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5 de outubro de 2026

Sustentabilidade

veja como fica o clima nos primeiros quinze dias de outubro

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Outubro começa com o tempo bastante instável em várias regiões do Brasil. No Sul, a combinação de um sistema de baixa pressão no Paraguai com a circulação de umidade mantém o risco de temporais, granizo e rajadas de vento que podem chegar aos 100 km/h em alguns pontos.

Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul estão entre as áreas produtoras de soja que mais chamam atenção nos próximos dias. A chuva pode ser persistente, com acumulados superiores a 150 milímetros, aumentando o risco de alagamentos, enxurradas, deslizamentos de terra e transbordamento de rios.

O cenário preocupa principalmente o oeste de Santa Catarina, o centro-norte do Rio Grande do Sul e o Paraná. Em Santa Catarina, a chuva pode continuar frequente durante a próxima semana, com volumes que podem superar 150 milímetros em algumas áreas.

Com o solo já bastante úmido em determinadas regiões, novos volumes elevados podem aumentar os problemas em áreas de encosta e próximas a rios. O risco de transbordamento permanece nos próximos dias devido à sequência de chuva.

11 a 15 de outubro

Entre os dias 11 e 15 de outubro, uma janela de tempo mais seco pode trazer alívio para o Sul e favorecer os trabalhos no campo. O período tende a ajudar os produtores rurais, principalmente depois da sequência de chuva.

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A trégua, porém, pode ser curta. Na virada da quinzena, a chuva volta a ganhar força, principalmente no oeste do Rio Grande do Sul. A instabilidade deve continuar sendo monitorada em áreas onde os rios já apresentam níveis elevados.

Frio aparece no Sul, mas sem geada

As temperaturas mínimas podem ficar próximas dos 15°C em algumas áreas do Sul. Apesar da queda nas temperaturas, não há indicação de uma onda de frio intensa capaz de provocar geadas generalizadas.

No extremo norte do Paraná, o cenário será diferente. O calor ganha força e as máximas podem superar os 33°C.

Temporais avançam para o Sudeste

A baixa pressão associada à frente fria também canaliza umidade para o Sudeste e o Centro-Oeste. O cenário favorece a ocorrência de chuva forte, granizo e rajadas de vento intensas.

Na segunda e na terça-feira, dias 5 e 6 de outubro, áreas de São Paulo e Mato Grosso do Sul podem registrar chuva mais significativa. Os acumulados podem ficar entre 50 e 70 milímetros em cinco dias em algumas localidades.

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A chuva não deve avançar com a mesma intensidade para o norte de Minas Gerais e o Matopiba neste primeiro momento. Mato Grosso do Sul continua entre as áreas com possibilidade de chuva durante a próxima semana, com volumes superiores a 50 milímetros em alguns pontos.

Na virada da quinzena, a tendência é de aumento das áreas de chuva. Goiás, Mato Grosso e partes do Matopiba podem receber volumes próximos ou superiores a 50 milímetros. A previsão representa uma melhora importante na reposição da umidade do solo e pode beneficiar as atividades agrícolas.

Calor perto dos 40°C em várias áreas

Enquanto o Sul enfrenta chuva frequente e risco de temporais, o calor aumenta em outras regiões do país.

Nos próximos dias, algumas áreas podem se aproximar ou atingir os 40°C. O calor mais intenso é esperado em regiões como Corumbá, sul de Mato Grosso, sul do Tocantins, oeste do Paraná e Rondônia.

A combinação de temperaturas elevadas e aumento da umidade pode favorecer a formação de temporais isolados em algumas áreas.

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Sustentabilidade

Brasil avança na produção mundial de algodão com mais tecnologia no campo – MAIS SOJA

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O Brasil chega a um novo patamar na produção mundial de algodão. Terceiro maior produtor global, atrás apenas de China e Índia, o país deve encerrar a safra 2025/26 com produção recorde de 4,14 milhões de toneladas de pluma, segundo o 12º Levantamento da Safra de Grãos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado em setembro de 2026. O avanço da cultura reforça também um movimento que ocorre dentro das lavouras: a incorporação crescente de tecnologia, biotecnologia e ferramentas de precisão aos processos produtivos.

Dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) dimensionam a importância brasileira no cenário internacional. Na safra 2025/26, o Brasil responde por aproximadamente 15,4% da produção mundial, com 18,75 milhões de fardos de 480 libras, atrás da China, com 35,8 milhões, e da Índia, com 23,8 milhões.

“Quando um país alcança essa dimensão na produção agrícola, produtividade deixa de estar relacionada apenas à expansão de área. O desafio passa a ser produzir melhor, com mais informação, precisão e controle dos processos. É justamente nesse ponto que a biotecnologia ganha importância, porque permite transformar análises e dados biológicos em decisões mais assertivas para a produção”, afirma Tatiani Janegitz, gerente de Desenvolvimento de Mercado – Agronegócio da Loccus, empresa brasileira especializada em soluções para biotecnologia e diagnóstico molecular.

O desempenho nacional reforça essa busca por eficiência. De acordo com a Conab, mesmo com redução de 3,2% na área cultivada na safra 2025/26, para cerca de 2,02 milhões de hectares, a produtividade das lavouras cresceu 4,9%, chegando ao recorde de 2.053 quilos de pluma por hectare. Com isso, a produção deve superar em 1,5% o resultado da temporada anterior.

