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10 de julho de 2026

Tecnologia do Agro

Basf aposta na América Latina, mas vê falta de mão de obra como entrave

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O futuro da agricultura está na América Latina e no Brasil. Mas a falta de mão de obra qualificada é um obstáculo para o setor superar seus desafios atuais, como as mudanças climáticas e o acesso ao crédito. A avaliação é de executivos da multinacional Basf, que participaram, nesta terça-feira (24/6), o World Agri-Tech Summit, em São Paulo.
“A digitalização e automação chegam para aliviar esse entrave, mas aí esbarramos na qualificação de pessoas para esse novo modelo agrícola”, diz Marcelo Batistela, vice-presidente de Agricultura da empresa no Brasil.

Ainda assim, América Latina é uma das mais importantes para a operação global da empresa. A multinacional mantém mais de 30 estações experimentais de pesquisa na região, metade no Brasil. E, apenas para o mercado brasileiro, a previsão é de lançar 25 produtos até 2035, incluindo nove moléculas inéditas.

“Para podermos trazer inovação para a América Latina, as tecnologias precisam estar adaptadas às necessidades dos produtores daqui”, disse Ademar De Geroni Júnior, vice-presidente de marketing estratégico da Basf na América Latina.

Investimentos e rentabilidade

 

Sergi Vizoso-Sansano, vice-presidente sênior de soluções para agricultura da Basf na América Latina: "“Queremos liderar a parte de defensivos agrícolas e desenvolver mais a nossa posição em sementes” — Foto: Basf

Sergi Vizoso-Sansano, vice-presidente sênior de soluções para agricultura da Basf na América Latina: ““Queremos liderar a parte de defensivos agrícolas e desenvolver mais a nossa posição em sementes” — Foto: Basf

De Geroni informou que o investimento da Basf em inovação deve totalizar 1 bilhão de euros em 2025. O valor é maior que o de 2024, e representa de 9% a 10% do faturamento global da multinacional. A divisão de R&D (pesquisa e desenvolvimento) divide o orçamento em três áreas: sementes e traits, proteção de cultivos e digital.

Sergi Vizoso-Sansano, vice-presidente sênior de soluções para agricultura na América Latina da Basf, disse que a empresa quer aumentar em 23% a rentabilidade em 2025. A estratégia se baseia em inovação, clientes e sociedade, afirmou o executivo.

“Queremos liderar a parte de defensivos agrícolas e desenvolver mais a nossa posição em sementes”, afirmou.

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Agro Mato Grosso

Fendt celebra a produção de 50.000 unidades do trator 900 Vario com edição especial limitada

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A edição especial em comemoração às 50 mil unidades produzidas, apresenta a pintura no estilo da Fendt Design Line de 2005 e, assim como naquela época, inclui o pacote cromado.

A história da transmissão Vario e da série Fendt 900 estão interligadas. Em 1996, a Fendt, inovadora fabricante alemã de maquinário agrícola de alta tecnologia, apresentou a transmissão continuamente variável Vario no Fendt Favorit 926 Vario, lançando as bases para o sucesso tanto da série quanto da transmissão Vario.
Desde então, a série tem servido repetidamente como plataforma para a introdução de novas tecnologias, como o terminal Vario, o sistema de controle de pressão dos pneus VarioGrip e o ABS projetado especificamente para tratores. No teste DLG PowerMix, o Fendt 900 Vario alcançou as melhores pontuações em diversas ocasiões, impulsionando o crescimento da marca Fendt em diversos países. Seu design compacto e alto desempenho impressionaram produtores em todo o mundo. O design da série foi premiado em 2005, entre outros, com o Red Dot Design Award.

Para comemorar o aniversário, a Fendt está lançando uma edição especial limitada que homenageia a história da série. O modelo apresenta a pintura no estilo da Fendt Design Line de 2005 e, assim como naquela época, inclui o pacote cromado. Além disso, está disponível nas cores Preto, Azul Aço, Verde Abeto, Preto Vermelho e Verde Natureza, e apresenta as seguintes especificações: soleira da porta gravada, tapete bordado com logotipo de aniversário, emblema no capô com o logotipo de aniversário, banco SuperComfort em couro Titanium com encosto de cabeça bordado com o logotipo de aniversário. Esta edição especial é limitada a 300 unidades.

O modelo especial de edição limitada estará em exposição em diversas feiras e eventos nos próximos meses. Entre outros locais, a Fendt o apresentará na feira de máquinas agrícolas EIMA, em Bolonha, Itália, de 11 a 14 de novembro.
Sobre a Fendt

Fendt é a marca líder em alta tecnologia no Grupo AGCO para clientes com as mais altas exigências de qualidade de máquinas e serviços. Os tratores e colheitadeiras Fendt operam globalmente em fazendas profissionais, bem como em aplicações não agrícolas. Os clientes se beneficiam da tecnologia inovadora para aumentar o desempenho, a eficiência e a economia. O uso de tecnologias Fendt economizam recursos e ajudam os agricultores e empreiteiros a trabalharem de forma sustentável em todo o mundo. Em suas instalações alemãs em Marktoberdorf, Asbach-Bäumenheim, Hohenmölsen, Feucht, Waldstetten e Wolfenbüttel, a Fendt emprega mais de 6.600 pessoas em pesquisa e desenvolvimento, vendas e marketing, bem como em produção, serviço e administração.

