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Colheita de soja é concluída no Brasil, aponta relatório da Conab

A colheita da soja da safra 2025/26 foi oficialmente concluída no Brasil, de acordo com o mais recente levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Na semana anterior, a colheita alcançava 98,8% da área semeada. Com isso, houve um avanço de 1,2 ponto porcentual até a conclusão total dos trabalhos em campo.
Segundo a Conab, o único estado que ainda registra colheita pontual é o Maranhão, com 99% da área colhida. Apesar disso, o índice nacional já é considerado encerrado, uma vez que os volumes remanescentes são residuais.
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O desempenho da safra segue alinhado ao histórico recente. No mesmo período do ano passado, a colheita também já havia sido finalizada em todo o país. A média dos últimos cinco anos para esta época do ano igualmente aponta para 100% da área colhida.
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O que o produtor brasileiro pode aprender com a agricultura chinesa?

A agricultura chinesa mostra ao produtor brasileiro que tecnologia, logística e ganho de produtividade podem ser determinantes para ampliar a eficiência no campo. Uma expedição com agricultores de diferentes regiões do Brasil percorreu áreas de produção, indústrias, centros de pesquisa e estruturas logísticas para conhecer de perto como funciona a cadeia agrícola do país que é o principal comprador de produtos brasileiros.
Em pouco mais de sete décadas, a China passou por uma transformação econômica que também ampliou sua influência sobre os mercados globais. Em 2025, o Produto Interno Bruto (PIB) chinês chegou a 140,2 trilhões de yuans, alta de cerca de 5% em relação ao ano anterior, segundo o Escritório Nacional de Estatísticas da China.
A aproximação entre os dois países é especialmente forte no agronegócio. A soja brasileira percorre milhares de quilômetros até chegar ao mercado chinês, onde deixa de ser apenas uma commodity e passa a integrar cadeias de produção de farelo, óleo e proteína animal.
“Tem uma coisa só que separa. É o Oceano. 50 dias de viagem. Ponto. Na verdade, nós somos o mesmo mercado”, resume Eduardo Vanin, analista de mercado da Agrinvest Commodities. Para ele, compreender o que acontece do outro lado da cadeia ajuda o produtor brasileiro a enxergar melhor as transformações desse mercado.
A relação também vai além da comercialização da produção. A China é uma importante fornecedora de insumos utilizados pelo campo brasileiro, como defensivos agrícolas, sulfato de amônio e produtos à base de fósforo. Na avaliação de Jeferson Souza, analista de fertilizantes da Agrinvest, as políticas adotadas pelo país asiático podem influenciar diretamente a oferta e os preços desses produtos.
“Para nós, a China, no insumo, é uma protagonista”, afirma Souza, ao destacar a dependência brasileira das importações de fertilizantes. Segundo ele, o Brasil produz menos de 20% do adubo que consome, o que torna o acompanhamento das decisões chinesas relevante para os custos de produção no país.
Da soja brasileira à alimentação chinesa
A importância da soja brasileira fica evidente quando o grão chega às indústrias chinesas. No ano passado, a China comprou 87 milhões de toneladas de soja do Brasil, volume que representou 80% das exportações totais brasileiras da oleaginosa, conforme os dados apresentados durante a expedição realizada pela Agrinvest Commodities, acompanhada pelo Canal Rural Mato Grosso.
Boa parte desse produto segue para o processamento. O farelo é utilizado principalmente na alimentação de suínos e frangos, além da produção de carne e leite. Já o óleo entra na indústria alimentícia.
A soja produzida dentro da China também tem uma destinação específica. A produção local fica em torno de 20 milhões a 21 milhões de toneladas, com cultivo totalmente não transgênico. Cerca de 14 milhões de toneladas são destinadas ao consumo interno, principalmente para produtos como tofu e shoyu, além da utilização do óleo pela indústria alimentícia.
A dimensão desse mercado ajuda a explicar a importância da relação comercial. Yin Ruifeng, vice-presidente de Dados e representante do Ministério da Agricultura da China, afirmou à reportagem que o Brasil é importante para o desenvolvimento agrícola chinês e que a expectativa é manter a parceria nos próximos anos.
“A China ainda espera importar muitos produtos do Brasil, principalmente soja, algodão e açúcar”, disse. Ela também destacou a necessidade de os produtores brasileiros manterem a qualidade da produção, além de práticas relacionadas ao desenvolvimento sustentável e à proteção ambiental.
Para os produtores que participaram da viagem, conhecer o destino da produção permite observar uma etapa que normalmente fica distante da propriedade. Adelar José Marafon conta que chegou à China justamente para confrontar as informações que havia recebido sobre o país com o que encontraria durante a expedição.
