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20 de julho de 2026

Agro Mato Grosso

Casal é encontrado morto após se afogar no Rio Arinos em Juara MT

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Os corpos do casal Polyana Sampaio da Silva Scrimim e Alexandre Scrimim da Silva foram encontrados na manhã deste domingo (19), após os dois se afogarem no Rio Arinos, em Juara, a 690 km de Cuiabá.

A Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT) de Juara, campus onde Polyana atuava como professora nos cursos de Administração e Pedagogia, publicou uma nota lamentando o ocorrido.

O Corpo de Bombeiros informou uma equipe foi acionada na sexta-feira (17) para atender uma ocorrência de possível afogamento envolvendo o casal.

Os militares realizaram buscas ainda na sexta e mantiveram as varreduras durante todo o sábado (18), mas as vítimas não foram localizadas. Os trabalhos foram retomados por volta das 5h deste domingo.

Durante a operação, os bombeiros foram informados de que o corpo de uma das vítimas havia sido encontrado por pessoas da regiãoNo trajeto até o local indicado, a equipe localizou o corpo da segunda vítima.

As causas do afogamento não foram informadas. O caso deverá ser investigado pela Polícia Civil.

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Agro Mato Grosso

Mato Grosso bate recorde histórico: Safra de 113 milhões de toneladas consolida liderança agro

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Com o milho assumindo o protagonismo e o estado mantendo a ponta na produção de soja e algodão, Mato Grosso reescreve a história do agro brasileiro.

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Bicho-preguiça é resgatado após ser encontrado deitado no meio de rua em MT

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Um bicho-preguiça foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros no meio de uma avenida do bairro Setor C, em Alta Floresta, a 791 km de Cuiabá, neste sábado (18).

Segundo os bombeiros, ao chegarem ao local, a equipe encontrou o animal deitado no meio da rua. Um vídeo gravado pelos militares mostra o bicho-preguiça sobre a pista.

O animal foi resgatado em segurança e levado para uma área de mata, onde foi solto no habitat natural.

Após resgate, bicho-preguiça foi solto na natureza — Foto: CBMMT

Após resgate, bicho-preguiça foi solto na natureza — Foto: CBMMT

O Corpo de Bombeiros orienta que, ao encontrar um animal silvestre, a população não tente fazer o resgate por conta própriaA recomendação é acionar os bombeiros ou a Polícia Militar para que o atendimento seja feito de forma segura.

🦥 Bicho-preguiça

 

Preguiça pendurada em portão de Alta Floresta (MT) — Foto: CBMMT

Preguiça pendurada em portão de Alta Floresta (MT) — Foto: CBMMT

Conhecido por ser bom nadador, é muito lento nas árvores e no solo, os bichos-preguiça são herbívoros, alimentando-se de folhas principalmente das árvores embaúba, gameleira, figueira, entre outras. Têm hábitos arborícolas, ou seja, vivem na copa das árvores.

Possuem pelos longos, grossos e ondulados, exceto na face, onde são mais curtos e finos. Também são bons no disfarce, se camuflando muito bem entre as folhas.

Outra curiosidade é que possuem cauda é bem curta, com 5 cm, e são capazes de virar a cabeça até 270º.

A espécie não está em extinção e vive por um período entre 15 e 20 anos na natureza, sendo que dormem na maior parte do dia, por cerca de 14 horas. Dentro de zoológicos, ele costuma ter vida mais longa.

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Incêndio atinge aterro sanitário, lavoura de milho e reserva ambiental em MT

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Um incêndio atingiu o aterro sanitário, uma lavoura de milho e parte de uma área de reserva ambiental em Primavera do Leste, a 235 km de Cuiabá, nesse sábado (18).

Segundo o Corpo de Bombeiros, cerca de 80 hectares foram queimados. A suspeita é de que o fogo tenha começado após um curto-circuito na rede elétrica.

Em nota, a Prefeitura de Primavera do Leste informou que o local seguirá sendo monitorado e pede a colaboração da população para evitar queimadas e qualquer prática que possa provocar incêndios.

Para controlar as chamas, foram utilizados cerca de 50 mil litros de água, além de dois caminhões. O combate também contou com o apoio de um avião agrícola, maquinários e funcionários de fazendas vizinhas.

De acordo com os bombeiros, ao chegarem ao local, a equipe foi recebida pelo vigilante responsável pelo aterro. Ele contou que a rede de alta tensão passava entre os galhos de árvores e que, com o vento, os fios se encostaram, provocando faíscas que atingiram a vegetação seca e deram início ao incêndio.

Os militares informaram que verificaram a falta de poda das árvores próximas à rede elétrica. Segundo os bombeiros, a situação oferecia risco aos trabalhadores da região. As chamas também chegaram a uma área de reserva ambiental, mas o incêndio foi controlado antes de avançar.

Como medida de prevenção, as equipes fizeram um aceiro ao redor da mata próxima a um córrego para impedir que o fogo se espalhasse para outras propriedades.

Segundo o Corpo de Bombeiros, cerca de 80 hectares foram queimados. — Foto: Reprodução/CBM

Segundo o Corpo de Bombeiros, cerca de 80 hectares foram queimados. — Foto: Reprodução/CBM

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