Connect with us
18 de setembro de 2026

Business

Entidades contestam prazos de acordo sobre biomassa e alertam para impactos na indústria de MT

Published

on


cavaco biomassa Foto Viviane Petroli Canal Rural Mato Grosso
Foto: Viviane Petroli/Canal Rural Mato Grosso

A transição da indústria mato-grossense para o uso de biomassa proveniente de florestas plantadas e manejo florestal sustentável tem gerado preocupação entre representantes do setor produtivo. A Associação Brasileira dos Produtores de Milho e Sorgo (Abramilho) e o Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem) questionam os prazos estabelecidos no acordo firmado entre o Governo do Estado e o Ministério Público Estadual (MPE), que prevê a eliminação gradual da biomassa oriunda de supressão vegetal legalmente autorizada.

O termo criou o Plano de Desenvolvimento Florestal de Mato Grosso e estabelece metas para ampliar as áreas de florestas plantadas e reduzir a dependência da madeira proveniente de áreas de desmatamento autorizado como fonte energética para a indústria.

Pelo cronograma definido, a substituição ocorrerá de forma progressiva até 2034, quando os grandes consumidores deverão utilizar apenas biomassa oriunda de florestas plantadas, manejo florestal sustentável e outras fontes renováveis.

Enquanto Governo e Ministério Público defendem a medida como uma estratégia para fortalecer a sustentabilidade e garantir o abastecimento futuro da indústria, entidades ligadas ao agronegócio e ao setor florestal afirmam que a transição proposta não acompanha a disponibilidade atual de matéria-prima no Estado.

Setor pede revisão dos prazos

A Abramilho afirma que reconhece a importância da expansão das florestas plantadas e da construção de uma matriz energética cada vez mais renovável. A entidade, porém, avalia que os prazos previstos no acordo desconsideram aspectos técnicos e produtivos da realidade mato-grossense.

Advertisement

Em nota, a associação destaca que “a transição para fontes dedicadas de biomassa é um objetivo legítimo e desejável. No entanto, a forma e os prazos estabelecidos precisam considerar a realidade técnica, econômica e produtiva do estado”.

Entre os pontos de preocupação está a exigência de que novos empreendimentos industriais passem a depender exclusivamente de fontes alternativas de biomassa. Na avaliação da entidade, a medida pode restringir investimentos, dificultar a expansão da agroindústria e comprometer projetos geradores de emprego e renda.

A associação também argumenta que a ampliação da oferta de madeira proveniente de florestas plantadas não ocorrerá no ritmo necessário para atender às metas estabelecidas. Segundo a entidade, um plantio de eucalipto realizado atualmente leva cerca de seis anos para atingir idade adequada para colheita.

Outro ponto questionado pelas entidades é o destino da biomassa gerada a partir da supressão vegetal autorizada.

A Abramilho sustenta que a madeira resultante de processos legalmente licenciados passa por fiscalização, compensações ambientais e monitoramento do poder público. Para a entidade, impedir seu uso energético significa abrir mão do aproveitamento de um recurso renovável que poderia contribuir para a geração de energia e para a competitividade industrial.

Advertisement

O Cipem segue a mesma linha e afirma que a medida gera insegurança jurídica ao restringir o uso de uma matéria-prima cuja exploração foi autorizada pelo próprio Estado.

“Ao proibir o aproveitamento, o Estado impede que uma atividade legal e legítima seja desenvolvida, provocando insegurança jurídica e instabilidade socioeconômica”, afirma a entidade.

O centro industrial também argumenta que o cavaco produzido a partir desses resíduos substitui combustíveis fósseis em diversos processos industriais e contribui para a redução das emissões de carbono.

Oferta insuficiente preocupa setor

Na avaliação do Cipem, a principal dificuldade está na capacidade atual de abastecimento por florestas plantadas.

De acordo com a entidade, Mato Grosso possui aproximadamente 120 mil hectares de florestas plantadas, enquanto apenas as usinas de etanol de milho já instaladas demandariam cerca de 380 mil hectares para suprimento energético.

Advertisement

O setor também ressalta que o ciclo do eucalipto pode chegar a sete anos entre plantio e colheita. Diante desse cenário, questiona a retirada gradual da biomassa proveniente de supressão legal.

