Sustentabilidade
Milho volta a fechar em alta em Chicago com piora nas lavouras dos EUA – MAIS SOJA

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com alta nos preços. O mercado foi sustentado por um movimento de recuperação após a forte queda registrada no pregão de ontem (27) e pela piora nas condições das lavouras dos Estados Unidos. Além disso, a fraqueza do dólar frente a outras moedas e os sinais de uma demanda aquecida pelo produto estadunidense complementaram o quadro positivo.
Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), 63% das lavouras de milho estavam em condições boas ou excelentes até 26 de julho, abaixo dos 67% da semana anterior. As áreas classificadas como regulares passaram de 24% para 25%, enquanto as lavouras em condições ruins ou muito ruins avançaram de 9% para 12%.
Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao USDA a venda de 197.272 toneladas de milho para destinos não revelados, com entrega prevista para a safra 2026/27. Pelas regras do órgão, toda operação envolvendo volume igual ou superior a 100 mil toneladas do grão, realizada para o mesmo destino e no mesmo dia, deve ser informada oficialmente.
Os contratos de milho com entrega em setembro fecharam a US$ 4,58 1/2, com avanço de 6,75 centavos, ou 1,49% em relação ao fechamento anterior. A posição dezembro fechou a sessão a US$ 4,80 1/2 por bushel, com alta de 6,50 centavos, ou 1,37% em relação ao fechamento anterior.
Fonte: Agência Safras
Autor:Pedro Carneiro (pedro.carneiro@safras.com.br) / Safras News
Site: Agência Safras
Sustentabilidade
Rabobank projeta pausa na expansão da soja no Brasil e prevê queda na produção na safra 2026/2027 – MAIS SOJA

A safra brasileira de soja 2026/27, com plantio no país a partir de meados de setembro, pode registrar uma queda de cerca de 2% ante o recorde do ciclo anterior, para 178 milhões de toneladas, em meio a difíceis condições de mercado que deverão levar a uma estabilização da área plantada, afirmou o Rabobank nesta quinta-feira. A estimativa inicial do banco holandês considera uma “pausa” no aumento “sustentado” de área plantada, que tem sido visto no país há mais de duas décadas a uma taxa de cerca de 4% ao ano, segundo relatório assinado pela analista sênior de grãos e oleaginosas, Marcela Marini.
Margens de agricultores comprimidas por preços baixos da commodity, condições de crédito mais restritivas, custos de financiamento mais elevados e “crescente incerteza” em torno dos mercados de insumos desmotivam agora a expansão de área no maior produtor e exportador de soja, escreveu Marini.
O recuo esperado na produção considera uma “normalização” da produtividade média, após resultado no anterior acima da tendência, “em vez de queda na área plantada”. Contudo, os riscos de queda maior na produtividade são elevados, “particularmente devido a potenciais impactos do El Niño e aos custos mais elevados de fertilizantes associados a tensões geopolíticas” geradas pela guerra no Irã. “Nesta fase, a estimativa não incorpora potenciais impactos climáticos adversos associados ao El Niño”, disse o Rabobank, lembrando que episódios recentes do fenômeno climático tiveram impactos negativos na produção em regiões importantes, notadamente na safra 2023/24.
O ambiente mais restritivo também está aumentando a disponibilidade de terras agrícolas para venda ou arrendamento, à medida que os produtores buscam liquidez e ajustes em seus balanços, apontou o relatório. “O consequente aumento na oferta de terras deve desacelerar a expansão da área cultivada — particularmente aquela decorrente da conversão de pastagens –, ao mesmo tempo em que redireciona o modelo de crescimento da soja no Brasil para a otimização e a realocação de áreas agrícolas já existentes”, concluiu. A especialista classificou a expectativa de estagnação da área como uma “mudança chave” e um “ponto de inflexão” no foco estratégico de produtores. Mas a mudança não significa uma “contração estrutural” na produção de soja do Brasil, que, com o crescimento contínuo da safra, expandiu sua participação na produção global de 28% em 2010 para 42% em 2026.
“Trata-se, na verdade, de uma moderação no ritmo de expansão, refletindo tanto condições econômicas mais restritivas para os produtores quanto um crescimento mais lento da demanda global”, apontou Marini. Ela lembrou que a terra continua sendo o principal ativo do produtor, “o que limita a probabilidade de uma redução significativa da área”.
“No entanto, espera-se que a expansão futura se torne mais seletiva, cada vez mais condicionada à rentabilidade, ao acesso ao crédito e a considerações sobre gestão de riscos”. Em 2026/27, se confirmada a projeção de safra menor, ela poderia contribuir para um cenário global de oferta e demanda mais equilibrado, fluxos de exportação mais estáveis e um suporte moderado aos níveis de “basis” da soja no mercado interno.
