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Gefron e Polícia Federal apreendem 1,5 tonelada de cocaína em operação no Pará

Ação baseada em informações de inteligência também resultou na apreensão de veículos, arma de fogo e prisão de quatro suspeitos
*REPRESSÃO AO TRÁFICO*
*Gefron atua com a Polícia Federal em operação que apreende 1,5 tonelada de cocaína no Pará*
Carga de cocaína e bens apreendidos representam prejuízo estimado de R$ 38,6 milhões à facção criminosa
A atuação integrada do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), da Secretaria de Estado de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp-MT), com a Polícia Federal resultou na apreensão de mais de 1,5 tonelada de cloridrato de cocaína, nesta quinta-feira (23.7), nos municípios de São Félix do Xingu e Tucumã, no Pará.
A apreensão foi possível após o compartilhamento de informações de inteligência entre as duas forças de segurança. Com a confirmação dos dados, as equipes montaram uma ação coordenada que levou à interceptação de um caminhão-baú utilizado para transportar o entorpecente.
Durante a abordagem, os policiais localizaram a droga escondida em um compartimento oculto no teto do veículo, que seguia de São Félix do Xingu para Tucumã. A ação impediu que a carga chegasse ao destino e desarticulou mais uma tentativa de abastecimento do tráfico de drogas.
Além da cocaína, foram apreendidos um caminhão frigorífico, um caminhão boiadeiro, três caminhonetes, uma motocicleta e um revólver.
Os quatro suspeitos, os veículos, a arma de fogo e a droga foram encaminhados à Delegacia da Polícia Federal em Redenção (PA), onde foram adotadas as medidas legais cabíveis.
A apreensão ocorreu durante uma ação integrada entre o Gefron e a Polícia Federal, baseada no compartilhamento de informações de inteligência e na atuação conjunta das equipes no combate ao tráfico de drogas e aos crimes transfronteiriços.
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Com dez dias de antecedência, Mato Grosso ultrapassa R$ 50 bilhões em tributos em 2026

Mato Grosso ultrapassou a marca de R$ 50 bilhões em tributos municipais, estaduais e federais arrecadados desde o início do ano. A mesma marca, alcançada em 13 de novembro do ano passado, foi atingida nesta terça-feira (3), dez dias antes do registrado em 2025. O valor atualizado pode ser acompanhado no telão do Impostômetro, localizado em frente à Fecomércio-MT.
O montante já corresponde a 85,9% de toda a arrecadação registrada em 2025, quando foram recolhidos R$ 58,2 bilhões. Segundo análise da Fecomércio-MT, entidade sindical patronal filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o avanço da arrecadação evidencia a relevância econômica de Mato Grosso e o volume de recursos movimentados no estado.
Para o presidente da Fecomércio-MT, Sebastião Gonçalves (Tião da Zaeli), é fundamental que o aumento das receitas seja acompanhado de uma aplicação eficiente dos recursos públicos.
“Mato Grosso demonstra sua força econômica, e o avanço da arrecadação acompanha essa dinâmica. No entanto, é importante que esses recursos retornem à sociedade em forma de serviços públicos, infraestrutura e melhores condições para o desenvolvimento, beneficiando também empresas e consumidores.”
Entre as principais fontes de arrecadação estão o Imposto de Renda (IR) e as contribuições previdenciárias, na esfera federal; o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), no âmbito estadual; e o Imposto Sobre Serviços (ISS) e o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), nos municípios.
Arrecadação nos municípios
A arrecadação tributária também se destaca nos principais municípios de Mato Grosso. Entre as dez cidades mais populosas do estado, Cuiabá, Rondonópolis e Sinop aparecem entre aquelas com os maiores valores registrados.
Confira a arrecadação tributária nos dez municípios mais populosos de Mato Grosso:
| Município | Valor arrecadado |
| Cuiabá | R$ 1,38 bilhão* |
| Várzea Grande | R$ 148 milhões* |
| Rondonópolis | R$ 280 milhões* |
| Sinop | R$ 209 milhões* |
| Sorriso | R$ 114 milhões* |
| Tangará da Serra | R$ 79 milhões* |
| Lucas do Rio Verde | R$ 111 milhões* |
| Primavera do Leste | R$ 80 milhões* |
| Cáceres | R$ 61 milhões* |
| Barra do Garças | R$ 30 milhões* |
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Para tentar evitar processo disciplinar, vereador Jeferson Siqueira ameniza pressão sobre suplente

Suplente Antônio Lemes de Paula PSD) disse que foi procurado pela assessoria de colega de partido após surgir hipótese de cassação de mandato
O suplente de vereador por Cuiabá, Antônio Lemes de Paula (PSD), disse que foi procurado pela assessoria do vereador Jeferson Siqueira (PSD), para retratação sobre o pedido de saída do cargo.
O pedido de desculpa teria sido forçado pela hipótese de que a Comissão de Ética e Decoro da Câmara dos Vereadores poderá abrir uma ação disciplinar contra Jeferson o que eventualmente chegaria à cassação de seu mandato.
O processo disciplinar será aberto caso haja uma denúncia contra o vereador Jeferson Siqueira, titular do mandato. O suplente Antônio Lemes de Paula seria a pessoa mais indicada para protocolá-la. Mas, segundo ele, essa hipótese está descartada.
“Eu não vou fazer isso, são águas passadas. Eu sou o responsável por acionar Comissão de Ética. [Mas] a gente vai finalizar os 30 dias [de mandato temporário] e vida que segue”, disse.
O suplente chegou a anunciar em carta, há algumas semanas, que renunciaria o restante do mandato temporário de vereador por causa da pressão do vereador Jeferson Siqueira. Mas a presidência da Câmara negou o pedido, por desconfiar da origem da carta.
Antônio Lemes de Paula disse que a pressão sobre ele começou dias antes da eleição para Mesa Diretora da Câmara de Cuiabá, no início de outubro. Na época, ele disse que, por causa da cobrança, declarou apoio a dois candidatos que concorriam no momento a presidente.
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Senadores de MT divergem sobre redução da maior idade penal na PEC da Segurança Pública

Jayme Campos (União Brasil) e Carlos Fávaro (PSD) votaram na proposta vencedora para que a alteração seja votada em separado
O senador Wellington Fagundes (PL) foi o único membro da bancada de Mato Grosso a votar pela permanência da redução da maior idade penal na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, aprovada nessa terça-feira (3) no Senado.
A emenda do senador Rogério Marinho (PL-RN) previa a redução da maior idade penal de 18 para 16 anos, de maneira geral, e para 14 anos para os casos de crimes hediondos, como tráfico de droga, participação em organização criminosa e terrorismo, por exemplo.
A proposta que venceu foi a de que o assunto seja tratado em projetos separados. A votação ficou a apertada com 38 senadores apoiadores de que a emenda fosse retirada da PEC da Segurança Pública, e 36 para que ela permanecesse.
Os outros dois senadores de Mato Grosso – Jayme Campos (Uniao Brasil) e Carlos Fávaro (PSD) – votaram para que a emenda fosse retirada. Agora, os senadores deverão decidir quando o assunto será pautado novamente no Congresso.
A PEC da Segurança Pública foi aprovada por unanimidade em dois turnos na sessão parlamentar de ontem. A PEC estabelece penas mais duras e regimes de prisão mais restritos a chefes de facções e milícias e cria novo pacto federativo entre União, Estados e municípios para o enfrentamento ao crime.
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