“As caldeiras não podem esperar. A oferta de cavaco de floresta plantada é insuficiente para a demanda industrial do estado. Então, por que proibir a única fonte complementar legal e ambientalmente correta disponível?”.

Como alternativa, a Abramilho propõe que empreendimentos novos, em operação ou em expansão possam utilizar biomassa oriunda de supressão vegetal legalmente autorizada pelos próximos seis anos, prazo considerado necessário para a ampliação efetiva da base florestal do Estado.

Governo defende segurança para o abastecimento futuro

Ao anunciar o acordo, o Governo de Mato Grosso destacou que a medida busca estimular o reflorestamento, ampliar a oferta de matéria-prima renovável e dar maior previsibilidade ao crescimento industrial.

O plano estabelece metas para expandir as florestas plantadas para mais de 700 mil hectares até 2040 e ampliar as áreas de manejo florestal sustentável para pelo menos 6,5 milhões de hectares.

Advertisement

Conforme o governador Otaviano Pivetta, a proposta cria um período de adaptação para o setor e representa uma oportunidade de desenvolvimento econômico sustentável.

A secretária de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti, afirmou que o objetivo é promover uma transição gradual para reduzir a dependência da biomassa oriunda de supressão autorizada e fortalecer alternativas renováveis de fornecimento.

Já a procuradora de Justiça Ana Luiza Peterlini avaliou que a iniciativa incentiva a ampliação da produção florestal no Estado e contribui para tornar mais sustentável o abastecimento dos grandes empreendimentos industriais.


Clique aqui, entre em nosso canal no WhatsApp do Canal Rural Mato Grosso e receba notícias em tempo real.

O post Entidades contestam prazos de acordo sobre biomassa e alertam para impactos na indústria de MT apareceu primeiro em Canal Rural Mato Grosso.

Advertisement
Continue Reading
Advertisement

Business

Recuo define o mercado de soja no fim desta semana; saiba os preços no Brasil

Published

on


Foto: Pixapay

O mercado brasileiro de soja teve pouca movimentação nesta sexta-feira (18), em uma sessão marcada pela queda das cotações na Bolsa de Chicago. O analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, destaca que o grão acompanhou o recuo do farelo e também sentiu a pressão exercida pelo avanço da colheita americana sobre os preços.

No mercado brasileiro, os recuos foram mais perceptíveis nos portos, acompanhando a paridade. Ainda assim, Silveira ressalta que o mercado permanece bastante nominal e que não houve grandes perdas de valor no grão.

Os vendedores seguem pressionando os compradores, com pedidas elevadas, enquanto as ofertas de compra apresentam pouca alteração, apesar de já estarem em níveis considerados fortes.

“Seguimos com um spread forte no mercado disponível, de até R$ 7,00 por saca, dependendo da praça, mas sem movimentos”, destaca Silveira.

Advertisement

No mercado físico, as cotações tiveram movimentos distintos entre as principais praças acompanhadas. Confira os preços:

  • Passo Fundo (RS): recuou de R$ 154,50 para R$ 154,00
  • Santa Rosa (RS): recuou de R$ 155,50 para R$ 154,00
  • Cascavel (PR): recuou de R$ 152,00 para R$ 151,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 147,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 147,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 148,00 para R$ 149,00
  • Paranaguá (PR): recuou de R$ 163,00 para R$ 162,00
  • Rio Grande (RS): recuou de R$ 163,50 para R$ 162,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), nesta sexta-feira, reduzindo os ganhos semanais. A sessão foi marcada por um movimento de realização de lucros e vendas técnicas.

Os agentes aguardam o encontro, em Washington, dos presidentes da China, Xi Jinping, e dos Estados Unidos, Donald Trump, no final da próxima semana. A expectativa é de novos acordos comerciais entre as duas potências, o que poderia resultar em mais vendas de soja americana para o país asiático.

Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 111.000 toneladas de soja à China, que serão entregues na temporada 2026/27.

A Sinograin, empresa estatal chinesa responsável pelos estoques estratégicos, retomou os leilões de grandes volumes de soja importada após uma pausa de aproximadamente um mês, antes da esperada cúpula entre Xi Jinping e Trump.