Fonte: Reuters – Por Roberto Samora, disponível em Fecoagro
Autor:Reuters – Por Roberto Samora, disponível em Fecoagro
Site: Fecoagro/SC
Sustentabilidade
ALGODÃO/CEPEA: Maior demanda e alta externa sustentam preços – MAIS SOJA

Diante da maior presença de compradores no spot e das valorizações externas, as cotações do algodão em pluma seguem firmes no mercado brasileiro.
Segundo o Cepea, enquanto demandantes buscam novas aquisições para atender às necessidades imediatas e recompor estoques, vendedores se mantêm firmes nas ofertas, sobretudo para lotes de qualidade superior. Nesse contexto, parte dos compradores demonstra maior flexibilidade nas negociações, favorecendo a recuperação dos preços.
Pesquisadores do Cepea ressaltam que a liquidez permanece limitada pelo desacordo entre agentes, enquanto o ritmo ainda moderado das vendas de manufaturados mantém as indústrias cautelosas quanto às aquisições de pluma.
Fonte: Cepea
Autor:Cepea
Site: Cepea
Agro Mato Grosso
Bayer acelera inovação em sementes de milho e amplia portfólio para 2026

Com nove lançamentos destacados para o ano, companhia reforça oferta regionalizada; resultados no Getap evidenciam desempenho de seus híbridos em diferentes ambientes produtivos
A parceria da Bayer com produtores de diferentes regiões do país se traduziu em resultados de destaque na edição 2026 do Concurso Nacional de Produtividade de Milho, promovido pelo Grupo Tático de Aumento de Produtividade (Getap). Esse desempenho é apoiado por uma estratégia contínua de inovação e renovação do portfólio, que amplia as opções de híbridos desenvolvidos para responder às particularidades de diferentes regiões, ambientes produtivos e sistemas de cultivo.
Em 2026, a Bayer destacou nove lançamentos de híbridos de milho, triplicando o volume registrado em anos anteriores. Atualmente, a Bayer conta com mais de 50 híbridos distribuídos em todo o país pelas marcas Dekalb, Sementes Agroceres e Agroeste.
Os híbridos da companhia conquistaram o pódio completo em centro irrigado, com as três primeiras colocações da região Centro, além da segunda e terceira posições em centro sequeiro. A Bayer também registrou títulos estaduais em Goiás, no verão sequeiro, e em São Paulo, no verão irrigado, além de resultados de destaque nas categorias sul sequeiro e sul irrigado, reafirmando o compromisso da empresa em desenvolver soluções alinhadas às diferentes realidades do campo.
Os principais resultados da Bayer foram registrados em Minas Gerais, conquistando o pódio completo da região, na categoria centro irrigado, com o híbrido superprecoce de alto potencial produtivo AS1955PRO4, da Agroeste. O primeiro lugar da categoria foi conquistado pela Fazenda Nacional AgroFarm, de São Gonçalo do Sapucaí (MG), com produtividade de 289,6 sacas por hectare. Olindo César Corso, de Bambuí (MG), ficou em segundo lugar, com 287,6 sacas por hectare, seguido por Alexandre Avelar, de Três Corações (MG), que alcançou a terceira posição com 280,9 sacas por hectare.
“Os desempenhos alcançados pelos produtores no Getap evidenciam o potencial da combinação entre genética, biotecnologia e manejo adaptado à realidade de cada região. Nosso compromisso é oferecer aos agricultores um portfólio amplo e diversificado, desenvolvido para responder às demandas do campo em diferentes ambientes de produção do País”, afirma Diogo Monteiro, Diretor de estratégia para o negócio de milho.
No segmento de proteção de cultivos, a Bayer marcou presença entre as empresas com soluções mais utilizadas pelos agricultores participantes do Getap. Em herbicidas, a companhia liderou com Roundup® e Soberan®, reforçando sua participação no portfólio dos produtores, e ampliou as alternativas para o manejo de plantas daninhas com o pré-emergente em lançamento Adengo®. Em fungicidas, Nativo® e Fox Xpro®, primeiro produto do mercado registrado para o controle da mancha de Bipolaris, ocuparam o pódio entre os principais fungicidas utilizados pelos participantes do concurso.
Por trás desses desempenhos estão os investimentos contínuos da Bayer em pesquisa e desenvolvimento, melhoramento genético e soluções que conectam tecnologia e recomendações agronômicas. Entre elas está o Bayer VAlora Milho, o maior programa de agricultura digital de milho do mundo, que reúne mais de 1.900 produtores participantes no Brasil e é resultado de mais de 10 anos de pesquisa. A solução contribui para direcionar a escolha de híbridos e estratégias de manejo adequadas às particularidades de cada região.
Verão centro sequeiro
Na categoria centro sequeiro, a Bayer conquistou o primeiro lugar estadual em Goiás e ocupou a segunda e a terceira posições no ranking da categoria. Francisco Godoy Netto, de Catalão (GO), foi o campeão estadual com o híbrido AS1868PRO4 e produtividade de 251,2 sacas por hectare. Paulo Roberto Shwengber, de Leopoldo de Bulhões (GO), ficou com o vice-campeonato estadual, com o AG8701PRO4 e 247,3 sacas por hectare. Eldo Marconi Pereira, de Gameleira de Goiás (GO), completou o pódio estadual com o AG8909PRO4, ao registrar 240,9 sacas por hectare.