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Do campo ao laboratório

O protagonismo brasileiro no algodão também ocorre no mercado internacional. Segundo a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), o país exportou o volume recorde de 3,37 milhões de toneladas entre agosto de 2025 e julho de 2026, crescimento de 19% sobre o ano comercial anterior. As vendas externas movimentaram US$ 5,3 bilhões e consolidaram o Brasil como maior exportador mundial da fibra.

A produção em larga escala esta diretamente combinada com o melhoramento genético do algodão, que se tornou-se um dos principais pilares da competitividade brasileira no mercado global, em uma cultura que esta cada vez mais orientada por ganhos de produtividade, qualidade de fibra e sustentabilidade. Para apoiar esse avanço, tecnologias moleculares vêm ampliando a capacidade de pesquisadores e empresas na identificação de genes de interesse, no desenvolvimento de novas cultivares e na validação genética de materiais utilizados no campo.

“O algodão brasileiro mostra como o agronegócio nacional está se tornando cada vez mais intensivo em conhecimento. E soluções para automação laboratorial em extração e purificação de DNA e RNA e PCR em tempo real para análises de genotipagem permitem acelerar processos de seleção e caracterização genética, reduzindo o tempo necessário para a obtenção de variedades mais produtivas, resistentes a doenças e adaptadas às diferentes regiões produtoras. Além disso, essas ferramentas contribuem para assegurar a qualidade genética das sementes e a rastreabilidade dos materiais ao longo da cadeia produtiva do algodão”, diz Tatiani.

Liderança aumenta exigências

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A relevância internacional do algodão brasileiro cria, ao mesmo tempo, oportunidades e novas exigências. Com o país ocupando posições de liderança na produção e nas exportações, aspectos como qualidade, eficiência, rastreabilidade e sustentabilidade ganham peso na competitividade da cadeia.

Nesse cenário, tecnologias de análise molecular e automação podem assumir papel cada vez maior, especialmente diante da necessidade de obter respostas rápidas e confiáveis, reduzir perdas, aprimorar o uso de insumos e ampliar o controle sobre processos produtivos. “À medida que o país amplia sua participação no mercado mundial, ciência e tecnologia passam a ocupar uma posição ainda mais relevante para sustentar os próximos ciclos de crescimento”, conclui a especialista da Loccus.

Sobre a Loccus

A Loccus é uma empresa brasileira especializada no desenvolvimento de soluções para biologia molecular, diagnóstico e automação laboratorial. Com foco em inovação científica e tecnológica, fornece equipamentos, reagentes, kits e sistemas automatizados para laboratórios, hospitais, universidades, centros de pesquisa e indústrias em todo o país. A companhia desenvolve soluções voltadas ao diagnóstico molecular, à genômica, à biotecnologia e à extração automatizada de DNA e RNA, contribuindo para ampliar a precisão, a segurança e a agilidade dos processos laboratoriais.

Fonte: Assessoria de imprensa

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Sustentabilidade

Três estados aceleram plantio de soja 2026/27; excesso de chuvas preocupa no Sul

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O plantio de soja 2026/27 já começou no Brasil e avança em ritmo superior ao registrado nos últimos anos. De acordo com os dados da Pátria AgroNegócios, 9,81% da área total já foi plantada em 2026. No mesmo período de 2025, o percentual era de 9,23%, enquanto em 2024 chegava a 5,28%. A média dos últimos cinco anos para este mesmo período era de 3,61%.

O ritmo de plantio está mais acelerado principalmente no Paraná, Mato Grosso do Sul e Goiás. No Paraná, a preocupação está relacionada ao excesso de chuvas. Já em Mato Grosso, apesar do início bastante precoce, o ritmo perdeu força nesta semana e ficou abaixo do registrado na safra passada.

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Sustentabilidade

Preço da soja cai no Brasil após ficar fora de acordo entre China e EUA

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Os preços da soja recuaram nos mercados brasileiro e internacional nos últimos dias, interrompendo o movimento de valorização observado em setembro. Segundo análise do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a pressão externa está relacionada principalmente ao avanço da colheita da safra 2026/27 no Hemisfério Norte.

No Brasil, as negociações perderam ritmo no mercado spot. De acordo com pesquisadores do Cepea, agentes reduziram a participação diante da forte desvalorização das cotações internacionais, registrada após a soja ficar de fora das negociações sobre tarifas entre Estados Unidos e China.

A ausência da oleaginosa nas tratativas comerciais entre as duas maiores economias do mundo pressionou as referências externas e trouxe cautela às negociações no mercado brasileiro.

Apesar da queda internacional, o impacto sobre os preços domésticos foi parcialmente limitado pelos prêmios de exportação da soja brasileira.

Segundo o Cepea, a desvalorização no exterior sustentou esses prêmios no Brasil, amortecendo o repasse das perdas internacionais para as cotações domésticas.

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O movimento ocorre depois de setembro ter sido marcado por avanços significativos nos preços do complexo soja, tanto no Brasil quanto no mercado internacional.

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