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17 de outubro de 2026

Agro Mato Grosso

Avô, neto, vizinho e servidora: quem são os 4 mortos em acidente na MT-010

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A servidora pública Naila Nord, de 42 anos, o avô Edson Nunes da Silva, de 60, o neto dele, Luiz Eduardo Nunes Ramos, de 18, e o vizinho da família, Djalmir Heis Lima da Silva, de 26 anos, são as quatro vítimas do acidente entre dois carros na MT-010, em Rosário Oeste, a 133 km de Cuiabá, na manhã desta segunda-feira (6).

Segundo o Corpo de Bombeiros, as equipes foram acionadas por volta das 6h30. Naila seguia sozinha para o trabalho quando o carro em que estava foi atingido e, após a batida, ficou completamente destruído pelas chamas. A vítima foi encontrada dentro do veículo (veja vídeo abaixo).

No outro carro estavam Edson, o neto Luiz Eduardo e o vizinho Djalmir. Os três ficaram presos às ferragens e morreram ainda no local.

As causas do acidente serão investigadas.

Confira a identidade das vítimas:

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  • Naila Nord, de 42 anos

A servidora pública Naila Nord, de 42 anos, é uma das quatro vítimas mortas no acidente entre dois carros na MT-010. — Foto: Reprodução

Natural de Florianópolis (SC), a servidora pública Naila Nord, de 42 anos, iniciou a carreira no tribunal na Vara do Trabalho de Nova Mutum, onde trabalhou entre 2012 e 2023.

Ela seguia sozinha para o trabalho, em Cuiabá, quando houve a batida. Atualmente, Naila estava registrada na Coordenadoria de Apoio à Atividade Jurisdicional (Secretaria Judiciária), mas atuava como contadora no Tribunal, na capital, desde 2012.

O Corpo de Bombeiros informou que, após a batida, o carro de Naila foi tomado pelas chamas e ficou destruído. Ela morreu ainda no local.

Em nota, o Tribunal lamentou a morte da servidora e destacou a trajetória profissional, marcada pela dedicação e pela contribuição ao trabalho desenvolvido pela instituição.

“Ao longo de sua trajetória, Naila desempenhou suas atividades com dedicação, compromisso e sensibilidade. […] A servidora deixa marido e três filhos. Neste momento de dor, o TRT de Mato Grosso se solidariza com familiares, amigos e colegas de trabalho”, diz trecho da nota.

 

  • Avô, neto e vizinho

As três vítimas Edson Nunes, Luiz Eduardo Nunese Djalmir Heis estavam juntas no mesmo veículo. — Foto: Reprodução

Edson Nunes da Silva, de 60 anos, e o neto dele, Luiz Eduardo Nunes Ramos, de 18, também morreram no acidente. Eles viajavam no mesmo carro que o vizinho, Djalmir Heis Lima da Silva, de 26 anos.

Os três ficaram presos às ferragens após a batida e morreram ainda no local.

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VIDEO:

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VÍDEO: ariranhas ‘expulsam’ onça-pintada durante encontro em rio no Pantanal de MT

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Um grupo de ariranhas reagiu à tentativa de ataque de uma onça-pintada e fez o felino sair do rio na região de Porto Jofre, em Poconé, no Pantanal mato-grossense. O vídeo foi gravado na quarta-feira (14) pelo guia de turismo e fotógrafo de vida selvagem Mateus Rauber, durante um passeio com turistas estrangeiros (assista abaixo).

Nas imagens, a onça-pintada macho conhecido como Makala se aproxima do grupo. Segundo Rauber, o felino avistou os animais enquanto subia o rio e deu a volta para persegui-los. As ariranhas, que desciam pelo curso d’água, ainda não haviam percebido sua presença.

De acordo com o guia, as ariranhas surpreenderam a onça ao reagir coletivamente. Antes do confronto, ele já havia alertado aos turistas sobre a dificuldade que o animal poderia enfrentar.

“Ele deu a volta e foi atrás delas. Mal sabia ele que as ariranhas são conhecidas como as [outras] onças da água e ele que estava no habitat delas. Foi uma surpresa enorme ver que ele teve a coragem de seguir em frente”, contou.

 

🦦🐾Vida em grupo favorece espécie

A presidente do Projeto Ariranhas, a bióloga Caroline Leuchtenberger, explicou que a vida em grupo é uma estratégia de defesa das ariranhas contra predadores, incluindo a onça-pintada.

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“A onça-pintada é o principal predador natural das ariranhas e pode predar inclusive indivíduos adultos. Uma das grandes vantagens das ariranhas é justamente o fato de viverem em grupo, o que permite que elas se defendam melhor”, disse.

Quando percebem a aproximação de uma onça e têm condições de reagir, as ariranhas podem se organizar para tentar afastar o predador e defender o território. No episódio registrado, a reação do grupo fez a onça Makala sair da água.