“A China, na verdade, é um tabu muito grande, quando se fala de China, porque muita coisa é fechada. Então, a gente ouve muitas versões daqui dentro da China. Vim para cá para realmente tirar as minhas conclusões e ver o que realmente se fala e o que realmente acontece”.
Logística muda o custo da produção
A escala da indústria também chama atenção. Uma das unidades visitadas possui capacidade de processamento de em torno de 10 milhões de toneladas de soja por ano, considerando suas três plantas. Aproximadamente 80% da soja processada na estrutura vem do Brasil.
A operação depende de um fluxo constante de matéria-prima. São cerca de 7 milhões de toneladas processadas por ano na unidade visitada, com recebimento de aproximadamente 3 mil toneladas de soja por dia. A capacidade de armazenagem chega a 800 mil toneladas.
Depois de chegar ao porto, a soja percorre cerca de 150 a 160 quilômetros até a indústria por ferrovia. A estrutura logística chinesa foi um dos pontos que mais chamaram a atenção dos produtores brasileiros durante a viagem.
De acordo com Marcos Araújo, diretor da Agrinvest Commodities, a comparação ajuda a dimensionar o impacto do transporte sobre a competitividade. Ele cita como exemplo o custo estimado para levar uma tonelada de soja de Sorriso, em Mato Grosso, até o porto, de cerca de US$ 100. Nos Estados Unidos, uma distância semelhante ficaria próxima de US$ 40 por tonelada.
“Essa economia, boa parte desse dinheiro entraria no bolso do produtor rural brasileiro”, afirma Araújo. Para ele, o uso mais amplo de ferrovias e hidrovias poderia reduzir o custo logístico e aumentar a eficiência da cadeia.
A estrutura encontrada na China também foi destacada pelos produtores que participaram da expedição. Moacir Smaniotto Junior classificou a infraestrutura logística como um dos pontos de maior impacto da viagem. “Quem sabe um dia o Brasil chega lá também, precisamos disso”, comentou ao Canal Rural Mato Grosso.
Além da infraestrutura, a visita às indústrias trouxe outro ponto de atenção: à qualidade da soja entregue. Li Changxin, gerente executivo da Hopeful Grain & Oil Group, apontou a presença de impurezas e questões relacionadas ao transporte e ao processamento como dificuldades da operação.
Na comparação feita por ele, a soja importada dos Estados Unidos apresenta desempenho melhor nesses aspectos. A observação coloca a qualidade do grão como outro fator que pode ganhar importância para o produtor brasileiro na relação com o mercado chinês.

Produtividade é desafio em um país com pouca terra
A expedição também chegou a Harbin, na província de Heilongjiang, uma das principais regiões agrícolas da China e maior produtora de soja do país. O local reúne uma condição particular: invernos rigorosos, com temperaturas que podem chegar a 30 graus negativos, e uma curta janela de verão para o desenvolvimento das lavouras.
Com pouca terra disponível por habitante, aumentar a produtividade se tornou uma necessidade. A área agricultável per capita na China é estimada em apenas 900 metros quadrados por pessoa.
A soja ocupa cerca de 10 milhões de hectares no país, com produtividade média nacional de aproximadamente 2 mil quilos por hectare. A produção chega a cerca de 20 milhões de toneladas por ano. O grão chinês, porém, apresenta teor de proteína próximo de 40%, enquanto as novas variedades cultivadas no Brasil ficam em torno de 33%, segundo os dados apresentados durante a viagem.
O solo negro encontrado no nordeste chinês é outro diferencial. Rico em matéria orgânica e com capacidade de reter nutrientes, fertilizantes e água, ele oferece condições favoráveis ao cultivo de soja, milho e arroz.
Na Academia de Ciências Agrícolas de Harbin, os produtores brasileiros conheceram pesquisas voltadas ao aproveitamento dessa condição natural. Zhou Meng, pesquisadora chinesa, explicou que o melhoramento genético e a rotação de culturas estão entre as tecnologias consideradas fundamentais para elevar a produtividade.
“Nos próximos anos, duas tecnologias serão fundamentais para aumentar ainda mais a produtividade, o melhoramento genético e a rotação de culturas”, afirmou ao Canal Rural Mato Grosso.
A genética também chamou a atenção dos produtores brasileiros. Durante uma visita, César Paulo observou uma variedade de soja com grande quantidade de vagens com quatro grãos por planta, característica que, segundo ele, é menos comum na região brasileira onde produz.
O avanço tecnológico não está restrito à soja. No milho, a China cultiva cerca de 44 milhões de hectares, com produtividade média de 6,5 mil quilos por hectare. A produção chega a aproximadamente 307 milhões de toneladas, enquanto o consumo é estimado em 325 milhões de toneladas.
