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28 de junho de 2026

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Economia criativa movimentou R$ 1,36 bilhão em Mato Grosso e teve artesanato como principal atividade

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Levantamento inédito mostra que setor respondeu por R$ 1,36 bilhão em 2021; artesanato liderou a geração de riqueza, seguido por tecnologia da informação e arquitetura

Levantamento inédito do Produto Interno Bruno (PIB) do setor cultural e indústrias criativas de Mato Grosso revela que, em 2021, o segmento foi responsável por movimentar R$ 1,36 bilhão na economia regional, apesar da economia nacional e do Estado terem sentido os efeitos negativos da Covid-19. A atividade artesanal liderou a geração de riqueza, com 30% do total produzido pelo segmento no Estado.

“Um em cada três reais gerados pela economia criativa veio das atividades artesanais”, apontam dados do Itaú Cultural, a partir de parceria com o Observatório da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer. O estudo foi divulgado na quinta-feira (25.6).

Legenda – “Célula Selvagem – Testamento da Terra”, primeiro RPG de mesa 100% cuiabano, um dos projetos patrocinados pela Lei Aldir Blanc – Créditos – Divulgação

Na segunda colocação, figura a Tecnologia da Informação, com 24%.  “Em menos de uma década, o setor de TI, Software e Jogos Digitais deixou de ser um segmento secundário para se tornar um dos principais motores da economia criativa mato-grossense depois das atividades artesanais. Teve 70% de crescimento na participação relativa entre 2012 e 2021 (passa de 14% para 24%)”, aponta o estudo.

A arquitetura contribuiu com 17% do total gerado. “Seu crescimento acompanha a expansão urbana e imobiliária de Mato Grosso, mostrando a conexão entre economia criativa e desenvolvimento regional”.

A área da moda, que ficou com a fatia de 9,7% do montante, de acordo com o levantamento, passou de 11,6% em 2012 para 9,7% em 2021.

Entre 2012 e 2024, o número de empresas criativas em Mato Grosso cresceu 52%, enquanto no Brasil, no mesmo período, foi de 9%. O Estado cresceu 5,8 vezes mais do que a média nacional. O número de empresas culturais e da indústria criativa em Mato Grosso não só cresceu mais que o Brasil, como aumentou sua participação no cenário nacional de 1,2% para 1,7%.

A cada 100 trabalhadores de Mato Grosso, de quatro a cinco atuam na economia da cultura e da indústria criativa. Entre 2012, com 71.192 trabalhadores, e 2025, com 85.548, o crescimento foi de 20,3%. Do total de 1,89 milhão de trabalhadores em Mato Grosso em 2025, 85,6 mil estavam nas empresas culturais e indústrias criativas. A remuneração no segmento também é 18,3% superior à média dos demais setores da economia mato-grossense, passando de R$ 3.758 para R$ 4.447.

Para o secretário de Estado de Cultura, Esporte e Lazer, David Moura, os números demonstram que investir em cultura também significa impulsionar o desenvolvimento econômico e gerar oportunidades.

“A cultura é um ativo estratégico para Mato Grosso. Além de preservar nossa identidade e valorizar os talentos locais, ela movimenta a economia, gera emprego, renda e fortalece diversos setores produtivos. Esses indicadores comprovam que os investimentos realizados pelo Governo do Estado têm produzido resultados concretos e reforçam nosso compromisso de ampliar as políticas públicas voltadas à economia criativa”, destaca.

“Mato Grosso tem sido destaque nacionalmente na gestão para a cultura, resultado de investimento consistente e estratégico. Há muito o que avançar, como a ampliação do investimento e a profissionalização do setor, mas os resultados mostram que estamos no caminho certo”, destaca o secretário-adjunto de Cultura da Secel-MT, Jan Moura.

“Acreditamos que o resultado apresentado por meio do levantamento realizado em parceria com o Observatório Fundação Itaú, é um dos instrumentos de informação mais preciosos realizados em contexto estratégico-institucional e deverá ser um importante mecanismo para tomada de decisões nos próximos anos. É substancial o entendimento de que o governo precisa acompanhar a dinâmica do setor para melhorar o aporte de recursos, assim como a distribuição e o alcance das políticas públicas direcionadas ao fortalecimento da cadeia produtiva da Economia da Cultura e Indústrias Criativas”, frisa a responsável pelo Observatório da Secel-MT, Veruska Almeida.

Na avaliação da superintendente de Desenvolvimento da Economia Criativa da pasta, Keiko Okamura, os dados são importantes para traçar políticas públicas para o setor.

“Os dados revelam uma forte presença dos investimentos do Estado, sobretudo quando demonstram a ampliação de empresas formalizadas nesse setor, que, em grande parte, atribuímos aos investimentos e ao fomento promovidos pela Secel. O incentivo à formalização e, principalmente, à formação e à preparação desses empreendedores para o mercado gera mais confiança ao agente cultural, que encontrou esse suporte. Ao mesmo tempo, os indicadores revelam as potencialidades do Estado e as áreas que necessitam de maior atenção. Com esse estudo, poderemos planejar de forma mais assertiva e ampliar as possibilidades, os investimentos e a rede de parceiros”, avalia.