O leilão da próxima terça-feira incluirá 543 mil toneladas de soja, produzidas entre 2023 e 2025, informou o Centro Nacional de Comércio de Grãos em um comunicado. Antes desse anúncio, a Sinograin havia realizado cinco leilões de mais de 200 mil toneladas de soja importada desde julho, uma medida que, segundo traders, teria como objetivo liberar espaço de armazenamento para a chegada prevista de soja dos Estados Unidos.

Abiove

A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) divulgou nesta sexta-feira (18/9) que a produção brasileira de soja deve chegar a 180,4 milhões de toneladas. Não houve mudanças em relação ao dado divulgado no mês passado.

Advertisement

A entidade revisou para baixo, em 0,3%, sua estimativa para exportação de soja em grão no país, agora calculada em 115 milhões de toneladas. O motivo foi o aumento de compras chinesas por produto norte-americano.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 16,25 centavos de dólar ou 1,23%, a US$ 13,03 1/2 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 13,20 por bushel, com retração de 17,00 centavos de dólar ou 1,27%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 12,70 ou 3,42% a US$ 358,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 68,22 centavos de dólar, com perda de 0,93 centavo ou 1,34%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,11%, sendo negociado a R$ 5,1452 para venda e a R$ 5,1432 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1232 e a máxima de R$ 5,1657. Na semana, a valorização ficou em 0,42%.

O post Recuo define o mercado de soja no fim desta semana; saiba os preços no Brasil apareceu primeiro em Canal Rural.

Advertisement
Continue Reading

Business

Da China ao campo: custos, crédito e mercado exigem novas estratégias do produtor brasileiro

Published

on


Foto: Pedro Silvestre/Canal Rural Mato Grosso

O cenário internacional está cada vez mais conectado às decisões tomadas dentro da porteira. Custos de produção, acesso ao crédito e mudanças no mercado de commodities exigem dos produtores brasileiros um planejamento mais preciso para as próximas safras.

A relação com a China ajuda a mostrar essa conexão. O país asiático importa potássio da Rússia e de Belarus, enquanto o Brasil depende do mercado externo para parte importante dos fertilizantes utilizados na produção agrícola.

A combinação entre custos elevados e dificuldade de financiamento já interfere nas decisões para as próximas safras. Jeferson Souza, analista de fertilizantes da Agrinvest Commodities, aponta o crédito como um dos principais obstáculos enfrentados atualmente pelo produtor.

Considerando fertilizantes, sementes e defensivos, o desembolso à vista chega a cerca de 30,33 sacas por hectare no Cerrado brasileiro. A avaliação é de que a combinação entre custo e dificuldade de financiamento pode levar à redução da adubação, especialmente com impacto sobre os fertilizantes fosfatados.

Advertisement

“Eu acho bastante complexo você depender 100% do mercado externo, porque isso em alguns casos o produtor vai pagar a conta”, avalia Souza.

O cenário também exige atenção ao momento de compra dos insumos. A China é autossuficiente em nitrogênio e fósforo, mas precisa importar potássio. Assim como acontece com soja, milho e algodão, o planejamento das compras de fertilizantes pode ajudar o produtor a aproveitar momentos mais favoráveis.

“A nossa missão é buscar janelas de oportunidades e uma coisa que eu percebo é de que a janela está cada vez mais curta”, pontua Souza ao Patrulheiro Agro.

soja exportação china foto pedro silvestre canal rural mato grosso
Foto: Pedro Silvestre/Canal Rural Mato Grosso

Gestão do risco entra no planejamento da produção

A preocupação com os custos não termina na compra dos insumos. A formação do preço de venda também precisa estar ligada ao custo de produção, à produtividade e às ferramentas disponíveis para proteger as margens.

Marcos Araújo, sócio-diretor da Agrinvest Commodities, destaca quatro pontos dentro dessa gestão: formação de preço, conhecimento das ferramentas de proteção, estratégias comerciais e o lucro, quarto pilar e considerado o “chefe”. O objetivo final, na avaliação apresentada por ele, é preservar o resultado da atividade.

“O preço de venda da soja, do milho, do algodão é uma consequência do seu custo de produção e da sua produtividade”, resume.

