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Sustentabilidade

Colheita do arroz atinge mais de 68% da área semeada no Estado – MAIS SOJA

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A colheita de arroz atingiu 68,88% da área semeada no Rio Grande do Sul. Os dados são do levantamento realizado pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) e divulgados nesta quinta-feira (9/4). Esse percentual representa 614.405 hectares (ha) colhidos, de um total de 891.908 hectares destinados à cultura da safra de arroz 2025/2026.

A Planície Costeira Externa e a Zona Sul são as regionais com mais área colhida, com 86,64% e 72,44% respectivamente. A Planície Costeira Interna contabiliza 69,89%, seguida pela Fronteira Oeste com 68,82%, Campanha com 58,62% e Região Central com 58,35%. A média de produção até o momento é de 8.896 Kg/ha, totalizando 5.466.319,40 toneladas de arroz colhidos.

Para o presidente do Irga, Alexandre Velho, a colheita do arroz no Rio Grande do Sul está se encaminhando para o encerramento, como é o caso da Planície Costeira Externa. “Os números da safra 2025/2026, refletem uma boa produtividade. Cada ano tem as suas caraterísticas climáticas, porém nos 32% que faltam colher, possivelmente teremos uma queda nos números de produtividade em todas as seis regiões arrozeiras ”, ressalta o presidente do Instituto.

Na safra 2024/2025, no mesmo período, a colheita do arroz no RS contava com 71% de área colhida e a média de produção contabilizava 9.102 kg/ha.

A Divisão de Assistência Técnica e Extensão Rural (Dater/Irga) irá realizar no final da colheita do arroz um levantamento total de áreas e análise dos dados, incluindo a área colhida, produtividade e área perdida.

Fonte: IRGA



 

FONTE

Autor:IRGA

Site: IRGA

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Sustentabilidade

Milho/RS: Colheita de milho atinge 83% no RS, com produtividade média estimada em 7.424 kg/ha – MAIS SOJA

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A colheita de milho no Estado tem evoluído, alcançando 83%, mas em ritmo secundário em relação às operações na soja e no arroz. As lavouras remanescentes estão 7% em estádios reprodutivos, e 9% em maturação.

O predomínio de tempo firme tem favorecido a conclusão da colheita nas áreas aptas. As lavouras tardias apresentam boas condições de desenvolvimento, mas ainda dependem de condições hídricas adequadas para a consolidação do enchimento de grãos.

A colheita restante em áreas de minifúndio ocorre, em muitos casos, de forma gradual, associada à secagem natural dos grãos no campo.

A variabilidade climática ao longo do ciclo, especialmente a irregularidade das precipitações e os episódios de déficit hídrico em fases críticas, resultou em heterogeneidade no desempenho produtivo. De modo geral, as perdas são mais evidentes em lavouras implantadas tardiamente na janela preferencial ou conduzidas sob menor nível tecnológico. Já nos cultivos com melhor disponibilidade hídrica, o desempenho está muito satisfatório.

A Emater/RS-Ascar estima a área cultivada em 803.019 hectares, e produtividade média estadual em 7.424 kg/ha.

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, a colheita avançou brevemente, concentrando-se em áreas de pequenos produtores, onde ocorre de forma escalonada, ou após maior permanência das lavouras no campo para a redução da umidade dos grãos. Em Quaraí, há registros de danos provocados por javalis, que consomem espigas e causam acamamento de plantas, impactando a produtividade.

Na de Caxias do Sul, a colheita apresentou avanço significativo. Apesar da diminuição de rendimento nas últimas parcelas, decorrente do déficit de umidade durante o desenvolvimento, as produtividades variam entre 7.200 e 9.000 kg/ha, sendo consideradas satisfatórias dentro do contexto climático da safra.

Na de Frederico Westphalen, o milho safrinha (5%) se encontra principalmente em fase reprodutiva (90%). O desenvolvimento está heterogêneo, refletindo a irregularidade das precipitações ao longo do ciclo.

