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26 de julho de 2026

Sustentabilidade

Sugoy: Uma solução completa e robusta para o manejo da ferrugem-asiática em soja – MAIS SOJA

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Considerada uma das doenças mais complexas de manejar na cultura da soja, a ferrugem-asiática, causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, apresenta ampla distribuição geográfica, rápida evolução e elevado potencial de danos à cultura. Em cultivares mais suscetíveis, as perdas de produtividade podem chegar a 90% (Godoy et al., 2025).

Os sintomas iniciais caracterizam-se pelo surgimento de pequenos pontos mais escuros que o tecido foliar, variando de coloração esverdeada a cinza-esverdeada, associados à formação de pequenas protuberâncias (urédias) na face inferior das folhas (Figura 1). Com a evolução da doença, as urédias se rompem por meio de minúsculos poros, liberando esporos hialinos (figura 2) que se acumulam ao redor dessas aberturas e são disseminados pelo vento, favorecendo a ocorrência de novos ciclos de infecção e a rápida propagação da doença na lavoura (Soares et al., 2023).

Figura 1. Sintomas iniciais do desenvolvimento da ferrugem-asiática em soja.
Figura 2. Esporos de Phakopsora pachyrhizi (ferrugem-asiática da soja) em microscópio óptico com diferentes aumentos. A – Fotos feitas com lamínula; B – Fotos feitas sem lamínula.
Fotos: Gustavo Migliorini de Oliveira. Fonte: Oliveira et al, (2020)

A ferrugem-asiática afeta principalmente as folhas, reduzindo a capacidade fotossintética da planta e consequentemente sua produção de fotoassimilados, translocação e acúmulo deles nos grãos. A doença pode ocorrer em qualquer estádio do desenvolvimento da soja, o que dificulta ainda mais seu controle. Atrelado a isso, o rápido progresso da doença sob condições ambientais adequadas (molhamento foliar e temperatura entre 18°C e 26,5°C), intensifica os danos.  Conforme observado por Danelli; Reis; Boaretto (2015) para cada 1% de incidência foliolar, para a densidade de lesões variaram de 13,34 a 127,4 kg/ha/1 lesão/cm² e para densidade urédias variaram de 5,53 a 110,0 kg/ha/1 uredia/cm², tem-se a redução da produtividade de 3,41 a 9,02 kg/ha.

Figura 3. Escala diagramática para avaliação da severidade da ferrugem da soja.
Fonte: Godoy et al. (2006).

Considerando o elevado impacto da ferrugem-asiática e a complexidade do seu manejo, a adoção de estratégias preventivas é fundamental para reduzir o desenvolvimento da doença e minimizar perdas produtivas. Conforme recomendações do Comitê de Ação à Resistência a Fungicidas (FRAC-BR), o manejo da ferrugem-asiática deve ser conduzido de forma preventiva, integrando o controle químico a práticas agronômicas como rotação de culturas, cumprimento do vazio sanitário, escolha e posicionamento adequados de cultivares e eliminação de plantas voluntárias de soja. Nesse contexto, o posicionamento inadequado dos fungicidas, seja em relação ao momento de aplicação, seja quanto à escolha dos produtos, pode comprometer significativamente a eficiência de controle e favorecer o avanço da doença na lavoura.

No que se refere especificamente ao controle químico, torna-se essencial adotar estratégias que aumentem a eficiência de controle da ferrugem-asiática e, simultaneamente, contribuam para o manejo da resistência do fungo aos fungicidas. Uma dessas estratégias é a associação de fungicidas multissítios a fungicidas sítio-específicos, ampliando o espectro de ação e prolongando o período de proteção das aplicações (FRAC-BR, s. d.).

Resultados de ensaios conduzidos pela Embrapa demonstram que a utilização de fungicidas multissítios em associação a fungicidas sítio-específicos, especialmente em formulações contendo mais de um ingrediente ativo, pode elevar em mais de 70% o nível de controle da ferrugem-asiática em comparação ao uso isolado de fungicidas sítio-específicos (Godoy et al., 2025).

Além de potencializar o controle da doença, pesquisas indicam que a utilização de misturas comerciais e/ou misturas em tanque entre fungicidas multissítios e fungicidas sítio-específicos de elevada performance contribui significativamente para retardar a evolução da resistência do patógeno, sobretudo quando inseridas em programas de manejo que contemplem a rotação de mecanismos de ação.