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Sobre a AGCO

A AGCO (NYSE: AGCO) é líder global em máquinas agrícolas e tecnologias de agricultura de precisão. Guiada por uma estratégia que prioriza o agricultor, a AGCO entrega valor por meio de suas marcas líderes e diferenciadas, como Fendt™, Massey Ferguson™, PTx™ e Valtra™. Seus equipamentos de alto desempenho e soluções inteligentes para o campo — incluindo tecnologias de retrofit independentes de marca e ofertas autônomas — capacitam os produtores a aumentar a produtividade, enquanto alimentam o mundo de forma sustentável. Para mais informações, visite www.agcocorp.com.

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Agro Mato Grosso

Fendt oferece crédito em dólar para compra de máquinas

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Linhas de financiamento também estão disponíveis em euro para aquisição de equipamentos agrícolas

Em um cenário de margens apertadas e volatilidade no preço das commodities, a Fendt, fabricante alemã de máquinas e inovações agrícolas de alta tecnologia, destaca suas linhas de crédito em moeda estrangeira (dólar e euro). A iniciativa tem como objetivo oferecer ao produtor rural alternativas atrativas que visam transformar a aquisição de alta tecnologia agrícola em um investimento mais rentável e estratégico.

Para o ciclo 2025/2026, o grande desafio do campo não é apenas produzir mais, mas gerir melhor os custos de capital. Diante do encarecimento das linhas de crédito em real, o crédito em dólar apresenta um custo financeiro mais atrativo e permite o chamado “hedge natural”, em que o produtor que recebe pela sua safra em moeda estrangeira, liquida suas parcelas na mesma base monetária, eliminando o risco de descasamento de caixa.

De acordo com Julio Hercules, gerente comercial da AGCO Finance, banco da fábrica, entre os principais atrativos da linha de crédito em moeda estrangeira estão as taxas de juros mais competitivas e os prazos estendidos, que contribuem para mitigar os impactos das oscilações cambiais ao longo do financiamento.

Quando alinhada ao fluxo de receitas em moeda estrangeira, essa modalidade ajuda a preservar o poder de compra e o equilíbrio do contrato. “Como o produtor vende sua safra com base no preço do dólar, ele possui uma proteção natural contra a variação cambial. Se o dólar sobe, a dívida da máquina encarece, mas a safra dele também passa a valer mais. O risco cambial, portanto, tende a ser neutralizado”, ressalta Hercules.

O executivo destaca ainda a tecnologia de ponta como ativo para o produtor, “pois esse tipo de linha de crédito facilita o acesso a equipamentos como o maquinário da Fendt, cujos ganhos de eficiência operacional compensam o investimento em poucas safras”.

Além disso, o produtor dispensa a espera e a dependência de linhas de crédito estatais. “O recurso é do banco de fábrica, disponível imediatamente, direto na concessionária, sem venda casada ou burocracia bancária tradicional”, finaliza Hercules.

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Agro Mato Grosso

Bayer cria Ruveon LLC para negócio de glifosato nos EUA

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Empresa ficará responsável por preços, produção, logística e estratégia comercial no mercado norte-americano

A Bayer consolidou seu negócio de glifosato nos Estados Unidos na Ruveon LLC. A nova empresa ficará responsável por preços, estratégias de acesso ao mercado, produção e logística de produtos à base da molécula.

A Ruveon tem sede em St. Louis, no Missouri. A empresa permanece como negócio do Grupo Bayer. Segundo a companhia, a consolidação integra o plano Five-Year Framework, criado pela divisão Crop Science para ampliar crescimento, resiliência e rentabilidade.

Foco específico

A Bayer informou que a Ruveon terá foco específico em um mercado baseado em commodities. A empresa reunirá equipes dedicadas de produto e comercial para o negócio de glifosato nos Estados Unidos. A companhia espera abastecer a agricultura norte-americana com produtos de glifosato e manter padrões de qualidade e serviço.

Brian Naber, chefe de Crop Science para América do Norte, Austrália e Nova Zelândia, afirmou que o lançamento da Ruveon marca uma etapa do Five-Year Framework. Segundo ele, a consolidação de recursos e operações permite maior dedicação das equipes às necessidades de clientes, parceiros e outros envolvidos no mercado.

Equipe de trabalho

Alfonso Alba Ordóñez assumirá o cargo de diretor-presidente da Ruveon. O executivo tem mais de 30 anos de experiência em liderança no Grupo Bayer e no setor agrícola global. Ele ocupou cargos na Europa, América do Sul, América do Norte e China.

Steve Knodle atuará como vice-presidente executivo e chefe comercial da Ruveon. Ele tem mais de 28 anos de experiência no setor agrícola. Knodle comandará as equipes de vendas e marketing de glifosato nos Estados Unidos, com atuação nos mercados agrícola, industrial, gramados e ornamentais.

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