Em Minas Gerais, os híbridos da companhia estiveram presentes em cinco das dez primeiras posições do ranking. Diego Vettori, de Campanha (MG), conquistou o segundo lugar com 299,1 sacas por hectare, utilizando o AS1955PRO4. Marcus Veiga, de São João del-Rei (MG), ficou em terceiro, com 282,7 sacas por hectare e o mesmo híbrido.
Também se destacaram Carlos Fábio Nogueira Rivelli, de São João del-Rei (MG), que ficou em quarto lugar no ranking geral da categoria, com o DKB242PRO4 e produtividade de 281,8 sacas por hectare, além da nona posição com o AS1955PRO4, ao registrar 267,1 sacas por hectare. Vander de Sousa Andrade, de Luminárias (MG), sexto colocado no mesmo ranking, com o AS1955PRO4 e 278,8 sacas por hectare. Carlos Fábio Nogueira Rivelli também alcançou a nona posição com o AS1955PRO4, registrando 267,1 sacas por hectare.
“A Bayer conta atualmente com um portfólio de mais de 50 híbridos de milho distribuídos no Brasil pelas marcas Agroeste, Dekalb e Sementes Agroceres. Os produtos reúnem alternativas para diferentes janelas de plantio, ambientes produtivos e sistemas de cultivo. Entre os híbridos de destaque no concurso estão materiais com a biotecnologia VTPRO4®, que oferece ampla proteção contra as principais pragas da cultura do milho, da raiz às folhas”, comenta Monteiro.
Verão sul sequeiro
Na categoria sul sequeiro, híbridos Dekalb estiveram entre os dez melhores resultados nacionais. O Grupo Reinhofer, de Guarapuava (PR), alcançou 343,1 sacas por hectare com o DKB235PRO3 e conquistou a sétima posição. Ralf Karly, de Candói (PR), ficou em nono lugar com o DKB242PRO4 e produtividade de 339,2 sacas por hectare.
Em Santa Catarina, a Agro Mallon, de Canoinhas, garantiu o terceiro lugar estadual com o AS1955PRO4, registrando 330 sacas por hectare.
Verão sul irrigado
No sul irrigado, os principais destaques da Bayer foram os resultados estaduais em São Paulo. Felipe Favoretto Martins Salgadinho, de Itararé, conquistou o título de campeão estadual com o DKB242PRO4, ao atingir 275,3 sacas por hectare. Rodrigo Canela, de Vargem Grande do Sul, alcançou o terceiro lugar estadual com o AG8701PRO4 e produtividade de 234,4 sacas por hectare.
No ranking nacional da categoria, a Bayer registrou seis inscrições entre as 20 primeiras colocações. O melhor resultado foi de Hugo Mariane Filho, de Chapada (RS), que obteve 308,8 sacas por hectare com o DKB242PRO4 e alcançou a sétima posição.
Carlos Eduardo Sperotto, de Santo Augusto (RS), também teve duas inscrições entre os 20 melhores resultados nacionais. Foi o 11º colocado, com 299,5 sacas por hectare e o AS1955PRO4, e o 15º, com 293,1 sacas por hectare e o DKB242PRO4.
Paulo Dilly, de Ibirubá (RS), ficou em 14º lugar com o AS1955PRO4 e produtividade de 294,8 sacas por hectare. Décio Ladir Neuls, de Santa Bárbara do Sul (RS), alcançou a 19ª posição com o AS1955PRO4 e 286,4 sacas por hectare. Maurício De Bortoli, de Cruz Alta (RS), completou os resultados da Bayer entre os 20 primeiros, ao registrar 284,1 sacas por hectare com o DKB242PRO4.
“Do sequeiro ao irrigado, os resultados obtidos no Getap reforçam a importância de o agricultor contar com híbridos adequados a cada ambiente produtivo. É com essa visão que seguimos investindo para apoiar os produtores na busca por produtividade e rentabilidade”, conclui Diogo.
Sobre a Bayer
Guiada por sua missão “saúde para todos, fome para ninguém”, a Bayer é uma empresa global que atua para desenvolver soluções inovadoras que respondam a alguns dos maiores desafios da humanidade nas áreas de saúde e agricultura. Fundada na Alemanha em 1863 e presente em mais de 80 países, está no Brasil há 130 anos, seu segundo maior mercado no mundo, com negócios nos segmentos de Agricultura, Farmacêutico e Saúde do Consumidor. É comprometida com a inovação, a diversidade e a sustentabilidade, investindo continuamente em pesquisa e desenvolvimento para promover avanços que unam produtividade, preservação ambiental e acesso à saúde de qualidade. Mais informações no site.
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