Na de Ijuí, 98% da área foi colhida, e a produtividade média está em aproximadamente 9.200 kg/ha. Permanecem áreas de safrinha em fase de formação de grãos. Na de Pelotas, a colheita atinge 38%. As lavouras remanescentes estão distribuídas entre enchimento de grãos (36%), florescimento (13%) e maturação (13%). As condições de umidade do solo, ainda que desuniformes, têm favorecido a manutenção do potencial produtivo e a recuperação parcial dos cultivos em fases reprodutivas.

Na de Santa Rosa, 93% da área foi colhida. Restam o milho safrinha, que está em desenvolvimento vegetativo (1%), floração (3%) e enchimento de grãos (2%). As condições climáticas do período favoreceram o desenvolvimento, sem registros expressivos de pragas e doenças.

Na de Soledade, a colheita do milho do cedo está concluída (61% da área cultivada), restando áreas pontuais em relevo acidentado e operação manual escalonada após secagem a campo. As lavouras implantadas em períodos intermediários e tardios estão em fases reprodutivas.

Comercialização (saca de 60 quilos)

Conforme o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar, o preço do milho aumentou 0,52%, de R$ 57,50 para R$ 57,70, em média no Estado.

Fonte: Emater/RS



 

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Sustentabilidade

Brasil: USDA mantém safra de soja em 180 mi t; produção mundial tem leve alta

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Importações de soja da China serão recorde, diz USDA. Foto: Nájia Furlan/Portos do Parana

O Brasil segue com projeção robusta para a soja. O relatório de abril do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) manteve a estimativa da safra brasileira 2025/26 em 180 milhões de toneladas, em linha com o relatório anterior e ligeiramente acima da expectativa do mercado, de 179,8 milhões.

Para o Brasil, além da manutenção da projeção de 2025/26, o USDA revisou para cima a safra 2024/25, de 171,5 milhões para 172,5 milhões de toneladas.

Cenário global

No cenário global, a produção de soja para 2025/26 foi estimada em 427,41 milhões de toneladas, uma leve alta em relação aos 427,188 milhões projetados em março. Para a temporada 2024/25, a previsão é de 428,15 milhões de toneladas.

Os estoques finais mundiais para 2025/26 ficaram em 124,79 milhões de toneladas, abaixo da expectativa do mercado (125,5 milhões) e também inferiores ao número de março (125,31 milhões). Já para 2024/25, os estoques foram estimados em 124,81 milhões.

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Soja na Argentina

Na Argentina, a produção para 2025/26 foi mantida em 48 milhões de toneladas, enquanto a safra 2024/25 segue estimada em 51,11 milhões. As importações da China também permaneceram inalteradas, em 112 milhões de toneladas para 2025/26 e 108 milhões para 2024/25.

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Sustentabilidade

Brasil pode embarcar quase 16 milhões de t de soja em abril, projeta Anec

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Foto: Agência Brasil

O Brasil deverá exportar até 15,778 milhões de toneladas de soja em grão ao longo de abril, segundo projeção da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec). O volume representa um avanço em relação ao mesmo mês de 2025, quando os embarques somaram 13,496 milhões de toneladas, e fica próximo do total registrado em março deste ano, de 15,836 milhões de toneladas.

Os dados semanais mostram um ritmo consistente de escoamento. Na semana encerrada em 4 de abril, o país embarcou 3,980 milhões de toneladas de soja. Para o intervalo entre 5 e 11 de abril, a expectativa é ainda mais elevada, com previsão de 4,242 milhões de toneladas.

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No segmento de farelo de soja, a Anec projeta exportações de 2,707 milhões de toneladas em abril, também acima do registrado no mesmo período do ano passado, quando o volume foi de 2,153 milhões de toneladas. Em março, os embarques do derivado totalizaram 2,239 milhões de toneladas.

Na última semana, o Brasil exportou 701,731 mil toneladas de farelo. Para o período entre 5 e 11 de abril, a estimativa aponta para 673,291 mil toneladas.

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