Advertisement

Entre março e agosto, o custo e o carrego acrescentaram R$ 30,73 por saca de soja, conforme análise apresentada pela consultoria. Considerando uma produtividade de 70 sacas por hectare, o impacto supera R$ 2 mil por hectare em relação às referências de Chicago e Nova York.

Esse ambiente torna ainda mais importante acompanhar as variáveis que interferem na formação dos preços. “Não dá para você navegar no escuro em um mundo globalizado com essa economia tão dinâmica”, observa Araújo.

A comercialização também está diretamente ligada ao fluxo entre os países. Eduardo Vanin, analista de mercado da Agrinvest Commodities, explica que o tempo necessário para a soja sair do Brasil e chegar à China influencia esse processo.

A formação dos preços depende das janelas de oferta e demanda, além da velocidade com que o produtor brasileiro vende e da necessidade de compra dos chineses. Conhecer esse fluxo pode reduzir decisões tomadas apenas com base na expectativa de preços.

“Com isso ele ganha duas coisas, primeiro ele acaba especulando menos e o segundo ele acaba se programando melhor”, destaca Vanin.

Advertisement
soja exportação china foto pedro silvestre canal rural mato grosso
Foto: Pedro Silvestre/Canal Rural Mato Grosso

China amplia visão sobre mercado e logística

A aproximação com o mercado chinês também permite aos produtores brasileiros observar como funciona uma das principais pontas da cadeia. Há cinco anos, o programa de consultoria da Agrinvest Commodities reúne produtores de grãos em agendas voltadas ao mercado e ao conhecimento, incluindo visitas técnicas a indústrias processadoras de soja e milho.

Clima, janela de plantio e tamanho da produção brasileira interferem no fluxo de mercadorias e, consequentemente, na formação dos preços. O fenômeno climático El Niño também entra nessa equação, mas como mais um componente entre os fatores que determinam esse movimento.

“O produtor tem que ter a consciência que esse fluxo é sazonal e o impacto do El Niño na formação do preço da soja para o produtor brasileiro vai depender dessas janelas”, explica Vanin.

A experiência também muda a perspectiva de quem produz no Brasil. Victor Hugo Rosseto Beloto cultiva 500 hectares de soja em Toledo, no Oeste do Paraná, e destaca a importância de acompanhar diferentes mercados para tomar decisões de comercialização.

“A gente busca uma tomada de decisão mais assertiva, na hora de comercializar, que é o momento que a gente garante a rentabilidade da nossa propriedade”, diz o agricultor ao Canal Rural Mato Grosso.

Além da China, ele acompanha o mercado europeu, que também influencia os negócios brasileiros. Esse monitoramento precisa fazer parte da rotina do produtor. “A gente tem que se atentar todo ano em acompanhar o mercado não só o da China, mas também o da Europa que também influencia muito o nosso”.

Advertisement

As visitas também colocam a logística brasileira em perspectiva. Antônio Ignácio Barbosa Filho, que produz 2,5 mil hectares de soja, 1,5 mil hectares de milho e mantém 600 hectares de pastagens em Pedro Afonso, no Tocantins, chama atenção para a estrutura chinesa para receber produtos.

A infraestrutura e a velocidade de movimentação observadas no país levantam discussões sobre os gargalos brasileiros e sobre a necessidade de preparação para atender uma demanda internacional que pode continuar crescendo.

A experiência também trouxe uma percepção diferente sobre a capacidade brasileira de movimentar produtos, segundo o engenheiro agrônomo Rafael Grimm Marques. Apesar das dificuldades logísticas, o país consegue escoar volumes expressivos de exportação.

O problema está no custo dessa movimentação. A comparação com a China também abre espaço para discutir não apenas logística, mas o processamento da produção dentro do Brasil. “Agregação de valor e faturamento é um componente muito importante que a gente tem que ficar de olho”, avalia Marques.

+Confira todos os episódios da série Patrulheiro Agro

Advertisement

Clique aqui, entre em nosso canal no WhatsApp do Canal Rural Mato Grosso e receba notícias em tempo real.

O post Da China ao campo: custos, crédito e mercado exigem novas estratégias do produtor brasileiro apareceu primeiro em Canal Rural Mato Grosso.