 

Com Assessoria

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Férias chegando: seu FGTS pode ser aliado ou armadilha?

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Entenda como usar o FGTS nas férias com inteligência, compare a antecipação do Saque-Aniversário com o cartão de crédito e planeje sem se endividar

As férias têm um jeito de chegar ao mesmo tempo que as contas. Para o trabalhador com carteira assinada, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aparece como uma saída tentadora: o dinheiro está lá, acumulado, e parece que só espera para ser usado. O problema é que nem sempre a forma de acessá-lo é a mais vantajosa.

A decisão de antecipar o Saque-Aniversário ou recorrer ao cartão de crédito muda bastante o quanto você vai pagar ao final. Neste artigo você vai entender as diferenças entre essas opções, as novas regras de 2025 para a antecipação do FGTS e como planejar as férias sem transformar o descanso em dívida.

Organizar contas é prioridade: como as férias entram nessa conta?

Para muitos trabalhadores, as férias não representam só descanso. Elas chegam num momento em que a organização financeira ainda está incompleta, e o período de folga vira também uma janela para tentar colocar as contas em ordem.

A escolha de como usar o dinheiro disponível nessa época, portanto, tem peso real no orçamento dos meses seguintes.

Segundo pesquisa Datatudo, feita com os leitores do blog da fintech meutudo em 2026, com trabalhadores CLT de renda exclusiva de salário ou com rendas complementares, organizar contas e pagar dívidas foi apontado como prioridade financeira por 61% dos respondentes. Manter as contas em dia veio logo depois, com 24%. Juntos, esses dois grupos somam 85% do público pesquisado.

A pesquisa também mostra que construir patrimônio (7%), fazer uma reserva de emergência (5%) e investir em um projeto (2%) ficaram bem atrás. Isso significa que a maior parte dos trabalhadores CLT chega ao período de férias ainda carregando pendências, o que torna a escolha da forma de pagar pelo descanso ainda mais estratégica.

Usar o crédito errado nesse momento pode ampliar o problema em vez de resolvê-lo. A boa notícia é que existem alternativas com custo bem diferente para quem tem saldo no FGTS e optou pelo Saque-Aniversário.

O que é a antecipação do Saque-Aniversário e quando faz sentido usá-la?

O Saque-Aniversário é uma modalidade opcional do FGTS que permite ao trabalhador retirar parte do saldo anualmente, no mês de seu aniversário.

A antecipação transforma esse direito futuro em crédito imediato: o trabalhador recebe o valor na conta agora e o banco é quitado diretamente pelo FGTS na data do saque, sem desconto mensal em folha.

Para quem quer usar o fundo com planejamento, uma alternativa é antecipar Saque-Aniversário pela meutudo, fintech de crédito com mais de 20 milhões de clientes, que permite simular o valor disponível e contratar sem sair de casa, de forma 100% digital.

A partir de novembro de 2025, o Conselho Curador do FGTS (CCFGTS) atualizou as regras da antecipação pela Resolução 1.130/2025. Hoje, quem aderir ao Saque-Aniversário precisa aguardar 90 dias antes de contratar a primeira antecipação.

O limite de saques antecipáveis segue uma regra de transição: até 31 de outubro de 2026, é possível antecipar até cinco saques anuais. A partir de novembro de 2026, esse número cai para três.

Os valores também têm limites: o mínimo é R$ 100 e o máximo é R$ 500 por Saque-Aniversário. Ou seja, quem ainda está no período de cinco antecipações pode acessar até R$ 2.500 de uma vez.

O ponto de atenção é que, ao aderir ao Saque-Aniversário, o trabalhador perde o direito de sacar o saldo integral do FGTS em caso de demissão sem justa causa, ficando com acesso apenas à multa rescisória.

Antecipação do FGTS x cartão de crédito: qual pesa menos no bolso?

A comparação mais comum para quem pensa em financiar as férias é entre a antecipação do FGTS e o cartão de crédito parcelado. As duas opções entregam dinheiro agora, mas o custo de cada uma é bastante diferente.

A antecipação do Saque-Aniversário tem uma característica que a torna atraente: não há parcelas mensais. O pagamento ocorre diretamente do FGTS na data do saque anual, sem impacto no salário mensal.

As taxas de juros das fintechs e bancos variam, mas costumam ser bem inferiores ao rotativo do cartão de crédito, que pode ultrapassar 300% ao ano, segundo dados do Banco Central.

O cartão de crédito parcelado tem custo menor do que o rotativo, mas as parcelas entram no orçamento mensal e competem com as despesas fixas.

Um parcelamento de R$ 2.000 em 12 vezes com juros de 3% ao mês resulta em parcelas de cerca de R$ 200, mas o total pago ao final ultrapassa R$ 2.400. O impacto invisível é que o limite do cartão fica comprometido por meses, reduzindo a folga para imprevistos.

