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Agro Mato Grosso

Mato Grosso bate record empregos em fevereiro I agro.mt

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O mercado de trabalho em Mato Grosso registrou saldo positivo em fevereiro de 2026, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Ao todo, foram criadas 4.749 vagas formais no período, com destaque para o setor de serviços, responsável pela geração de 3.023 postos.

O desempenho positivo foi parcialmente compensado pelo resultado da agropecuária, que apresentou saldo negativo de 1.351 vagas. Segundo a análise, o recuo está ligado a fatores sazonais, especialmente ao encerramento da colheita da soja, quando ocorre o desligamento de trabalhadores temporários contratados no início do ciclo produtivo.

O cenário reflete a dinâmica típica do agronegócio, em que períodos de forte contratação são seguidos por ajustes no quadro de funcionários conforme o avanço das etapas da produção no campo.

No cenário internacional, os dados também indicam mudanças no ritmo do mercado de trabalho. Nos Estados Unidos, a Pesquisa de Vagas de Emprego e Rotatividade de Mão de Obra (JOLTS), divulgada pelo Departamento de Estatísticas do Trabalho dos EUA, apontou queda no número de vagas abertas em fevereiro de 2026, totalizando 6,9 milhões.

O resultado reflete a redução nas contratações, que atingiram o menor nível desde abril de 2020. Com as demissões mantendo-se estáveis, o dado sinaliza uma desaceleração gradual do mercado de trabalho norte-americano.

Esse movimento reforça as expectativas de possíveis cortes de juros nos Estados Unidos, uma vez que a perda de fôlego no emprego tende a influenciar decisões de política monetária.

O contraste entre os dois cenários evidencia, de um lado, a força do setor de serviços no Brasil, especialmente em regiões como Mato Grosso, e, de outro, sinais de ajuste na economia norte-americana, com impacto potencial sobre os mercados globais.

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Agro Mato Grosso

Safra de soja em MT supera desafios climáticos e chega a 51,56 milhões t

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O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgou os resultados da etapa soja do projeto Imea em Campo, que revisou para cima as estimativas da safra 2025/26 em Mato Grosso e passou a projetar produção recorde de 51,56 milhões de toneladas. A nova projeção, apresentada em coletiva de imprensa realizada na segunda-feira (06/04), também elevou a produtividade média estadual para 66,03 sacas por hectare, patamar muito próximo do recorde da temporada anterior.

O levantamento foi realizado ao longo de 71 dias, com 34.880 quilômetros percorridos, 998 avaliações de campo e passagem por 103 municípios, cobrindo 97,92% da área total cultivada com soja no estado. O objetivo do projeto, realizado em parceria com a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) e o Instituto Mato-grossense do Agronegócio (Iagro MT), é ampliar a precisão das informações geradas a partir de observações in loco, reforçando a representatividade dos dados e a leitura regional das lavouras.

Com base nos resultados obtidos em campo, o Imea revisou a produtividade da soja em 9,23% ante a estimativa anterior, que era de 60,45 sacas por hectare. A área plantada também foi ajustada para 13,013 milhões de hectares, alta de 1,71% sobre a safra passada. Com isso, a produção estadual ficou estimada em 51,56 milhões de toneladas, volume 1,31% superior ao registrado no ciclo 2024/25.

Durante a apresentação, a equipe técnica destacou que a safra 2025/26 foi marcada por um cenário climático desafiador, com irregularidade das chuvas no início do plantio e, posteriormente, excesso de precipitações em algumas regiões durante a colheita. Ainda assim, as lavouras mantiveram desempenho satisfatório, apesar das incertezas observadas ao longo da temporada.

Entre os fatores de atenção levantados pelo projeto, os grãos avariados tiveram peso relevante. Na comparação com a safra passada, houve aumento de 3,40% nas avaliações com esse tipo de ocorrência, o que, segundo a análise apresentada, limitou um avanço ainda maior da produtividade estadual.

No recorte regional, a região Norte apresentou o maior percentual de lavouras classificadas como excelentes, enquanto o Sudeste concentrou a maior parcela de áreas avaliadas como ruins. Já a região Oeste foi a principal responsável pelo incremento na produção, enquanto a Centro-Sul registrou a maior variação positiva de produtividade em relação à estimativa anterior.

O superintendente do Imea, Cleiton Gauer, ressaltou que o objetivo do projeto é consolidar um levantamento técnico, completo e representativo das condições das lavouras, oferecendo mais segurança para o mercado e para os agentes do setor.

“O diferencial do projeto está na apuração presencial, sem intermediários, diretamente no campo. É ir a campo e medir essas informações sem intermédio, sem interferência de ninguém. Isso dá mais garantia e maior acurácia a essas informações para que realmente a gente consiga quantificar e medir o tamanho da nossa produção mato-grossense”, afirmou o superintendente.

Já o presidente da Aprosoja Mato Grosso, Lucas Costa Beber, destacou que informações mais próximas da realidade ajudam a balizar negociações, reduzem espaço para especulações e valorizam o trabalho do produtor rural.

“Essa apresentação mostra o trabalho dessa parceria. O Imea tem sido muito assertivo nos últimos anos nos números que tem trazido a nós, produtores, e ao mercado, trazendo mais seriedade e coerência nesse fornecimento de dados, que também interfere diretamente no dia a dia do produtor, principalmente na projeção de preços e no planejamento para as próximas safras”, explicou o presidente da Aprosoja MT.

Segunda safra de milho segue dependente do comportamento do clima

Além dos números da soja, o evento também apresentou um panorama inicial da segunda safra de milho. O Imea informou que 1,17 milhão de hectares foram semeados fora da janela ideal de plantio no estado. Apesar disso, a estimativa atual do cereal segue em 51,72 milhões de toneladas, com área de 7,39 milhões de hectares e produtividade projetada em 116,61 sacas por hectare. Segundo o instituto, o comportamento das chuvas nas próximas semanas será decisivo para a consolidação desse potencial.