O desfecho mostra que a defesa coletiva funcionou naquela situação, embora não garanta o mesmo resultado em todos os encontros.

🦦🛡️ Proteção dos filhotes é coletiva

 

A cooperação entre as ariranhas vai além da defesa contra predadores. Segundo Caroline, integrantes do grupo compartilham tarefas relacionadas ao cuidado com os filhotes, como proteção e alimentação, o que favorece o desenvolvimento dos animais nos primeiros meses de vida.

“Os indivíduos se revezam em diferentes atividades, como cuidar, proteger e alimentar os filhotes. De maneira geral, grupos maiores tendem a ter mais sucesso na criação dos filhotes, justamente porque contam com mais indivíduos para compartilhar essas tarefas”, destacou.

A organização coletiva também ajuda a defender o território e a manter o acesso a recursos importantes para a sobrevivência e a reprodução da família.

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🔊🚨 Vocalizações alertam sobre ameaças

Segundo Caroline, a espécie emite cerca de 15 sons distintos, que variam conforme o contexto e ajudam na comunicação entre os integrantes do grupo.

“Nesse episódio com a onça-pintada, por exemplo, elas emitiram vocalizações de alerta e alarme, que ajudaram a organizar o grupo para enfrentar aquela ameaça”, explicou.

Embora encontros entre onças-pintadas e ariranhas ocorram com certa frequência no Pantanal mato-grossense, para Caroline, esses registros de situações em que o grupo consegue afugentar o felino são raros.

No encontro registrado em Porto Jofre, os sons também contribuíram para organizar a reação coletiva do grupo diante da aproximação da onça-pintada, que deixou a água após avançar contra os animais.

*Sob supervisão de Jardes Johnson.

VEJA;

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VÍDEO: Caminhão se envolve acidente com ônibus de estudantes na BR-163 em MT

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Um acidente envolvendo um caminhão e dois ônibus, um deles com estudantes, deixou o motorista do caminhão ferido na noite desta sexta-feira (16), na BR-163, entre Sorriso e Vera, em Mato Grosso. Ele ficou preso às ferragens, foi resgatado e encaminhado ao Hospital Regional de Sorriso.

Imagens registradas no local mostram os dois ônibus lado a lado e o caminhão com a parte dianteira destruída após a batida com um dos veículos (veja abaixo).

Segundo informações da concessionária Nova Rota do Oeste e do Corpo de Bombeiros, um dos ônibus freou e o veículo que vinha logo atrás desviou para evitar uma batida traseira. Durante a manobra, o ônibus invadiu a pista contrária e bateu contra o caminhão.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o acidente ocorreu cerca de 15 quilômetros após o trevo de Vera, em um trecho de transição entre a pista simples e o início da duplicação da rodovia.

Equipes de resgate da Nova Rota do Oeste e do Corpo de Bombeiros foram acionadas para atender a ocorrência. O motorista do caminhão foi retirado das ferragens e encaminhado pela concessionária ao Hospital Regional de Sorriso.

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Os passageiros dos ônibus não ficaram feridos, mas alguns ficaram assustados com o acidente e tiveram a pressão arterial aferida pelas equipes de atendimento.

Em um dos ônibus, havia 15 pessoas; no outro, 16. Todos estavam ilesos e assinaram o termo de recusa de encaminhamento médico disponibilizado pela concessionária.

VEJA:

 

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Jovem de 24 anos morre durante cirurgia plástica em hospital de Cuiabá

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Uma mulher identificada como Lourdes Maria de Lima Pessoa Padilha, de 24 anos, durante a realização de cirurgias plásticas no Hospital Geral e Maternidade, em Cuiabá, nesta sexta-feira (16). A vítima sofreu uma parada cardiorrespiratória durante os procedimentos e não resistiu, apesar das tentativas de reanimação por cerca de duas horas.

Em nota, o médico Euller Gustavo Preza, responsável pelo procedimento, lamentou a morte e afirmou que a equipe identificou uma intercorrência súbita, interrompeu a cirurgia e iniciou as manobras de reanimação. Segundo o comunicado, a causa da morte deverá ser esclarecida pelos órgãos oficiais competentes.

Entre os procedimentos previstos estavam a colocação de próteses mamárias e a lipoescultura. Até o momento, não há informações confirmadas que permitam atribuir o óbito a um eventual erro médico. Lurdes era mãe de duas crianças.

Além disso, o médico informou que registrou um boletim de ocorrência após relatar ter sido agredido e ameaçado de morte. Segundo a assessoria jurídica, o registro foi feito para preservar a integridade física dele.

Por fim, ele declarou estar à disposição das autoridades e informou que não divulgará detalhes do atendimento em respeito à família e ao sigilo médico.

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A Polícia Civil deve investigar as circunstâncias da morte.

