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18 de setembro de 2026

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Vítima perde R$ 20 mil no PIX e polícia de MT caça golpistas, mas acaba prendendo traficante

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Ação integrada com a Polícia do Paraná cumpriu sete mandados em Rondonópolis nesta sexta-feira (19). Homem de 48 anos foi flagrado com drogas e balança

A Polícia Civil de Mato Grosso prestou apoio à Polícia Civil do Paraná (PCPR), nesta sexta-feira (19.6), e cumpriu sete mandados de busca e apreensão em Rondonópolis.

A ação integrada faz parte de uma investigação que apura a prática de estelionato eletrônico contra uma moradora da região de Mamborê, no estado do Paraná. As diligências foram realizadas por uma equipe da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis em imóveis localizados nos bairros Vila Rica, Vila Olinda, Residencial Padre Lothar e Mathias Neves.

As investigações tiveram início após a vítima procurar a Delegacia de Polícia de Mamborê (PR) e relatar ter sido enganada durante uma negociação para aquisição de um imóvel anunciado em rede social. Convencida da aparente legitimidade da transação, a mulher realizou transferências bancárias via PIX que totalizaram R$ 20 mil, sofrendo significativo prejuízo financeiro.

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No decorrer das apurações, a Polícia Civil do Paraná reuniu elementos que possibilitaram a identificação de possíveis envolvidos residentes em Rondonópolis. Com base nos indícios levantados, foi representado judicialmente pela expedição dos mandados de busca e apreensão, posteriormente deferidos pelo Poder Judiciário.

As ordens judiciais foram cumpridas pela equipe da Derf de Rondonópolis, com a participação de 24 policiais civis. Durante a operação, um homem de 48 anos foi preso em flagrante pelo crime de tráfico de drogas.

Na residência do suspeito foram apreendidas sete porções de maconha, um saco plástico preto picotado, utilizado para embalo de entorpecentes, uma balança de precisão, uma faca de mesa contendo resquícios de drogas e quatro aparelhos celulares. Todo o material apreendido será encaminhado para análise pericial.

O delegado titular da Delegacia de Polícia de Mamborê, Anderson Sérgio Romão, destacou a relevância da integração entre as forças de segurança pública no enfrentamento aos crimes praticados no ambiente virtual.

“Essa operação demonstra a importância da integração entre as Polícias Civis dos estados brasileiros no combate à criminalidade, especialmente aos crimes praticados pela internet, que frequentemente ultrapassam fronteiras estaduais. Agradecemos o apoio da Polícia Civil de Mato Grosso, em especial à equipe da Derf de Rondonópolis, cuja atuação foi fundamental para o cumprimento das medidas judiciais e para o avanço das investigações. A união de esforços entre as forças de segurança permite resultados mais efetivos e fortalece o enfrentamento às organizações e grupos envolvidos em fraudes eletrônicas”, destacou o delegado.

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O delegado Fábio Nahas, da Derf de Rondonópolis, orientou a população a redobrar a atenção em negociações realizadas pela internet, principalmente envolvendo imóveis, veículos e outros bens de alto valor.

“Antes de efetuar pagamentos ou transferências, é fundamental verificar a identidade do vendedor, confirmar a procedência do anúncio e desconfiar de ofertas com valores muito abaixo dos praticados pelo mercado”, disse o delegado.

Com Assessoria 

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STJ mantém condenação e ex-deputada Flordelis cumprirá 50 anos de prisão por morte de pastor

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Corte negou recursos da defesa por unanimidade e rejeitou nulidades processuais. Decisão também afeta neta e filhos adotivos

A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve, por unanimidade, a condenação da ex-deputada Flordelis a 50 anos de prisão pela morte do pastor Anderson do Carmo de Souza, em 2019, quando ele era seu marido.

A Corte concordou com decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, que, em 2022, já havia mantido a condenação da ex-deputada a 50 anos de prisão.

Em 2022, Flordelis dos Santos de Souza foi condenada pelo Tribunal do Júri pelos crimes de homicídio triplamente qualificado consumado, homicídio duplamente qualificado tentado, associação criminosa armada e uso de documento falso.

A ex-deputada foi considerada culpada por planejar o assassinato, ocorrido na casa da família em Niterói (RJ). A motivação, segundo a acusação do Ministério Público, foi o controle das finanças da família e a forma rígida como o pastor administrava os conflitos entre os integrantes.

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Segunda instância

A defesa de Flordelis recorreu ao STJ, após a 2ª Câmara Criminal TJRJ negar, por unanimidade, recursos de apelação. 

À segunda instância, os advogados alegaram diversas nulidades processuais, entre as quais a não apresentação de alegações finais na fase de pronúncia e a falta de fundamentação das qualificadoras do crime.

A relatora do caso, desembargadora convocada Nilsoni de Freitas, contudo, entendeu não ter ficado demonstrado o prejuízo concreto para a defesa da ex-deputada.

A Sexta Turma manteve também a decisão que anulou a absolvição de Rayane dos Santos, Marzy Teixeira e André Luiz de Oliveira – a neta biológica e os dois filhos adotivos da ex-deputada que são acusados de participar do crime. 

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Polícia Civil apreende quase R$ 10 mil e centenas de promissórias com família de agiotas em MT

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Grupo que atuava em condomínio de luxo de Cuiabá cobrava juros de 20% ao mês. ‘Operação Broken Chain’ quer romper ciclo de ameaças e extorsão

Polícia Civil cumpre mandados contra grupo familiar investigado por agiotagem em Cuiabá
Investigados realizavam empréstimos informais com cobrança de juros que, em alguns casos, chegavam a 20% ao mês

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta sexta-feira (18.9), a Operação Broken Chain, para cumprir ordens judiciais contra um grupo familiar investigado pela prática reiterada de agiotagem em Cuiabá.

