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28 de junho de 2026

Agro Mato Grosso

Urochloa melhora microbiota fúngica em solo degradado

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Estudo em feijão comum mostra efeito residual da cobertura sobre fungos da rizosfera e indicadores de qualidade do solo

A inclusão de Urochloa brizantha no período de pousio alterou a comunidade fúngica da rizosfera do feijão comum e favoreceu indicadores ligados à recuperação biológica do solo. O efeito ocorreu em área degradada por mais de cinco décadas de uso agrícola intensivo, com histórico de tabaco, monocultivo de feijão, preparo convencional e longos períodos de solo descoberto (DOI: 10.3390/jof12070456).

Estudo avaliou os efeitos residuais de Urochloa brizantha como planta de cobertura sobre fungos associados às raízes do feijão comum. Os pesquisadores também mediram atributos físicos, químicos e biológicos do solo. O trabalho ocorreu na Estação Experimental Agropecuária Salta, do Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária, em Cerrillos, Salta, Argentina.

Cinco situações

O experimento comparou cinco situações. A primeira manteve pousio com solo descoberto seguido de feijão comum. A segunda recebeu um ciclo de Urochloa brizantha antes do feijão. A terceira recebeu dois ciclos consecutivos da gramínea antes do feijão. A quarta manteve uma pastagem perene de Urochloa brizantha. A quinta usou solo preservado como referência externa.

A análise por sequenciamento de alta escala mostrou mudança significativa na composição da comunidade fúngica entre os manejos. A diversidade alfa não apresentou diferença estatística. Isso indica manutenção da riqueza e da uniformidade dos fungos. Porém, a composição mudou. O manejo com Urochloa brizantha promoveu substituição de grupos fúngicos dentro da rizosfera.

Solo descoberto

No pousio com solo descoberto, o gênero Fusarium apresentou maior abundância relativa. Esse tratamento também teve maior presença de Fusicolla e Bipolaris. Esses gêneros incluem espécies associadas a doenças de plantas. Segundo os pesquisadores, o resultado sugere acúmulo de fungos com potencial patogênico em sistemas simplificados e com monocultivo contínuo.

Nos tratamentos com Urochloa brizantha, a comunidade caminhou para outro perfil. Houve maior participação de fungos saprófitos e grupos associados à decomposição de resíduos e à ciclagem de nutrientes. Entre os gêneros citados aparecem Mortierella, Penicillium, Coprinellus, Immersiella, Torula, Lectera, Coprinopsis e Psathyrella.

A pastagem perene de Urochloa brizantha apresentou enriquecimento de Gamsia, Chaetomium e Pyrenochaeta. O solo preservado teve maior associação com Penicillium, Mycoleptodiscus, Purpureocillium e Knufia. Para os cientistas, esses marcadores indicam uma transição da comunidade fúngica para estruturas mais ligadas à decomposição da matéria orgânica, à estabilidade do solo e à atividade biológica.

Análise funcional

A análise funcional reforçou essa tendência. O pousio descoberto teve maior abundância relativa de fungos classificados como patógenos de plantas. O tratamento com um ciclo de Urochloa brizantha reduziu a representação desse grupo e manteve atividade saprofítica. O tratamento com dois ciclos apresentou comportamento intermediário. A pastagem perene e o solo preservado mostraram perfis mais equilibrados, com menor participação de patógenos vegetais e maior contribuição de guildas saprofíticas e simbióticas.

Os atributos do solo também responderam ao manejo. O carbono orgânico do solo teve menores valores no monocultivo de feijão com solo descoberto. Os tratamentos com Urochloa brizantha elevaram esse indicador, sobretudo no tratamento com dois ciclos e na pastagem perene. A estabilidade de agregados também aumentou com a gramínea e alcançou valores próximos ao solo de referência.

A densidade do solo apresentou o padrão oposto. O pousio descoberto teve os maiores valores. Os tratamentos com Urochloa brizantha reduziram a densidade. O resultado indica melhoria estrutural associada ao sistema radicular da gramínea e à presença de cobertura vegetal.

Indicadores microbiológicos

Os indicadores microbiológicos acompanharam a mudança. A respiração microbiana aumentou nos tratamentos com Urochloa brizantha. A biomassa microbiana de carbono e nitrogênio também apresentou menores valores no pousio descoberto. A proteína do solo relacionada à glomalina cresceu na pastagem perene e teve valor intermediário após dois ciclos da gramínea.

A atividade enzimática mostrou diferenças entre manejos. A hidrólise de diacetato de fluoresceína atingiu maior valor na pastagem perene. A fosfatase ácida teve maiores atividades na pastagem perene e no tratamento com um ciclo de Urochloa brizantha. O pousio descoberto apresentou menor atividade dessa enzima.

