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Polícia Civil prende homem investigado por furtos e golpes do falso PIX em Alto Araguaia

Suspeito de 35 anos possui extenso histórico criminal e voltou a cometer delitos após obter liberdade provisória, segundo as investigações
A Polícia Civil cumpriu, no final da tarde dessa quarta-feira (10.06), um mandado de prisão preventiva contra um homem, de 35 anos, investigado pela prática reiterada de crimes patrimoniais em Alto Araguaia. A ordem judicial foi expedida pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo de Rondonópolis.
A prisão é resultado de um trabalho investigativo contínuo desenvolvido pela Polícia Civil, que identificou a reincidência criminosa do suspeito e reuniu elementos que demonstraram a necessidade da medida cautelar para garantia da ordem pública e interrupção da atividade delitiva.
De acordo com as investigações realizadas pela equipe da Delegacia de Alto Araguaia, o homem possui um extenso histórico criminal, acumulando registros por, pelo menos, oito furtos, dois estelionatos, uma violação de domicílio e um crime de receptação. Desde 2022, ele vem sendo apontado como um dos principais autores de crimes patrimoniais na região.
Recentemente, o investigado havia sido preso em flagrante por furto, obtendo liberdade provisória em abril deste ano mediante o cumprimento de medidas cautelares impostas pelo Poder Judiciário. Contudo, mesmo submetido às restrições, voltou a praticar delitos poucos dias após sua soltura.
Entre os fatos apurados está um golpe aplicado contra uma farmácia do município. Conforme as investigações, o suspeito realizava pedidos de produtos por aplicativo de mensagens e, no momento da entrega, apresentava comprovantes de transferências via PIX.
Posteriormente, verificava-se que os pagamentos haviam sido apenas agendados e eram cancelados logo após o recebimento das mercadorias. A Polícia Civil apurou que o mesmo método foi utilizado em prejuízo de outros estabelecimentos comerciais da cidade.
Diante da reiterada prática criminosa e da ineficácia das medidas cautelares anteriormente impostas, o delegado responsável pelas investigações, Marcos Paulo Batista de Oliveira, representou pela prisão preventiva do investigado. O pedido recebeu parecer favorável do Ministério Público e foi acolhido pelo Juízo das Garantias do Polo de Rondonópolis.
Após o cumprimento do mandado e a formalização dos procedimentos legais, o preso foi encaminhado à Cadeia Pública local, onde permanecerá à disposição da Justiça.
Com Assessoria
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UFMT sobe em ranking nacional e entra na lista das 40 melhores universidades do Brasil

Universidade conquistou a 39ª posição entre 205 instituições avaliadas e registrou avanços em ensino, inovação, internacionalização e mercado de trabalho.
A universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) ganhou duas posições no Ranking Universitário Folha (RUF) 2026 e passou a ocupar o 39º lugar entre as melhores universidades do Brasil. A instituição também melhorou sua pontuação geral, passando de 71,90 pontos em 2025 para 73,79 neste ano.
O levantamento, elaborado pelo jornal Folha de S.Paulo, analisou 205 universidades públicas e privadas de todo o país. A classificação considera cinco critérios: qualidade do ensino, pesquisa científica, inserção no mercado de trabalho, inovação e internacionalização.
A UFMT apresentou melhora em quatro dos cinco indicadores avaliados. O avanço mais expressivo ocorreu no quesito mercado de trabalho, em que a universidade saltou da 47ª para a 33ª posição, ganhando 14 colocações.
Outro resultado positivo foi registrado em internacionalização. Nesse indicador, que considera a inserção da instituição no cenário acadêmico internacional, a UFMT passou do 45º para o 34º lugar.
A universidade também melhorou sua classificação em inovação, subindo da 64ª para a 54ª posição, e em ensino, passando do 57º para o 49º lugar.
A única queda ocorreu no indicador de pesquisa científica, em que a instituição recuou duas posições, saindo do 50º para o 52º lugar.
Como funciona o ranking
O RUF utiliza diferentes pesos para calcular a nota final das universidades. A pesquisa científica representa a maior parcela da avaliação, com 42%, seguida pelo ensino, com 32%, e pelo mercado de trabalho, com 18%. Inovação e internacionalização respondem por 4% cada.
Na edição de 2026, o levantamento também passou a considerar resultados do Enade das Licenciaturas e do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed).
Outra mudança foi a inclusão de um indicador relacionado à utilização de pesquisas científicas na elaboração de políticas públicas.
Com o resultado, a UFMT consolida sua presença entre as 40 instituições mais bem colocadas do país, embora ainda enfrente o desafio de melhorar seu desempenho na área de pesquisa.
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Ex-candidato a vereador morre após acidente na Estrada de Chapada