Na operação, são cumpridos três mandados de busca e apreensão e três ordens de medidas cautelares diversas da prisão contra um casal, G.D.O., de 76 anos, e M.I.P.D.L., de 55 anos, e o genro deles, D.L.C., de 29 anos.

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As ordens judiciais foram expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias – Polo Cuiabá com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon). As buscas foram cumpridas em uma residência em condomínio de luxo, no bairro Morada dos Nobres, e em outro imóvel residencial no bairro Recanto dos Pássaros, ambos na Capital.

Os suspeitos respondem a inquérito policial instaurado pela Decon para apuração dos crimes de usura pecuniária (agiotagem), previsto na Lei de Crimes contra a Economia Popular, e associação criminosa. Pelos dois crimes atualmente investigados, as penas máximas somadas podem chegar a cinco anos de prisão, além de multa.

A Decon também apura a prática de outros crimes eventualmente praticados, como extorsão, especialmente em razão de supostas formas intimidatórias de cobrança relatadas pelas vítimas.

Juros abusivos

Segundo as investigações, os suspeitos realizavam empréstimos informais com cobrança de juros que, em alguns casos, chegavam a 20% ao mês, utilizando cheques e notas promissórias como garantia. As vítimas relataram ainda cobranças intimidatórias, ameaças, pressões psicológicas e abordagens em residências e locais de trabalho.

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Em um dos casos, uma vítima relatou ter tomado R$ 5 mil emprestados e pagou aproximadamente R$ 8,5 mil, mas, posteriormente, teria sido cobrada em mais R$ 14 mil. A investigação também identificou relatos de utilização de terceiros nas cobranças e de títulos de crédito posteriormente empregados em ações judiciais.

Além das buscas, a Justiça determinou que os três investigados não mantenham contato direto ou indireto com vítimas e testemunhas e permaneçam a pelo menos 200 metros delas.

Também foi determinada a suspensão de qualquer atividade, direta ou indireta, relacionada à oferta, concessão, intermediação, negociação ou cobrança de empréstimos com juros, inclusive por empresas, terceiros, redes sociais ou aplicativos de mensagens.

Apreensões

Durante o cumprimento das ordens judiciais na manhã desta sexta-feira, foram apreendidos R$ 9.970,00 em espécie e centenas de documentos, entre eles dezenas de notas promissórias, além de relações contendo números e dados de processos judiciais movidos contra possíveis vítimas de agiotagem.

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O material apreendido será analisado pela equipe da Decon e poderá auxiliar na identificação de outras vítimas e na apuração da extensão da atividade investigada.

Denúncias

O titular da Decon, delegado Rogério Ferreira, destaca que vítimas de agiotas que utilizem ameaças, violência ou grave ameaça devem procurar a Polícia Civil para registrar boletim de ocorrência e obter judicialmente medidas que impeçam os investigados de continuar a cobrança, além de afastá-los das vítimas, testemunhas e de seus familiares.

O descumprimento dessas ordens judiciais ou a constatação, no curso das investigações, de eventual envolvimento de agiotas com facções criminosas, pode fundamentar a adoção de medidas cautelares mais gravosas, inclusive eventual representação pela prisão preventiva dos envolvidos.

“Muitas denúncias de agiotagem são feitas anonimamente, sem identificação das vítimas, o que dificulta o prosseguimento das investigações. Por se tratar de prática de caráter habitual, a identificação e o depoimento de múltiplas vítimas, acompanhados de documentos sobre empréstimos, pagamentos e cobranças, são imprescindíveis para comprovar a reiteração da conduta e permitir o avanço da investigação”, explicou o delegado.

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Broken Chain

O nome Broken Chain, que significa corrente quebrada, faz referência ao objetivo de romper o ciclo de endividamento, dependência e intimidação ao qual as vítimas de agiotagem podem ser submetidas.

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Prefeitura realiza 1º Empreende Cuiabá com foco em empregabilidade e novos negócios

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal do Trabalho, realizará o Empreende Cuiabá, evento voltado ao empreendedorismo, à geração de renda e à empregabilidade. A programação será realizada das 8h às 16h, na Praça Alencastro e no Centro Integrado de Atendimento (CIAC), com expectativa de reunir cerca de 1,5 mil pessoas, no dia 27 de outubro.

A iniciativa foi planejada para aproximar empreendedores informais, trabalhadores e a população em geral de serviços e oportunidades. Entre os objetivos estão estimular a formalização como Microempreendedor Individual (MEI), facilitar o acesso a linhas de crédito e oferecer orientações práticas sobre gestão, vendas, redes sociais e controle financeiro.

A programação contará com palestras voltadas ao empreendedorismo, área de exposição, atendimento ao público, praça de alimentação e atrações culturais.

O evento também terá espaço para exposição de produtos e serviços, com participação de artesãos e representantes da agricultura familiar, além de apresentações artísticas, dança regional e participação da Banda da Polícia Militar.

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Para a população, o Empreende Cuiabá busca apresentar o empreendedorismo como alternativa para a geração de renda, fortalecer os pequenos negócios e estimular a circulação de produtos e serviços produzidos nos próprios bairros da Capital.

A ação conta com a participação e o apoio de diversas Secretarias Municipais e instituições parceiras, ampliando a oferta de serviços e orientações durante o evento.

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