Análise multivariada

A análise multivariada indicou associação entre a estrutura da comunidade fúngica e variáveis do solo. A proteína relacionada à glomalina, a respiração microbiana, a biomassa microbiana, o magnésio, a capacidade de retenção de água, a fosfatase ácida e a relação carbono:nitrogênio ajudaram a explicar a composição dos fungos. As variáveis biológicas explicaram fração maior da variação da comunidade do que as propriedades físico-químicas.

Os pesquisadores concluem que Urochloa brizantha gerou efeitos residuais mensuráveis sobre a rizosfera do feijão comum. O manejo deslocou a comunidade fúngica de um perfil enriquecido em potenciais patógenos para uma estrutura com maior presença de fungos associados à decomposição, à ciclagem de nutrientes e à recuperação biológica do solo. Mesmo um ciclo da gramínea iniciou mudanças detectáveis em solo degradado.

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Agro Mato Grosso

Aprosoja MT repudia violência contra produtor rural em Feliz Natal

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A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) manifesta repúdio ao episódio de violência ocorrido nesta sexta-feira (26.06), em Feliz Natal, envolvendo o produtor rural Maikel Alan Tespesal.

Segundo informações da imprensa, o produtor foi baleado durante diligência em sua propriedade, na presença de familiares. O caso causa consternação e exige apuração imediata, rigorosa e transparente.

A Aprosoja MT reforça que controvérsias comerciais e o cumprimento de decisões judiciais devem ocorrer dentro dos limites da legalidade, com segurança, responsabilidade e absoluto respeito à vida.

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A entidade informa que está em contato com a Secretaria de Estado de Segurança Pública de Mato Grosso – SESP/MT e acompanhará o caso para que os fatos sejam integralmente esclarecidos.

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Agro Mato Grosso

Prêmio Aprosoja MT reconhece profissionais que fortalecem o diálogo entre agro e sociedade

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Premiação fortalece a conexão entre o agro e a sociedade, inscrições seguem até o próximo dia 7 de agosto

A 4ª edição do Prêmio Aprosoja MT de Jornalismo segue com inscrições abertas até o próximo dia 7 de agosto. A premiação, promovida pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), foi criada para valorizar, incentivar e aproximar os comunicadores do agro mato-grossense. Para a jornalista Simone Guedes, o prêmio trouxe informações novas sobre temas que muitas pessoas ainda desconhecem, especialmente a relação entre o agro e a saúde coletiva.

Simone Guedes, segunda colocada na categoria Reportagem em Áudio, pela Rádio Bom Jesus FM, destacou que esta foi a primeira vez que participou da premiação. Durante o processo de produção do material, ela descobriu que a adição de etanol e biodiesel aos combustíveis contribui para a redução da emissão de fuligem gerada pela queima dos combustíveis veiculares. Essa redução torna o ar das cidades mais limpo.

“Para mim, levantar essas informações e levá-las à sociedade foi muito importante, até para que eu pudesse conhecer um pouco mais do que acontece em nosso estado, da nossa cultura pecuária e do nosso agronegócio. Esses assuntos precisam ser mais abordados. Durante a produção da matéria, descobri o impacto que isso tem na nossa saúde e como o agronegócio pode contribuir para que tenhamos mais qualidade de vida”, disse.

O tema da premiação incentiva os profissionais a explorarem a conexão entre o campo e a cidade, mostrando a importância da produção agrícola para além dos municípios do interior, assim como fez a jornalista premiada. Para realizar uma boa apuração, Simone contou que buscou diversas fontes e acompanhou o trabalho de outros profissionais. Mesmo diante dos desafios, ela manteve a confiança e o desejo de conquistar uma colocação na categoria.

“Meu recado para todos os comunicadores é que se dediquem, estudem e procurem informações sobre o agro, sobre a soja, sobre o milho. Enfim, nós temos um leque enorme de oportunidades para mostrar a importância do nosso estado e fazer com que Mato Grosso seja ainda mais reconhecido”, afirmou.

Além da categoria Reportagem de Aúdio, profissionais de todo o país podem se inscrever nas categorias Reportagem em Vídeo, Reportagem em Texto, Jornalismo Universitário, Fotojornalismo e Destaques Mato-grossenses, para os profissionais do estado.

Com mais de R$ 210 mil em premiação, o concurso busca reconhecer o trabalho dos profissionais da comunicação que fortalecem o diálogo entre o agro e a sociedade. Ao todo, 17 participantes serão premiados durante a cerimônia de entrega dos prêmios, marcada para novembro. Além da premiação em dinheiro, os dez finalistas de cada categoria e os cinco finalistas da categoria Destaques Mato-grossenses concorrerão ao Prêmio Master, que consiste em uma viagem aos Estados Unidos com a Aprosoja MT, prevista para 2027.

