa de uma conjuntura econômica extremamente adversa.

Nenhum produtor entra em recuperação judicial por conveniência. Essa costuma ser a decisão tomada quando praticamente todas as alternativas já foram esgotadas.

A conta deixou de fechar

O produtor rural administra uma atividade em que os principais fatores de risco escapam ao seu controle.

O clima continua imprevisível. Os custos de produção permanecem elevados. O crédito ficou mais caro. As taxas de juros seguem em níveis que comprimem a capacidade de investimento. Em muitos casos, os preços das commodities perderam força justamente quando o custo financeiro aumentou.

O resultado é conhecido: a margem desaparece.

Quando a renda diminui e o custo do dinheiro sobe, sobra pouco espaço para honrar financiamentos, investir na próxima safra e manter a atividade em condições sustentáveis.

O Congresso tem uma oportunidade

Com o retorno dos parlamentares aos trabalhos, seria importante que parte desse esforço estivesse voltada para medidas que fortaleçam a produção, ampliem o acesso ao crédito, aperfeiçoem os mecanismos de renegociação de dívidas e ofereçam maior segurança jurídica ao setor.

O agronegócio não pede privilégios. Pede condições para continuar produzindo, investindo, gerando empregos e sustentando uma parcela significativa da economia brasileira.

A recuperação judicial não pode ser analisada apenas sob o aspecto jurídico. Ela é consequência de um ambiente econômico que se tornou cada vez mais difícil para quem produz.

É preciso tratar a causa, não apenas o efeito

É natural que bancos, cooperativas, fornecedores e demais credores acompanhem com preocupação o aumento das recuperações judiciais. Todos fazem parte da mesma cadeia produtiva e todos sofrem os impactos dessa realidade.

Mas limitar o debate ao crescimento desses processos é olhar apenas para a consequência.

A pergunta que o país precisa responder é outra: por que um número cada vez maior de produtores chegou ao ponto de recorrer à recuperação judicial para continuar trabalhando?

Enquanto essa resposta não orientar as decisões econômicas, continuaremos discutindo os efeitos sem enfrentar as verdadeiras causas.

O Brasil precisa de um ambiente que estimule a produção, reduza o custo do capital, fortaleça a segurança jurídica e permita ao produtor atravessar períodos de adversidade sem comprometer a continuidade do seu negócio.

A recuperação judicial não é a doença do agronegócio brasileiro.

Ela é, cada vez mais, o último instrumento de defesa de quem deseja continuar produzindo, honrar seus compromissos e preservar uma atividade que responde por parcela expressiva da geração de riqueza, das exportações e da segurança alimentar do país.

Se o Congresso Nacional pretende, de fato, contribuir para o crescimento do Brasil, precisa compreender que preservar a capacidade produtiva do campo não interessa apenas ao produtor. É uma decisão estratégica para toda a economia brasileira.

Miguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.

O post Recuperação judicial não é a doença, mas a defesa do produtor apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading

Sustentabilidade

MILHO/CEPEA: Indicador fica estável no fim de julho, mas sobe 3% no mês – MAIS SOJA

Published

on


O Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas/SP) registrou apenas pequenas variações nos últimos dias, mas, no acumulado de julho (até o dia 30), avançou quase 3%.

Segundo o Cepea, de modo geral, compradores seguem retraídos, acompanhando o avanço da colheita da segunda safra, o que deve aumentar a disponibilidade do cereal, enquanto vendedores se atentam aos trabalhos de campo.

Neste cenário, as negociações no spot ou para entregas futuras seguem limitadas, atendendo às necessidades pontuais de compradores, para abastecimento ou de vendedores, para realização de caixa ou liberação dos armazéns, conforme apontamento do Cepea.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT