Sustentabilidade
Soja/BR: Colheita se aproxima do fim enquanto clima define sucesso da safrinha – MAIS SOJA

A colheita foi finalizada em MT, MS, TO, GO, SP, MG e no PR. No RS, a colheita foi finalizada nas áreas de 1ª safra. As de safrinha também se aproximam da conclusão e apresentam condições regulares.
Na BA, a redução das chuvas favoreceu o andamento da colheita que se aproxima do fim. No MA, a colheita foi finalizada no sul do estado e avança nas demais regiões. As lavouras em campo apresentam bom desenvolvimento e boas produtividades. No PI, restam poucas
áreas no Norte e Centro-Norte do estado que se encontram nos estádios finais de enchimento de grãos.
As produtividades têm se mantido elevadas em todo o estado. Em SC, a colheita da safra principal se aproxima do fim. As áreas semeadas após a colheita de lavouras de 1ª safra apresentam boas condições de desenvolvimento, com as lavouras já nos estádios reprodutivos.
No PA, a colheita foi finalizada nos polos da BR-163 e Redenção. Nos polos de Santarém e
Paragominas, ela avança para os últimos talhões. As produtividades em todo o estado superam as estimadas inicialmente.
Previsão Agrometeorológica (11/05/2026 a 18/05/2026)
N-NE: Os maiores volumes de chuva devem ocorrer no Nordeste do AM, Noroeste e Nordeste do PA, Norte do AP e em RR, além do Norte do MA e do PI. No restante da região Norte e do litoral da região Nordeste, a chuva pode ocorrer de forma irregular, com chance de tempestade. No interior do Nordeste, o tempo seguirá seco e com baixa chance de chuva, agravando a restrição hídrica ao milho segunda safra no Matopiba. No Sealba, a umidade no solo e a redução das chuvas favorecerão a semeadura do feijão e do milho terceira safra.
CO: Há previsão de chuvas irregulares a partir do dia 15 em parte de MT e MS. A redução da temperatura limitará a perda de umidade no solo, mantendo as condições favoráveis para o desenvolvimento das lavouras na maior parte desses estados. Em GO, o predomínio de tempo seco aumentará a restrição hídrica para o milho segunda safra e o trigo não irrigado.
SE: Há previsão de chuvas irregulares no RJ e litoral Norte de SP. A partir do dia 16, há possibilidade de chuvas fracas, com baixos acumulados em SP e Sudeste de MG. A falta de chuvas continuará restringindo o desenvolvimento do feijão e do milho segunda safra em áreas de SP e MG. No entanto, as condições se manterão favoráveis para a maturação do café e a colheita da cana-de-açúcar.
S: A semana inicia com tempo estável, sem previsão de chuva. A partir do dia 15, há previsão de chuvas em pontos isolados de SC e PR, com baixos acumulados. Entre os dias 17 e 18, podem ocorrer acumulados maiores em áreas do Nordeste do PR. No geral, as condições de umidade serão favoráveis para o desenvolvimento das lavouras. No entanto, há previsão de geadas no início da semana, que podem prejudicar o feijão e o milho segunda safra no PR.
Fonte: Conab

Autor:Conab
Site: Conab
Sustentabilidade
Milho em MT: Comercialização da safra 24/25 chega ao fim sob pressão nos preços – MAIS SOJA

A comercialização de milho da safra 24/25 até o final de abr/26 atingiu 99,88% da produção, avanço mensal de 0,89 p.p. O ritmo lento das vendas reflete a menor disponibilidade do cereal, aliada a preços menores. Assim, o valor médio recuou 6,12% no mês, fechando em R$ 42,48/sc.
Para a safra 25/26, as negociações atingiram 47,30% da produção projetada, avanço mensal de 7,26 p.p., e ficou 6,76 p.p. acima do observado ante abr/25. Esse desempenho reflete a estratégia do mercado de antecipar as negociações para aproveitar melhores oportunidades antes da entrada do volume da safra no mercado.
Contudo, a queda do dólar e a aproximação da colheita do cereal exercem pressão sobre o preço, que fechou em R$ 43,52/sc, recuo mensal de 2,54%. Já as negociações da safra 26/27 até abr/26, alcançaram 2,75% da produção estimada, atraso anual de 1,10 p.p. motivado pelas incertezas climáticas e pelos custos mais elevados. Por fim, o preço médio mensal da fechou em R$ 45,68/sc.
Confira os principais destaques do boletim:
- NEGATIVO: o preço do milho disponível em Mato Grosso retraiu na média da semana em 0,94%, e fechou o período em R$ 43,78/sc.
- QUEDA: na B3, o milho fechou a semana cotado a R$ 66,58/sc, recuo de 2,78%, pressionado pelas baixas em Chicago e o dólar mais fraco.
- RETRAÇÃO: o dólar Ptax caiu 1,22% na semana, com média de R$ 4,92/US$, pressionado pela expectativa de juros elevados no Brasil e cenário externo favorável às moedas emergentes.
A Secex divulgou na última semana o volume de milho exportado pelo Brasil em abr/26.
O total embarcado no período foi de 470,92 mil t, volume 165,63% superior ao observado no mesmo período do ano anterior. Do total exportado pelo Brasil em abr/26, o Rio Grande do Sul liderou os embarques, com 302,41 mil t, representando 64,22% do volume nacional. O avanço é reflexo da maior disponibilidade de milho na região Sul, favorecida pelo avanço da colheita da 1ª safra.
Somados, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul exportaram 395,32 mil t em abr/26, equivalente a 83,95% do total nacional. O volume foi 299,92% superior ao do mesmo período da safra passada e reforça a importância da região Sul nas exportações brasileiras durante a entressafra do Centro-Oeste.
Por fim, MT exportou 39,38 mil t em abr/26, volume 40,80% inferior ao observado no mesmo período de 2025, reflexo da menor disponibilidade de milho no estado neste período de entressafra, aliada à maior destinação do cereal ao mercado interno.
Fonte: IMEA
Agro Mato Grosso
Bayer amplia resultado no 1º trimestre com alta em Crop Science