Conforme Marcos Araújo, diretor da Agrinvest Commodities, um ganho de 2 mil quilos por hectare na produtividade chinesa poderia acrescentar 88 milhões de toneladas à produção anual de milho. O movimento ajuda a explicar a redução das importações chinesas, que já chegaram a 30 milhões de toneladas e, nas últimas temporadas, ficaram abaixo de 2 milhões.
Tecnologia e dados ganham espaço no campo
A tecnologia aparece como uma das ferramentas usadas pela China para produzir mais em áreas limitadas. Empresas visitadas pelos produtores brasileiros desenvolvem soluções de Internet das Coisas (IoT) aplicadas ao campo, com uso de conexões 4G e 5G.
Uma dessas empresas está presente em mais de 30 países e utiliza os dados para aumentar a precisão das operações agrícolas. Entre os resultados apresentados durante a visita está um ganho de produtividade de cerca de 10%, especialmente em frutas e hortaliças.
Para João Paulo Schaffer, diretor e analista de derivados e grãos da Agrinvest, a principal lição está na integração entre produção e informação.
“O campo e a tecnologia no Brasil estão realmente ainda muito distantes. A gente tem que buscar mais a integração e a disponibilidade de dados”. De acordo com ele, as empresas chinesas utilizam dados para alimentar sistemas de inteligência artificial, fazer previsões e apoiar decisões de produtores e indústrias.
A integração também aparece fora das lavouras. Em Shuangcheng, no nordeste da China, a expedição conheceu uma indústria com aproximadamente 380 mil metros quadrados e 700 funcionários, com capacidade para processar até 1 milhão de toneladas de milho por ano.
O modelo mostra como produção agrícola, indústria e mercado consumidor são conectados. A escala industrial encontrada pelos brasileiros reforça a dimensão do mercado chinês e a necessidade de acompanhar não apenas a produção no campo, mas também as transformações que acontecem depois da porteira.
Para Gabriel Kirnev, conhecer esse processo permite visualizar o destino da produção brasileira. “É sempre muito bom a gente conhecer os nossos clientes, visualizar aqui em loco, principalmente vendo as esteiras, a produção e tudo isso acontecendo e chegando ao destino final”, afirma.
A percepção dos produtores, no entanto, não foi de simplesmente copiar o modelo chinês. As realidades dos dois países são diferentes, e as soluções desenvolvidas na China respondem a condições específicas de disponibilidade de terra, clima, logística e mercado.
Rafael Grimm Marques destacou justamente uma dessas diferenças ao conhecer o solo negro da região. Já Gabriel Kirnev vê a experiência como uma referência para buscar ganhos no Brasil. “É possível crescer na produtividade, é possível melhorar na execução do operacional, então a gente está aprendendo muito aqui com eles”.
A expedição terminou com uma visão que vai além das lavouras e das indústrias. Para os produtores brasileiros, conhecer a China também significou observar a infraestrutura construída para conectar produção e consumo.
Adelar Marafon resume a diferença entre os dois sistemas pela relação entre o que acontece dentro e fora da propriedade. “O produtor brasileiro da porteira para dentro, ele está melhor do que a China. Mas quando sai da porteira para fora a China dá show. Logística, infraestrutura, está industrializada, menos burocrática”.
A produtora rural Marisa Brunetta também destaca a dimensão tecnológica encontrada durante a viagem. Para ela, a China representa uma referência para o produtor brasileiro em inovação e, ao mesmo tempo, ocupa uma posição estratégica na relação comercial entre os dois países.
“A China está crescendo em proporções imensas a nível mundial. É um celeiro em termos de tecnologia pra gente tá aqui aprendendo”, afirma.
Marisa também resume a complementaridade entre as duas economias no agronegócio. “A China, um parceiro fornecedor de insumos, a parte de químicos e fertilizantes e nós a matéria-prima principal para eles aqui, que é a soja”.
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Conab levanta custos de produção de mandioca e laranja na Bahia

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) realizou, entre os dias 14 e 18 de setembro, painéis técnicos para levantamento dos custos de produção de mandioca e laranja em municípios da Bahia. A ação ocorreu em Cruz das Almas, Sapeaçu, Conceição do Almeida, Rio Real e Inhambupe e reuniu representantes das cadeias produtivas das duas culturas.
O trabalho teve como objetivo coletar informações que serão usadas no cálculo dos custos de produção, com aplicação em estudos, análises e políticas públicas voltadas ao setor. A programação incluiu visitas técnicas, reuniões locais e articulação com sindicatos, cooperativas, produtores rurais, associações, instituições financeiras, órgãos públicos, entidades de assistência técnica, centros acadêmicos, movimentos sociais e empresas de insumos.