Para concorrer, os comunicadores devem inscrever trabalhos publicados entre 12 de setembro de 2025 e 7 de agosto de 2026, em veículos de comunicação de todo o Brasil. Cada participante poderá inscrever até dois trabalhos jornalísticos, desde que ambos estejam na mesma categoria.

Os interessados podem consultar o regulamento e realizar a inscrição no site da Aprosoja MT. Os vencedores serão anunciados no dia 19 de novembro, durante a cerimônia de premiação promovida pela entidade.

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Agro Mato Grosso

Ficha Tecnica Plantadora Absoluta da Stara

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Com grande autonomia de trabalho, a Absoluta da Stara oferece agilidade e eficiência no plantio. Unindo tradição, robustez e tecnologia, a plantadora é equipada com sistemas de sementes miúdas, sementes e pulverização no sulco

A Stara iniciou o ano de 2026 reafirmando sua essência de inovação e evolução constante, apresentando ao mercado lançamentos que combinam eficiência, robustez e desempenho.

Entre as novidades, está a nova geração da plantadora Absoluta, desenvolvida para proporcionar excelente plantabilidade e alto rendimento, mesmo em condições desafiadoras do solo. Ao unir autonomia de trabalho e tecnologia embarcada, a máquina integra recursos que garantem maior estabilidade às linhas de plantio, precisão na deposição de sementes e mais qualidade em cada etapa da operação.

Copiagem do terreno

Disponível de 24 a 49 linhas, a Absoluta atende as diferentes escalas de produção. Um dos diferenciais da máquina é a Copiagem Integrada Stara, sistema que realiza a tripla copiagem do solo, combinando a articulação dos chassis por pistões hidráulicos, a copiagem dos módulos e a copiagem individual das linhas de sementes.

A articulação dos chassis por pistões hidráulicos mantém a pressão das linhas uniforme de ponta a ponta, com ajuste realizado diretamente pelo controlador Topper 6500. São 20° de articulação total, sendo dez para cima e dez para baixo, permitindo a adaptação ao relevo sem comprometer a estabilidade.

Nos módulos, a amplitude de articulação garante que todas as linhas acompanhem o solo de forma consistente. Já na linha de sementes, a articulação individual assegura profundidade adequada e evita que sementes fiquem fora do sulco. A linha combinada alcança 1,20 m de articulação total, proporcionando excelente desempenho em todos os terrenos.

A Absoluta conta com o sistema de Copiagem Integrada Stara, que consiste na articulação de três pontos fundamentais da máquina, localizados nos chassis, nos módulos e nas linhas
A Absoluta conta com o sistema de Copiagem Integrada Stara, que consiste na articulação de três pontos fundamentais da máquina, localizados nos chassis, nos módulos e nas linhas

Controle de pressão e estabilidade das linhas

Outro ponto central da nova Absoluta é o controle hidráulico de pressão nas linhas de sementes. O sistema garante pressão constante, reduz trepidações e mantém estabilidade durante a operação. A regulagem é feita pelo Topper 6500, o que facilita ajustes conforme a necessidade da área.

O poder de corte também é ajustado diretamente no Topper 6500. Os módulos se adaptam automaticamente, eliminando a necessidade de calços ou levantes manuais. Somado a isso, o excelente fluxo de palhada contribui para evitar embuchamentos e manter a eficiência operacional, fator importante para garantir um plantio uniforme.

Dosagem elétrica e precisão na distribuição

A Absoluta é equipada com o Dosador Elétrico Stara, o DPS-E, que assegura distribuição precisa, reduzindo falhas e a deposição de sementes duplas.

Além de se destacar pela simplicidade na limpeza e manutenção, proporcionada pelo fácil acesso ao seu interior para troca de discos e expulsores, o DPS-E realiza a compensação da taxa de sementes em curvas, mantendo a população e o espaçamento uniformes tanto na linha interna quanto na externa da curva.

O consagrado sistema de taxa variável também está presente, assim como o Desligamento Linha a Linha, que evita sobreposição em áreas de arremates e bordaduras, proporcionando economia de sementes e aumentando a produtividade.

Sistema de pulverização no sulco direto de fábrica

A Absoluta também se destaca por contar com sistema de pulverização no sulco direto de fábrica, sem a necessidade de adaptações. A tecnologia permite o desligamento automático por seção, proporcionando economia de produto, além de realizar o ajuste da taxa de aplicação conforme a velocidade, garantindo qualidade e uniformidade na pulverização. Conta ainda com mecanismo de agitação, que mantém a calda em constante circulação no reservatório.

