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25 de outubro de 2026

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Queda nos preços de soja é registrada na maior parte do Brasil, com exceção de uma região; saiba as cotações

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O mercado brasileiro de soja registrou uma sessão de pouca movimentação nesta quarta-feira (20), marcada por comercialização lenta e baixa participação dos agentes. Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, a combinação entre a queda dos contratos futuros em Chicago e a desvalorização do dólar pressionou os preços no mercado físico nacional.

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Os prêmios chegaram a apresentar alguma melhora ao longo do dia, mas não conseguiram compensar as perdas observadas nos demais indicadores que formam os preços da soja. Com isso, o mercado permaneceu sem grande interesse comprador e sem volumes expressivos de negócios reportados.

Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): baixa de R$ 125,00 para R$ 124,00
  • Santa Rosa (RS): caiu de R$ 126,00 para R$ 125,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 119,00
  • Rondonópolis (MT): desceu de R$ 110,00 para R$ 109,00
  • Dourados (MS): recuou de R$ 114,00 para R$ 113,00
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 113,00 para R$ 112,00
  • Paranaguá (PR): recuou em R$ 130,00
  • Rio Grande (RS): caiu de R$ 131,00 para R$ 130,00

Soja em Chicago

No cenário internacional, os contratos futuros da soja encerraram o pregão em baixa na Bolsa de Chicago (CBOT). O mercado segue assimilando os impactos do acordo anunciado entre Estados Unidos e China para compras de produtos agrícolas norte-americanos, mas investidores aproveitaram para realizar lucros após as recentes valorizações.

Outro fator que pressionou as cotações foi a forte queda do petróleo no mercado internacional, refletindo expectativas de avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã para uma solução envolvendo os conflitos no Oriente Médio.

Além disso, as condições climáticas favoráveis nos Estados Unidos seguem contribuindo para o avanço acelerado do plantio da safra norte-americana, aumentando as expectativas de uma produção cheia no país.

A China também ampliou as compras de soja dos Estados Unidos em abril. Segundo dados da Administração Geral da Alfândega chinesa, o país importou 3,33 milhões de toneladas da oleaginosa norte-americana no mês, mais que o dobro do registrado no mesmo período do ano passado.

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Já as importações de soja brasileira pela China totalizaram 4,75 milhões de toneladas em abril, alta de 3,3% na comparação anual. No acumulado de 2026, o volume adquirido do Brasil chega a 12,7 milhões de toneladas, avanço de 39,6% frente ao mesmo período de 2025.

Contratos futuros de soja

Na Bolsa de Chicago, os contratos da soja para julho fecharam com baixa de 10,25 centavos de dólar, ou 0,84%, cotados a US$ 11,99 1/4 por bushel. O vencimento de agosto encerrou a US$ 11,98 3/4 por bushel, com perda de 0,90%.

Entre os subprodutos, o farelo de soja para julho caiu US$ 1,70, fechando a US$ 330,60 por tonelada. Já o óleo de soja recuou 1,02%, encerrando a 74,67 centavos de dólar por libra-peso.

Câmbio

No câmbio, o dólar comercial terminou o dia em baixa de 0,76%, cotado a R$ 5,0027 para venda. Durante a sessão, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,9992 e a máxima de R$ 5,0572.

Com informações da Safras & Mercado.

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Flávio é o mais votado no exterior e vence em seis países

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Lula lidera em cinco países, mas fica atrás do adversário na votação fora do Brasil.

Flávio Bolsonaro (PL) aparece como o candidato mais votado no exterior no levantamento parcial de 11 países e territórios neste domingo (25). O senador recebeu 32.870 votos, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) contabilizou 14.629. Nesse recorte, Flávio venceu em seis localidades e Lula, em cinco.

O Japão concentra a maior vantagem do candidato do PL, com 28.538 votos, diante de 7.098 do petista. Flávio também ficou à frente em Taiwan, Tailândia, Malásia, Filipinas e Indonésia.

Lula teve seu melhor resultado, entre as localidades incluídas no levantamento, na Austrália: foram 6.017 votos, contra 3.465 do adversário. O presidente também venceu na China, Nova Zelândia, Singapura e Coreia do Sul.

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Os dados foram reunidos a partir de boletins de urna disponibilizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A contagem é parcial e ainda não permite declarar o vencedor da votação no exterior. A divulgação oficial dos resultados consolidados está prevista para depois das 17h, no horário de Brasília.

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Lula vota em São Bernardo e agradece militância pelo apoio

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Petista agradeceu o apoio recebido durante a campanha, mas chega à votação sem vantagem definida sobre Flávio Bolsonaro nas pesquisas citadas.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) votou por volta das 10h deste domingo (25), na Escola Estadual João Firmino Correia de Araújo, em São Bernardo do Campo (SP). Candidato ao quarto mandato, o petista chega à votação em um cenário de incerteza, com pesquisas que indicam empate técnico com Flávio Bolsonaro (PL).

Após registrar o voto, Lula destacou as manifestações de apoio recebidas na reta final. Classificou a campanha do segundo turno como “algo quase que inexplicável”, em referência às mobilizações populares em diferentes cidades do país.

“O que estou vendo essa semana eu nunca tinha visto”, afirmou. O presidente voltou a agradecer o carinho dos apoiadores e disse que permanece na disputa “por causa do povo brasileiro”.

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Antes de seguir para o colégio eleitoral, Lula também conversou com a imprensa no bairro de Alto de Pinheiros, na zona oeste da capital paulista. Na ocasião, agradeceu o apoio e a generosidade recebidos durante a campanha.

Apesar da avaliação positiva sobre as mobilizações, o reconhecimento dos apoiadores ainda precisa se traduzir em votos suficientes para assegurar a reeleição. A definição da disputa depende do resultado das urnas neste domingo.

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Pivetta aposta em vitória de Flávio e defende reformas no país

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Ao votar em Lucas do Rio Verde, governador manifestou confiança no candidato do PL e destacou a importância do alinhamento com o Congresso.

O governador Otaviano Pivetta afirmou neste domingo (25), ao votar em Lucas do Rio Verde, que espera uma vantagem ainda maior de Flávio Bolsonaro em Mato Grosso no segundo turno da eleição presidencial. Confiante na vitória do candidato do PL, ele relacionou o resultado à possibilidade de mudanças no país.

Para Pivetta, o eleitorado mato-grossense deverá reforçar o apoio demonstrado no primeiro turno e contribuir para o desempenho nacional de Flávio.

“Nós, hoje, vamos, mais uma vez, colocar o Mato Grosso entre os primeiros estados brasileiros que mais votam na direita e mais contribuem para as grandes mudanças”, declarou.

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O governador afirmou que a escolha do próximo presidente terá consequências que ultrapassam os quatro anos de mandato. Ao defender a candidatura de Flávio, associou uma eventual vitória à construção de melhores condições para as próximas gerações. “Para garantir um futuro digno para nossas crianças, nós precisamos mudar o Brasil”, disse.

Pivetta também avaliou que a sintonia entre a Presidência e o Congresso poderá favorecer a aprovação de reformas. Ele citou as mudanças política e administrativa entre as prioridades e elogiou a composição eleita para o Legislativo federal. “O Brasil nunca elegeu um Congresso Nacional tão preparado para promover as reformas”, afirmou.

Ao encerrar, o governador ressaltou a participação de Mato Grosso nesse processo. “Nós, aqui no Mato Grosso, vamos fazer a nossa parte. É importante que o Brasil também faça”, concluiu.

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