Em termos práticos, quanto maior o número de ingredientes ativos atuando em diferentes sítios metabólicos do fungo, maiores tendem a ser as chances de obtenção de um controle mais efetivo e duradouro da doença. Dessa forma, a associação entre fungicidas multissítios e sítio-específicos representa uma estratégia de elevada eficiência no manejo da ferrugem-asiática, sendo um ponto chave para o manejo da doença.

Como alternativa, a IHARA desenvolveu o SUGOY®, fungicida de ação tripla que reúne três ingredientes ativos em uma única formulação, incluindo o multissítio clorotalonil e dois fungicidas sítio-específicos pertencentes a diferentes grupos químicos. Desenvolvido para a cultura da soja, o fungicida apresenta elevada eficácia no manejo da ferrugem-asiática, posicionando-se como uma importante ferramenta para programas fitossanitários em ambientes de alta produtividade.

Sua formulação permite a associação de diferentes mecanismos de ação em um único produto, proporcionando maior praticidade operacional, eficiência de controle e proteção da cultura, além de contribuir de forma estratégica para o manejo da resistência do fungo aos fungicidas. A elevada performance do SUGOY® também permite maior flexibilidade no posicionamento dentro do programa fitossanitário, possibilitando aplicações em momentos estratégicos do desenvolvimento da soja para proteção das fases mais sensíveis à doença. Além disso, o SUGOY® apresenta eficiência no manejo de outras doenças importantes da cultura, como mancha-alvo, oídio, antracnose, podridão de grãos e mancha-parda, ampliando seu potencial de uso dentro do manejo fitossanitário integrado da soja.



Referências:

DANELLI, A. L. D.; REIS, E. M.; BORETTO, C. CRITICAL-POINT MODEL TO ESTIMATE YIELD LOSS CAUSED BY ASIAN SOYBEAN RUST. Summa Phytopathol., Botucatu, v. 41, n. 4, p. 262-269, 2015. Disponível em: < https://www.scielo.br/pdf/sp/v41n4/0100-5405-sp-41-4-0262.pdf >, acesso em: 14/05/2026.

FRAC-BR. NOVAS RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE DOENÇAS EM SOJA. Comitê de Ação A Resistência a Fungicidas – Brasil, s. d. Disponível em: < https://www.frac-br.org/_files/ugd/6c1e70_5494e2a5f1204eafa26ec81bce3aec6f.pdf >, acesso em: 14/05/2026.

GODOY, C. V. et al. EFICIÊNCIA DE FUNGICIDAS PARA O CONTROLE DA FERRUGEM-ASIÁTICA DA SOJA, Phakopsora pachyrhizi, NA SAFRA 2024/2025: RESULTADOS SUMARIZADOS DOS ENSAIOS COOPERATIVOS. Embrapa Soja, Circular Técnica, n. 2019, 2025. Disponível em: < https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1177349/1/Circ-Tec-219.pdf >, acesso em: 14/05/2026.

GODOY, C. V. et al. EFICIÊNCIA DE FUNGICIDAS PARA O CONTROLE DA FERRUGEM-ASIÁTICA DA SOJA, Phakopsora pachyrhizi, NA SAFRA 2024/2025: RESULTADOS SUMARIZADOS DOS ENSAIOS COOPERATIVOS. Embrapa Soja, Circular Técnica, n. 2019, 2025. Disponível em: < https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1177349 >, acesso em: 14/05/2026.

SOARES, R. M. et al. MANUAL DE IDENTIFICAÇÃO DE DOENÇAS DE SOJA. Embrapa Soja, Documentos, n. 256, 2023. Disponível em: < https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/doc/1158639 >, acesso em: 14/05/2026.

 

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Agro Mato Grosso

FMC lança fungicida Onsuva® para citros na Coopercitrus Expo 2026

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Empresa leva soluções para cana-de-açúcar e cereais à maior feira da cooperativa e apresenta oficialmente o Onsuva®, novo fungicida para o manejo de doenças dos citros

A FMC, empresa global de ciências para agricultura, participa da Coopercitrus Expo 2026, realizada entre 27 e 31 de julho, em Bebedouro (SP), reforçando uma parceria construída ao longo de muitos anos com a Coopercitrus e apresentando tecnologias para a cana-de-açúcar, citros e cereais. Entre os destaques da participação está o lançamento do fungicida Onsuva® para citricultura, novidade que amplia o portfólio da companhia com mais tecnologia e inovação.