Conhecido como Vall Pariz, político de 64 anos chegou a ser levado ao Hospital Municipal de Cuiabá, mas não resistiu aos ferimentos.
O ex-candidato a vereador de Várzea Grande Valdir Pariz, conhecido como Vall Pariz, morreu aos 64 anos após sofrer um acidente de trânsito na MT-251, a Estrada de Chapada, em Cuiabá, nesta segunda-feira (2).
Pariz chegou a ser socorrido com vida e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde deu entrada por volta das 13h32. Apesar dos esforços da equipe médica, ele não resistiu aos ferimentos e morreu horas depois.
A Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran) foi acionada por volta das 23h55 para realizar os procedimentos de liberação do corpo.
As circunstâncias do acidente ainda são investigadas pela Polícia Civil. Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre a dinâmica da ocorrência.
Vall Pariz era conhecido por sua participação na política de Várzea Grande, município onde disputou uma vaga na Câmara Municipal em três ocasiões.
Sua candidatura mais recente foi em 2024, pelo Partido Renovação Democrática (PRD), quando recebeu 34 votos. Em 2020, concorreu pelo Patriota e conquistou 56 votos. Já em 2000, disputou pelo antigo Partido Progressista Brasileiro (PPB), obtendo 135 votos.
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Governo envia MP do Imposto Seletivo ao Congresso e acorda transição com o IPI

Texto mantém carga tributária atual; nova cobrança começa em fevereiro de 2027 com apoio de PEC de transição
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, informou que o governo pretende enviar ainda nesta terça-feira (3) ao Congresso Nacional a medida provisória (MP) que regulamenta o Imposto Seletivo. Segundo ele, o texto será discutido com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva antes do envio ao Legislativo.
“A MP já saiu aqui do Ministério da Fazenda. Devo despachar com o presidente hoje [terça-feira]. A expectativa é que seja hoje [enviada ao Congresso]”, disse Durigan ao chegar no ministério.
O ministro lembrou que o governo fechou acordo com os setores atingidos pelo novo tributo para manter a carga tributária atualmente cobrada por meio do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Segundo ele, haverá apenas ajustes decorrentes da mudança na base de cálculo do tributo.
O acordo, segundo Durigan, prevê a manutenção temporária do IPI para os setores alcançados pela medida em janeiro de 2027 e o início da cobrança do Imposto Seletivo a partir de fevereiro do mesmo ano.
Para viabilizar a transição, o governo também pretende encaminhar ao Congresso uma proposta de emenda à Constituição (PEC) para prorrogar temporariamente a vigência do IPI para esses segmentos.
Durigan explicou que o acordo firmado com os setores envolve tanto a preservação da carga tributária quanto as mudanças legais necessárias para a transição entre os dois tributos.
Ainda segundo o ministro, o modelo permanente do Imposto Seletivo, previsto para vigorar a partir de 2028, continuará sendo discutido pelo Congresso ao longo de 2027.
Reforma tributária
Ao defender os parâmetros da reforma tributária, Durigan reiterou que a alíquota estimada para a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) ficou abaixo da proposta apresentada pelo ex-ministro da Fazenda Paulo Guedes.
“Se você pegar o projeto de lei que o ex-ministro Paulo Guedes enviou ao Congresso criando a CBS, a alíquota era de 12%”, lembrou.
Segundo o ministro, os cálculos enviados ao Tribunal de Contas da União (TCU) apontaram alíquota máxima de 11,3% e alíquota média próxima de 8,5%, abaixo dos 12% previstos na proposta apresentada pelo governo Bolsonaro.
Para Durigan, esses números criam condições para que o Congresso reveja exceções e regimes favorecidos incluídos durante a tramitação da reforma tributária, abrindo espaço para uma redução gradual das alíquotas.
“Isso vai dar condição para que o Congresso reveja as exceções que a Fazenda foi contrária durante a tramitação e a gente reduza a alíquota de maneira mais justa e mais apropriada do que estava sendo proposto anteriormente”, afirmou.
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