A antecipação do FGTS também tem seus riscos. O trabalhador que adere ao Saque-Aniversário e é demitido durante o período de vigência não pode sacar o saldo integral do fundo. Isso precisa estar no cálculo de quem considera a antecipação, especialmente em momentos de instabilidade profissional.

Como organizar as férias sem transformar a viagem em dívida

O planejamento começa antes da reserva. Definir um orçamento total para as férias, somando transporte, hospedagem, alimentação e passeios, evita que o entusiasmo na hora da compra supere o que o bolso vai conseguir absorver. Um bom exercício é dividir esse total pelo número de meses até as férias e verificar se a economia mensal necessária é viável.

Priorizar destinos compatíveis com a renda atual é mais inteligente do que comprometer vários meses de orçamento futuro por uma viagem.

Férias próximas, em destinos de temporada baixa ou com hospedagem mais simples, podem ter um custo muito menor sem abrir mão do descanso. A experiência não depende do preço do pacote.

Quando o crédito for necessário, usá-lo de forma pontual e com prazo curto reduz o custo final. Parcelamentos longos acumulam juros que raramente são percebidos na hora da compra, mas aparecem com clareza no extrato dos meses seguintes. Uma regra simples: se a dívida não couber em até três parcelas sem apertar o orçamento, o destino ou o pacote precisa ser revisto.

Reservar uma parte do décimo terceiro ou das férias remuneradas para os gastos da viagem é outra prática que evita o endividamento. O dinheiro que já está garantido por lei pode ser direcionado com antecedência, sem depender de crédito externo para cobrir o que foi planejado.

O FGTS pode ser um aliado real nas férias, desde que usado com clareza sobre o que se abre mão ao antecipar o Saque-Aniversário.

Conhecer as regras, comparar as alternativas de crédito e definir um orçamento antes de reservar são os passos que separam umas férias tranquilas de um problema financeiro que dura meses. A decisão é sua, e agora você tem os elementos para tomá-la bem.

Férias não precisam começar com dívida. Com planejamento feito com antecedência e escolhas alinhadas ao orçamento real, o descanso fica mais leve, e o mês seguinte também.

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Bombeiro salva recém-nascido de apenas 4 dias engasgado com leite materno em Cuiabá

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Um recém-nascido de apenas quatro dias foi salvo por um bombeiro militar após se engasgar com leite materno, na manhã de sexta-feira (26.6), em Cuiabá.

A mãe da criança procurou ajuda diretamente na residência do soldado BM David Heine, que estava de folga no momento da ocorrência. Ao perceber que o bebê apresentava sinais de obstrução das vias aéreas por corpo estranho (OVACE) e estava hipoativo, o militar iniciou imediatamente as manobras de desengasgo.

Após os procedimentos, o bombeiro militar conseguiu restabelecer a respiração da criança ainda no local.

O soldado contou que foi surpreendido pelo pedido de socorro enquanto estava em casa e iniciou imediatamente o atendimento ao recém-nascido.

“Uma vizinha chamou na porta da minha casa com seu bebê recém-nascido engasgado com leite. Devido ao chamado angustiado, atendi rapidamente e iniciei a manobra de tapotagem. Simultaneamente, orientei minha esposa a acionar o Ciosp. Após algumas tentativas da manobra sem sucesso, efetuei a aspiração do líquido, conseguindo restabelecer a respiração do bebê”, relatou.

Na sequência, a equipe da Unidade de Resgate (UR) de Cuiabá foi acionada para prestar apoio à ocorrência. No momento da chegada da equipe, o bebê já se encontrava desengasgado, apresentando coloração normal, ativo e reativo. A criança foi encaminhada junto com a mãe ao hospital.

O militar também destacou o sentimento de alívio após conseguir socorrer o recém-nascido.

“A sensação é gratidão e alívio ao mesmo tempo por ter feito tudo da forma correta, ter dado certo e ter conseguido entregar a criança de volta à mãe. A gente é treinado para isso, mas, quando envolve uma ocorrência com criança, a gente fica um pouco nervoso. Mas, graças a Deus, deu tudo certo”, afirmou.

Com Assessoria 

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Congresso de Bombeiros padroniza protocolos para agilizar resgates e salvar vidas no Brasil

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2º Conesv encerra programação com troca de experiências entre corporações de diferentes estados e países para atendimento a emergências

compartilhado aqui proporciona um aprendizado que vai muito além de qualquer sala de aula”, concluiu a coronel.

Além do fortalecimento técnico das equipes, o congresso deixou como legado a integração entre corporações e instituições de diferentes estados e países.”A troca de experiências e a padronização de protocolos reforçam a atuação conjunta e elevam a qualidade das operações de resgate e atendimento a emergências em todo o Brasil. A expectativa é que o conhecimento compartilhado no 2º Conesv resulte em respostas mais rápidas, seguras e eficientes, contribuindo para salvar mais vidas”, concluiu o major BM Rivaldo Miranda, coordenador técnico do congresso.

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