Divisão agrícola cresceu em sementes e traits
A Bayer registrou alta de 4,1% nas vendas do grupo no primeiro trimestre de 2026, em base ajustada por câmbio e portfólio. A receita chegou a 13,405 bilhões de euros. O EBITDA antes de itens especiais avançou 9% e atingiu 4,453 bilhões de euros. A empresa manteve a projeção anual ajustada por câmbio para 2026.
A divisão Crop Science puxou o desempenho. As vendas do negócio agrícola cresceram 6,8%, em base ajustada por câmbio e portfólio, para 7,558 bilhões de euros. O EBITDA antes de itens especiais subiu 17,9%, para 3,014 bilhões de euros. A margem passou de 33,7% para 39,9%.
O avanço veio de sementes e traits. Soja dobrou as vendas na mesma base de comparação. A Bayer atribuiu parte do resultado à resolução de um acordo de licenciamento com a Corteva na América do Norte. Esse efeito adicionou 448 milhões de euros à receita. O negócio também teve recuperação de preços após o retorno do registro de dicamba nos Estados Unidos.
Milho também cresceu. As vendas de Corn Seed & Traits avançaram 7,1%. A empresa citou maiores volumes no início da safra na América do Norte e crescimento nas demais regiões.
A proteção de cultivos recuou, conforme esperado pela companhia. Herbicidas tiveram queda de 10,2%. Produtos à base de glifosato caíram 15,1%. Fungicidas recuaram 10,7%.
No grupo, o lucro líquido chegou a 2,763 bilhões de euros. O valor mais que dobrou ante o mesmo período de 2025. O lucro por ação ajustado subiu 12,9%, para 2,71 euros. A Bayer informou efeito cambial negativo de 886 milhões de euros nas vendas e de 321 milhões de euros no EBITDA.
O fluxo de caixa livre ficou negativo em 2,320 bilhões de euros. A companhia atribuiu o resultado a pagamentos para encerrar processos legais, principalmente ligados a PCB e glifosato. A dívida financeira líquida somou 32,518 bilhões de euros em 31 de março de 2026.


Sustentabilidade
Conab: Seca Compromete Milho em MG e GO enquanto Colheita Ganha Ritmo no Sul e Nordeste – MAIS SOJA

Em MG, a colheita se intensificou e deve ser finalizada nos próximos dias. As boas expectativas de produtividades vão se confirmando. No RS, a colheita ocorre nas áreas semeadas tardiamente, com produtividades impactadas pela irregularidade das chuvas.
Na BA, a colheita avança e é favorecida pelo clima seco. No PI, a colheita avança no Sudoeste com produtividades acimas das estimadas inicialmente. No PR, a colheita se aproxima da finalização. Em SC, restam apenas lavouras da safrinha e estas apresentam boas condições.
No MA, a colheita avança, mas só deve se intensificar no final de maio. Em GO, a colheita avança de forma pontual devido à problemas na logística de armazenagem.
Milho 2ª Safra
100,0% semeado. Em MT, a colheita se aproxima do início e as condições climáticas favoreceram o desenvolvimento do cereal em quase todas as regiões. No PR, as precipitações ocorridas, aliadas a temperaturas médias mais amenas, favoreceram o desenvolvimento do cereal em todo o estado.
Em MS, a redução das precipitações no Nordeste do estado já provoca perda do potencial produtivo nesta região. Em GO, ao ingressar na quarta semana consecutiva de deficit hídrico, o potencial produtivo das lavouras já é afetado em todo o estado. As áreas semeadas fora da janela ideal de cultivo são as mais afetadas.
Em SP, as lavouras se encontram em diversos estádios e a redução das precipitações já começa a afetar as lavouras semeadas tardiamente. Em MG, a falta de chuvas persiste no estado e a perda de potencial produtivo em muitas áreas já é irreversível. No TO, a maioria das áreas se encontra nos estádios reprodutivos e a umidade remanescente no solo beneficia a conclusão do ciclo do cereal. Lavouras tardias, uma minoria, estão sob os efeitos da redução das chuvas.
No MA, a maioria dos cultivos se encontra nos estádios reprodutivos e a redução das precipitações já começa a impactar a produtividade em algumas áreas. No PI, as lavouras avançam para o estádio final de enchimento de grãos e a redução das chuvas preocupa os produtores.
No PA, as lavouras do polo da BR-163 entraram em maturação, com bom potencial produtivo. Nos polos de Santarém e Paragominas, muitas áreas ainda estão em emergência e desenvolvimento vegetativo. Em comum, todas apresentam bom desenvolvimento.
Fonte: Conab
Autor:Conab
Site: Conab
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