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Frente fria e ciclone extratropical mudam o tempo no Brasil; veja as regiões que devem receber chuvas

A formação de um ciclone extratropical na altura do Uruguai influencia o tempo no Sul do Brasil no início desta semana, levando um corredor de umidade que provoca chuva nesta segunda-feira (6). No entanto, a tendência é de que as precipitações percam força rapidamente, dando lugar a um período de tempo mais quente e seco em grande parte do Centro-Norte das principais regiões produtoras de soja.
No Nordeste, as chuvas previstas para o interior do Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte devem ocorrer entre quinta-feira (9) e sexta-feira (10). Apesar da instabilidade, a expectativa é de baixos volumes, sem acumulados expressivos.
Para a próxima semana, a previsão indica o retorno das chuvas à região Sul com o avanço de uma nova frente fria. O sistema também deve favorecer precipitações em áreas do Sudeste e do Centro-Oeste, embora os volumes previstos sejam baixos, com acumulados entre 10 e 15 milímetros.
Além da chuva, o avanço da massa de ar frio manterá as temperaturas mais baixas no Sul do país. O alerta para frio mais intenso permanece concentrado no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no sul do Paraná, onde as temperaturas mínimas podem voltar a ficar abaixo dos 5°C.
O ar frio também alcança São Paulo e Mato Grosso do Sul, reduzindo as temperaturas mínimas para a faixa dos 10°C. Apesar da queda nos termômetros, não há previsão de ocorrência de geadas nessas regiões.
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Max Russi diz que Podemos apoiará Otaviano Pivetta no próximo mandato

Presidente da Assembleia Legislativa afirmou que haverá autonomia política para que sejam analisadas as propostas de lei que serão enviadas pelo governo
O presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Max Russi, disse que seu partido, o Podemos, apoiará o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) no próximo mandato, mas com independência política.
“Não seria nem lógico apoiar o candidato [na campanha] e logo que ele é eleito, não o apoiar mais. Então, nós vamos apoiar o Pivetta, porque a população o escolheu. Vamos apoiar com a independência que a Assembleia tem quer ter, com o presidente desempenhando esse papel”, disse em entrevista à rádio Centro América FM.
Max Russi é o presidente do diretório do Podemos em Mato Grosso. A sigla conseguiu eleger seis candidatos na campanha deste ano e terá a maior bancada na próxima legislatura da Assembleia Legislativa.
Junto com o Republicanos o governador já tem garantido o apoio de 10 deputados estaduais no começo de 2027, pois o seu partido, Republicanos, elegeu quatro candidatos. O número equivale a quase a metade dos 24 deputados. O PL (Partido Liberal), que também elegeu quatro candidatos, pode ter tido como base de Pivetta.
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Mauro Mendes e Odílio Balbinotti são sondados para ministérios de Flávio Bolsonaro

Políticos eleitos na campanha de 2026 seriam opções, em caso de vitória presidencial, para a Agricultura e Minas e Energia a partir do próximo ano
O suplente de senador eleito Odílio Balbinotti (PL) e o senador eleito Mauro Mendes (União Brasil) são especulados para compor ministérios do senador Flávio Bolsonaro (PL), em caso de eventual vitória na campanha presidencial.
As apostas começaram logo após o fim do primeiro turno, mas os políticos dizem que, até o momento, não passam de mera especulação. Odílio estaria sendo sondado para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
Esse ministério já foi ocupado por outros políticos de Mato Grosso, como o ex-governador Blairo Maggi, no governo de Michel Temer, entre 2016 e 2019, e o senador Carlos Fávaro (PSD), que saiu do cargo em março para disputar a eleição. Ele estava no cargo desde 2023.
Mauro Mendes também seria cotado para o cargo no Mapa. Além desse, ele seria visto como opção para o Ministério de Minas e Energia. Em ambos os casos, tanto de ministérios quanto de candidatos, a articulação passa pela avaliação de grandes empresários do agronegócio.
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Obmep reúne mais de 900 mil estudantes e estreia olimpíada para professores

Mudança no entendimento jurídico pode alterar desfechos de processos disciplinares em andamento no TJMT e no CNJ
De forma inédita, professores e estudantes participam neste sábado (17) da Olimpíada de Matemática, que podem render bolsas de estudo e apoio financeiro a projetos pedagógicos. Os exames serão aplicados às 14h30 e são realizados pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa) em todo o país.
São esperados mais de 900 mil estudantes para a segunda fase da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep), que está em sua 21ª edição. Eles foram classificados entre os 18,3 milhões de alunos do 6º ano do ensino fundamental ao 3º ano do ensino médio que participaram da primeira fase, em 9 de junho.
A prova será composta por seis questões discursivas, que deverão ser resolvidas em até três horas.
O resultado será conhecido em 15 de dezembro, e a olimpíada vai distribuir 8.450 medalhas nacionais, sendo 650 de ouro, 1.950 de prata e 5.850 de bronze, além de 51 mil certificados de menção honrosa.
Segundo o Impa, os medalhistas nacionais da Obmep terão acesso ao Programa de Iniciação Científica (PIC Jr.), com aulas avançadas de matemática e bolsa mensal de R$ 300, concedida pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
Além do Impa, a Obmep é realizada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e pelo Ministério da Educação (MEC).
Primeira olimpíada para professores
No caso dos docentes, o Impa aplicará a primeira Olimpíada de Professores da Obmep Mirim. Podem participar profissionais com matrícula ativa que lecionam do 1º ao 5º ano do ensino fundamental em escolas públicas e privadas.
Serão distribuídas 25 medalhas de ouro, 50 de prata, 100 de bronze e 500 menções honrosas. Os premiados participarão de um curso de formação em matemática para professores do ensino fundamental I, oferecido pelo Impa.
No caso dos medalhistas de ouro, haverá ainda atividades presenciais no Rio de Janeiro, com despesas custeadas pelo Impa. Além disso, eles poderão submeter projetos pedagógicos para aplicação em sala de aula, com a possibilidade de receber uma bolsa de R$ 700, por quatro meses, para a implementação.
Segundo o Impa, a iniciativa busca fortalecer a formação em matemática e valorizar o trabalho dos docentes que atuam nos anos iniciais da educação básica.
O instituto conta com apoio acadêmico da Associação Nacional dos Professores de Matemática na Educação Básica (ANPMat).
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