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Agro Mato Grosso

Produção de soja em Mato Grosso deve atingir novo recorde, aponta Imea

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O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgou os resultados da etapa soja do projeto Imea em Campo, que revisou para cima as estimativas da safra 2025/26 em Mato Grosso e passou a projetar produção recorde de 51,56 milhões de toneladas. A nova projeção, apresentada em coletiva de imprensa realizada na segunda-feira (06), também elevou a produtividade média estadual para 66,03 sacas por hectare, patamar muito próximo do recorde da temporada anterior.

O levantamento foi realizado ao longo de 71 dias, com 34.880 quilômetros percorridos, 998 avaliações de campo e passagem por 103 municípios, cobrindo 97,92% da área total cultivada com soja no estado. O objetivo do projeto, realizado em parceria com a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) e o Instituto Mato-grossense do Agronegócio (Iagro MT), é ampliar a precisão das informações geradas a partir de observações in loco, reforçando a representatividade dos dados e a leitura regional das lavouras.

Com base nos resultados obtidos em campo, o Imea revisou a produtividade da soja em 9,23% ante a estimativa anterior, que era de 60,45 sacas por hectare. A área plantada também foi ajustada para 13,013 milhões de hectares, alta de 1,71% sobre a safra passada. Com isso, a produção estadual ficou estimada em 51,56 milhões de toneladas, volume 1,31% superior ao registrado no ciclo 2024/25.

Durante a apresentação, a equipe técnica destacou que a safra 2025/26 foi marcada por um cenário climático desafiador, com irregularidade das chuvas no início do plantio e, posteriormente, excesso de precipitações em algumas regiões durante a colheita. Ainda assim, as lavouras mantiveram desempenho satisfatório, apesar das incertezas observadas ao longo da temporada.

Entre os fatores de atenção levantados pelo projeto, os grãos avariados tiveram peso relevante. Na comparação com a safra passada, houve aumento de 3,40% nas avaliações com esse tipo de ocorrência, o que, segundo a análise apresentada, limitou um avanço ainda maior da produtividade estadual.

No recorte regional, a região Norte apresentou o maior percentual de lavouras classificadas como excelentes, enquanto o Sudeste concentrou a maior parcela de áreas avaliadas como ruins. Já a região Oeste foi a principal responsável pelo incremento na produção, enquanto a Centro-Sul registrou a maior variação positiva de produtividade em relação à estimativa anterior.

O superintendente do Imea, Cleiton Gauer, ressaltou que o objetivo do projeto é consolidar um levantamento técnico, completo e representativo das condições das lavouras, oferecendo mais segurança para o mercado e para os agentes do setor.

“O diferencial do projeto está na apuração presencial, sem intermediários, diretamente no campo. É ir a campo e medir essas informações sem intermédio, sem interferência de ninguém. Isso dá mais garantia e maior acurácia a essas informações para que realmente a gente consiga quantificar e medir o tamanho da nossa produção mato-grossense”, afirmou o superintendente.

Já o presidente da Aprosoja Mato Grosso, Lucas Costa Beber, destacou que informações mais próximas da realidade ajudam a balizar negociações, reduzem espaço para especulações e valorizam o trabalho do produtor rural.

“Essa apresentação mostra o trabalho dessa parceria. O Imea tem sido muito assertivo nos últimos anos nos números que tem trazido a nós, produtores, e ao mercado, trazendo mais seriedade e coerência nesse fornecimento de dados, que também interfere diretamente no dia a dia do produtor, principalmente na projeção de preços e no planejamento para as próximas safras”, explicou o presidente da Aprosoja MT.

 

Segunda safra de milho segue dependente do comportamento do clima

Além dos números da soja, o evento também apresentou um panorama inicial da segunda safra de milho. O Imea informou que 1,17 milhão de hectares foram semeados fora da janela ideal de plantio no estado. Apesar disso, a estimativa atual do cereal segue em 51,72 milhões de toneladas, com área de 7,39 milhões de hectares e produtividade projetada em 116,61 sacas por hectare. Segundo o instituto, o comportamento das chuvas nas próximas semanas será decisivo para a consolidação desse potencial.

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Agro Mato Grosso

UFMT Sinop recebe comitiva norte-americana para experiência de imersão no agro

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O Laboratório de Análise de Sementes (LASSINOP), da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) Campus Sinop, recebeu a visita de representantes das áreas de agricultura e pecuária (leiteira e de corte) do estado do Kansas, nos Estados Unidos, na última semana. A atividade integrou agenda institucional voltada à apresentação de técnicas, sistemas produtivos e práticas adotadas na agropecuária mato-grossense, oferecendo aos visitantes uma visão ampla da realidade do campo em Mato Grosso.

A visita faz parte do programa internacional K-State KARL Program, conduzido pelo AgroConnection, que tem como objetivo proporcionar aos participantes uma imersão em experiências e tecnologias utilizadas no Brasil, promovendo a troca de conhecimentos e o fortalecimento de relações institucionais no setor agropecuário. Durante a programação, o professor do Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais (ICAA), Arthur Behling, apresentou um panorama da agropecuária de Mato Grosso, abordando aspectos relacionados à produção agrícola, à pecuária e aos sistemas integrados de produção, ressaltando a relevância do estado no cenário nacional e internacional.

Esta é a segunda ocasião em que o LASSINOP recebe a iniciativa, o que consolida a parceria e reforça o compromisso do laboratório com a difusão do conhecimento, a cooperação internacional e a excelência em pesquisa na área de sementes, aproximando ainda mais a UFMT de instituições e profissionais do agronegócio em nível global.

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