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19 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Tecnologias da IHARA ganham espaço na Showtec com foco em eficiência no manejo de grãos – MAIS SOJA

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Foto de capa: Assessoria

A IHARA, empresa especializada em pesquisa e desenvolvimento de defensivos agrícolas, marcará presença na Showtec 2026, realizada entre os dias 19 e 21 de maio, em Maracaju (MS). Durante o evento, a companhia apresentará tecnologias voltadas ao manejo fitossanitário das culturas de soja e milho, com destaque para o inseticida ZEUS  e o fungicida SUGOY, soluções desenvolvidas para ampliar eficiência, produtividade e sustentabilidade no campo.

A agricultura brasileira vive um cenário de alta tecnificação e crescente demanda por produtividade. Nesse contexto, o investimento em inovação e no uso estratégico de tecnologias tornou-se fundamental para garantir maior eficiência operacional, sustentabilidade e rentabilidade ao produtor rural. A adoção de soluções adequadas em cada fase do cultivo contribui diretamente para o desempenho da safra e para o manejo mais assertivo das lavouras.

“Nosso compromisso é entender os desafios enfrentados pelo agricultor e investir continuamente em pesquisa e desenvolvimento de soluções alinhadas às necessidades do campo, colaborando para que o agricultor produza com mais eficiência, sustentabilidade e rentabilidade. A Showtec é uma oportunidade importante para apresentarmos tecnologias que auxiliam o produtor na tomada de decisão e no enfrentamento dos principais desafios fitossanitários”, destaca o engenheiro agrônomo e gerente de Marketing Regional da IHARA, Valdumiro Garcia.

Tecnologias que revolucionam o manejo

O avanço de pragas e doenças nas culturas de soja e milho reforça a importância de tecnologias cada vez mais eficazes, seletivas e seguras. Nesse cenário, soluções inovadoras têm contribuído para maior eficiência no manejo, redução de perdas e melhor desempenho produtivo das lavouras.

Entre os destaques da IHARA está o inseticida ZEUS, desenvolvido para o controle dos percevejos-marrom e barriga-verde na soja, além de apresentar elevada eficiência no manejo da cigarrinha do milho. A tecnologia se diferencia pelo elevado poder de choque e residual prolongado, favorecendo maior proteção das culturas e contribuindo para um manejo mais consistente ao longo do ciclo produtivo.

Já o fungicida SUGOY, solução premium voltada ao manejo das principais doenças foliares na cultura da soja devido ao seu amplo espectro de alvos registrados. O produto reúne ação sistêmica e de contato para o controle de alvos importantes, como ferrugem-asiática, mancha-alvo, antracnose e oídio. Além de ampla eficiência de controle, a tecnologia oferece praticidade operacional, contribuindo para a redução de erros no preparo de calda e maior eficiência nas aplicações. Outro diferencial é a presença de protetor em sua formulação, característica inédita no mercado e que fortalece as estratégias de manejo de resistência.

“Mais do que apresentar tecnologias, nosso objetivo é contribuir para que o produtor tenha acesso a informações e soluções que realmente façam diferença no campo. O manejo fitossanitário exige decisões cada vez mais estratégicas e alinhadas à realidade das lavouras”, finaliza Valdumiro.

Sobre a IHARA

A IHARA é uma empresa de pesquisa e desenvolvimento que, há mais de 60 anos, leva soluções para a agricultura brasileira, setor no qual é reconhecida como fonte de inovação e tecnologia japonesa, sendo uma marca que possui a credibilidade e a confiança dos seus clientes. A empresa conta com um portfólio completo de fungicidas, herbicidas, inseticidas, biológicos, acaricidas e produtos especiais, somando mais de 60 soluções que contribuem para a proteção de mais de 100 diferentes tipos de cultivos, colaborando para que os agricultores possam produzir cada vez mais alimentos, com mais qualidade e de forma sustentável. Em 2022, a IHARA ingressou no segmento de pastagem, oferecendo soluções inovadoras para o pecuarista brasileiro.

Para mais informações, acesse o site da IHARA.