Para completar, a Absoluta é equipada com incorporador de produtos, com capacidade para 14 L, que facilita o preparo da calda. Por fim, o reservatório de água limpa presente na máquina possibilita a limpeza do sistema após a operação, contribuindo para o funcionamento sem obstruções.

Sistema de sementes miúdas

Um dos grandes diferenciais da nova Absoluta é incorporar, de fábrica, o sistema de sementes miúdas, que permite a semeadura consorciada de duas ou mais espécies na mesma área, ampliando as possibilidades de manejo e cobertura do solo.

A distribuição é realizada por pressão pneumática, garantindo precisão na dosagem, enquanto o ajuste de taxa é realizado diretamente no Topper 6500, com possibilidade de dosagens a partir de 2 kg/ha.

Composto por duas seções, o sistema possibilita o desligamento para a realização dos arremates, evitando transpasse e proporcionando economia.

A plantadora é equipada com sistema de sementes miúdas, que permite a semeadura consorciada, combinando duas ou mais espécies na mesma área
A plantadora é equipada com sistema de sementes miúdas, que permite a semeadura consorciada, combinando duas ou mais espécies na mesma área

Reservatórios: autonomia e rendimento

Com grande autonomia de trabalho, os reservatórios da Absoluta são centrais, proporcionando facilidade de abastecimento. Por serem pressurizados, garantem alimentação eficiente das pipoqueiras de sementes. Além disso, são produzidos em polietileno, oferecendo maior resistência à corrosão e proteção das sementes.

O reservatório de calda possui três camadas, tendo a camada térmica central isolada por outras duas de polietileno, o que garante eficiência térmica e proteção à luminosidade, assegurando a atividade biológica dos produtos.

As capacidades variam conforme o chassi. Em modelos com chassi de três módulos, as capacidades dos reservatórios são: 4.266 L de sementes, 2.400 L de calda e 1.100 L de sementes miúdas. Já em modelos com chassi de cinco módulos, as capacidades dos reservatórios são: 5.700 L de sementes, 3.200 L de calda e 1.100 L de sementes miúdas.

Aliada às grandes capacidades, a proporção dos reservatórios contribui para ampliar o rendimento da operação, pois possibilita o abastecimento simultâneo dos insumos, reduzindo a necessidade de paradas e proporcionando maior rendimento às atividades no campo.

Além de grande autonomia, os reservatórios da Absoluta oferecem proporcionalidade, possibilitando o abastecimento simultâneo dos insumos
Além de grande autonomia, os reservatórios da Absoluta oferecem proporcionalidade, possibilitando o abastecimento simultâneo dos insumos

Robustez e manutenção simplificada

Com estrutura robusta, a Absoluta proporciona excelente performance no campo. Os pneus de alta flutuação contribuem para uma maior estabilidade e menor compactação do solo. A manutenção também é simplificada, sendo recomendado realizar a lubrificação apenas antes do plantio, evitando interrupções durante a operação. Além disso, a máquina não possui pontos de engraxe nas linhas, proporcionando ainda mais praticidade.

Praticidade e agilidade no transporte

Com largura de 3,20 m para transporte, a Absoluta oferece praticidade de deslocamento entre talhões e propriedades. Para acomodá-la em caminhões prancha, é necessário desmontar apenas as linhas das pontas do módulo central. Além disso, a abertura e o fechamento da máquina são realizados em menos de um minuto, com apenas um toque no Topper 6500, garantindo mais agilidade à operação.

Integração com o ecossistema Land Space

A Absoluta está integrada ao Land Space, o ecossistema de tecnologias da Stara, também lançado no início deste ano. A novidade visa conectar terra e espaço, aproximando máquinas, operadores e gestores das propriedades rurais, por meio da presença de internet via satélite nos equipamentos da marca.

Mais que garantir conectividade, mesmo em regiões onde o sinal convencional é limitado, o Land Space integra soluções que permitem o acesso a informações e o acompanhamento das operações em tempo real, proporcionando maior segurança, eficiência e agilidade na gestão das atividades agrícolas.

Na linha de plantio, o Land Space contempla, em pacotes válidos por três anos, Conectividade Stara, Monitoramento de Máquinas Stara, Telemetria Stara, Syncro Net, Conecta e Zero Amassamento. Além disso, as plantadoras integradas ao ecossistema já saem de fábrica com Desligamento Linha a Linha e Zero Amassamento calibrados, ampliando precisão e praticidade no campo.

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