Leonardo Brusantin, gerente da cultura de cana-de-açúcar da FMC

“A Coopercitrus Expo é um momento importante para reforçarmos uma parceria sólida, construída ao longo de muitos anos, e estarmos próximos dos cooperados. Levaremos um portfólio robusto para diferentes culturas e apresentaremos, em primeira mão na feira, o Onsuva® para citros, ampliando nossas soluções para o manejo de doenças nessa cultura tão importante para a cooperativa e seus produtores”, destaca Leonardo Brusantin, gerente da cultura de cana-de-açúcar da FMC.
Com formulação exclusiva à base da molécula fluindapir, o fungicida já é referência no manejo das principais doenças da soja, milho e algodão e agora passa a integrar o portfólio destinado à citricultura. O produto oferece controle eficiente do complexo de manchas dos citros, incluindo pinta preta (Phyllosticta citricarpa), Alternaria spp.Cercospora spp. e antracnose, protegendo folhas e frutos e contribuindo para ganhos de produtividade e qualidade.
“O Onsuva® chega para compor o nosso portfólio que já é muito completo e robusto para citricultura. Esse novo fungicida tem como a proposta agregar ao manejo de doenças e elevar ainda mais o padrão de proteção dos pomares, oferecendo mais eficiência para o controle das principais doenças dos citros e contribuindo para a produtividade e a qualidade da produção”, ressalta Brusantin.
A FMC ainda apresenta um portfólio completo para a cana-de-açúcar, uma das principais culturas de investimento da companhia. Entre os destaques está o Boral® Full, herbicida que combina duas moléculas em uma única formulação para ampliar o controle de plantas daninhas de folhas largas e estreitas, oferecendo maior seletividade, flexibilidade de aplicação e segurança no manejo da cana-de-açúcar.
Outro destaque é o Reator®, herbicida pré-emergente seletivo e desenvolvido com tecnologia exclusiva de microencapsulação. O produto proporciona liberação gradual do ingrediente ativo conforme a disponibilidade de umidade no solo, mantendo elevado desempenho no manejo de plantas daninhas como capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) e picão-preto (Bidens pilosa), tanto em períodos úmidos quanto em condições mais secas.
A companhia também evidencia o Verimark®, inseticida à base de diamidas antranílicas indicado para o controle de importantes pragas, como Sphenophorus levis, cigarrinha-das-raízes (Mahanarva fimbriolata) e broca-da-cana (Diatraea saccharalis). Sua alta sistemicidade garante proteção prolongada das plantas, enquanto sua seletividade contribui para a preservação dos inimigos naturais e para o equilíbrio do sistema produtivo.
A participação na Coopercitrus Expo inclui ainda o Premio® Star, com amplo espectro de controle e atuação simultânea sobre diferentes pragas, e o Malathion®, que oferece efeito de choque e rápida ação, sendo fundamental em estratégias de manejo integrado para melhoria da qualidade da colheita.
No portfólio de biológicos, o destaque é o Sofero™ Fall, tecnologia baseada em feromônio que atua na interrupção do ciclo reprodutivo da Spodoptera frugiperda, reduzindo a formação de novas gerações da praga de forma altamente seletiva e compatível com programas de manejo integrado de pragas. Sua formulação microencapsulada favorece a estabilidade e amplia a permanência no campo, aumentando a eficiência do manejo em momentos críticos das culturas.

 

Campanha exclusiva com o programa Bônus Mais

Durante a Coopercitrus Expo, a FMC também promove uma campanha em parceria com a Coopercitrus por meio do programa Bônus Mais.
Os produtores que adquiriremBoral®, Boral® Full e Stone® durante a feira terão acesso a condições comerciais diferenciadas dentro do programa, reforçando a estratégia conjunta de oferecer tecnologias inovadoras e, também, vantagens exclusivas aos cooperados.
Além disso, a companhia lança uma campanha promocional voltada aos produtores rurais. Na compra dos inseticidas Benevia®, Dimexion® e Verimark®, os clientes poderão ser premiados conforme o volume adquirido.
Os produtores que atingirem os volumes mínimos de 200 litros de Benevia®, 500 litros de Dimexion® ou 80 litros de Verimark® serão contemplados com uma Mini Starlink, ampliando a conectividade no campo. Já aqueles que alcançarem 2.000 litros de Benevia®, 5.000 litros de Dimexion® ou 800 litros de Verimark® receberão um iPhone 17 Pro.
“Nossa parceria com a Coopercitrus vai muito além da participação na feira. Trabalhamos juntos para levar inovação, tecnologia e benefícios concretos aos cooperados, contribuindo para uma agricultura cada vez mais produtiva e sustentável”, conclui o gerente.