Fonte: Assessoria de imprensa IHARA



 

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Agro Mato Grosso

UPL obtém registro de novo inseticida para soja, milho e algodão

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Sucessor utiliza tecnologia de formulação desenvolvida pela empresa e promete ação rápida contra percevejos e bicudo-do-algodoeiro

A UPL Brasil obteve o registro de Sucessor, novo inseticida destinado às culturas de soja, milho e algodão. O produto incorpora a tecnologia Blast, desenvolvida pela companhia, que permite combinar ingredientes ativos originalmente incompatíveis em uma mesma formulação.

Segundo a UPL, a tecnologia possibilita uma nova alternativa para o manejo do complexo de percevejos nas culturas de soja e milho e do bicudo-do-algodoeiro. Entre os principais diferenciais do produto está a velocidade de ação. Em testes realizados a campo no Brasil, a empresa observou a eliminação dos alvos, em média, entre 30 minutos e uma hora após a aplicação.

Além do efeito de choque, Sucessor combina velocidade de ação com efeito residual e consistência de controle, segundo a companhia. O produto também pode ser aplicado por via aérea, conforme as orientações estabelecidas em bula.

Para Cristiano Figueiredo, CEO da UPL Brasil, o desenvolvimento do inseticida representa um avanço na tecnologia de formulação. “A ciência aplicada ao desenvolvimento dessa solução transformadora possibilita avançar em uma fronteira da tecnologia de formulação e transformar conhecimento em uma opção real para o manejo de insetos de alto impacto em culturas estratégicas para o Brasil”, afirma.

O lançamento amplia o portfólio da UPL voltado ao controle de insetos de importância agrícola e faz parte da estratégia da empresa de desenvolver ferramentas de manejo para diferentes sistemas produtivos.

De acordo com Figueiredo, o desenvolvimento do produto também considerou as demandas apresentadas pelos produtores. “O produto resulta de pesquisas orientadas pela escuta dos produtores rurais, o que nos permite compreender melhor suas dores e os desafios do campo, direcionando nossos esforços para necessidades reais”, conclui.

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Sustentabilidade

ARROZ/CEPEA: Baixa oferta sustenta cotações no RS – MAIS SOJA

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 A disponibilidade restrita de arroz em casca segue dando suporte às cotações no Rio Grande do Sul. Segundo o Cepea, a necessidade de compra das indústrias e as dificuldades de carregamento provocadas pelas chuvas reforçam esse cenário.

De acordo com o Centro de Pesquisas, produtores permanecem retraídos, diante da expectativa de valores mais elevados. Embora a diferença entre os preços ofertados pelos compradores e os pretendidos pelos vendedores tenha diminuído, a liquidez segue limitada. Neste cenário, algumas indústrias elevaram as ofertas de compra nos últimos dias e, em casos pontuais, chegaram a suspender temporariamente as vendas de arroz beneficiado por não conseguirem adquirir matéria-prima suficiente para atender novos pedidos.

Pesquisadores do Cepea ressaltam ainda que as chuvas dificultaram o carregamento do cereal em algumas regiões, aumentando a preferência por lotes já depositados nas unidades de beneficiamento.

Fonte: CEPEA

FONTE

Autor:CEPEA

Site: CEPEA

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Sustentabilidade

IPPA/CEPEA: Índice registra alta impulsionado pelos IPPA-Cana-Café e IPPA- Grãos – MAIS SOJA

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O Índice de Preços ao Produtor de Grupos de Produtos Agropecuários (IPPA/CEPEA) registrou alta nominal de 1,53% em julho frente a junho. Segundo o Cepea, o resultado mensal foi impulsionado, sobretudo, pelas altas do IPPA-Cana-Café (6,61%) e do IPPA-Grãos (5,24%), que mais do que compensaram as quedas observadas no IPPA-Hortifrutícolas (-11,50%) e no IPPA-Pecuária (-3,00%).

 

De acordo com o Centro de   Pesquisas, entre os produtos, destacaram-se as altas de café, arroz, milho, soja, trigo, leite, laranja e uva, enquanto cana-de-açúcar, algodão, boi gordo, frango vivo, suíno vivo, ovos, batata, tomate e banana exerceram influência baixista sobre seus respectivos grupos.

 

No cenário internacional, os preços dos alimentos em dólares avançaram 2,59%. Com isso, mesmo perante a valorização de 0,27% do Real frente ao dólar, os preços internacionais dos alimentos medidos em reais registraram alta de 2,32%, apontam pesquisadores do Cepea.

 

Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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