Continue Reading

Business

Acrismat promove encontros sobre gestão e eficiência na suinocultura em MT

Published

on


Foto: Reprodução/Acrismat

Suinocultores e profissionais da cadeia produtiva de Mato Grosso terão acesso a encontros gratuitos voltados à gestão, sanidade e eficiência na criação de suínos. A programação, promovida pela Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), será realizada nos dias 6 e 9 de outubro, em Lucas do Rio Verde e Rondonópolis, respectivamente.

As atividades começam às 18h, nos sindicatos rurais dos dois municípios, e são abertas a produtores, técnicos, estudantes e demais interessados na suinocultura. A proposta é levar informações técnicas às regiões produtoras e ampliar a aproximação entre a entidade e os profissionais que atuam no setor.

Entre os assuntos previstos estão o controle de micotoxinas, a redução do uso de antibióticos, a nutrição de precisão e as estratégias de manejo voltadas à sobrevivência e ao desenvolvimento dos animais. A gestão de pessoas e a liderança também fazem parte da programação.

A iniciativa ocorre em um cenário em que decisões relacionadas à alimentação, sanidade e organização das propriedades estão diretamente ligadas ao desempenho da produção. Para o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, os encontros devem contribuir para a troca de conhecimento e a discussão de soluções aplicáveis à rotina dos produtores.

Advertisement

“Queremos aproximar cada vez mais a Acrismat dos produtores e profissionais que constroem diariamente a suinocultura de Mato Grosso. Esses encontros são oportunidades para compartilhar conhecimento, discutir os desafios da atividade e apresentar soluções que possam ser aplicadas na rotina das propriedades”, afirma.

Programação reúne especialistas em duas regiões

A primeira edição do Encontro Regional da Suinocultura será realizada em 6 de outubro, às 18h, no Sindicato Rural de Lucas do Rio Verde. A programação inclui três palestras, com temas relacionados à gestão, aos desafios sanitários e à nutrição dos animais.

Guto Zanata, da SerHumano Profissional, ministrará a palestra “Boas Práticas de Gestão e Liderança para associados da Acrismat”. O conteúdo abordará a gestão de pessoas e a liderança como aspectos relacionados ao desempenho de propriedades e empresas do setor.

Na sequência, Marcus Rezende, da Olmix/Brasil Central, apresentará o tema “Micotoxinas 2026: o que os dados revelam e o que vem pela frente”. A discussão será direcionada às informações atuais e às perspectivas sobre as micotoxinas, que representam desafios para a produção de suínos.

Encerrando o encontro em Lucas do Rio Verde, Daniel Graciolli, da De Heus, falará sobre “GPS – Uso de Modelagem para Nutrição de Precisão no momento de crise”. A palestra tratará de ferramentas e estratégias nutricionais para apoiar a eficiência produtiva e a tomada de decisões em períodos de dificuldade.

Advertisement

Em Rondonópolis, o encontro será realizado no dia 9 de outubro, às 18h, no Sindicato Rural do município. A programação também contará com a palestra de Guto Zanata sobre boas práticas de gestão e liderança.

A segunda edição terá ainda a participação de Katiuscia Mota, da Feedis/Brasil Central, com o tema “Suinocultura com menos antibióticos: o que podemos fazer?”. A especialista abordará estratégias nutricionais para fortalecer a resistência dos animais diante dos desafios sanitários e contribuir para a redução do uso de antibióticos.

Marco Lubas, da De Heus, apresentará novamente o tema “GPS – Uso de Modelagem para Nutrição de Precisão no momento de crise”.

A programação em Rondonópolis será concluída por Bruna Alves Caetano, da Tecnomerc, com a palestra “Visão holística do especialista: compreensão fisiológica, manejo e estratégias práticas focadas na sobrevivência e no desenvolvimento de longo prazo dos suínos”.

Com os dois encontros, a Acrismat pretende ampliar o acesso a informações técnicas e incentivar a troca de experiências entre os participantes. As atividades serão gratuitas e realizadas nos sindicatos rurais de Lucas do Rio Verde e Rondonópolis.

Advertisement

Clique aqui, entre em nosso canal no WhatsApp do Canal Rural Mato Grosso e receba notícias em tempo real.

O post Acrismat promove encontros sobre gestão e eficiência na suinocultura em MT apareceu primeiro em Canal Rural Mato Grosso.

Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT