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3 de novembro de 2026

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Prefeitura repassa mais de R$ 2,5 milhões para manutenção de escolas municipais de Cuiabá

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Recursos serão destinados a custeio, pequenas manutenções e materiais de uso diário em 172 unidades da rede municipal de ensino

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Educação, realizou o repasse de mais de R$ 2,5 milhões às unidades escolares da rede municipal de ensino. O recurso enviado nesta quarta-feira (10), corresponde ao segundo repasse bimestral de 2026 e será destinado ao custeio básico das instituições, como pequenas manutenções, materiais de limpeza, de copa e cozinha, de expediente, entre outros.

 

O investimento contempla as 172 unidades educacionais, entre Escolas Municipais de Educação Básica (Emebs), Centros Educacionais Infantis Cuiabanos (Ceics), Centros Municipais de Educação Infantil (Cemeis) e Escolas Municipais de Educação Básica do Campo (Emebecs). Os valores são distribuídos de acordo com o número de alunos matriculados em cada unidade, garantindo maior equilíbrio e eficiência na aplicação dos recursos.

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Os valores dos repasses não são fixos e podem variar a cada bimestre, conforme as demandas. No primeiro repasse, realizado em abril, foram destinados pouco mais de R$ 2,4 milhões. Os próximos repasses estão programados para o segundo semestre.

O objetivo do repasse é assegurar que as escolas tenham autonomia para atender às demandas administrativas e operacionais do dia a dia, contribuindo para a manutenção adequada dos serviços prestados à comunidade escolar e para a melhoria contínua do ambiente educacional. A aplicação dos recursos é acompanhada pela Coordenadoria de Prestação de Contas da Secretaria, mediante a prestação de contas, que é de responsabilidade dos diretores.

De acordo com o secretário municipal de Educação, Reginaldo Teixeira, o investimento reforça o compromisso da gestão com a qualidade do ensino e o fortalecimento das unidades escolares.

“Esse repasse é fundamental para garantir que nossas escolas tenham condições de atender às suas necessidades administrativas com agilidade, além de fortalecer a autonomia das unidades, assegurando que os recursos cheguem e proporcionem melhores condições de funcionamento. Isso também contribui para o desenvolvimento das ações do dia a dia. Quem está na escola conhece as prioridades e pode, dessa forma, direcionar a aplicação dos recursos, contribuindo diretamente para a qualidade do atendimento oferecido aos nossos estudantes”, destacou.

Com Assessoria

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Assembleia Legislativa nega supostos pagamentos paralelos ao TCE-MT via emendas

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ALMT disse em nota que informação citada pela Polícia Federal no inquérito da Operação Tomada de Contas foi para corrigir a estimativa de arrecadação

A presidência da Assembleia Legislativa negou pagamentos paralelos ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT). A Assembleia informou que a emenda citada pela Polícia Federal no inquérito da Operação Tomada de Contas está prevista em lei e foi usada de acordo com as regras constitucionais. 

“A emenda mencionada no inquérito envolvendo o Tribunal de Contas é, na verdade, uma emenda legislativa, instrumento utilizado durante a tramitação de matérias na Assembleia Legislativa, como projetos de lei e propostas e emendas à Constituição e à Lei Orçamentária Anual (LOA)”, diz em nota. 

Ainda de acordo com a instituição, no caso da emenda citada, ela foi aplicada à LOA “com objetivo de corrigir diferenças entre a previsão de arrecadação do governo do Estado e a receita efetivamente arrecadada”. 

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Segundo a Polícia Federal, a Assembleia enviou R$ 112,3 milhões via emendas de lideranças partidárias para o TCE-MT em 2025 e 2026. Cerca de R$ 72,2 milhões teriam sido direcionados para despesas. 

Os dados são citados no âmbito da Operação Tomada de Contas deflagrada na quinta-feira (29) e atingiu a cúpula do TCE-MT por suspeita de desvio de dinheiro público em suposto esquema de pagamento a agências de publicidade. 

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Gefron e PRF apreendem 130 kg de cocaína em Glória D’Oeste

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Operação resultou em uma prisão e gerou um prejuízo estimado em R$ 3,2 milhões às facções criminosas

Uma operação conjunta entre o Grupo Especial de Fronteira (Gefron) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF), realizada no município de Glória D’Oeste (a 130 km de Cuiabá), nesse domingo (1°.11), resultou na prisão de um suspeito e na apreensão de 130 kg de cloridrato de cocaína (a forma mais pura desse entorpecente).

A droga estava dividida em 120 tabletes, escondidos em diferentes compartimentos de um Jeep Cherokee. A apreensão dos entorpecentes e do veículo gerou um prejuízo de R$ 3,2 milhões às fações criminosas.

Aos policiais, o motorista preso relatou que receberia R$ 5 mil para levar a droga até São Paulo, mas não informou a origem da droga. O suspeito, o carro e os entorpecentes foram entregues da Delegacia Especializada de Fronteira (Defron), da Polícia Civil.

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Fiscalização na fronteira

Sob gestão da Secretaria de Segurança Pública, o Gefron atua há 24 anos na prevenção e combate ao tráfico de drogas, roubos, sequestros e outras modalidades de crimes nos municípios fronteiriços e do entorno da fronteira do Brasil do a Bolívia.

Entre janeiro e setembro deste ano, a equipe especializada apreendeu 26,3 toneladas de drogas no Estado, volume 22% maior do que toda a apreensão registrada nos 12 meses de 2025. Somente em 2026, o Gefron também levou à prisão 324 suspeitos, em 199 ocorrências. Ao todo, o prejuízo estimado às facções foi calculado em R$ 371 milhões.

Para contribuir com as ações do Gefron, a população pode denunciar de forma anônima pelos telefones: 0800 646 1402 e (65) 99668-7655, este último por ligação e mensagem de Whatsapp. Também está disponível o telefone 181 (Disque Extorsão), focado em ações de facções criminosas, com garantia de sigilo do denunciante.

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Polícia Civil de MT realiza mais de 430 operações entre janeiro e outubro deste ano

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Os dados demonstram resultados expressivos no combate às facções criminosas em MT

A Polícia Civil de Mato Grosso apresentou, entre janeiro e outubro deste ano, resultados expressivos no combate à criminalidade em todo o Estado, refletindo a eficiência do trabalho investigativo da instituição. Neste período, foram realizadas 434 operações policiais, com uma média de 43 ações por mês, que resultaram na prisão de 1.314 pessoas suspeitas de envolvimento em crimes.

O interior do estado concentrou, até o momento, o maior volume de operações, com 253 ações deflagradas pelas Delegacias Regionais. As unidades da Diretoria de Atividades Especiais realizaram outras 119 operações, enquanto as equipes da Diretoria Metropolitana foram responsáveis por 61 operações. O desempenho reflete o fortalecimento da atividade investigativa, do planejamento operacional e da integração entre as unidades.

As ações também contaram com apoio da Diretoria de Inteligência e dos Núcleos de Inteligência das unidades policiais de todo o Estado, com objetivo combater crimes relacionados a facções criminosas, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, estelionato, roubos, furtos, corrupção e crimes fazendários, ambientais, entre outras modalidades delitivas.

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Entre janeiro e outubro, a Polícia Civil também cumpriu 7.619 mandados de prisão e realizou cerca de 22 mil prisões em flagrante em Mato Grosso.

A delegada-geral da Polícia Civil, Daniela Maidel, ressalta que a operação é resultado de um trabalho complexo, qualificado e estruturado, que começa muito antes de sua deflagração, envolvendo coleta de informações, análise de dados, produção de provas e planejamento estratégico.

“O planejamento técnico é fundamental para que uma operação seja desencadeada de forma coordenada e eficiente, garantindo que as equipes atuem de maneira integrada e que os objetivos estabelecidos em cada investigação sejam alcançados”, afirma.

Os resultados também foram impulsionados pelo reforço e crescimento contínuo do efetivo da instituição. Em abril deste ano, a Polícia Civil recebeu 124 novos servidores, sendo 55 investigadores e 69 escrivães. Este também foi o mês que registrou o maior pico de operações no ano, com 60 ações deflagradas em todo Estado. Entre 2019 e 2025, a Polícia Civil nomeou outros 381 novos servidores.

Desde o início do ano a instituição realiza a Operação Pharus, um planejamento estratégico da Polícia Civil no âmbito do programa Tolerância Zero, do Governo do Estado, direcionado ao combate às facções criminosas em Mato Grosso.

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A denominação “Pharus” é derivada do latim e significa “farol”, uma estrutura que remete à emissão constante de luz e ao direcionamento na escuridão. A escolha dessa nomenclatura visa representar simbolicamente a presença e a firmeza do Estado na identificação e na repressão às facções criminosas.

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