As reuniões de consolidação e coleta de dados foram realizadas em Cruz das Almas, no dia 15, para a mandioca, e em Inhambupe, no dia 17, para a laranja, entre outros municípios. Nos encontros, os participantes contribuíram com o levantamento de coeficientes técnicos e preços de fertilizantes, defensivos, mão de obra, máquinas, equipamentos e outros insumos usados na produção.
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Segundo a Conab, a atualização considera informações apresentadas pelos participantes sobre as condições de produção observadas nas áreas visitadas. A estimativa de participação nas reuniões foi de 15 a 20 pessoas, além de três técnicos responsáveis pela condução das atividades.
Os dados coletados passarão por análise técnica e sistematização antes de serem incorporados aos estudos oficiais de custos agropecuários. O processo integra o monitoramento dos custos de produção de culturas agrícolas realizado no estado.
De acordo com a Conab, as informações levantadas vão subsidiar estudos econômicos, programas governamentais e ações voltadas aos produtores, além de servir de referência para indicadores ligados às cadeias de mandioca e laranja na Bahia.
Fonte: gov.br
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Recuo define o mercado de soja no fim desta semana; saiba os preços no Brasil

O mercado brasileiro de soja teve pouca movimentação nesta sexta-feira (18), em uma sessão marcada pela queda das cotações na Bolsa de Chicago. O analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, destaca que o grão acompanhou o recuo do farelo e também sentiu a pressão exercida pelo avanço da colheita americana sobre os preços.
No mercado brasileiro, os recuos foram mais perceptíveis nos portos, acompanhando a paridade. Ainda assim, Silveira ressalta que o mercado permanece bastante nominal e que não houve grandes perdas de valor no grão.
Os vendedores seguem pressionando os compradores, com pedidas elevadas, enquanto as ofertas de compra apresentam pouca alteração, apesar de já estarem em níveis considerados fortes.
“Seguimos com um spread forte no mercado disponível, de até R$ 7,00 por saca, dependendo da praça, mas sem movimentos”, destaca Silveira.
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No mercado físico, as cotações tiveram movimentos distintos entre as principais praças acompanhadas. Confira os preços:
- Passo Fundo (RS): recuou de R$ 154,50 para R$ 154,00
- Santa Rosa (RS): recuou de R$ 155,50 para R$ 154,00
- Cascavel (PR): recuou de R$ 152,00 para R$ 151,00
- Rondonópolis (MT): manteve em R$ 147,00
- Dourados (MS): manteve em R$ 147,00
- Rio Verde (GO): subiu de R$ 148,00 para R$ 149,00
- Paranaguá (PR): recuou de R$ 163,00 para R$ 162,00
- Rio Grande (RS): recuou de R$ 163,50 para R$ 162,00
Soja em Chicago
Os contratos futuros da soja fecharam em baixa na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), nesta sexta-feira, reduzindo os ganhos semanais. A sessão foi marcada por um movimento de realização de lucros e vendas técnicas.
Os agentes aguardam o encontro, em Washington, dos presidentes da China, Xi Jinping, e dos Estados Unidos, Donald Trump, no final da próxima semana. A expectativa é de novos acordos comerciais entre as duas potências, o que poderia resultar em mais vendas de soja americana para o país asiático.
Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 111.000 toneladas de soja à China, que serão entregues na temporada 2026/27.
A Sinograin, empresa estatal chinesa responsável pelos estoques estratégicos, retomou os leilões de grandes volumes de soja importada após uma pausa de aproximadamente um mês, antes da esperada cúpula entre Xi Jinping e Trump.
O leilão da próxima terça-feira incluirá 543 mil toneladas de soja, produzidas entre 2023 e 2025, informou o Centro Nacional de Comércio de Grãos em um comunicado. Antes desse anúncio, a Sinograin havia realizado cinco leilões de mais de 200 mil toneladas de soja importada desde julho, uma medida que, segundo traders, teria como objetivo liberar espaço de armazenamento para a chegada prevista de soja dos Estados Unidos.
Abiove
A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) divulgou nesta sexta-feira (18/9) que a produção brasileira de soja deve chegar a 180,4 milhões de toneladas. Não houve mudanças em relação ao dado divulgado no mês passado.
A entidade revisou para baixo, em 0,3%, sua estimativa para exportação de soja em grão no país, agora calculada em 115 milhões de toneladas. O motivo foi o aumento de compras chinesas por produto norte-americano.
Contratos futuros de soja
Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 16,25 centavos de dólar ou 1,23%, a US$ 13,03 1/2 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 13,20 por bushel, com retração de 17,00 centavos de dólar ou 1,27%.
Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 12,70 ou 3,42% a US$ 358,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 68,22 centavos de dólar, com perda de 0,93 centavo ou 1,34%.
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,11%, sendo negociado a R$ 5,1452 para venda e a R$ 5,1432 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1232 e a máxima de R$ 5,1657. Na semana, a valorização ficou em 0,42%.
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