Veja nota na íntegra:

 

O Dr. Euller Gustavo Preza e sua assessoria jurídica lamentam profundamente o falecimento da paciente, ocorrido nesta sexta-feira (16), e se solidarizam com a família e os amigos neste momento de dor.

O procedimento foi realizado em ambiente hospitalar adequado, por profissionais plenamente habilitados, após as avaliações pré-operatórias exigidas. Durante a cirurgia, a equipe identificou uma intercorrência súbita, interrompeu imediatamente o procedimento e manteve as manobras de reanimação por cerca de duas horas, infelizmente sem sucesso.

Tudo indica tratar-se de uma complicação súbita, descrita na literatura médica. A causa, contudo, será esclarecida pelos órgãos oficiais competentes.

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O Dr. Euller tem longa trajetória e vasta experiência neste tipo de procedimento ao longo de mais de 25 anos de trabalho.

Esclarecemos que o médico regularmente inscrito no Conselho Regional de Medicina está legalmente habilitado à prática de atos médicos, inclusive cirúrgicos, nos termos da Lei nº 3.268/1957. E repudiamos veementemente quaisquer tentativas de desqualificar sua habilitação, visto que o Registro de Qualificação de Especialista (RQE) não é requisito para essa prática.

Sobre a notícia que divulga uma possível agressão ao médico, esta assessoria jurídica esclarece que tanto a agressão quanto ameaça de morte foram registradas pelo médico em um Boletim de Ocorrência, no intuito de preservar sua integridade física.

Em respeito à família e ao sigilo médico, não serão divulgadas informações do atendimento. Por isso repudiamos a divulgação indevida de imagens, de dados de prontuário ou de qualquer informação que não corresponda aos fatos.

Seguimos à inteira disposição das autoridades.

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Assessoria Jurídica
Alex Cardoso, OAB-MT 11.393

Uma mulher identificada como Lourdes Maria de Lima Pessoa Padilha, de 24 anos, durante a realização de cirurgias plásticas no Hospital Geral e Maternidade, em Cuiabá, nesta sexta-feira (16). A vítima sofreu uma parada cardiorrespiratória durante os procedimentos e não resistiu, apesar das tentativas de reanimação por cerca de duas horas.

Em nota, o médico Euller Gustavo Preza, responsável pelo procedimento, lamentou a morte e afirmou que a equipe identificou uma intercorrência súbita, interrompeu a cirurgia e iniciou as manobras de reanimação. Segundo o comunicado, a causa da morte deverá ser esclarecida pelos órgãos oficiais competentes.

Entre os procedimentos previstos estavam a colocação de próteses mamárias e a lipoescultura. Até o momento, não há informações confirmadas que permitam atribuir o óbito a um eventual erro médico. Lurdes era mãe de duas crianças.

Além disso, o médico informou que registrou um boletim de ocorrência após relatar ter sido agredido e ameaçado de morte. Segundo a assessoria jurídica, o registro foi feito para preservar a integridade física dele.

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Por fim, ele declarou estar à disposição das autoridades e informou que não divulgará detalhes do atendimento em respeito à família e ao sigilo médico.

A Polícia Civil deve investigar as circunstâncias da morte.

Veja nota na íntegra:

O Dr. Euller Gustavo Preza e sua assessoria jurídica lamentam profundamente o falecimento da paciente, ocorrido nesta sexta-feira (16), e se solidarizam com a família e os amigos neste momento de dor.

O procedimento foi realizado em ambiente hospitalar adequado, por profissionais plenamente habilitados, após as avaliações pré-operatórias exigidas. Durante a cirurgia, a equipe identificou uma intercorrência súbita, interrompeu imediatamente o procedimento e manteve as manobras de reanimação por cerca de duas horas, infelizmente sem sucesso.

Tudo indica tratar-se de uma complicação súbita, descrita na literatura médica. A causa, contudo, será esclarecida pelos órgãos oficiais competentes.

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O Dr. Euller tem longa trajetória e vasta experiência neste tipo de procedimento ao longo de mais de 25 anos de trabalho.

Esclarecemos que o médico regularmente inscrito no Conselho Regional de Medicina está legalmente habilitado à prática de atos médicos, inclusive cirúrgicos, nos termos da Lei nº 3.268/1957. E repudiamos veementemente quaisquer tentativas de desqualificar sua habilitação, visto que o Registro de Qualificação de Especialista (RQE) não é requisito para essa prática.

Sobre a notícia que divulga uma possível agressão ao médico, esta assessoria jurídica esclarece que tanto a agressão quanto ameaça de morte foram registradas pelo médico em um Boletim de Ocorrência, no intuito de preservar sua integridade física.

Em respeito à família e ao sigilo médico, não serão divulgadas informações do atendimento. Por isso repudiamos a divulgação indevida de imagens, de dados de prontuário ou de qualquer informação que não corresponda aos fatos.

Seguimos à inteira disposição das autoridades.

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Assessoria Jurídica
Alex Cardoso, OAB-MT 11.393

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