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Sustentabilidade

Mercado de soja tem preços firmes, mas retenção dos produtores limita os negócios

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O mercado brasileiro de soja voltou a registrar cotações firmes, impulsionadas pela alta da Bolsa de Chicago e pelos prêmios, que seguem em patamares elevados. Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, os portos chegaram a testar a faixa de R$ 150,00 por saca no mercado spot, enquanto as ofertas para outubro ficaram entre R$ 155,00 e R$ 157,00, com prazos de pagamento mais longos.

Silveira destaca que o mercado interno também segue indicando cotações elevadas, sustentadas pelo basis positivo e pela demanda compradora. Segundo ele, as ofertas continuam escassas, com menor volume disponível de soja e algumas regiões mais pressionadas.

O analista acrescenta que os produtores seguem retendo a soja, o que limitou o volume de negócios ao longo da sessão. Apesar disso, ele ressalta que a semana foi marcada por preços significativamente altos e que, mesmo com negociações moderadas, as cotações representam excelentes oportunidades neste momento.

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Confira como ficaram as cotações de soja no Brasil:

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 142,00 para R$ 144,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 143,00 para R$ 145,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 136,00 para R$ 138,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 130,00 para R$ 132,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 128,50 para R$ 130,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 131,00 para R$ 133,00
  • Paranaguá (PR): avançou de R$ 147,00 para R$ 149,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 148,00 para R$ 150,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em alta nesta quinta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), ampliando os ganhos acumulados na semana. Após um movimento de realização de lucros durante a manhã, os fundamentos voltaram a prevalecer e levaram os preços aos melhores patamares em cerca de três anos. A posição novembro acumulou valorização de 4,2% na semana.

Os agentes seguem atentos às condições climáticas nos Estados Unidos. As previsões indicam temperaturas elevadas e pouca chuva, cenário que pode comprometer o potencial produtivo da safra norte-americana.

Outro fator de sustentação para a oleaginosa é a demanda aquecida nos Estados Unidos. O mercado continua repercutindo os acordos firmados entre Pequim e Washington, que impulsionaram as compras por parte dos asiáticos e deram suporte adicional às cotações.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em agosto fecharam com alta de 10,50 centavos de dólar, ou 0,84%, a US$ 12,48 por bushel. A posição novembro encerrou cotada a US$ 12,53 1/2 por bushel, com valorização de 9,75 centavos de dólar, ou 0,78%.

Nos subprodutos, o farelo para setembro subiu US$ 2,00, ou 0,60%, para US$ 330,80 por tonelada. Já o óleo de soja, com vencimento em setembro, fechou a 73,47 centavos de dólar por libra-peso, com queda de 1,22 centavo, ou 1,63%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,03%, cotado a R$ 5,0803 para venda e R$ 5,0783 para compra. Ao longo do dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0498 e a máxima de R$ 5,0903. Na semana, a divisa acumulou queda de 0,58%.

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Sustentabilidade

Publicada portaria que regulamenta a equalização de juros das operações do Plano Safra 2026/2027 – MAIS SOJA

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Foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (23) a portaria que estabelece os critérios, limites, normas operacionais e procedimentos para o pagamento da equalização das taxas de juros pelo Tesouro Nacional às instituições financeiras que operam financiamentos rurais no âmbito do Plano Safra 2026/2027.

A norma aplica-se aos financiamentos rurais concedidos no ano agrícola compreendido entre 1º de julho de 2026 e 30 de junho de 2027, bem como às operações de capital de giro contratadas até 30 de dezembro de 2026 destinadas a cooperativas agropecuárias no âmbito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e do Programa de Capitalização de Cooperativas Agropecuárias (Procap-Agro).

Os recursos contemplam diversas linhas de crédito rural, entre elas Custeio Empresarial, Custeio Pronamp, Inovagro, Moderfrota, PCA, Prodecoop, Proirriga, RenovAgro, Procap-Agro e linhas voltadas à produção sustentável.

Ao todo, 26 instituições financeiras, entre bancos, cooperativas de crédito e agências de fomento, estão autorizadas a operacionalizar as linhas de crédito com equalização de juros.

Os recursos estão divididos entre R$ 97,5 bilhões destinados aos médios e grandes produtores e R$ 44,3 bilhões destinados à agricultura familiar.

Fonte: MAPA



 

FONTE

Autor:MAPA

Site: MAPA

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