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NY fecha em alta no algodão com correção técnica e cobertura de posições vendidas – MAIS SOJA

A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com cotações mais altas.
Os contratos com entrega em maio fecharam a 68,18 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,56 centavo, ou de 0,82%. Julho fechou a 70,33 centavos (+0,8%).
O mercado avançou com correção técnica e cobertura de posições vendidas.
Os investidores estão cautelosos antes do relatório de intenções de plantio do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) no início da próxima semana.
“Acho que o mercado vai permanecer muito calmo assim enquanto as notícias permitirem”, disse Keith Brown, corretor principal de algodão da Keith Brown and Co., na Geórgia. As reações do mercado à guerra entre EUA e Israel contra o Irã têm sido impulsivas, disse ele.
“Mas na próxima terça-feira serão divulgadas as intenções de plantio. E, portanto, o mercado provavelmente ficará em baixa, como se costuma dizer, até que esses números sejam divulgados.”
Os investidores agora aguardam os relatórios de estoques de grãos e de plantio prospectivo do Departamento de Agricultura dos EUA, com previsão de divulgação em 31 de março, quando a agência divulgará estimativas das intenções de plantio dos agricultores em 2026. “(O relatório) ainda será influenciado pelos altos preços dos insumos, pelos altos preços dos fertilizantes, pela disponibilidade de fertilizantes e, certamente, pela chuva”, acrescentou Brown.
Limitando a alta, os preços do petróleo caíram cerca de 5% na quarta-feira, após relatos de que os EUA e o Irã haviam enviado uma proposta de 15 pontos com o objetivo de encerrar a guerra, o que gerou discussões sobre progresso em direção a um cessar-fogo, apesar da troca de ataques aéreos entre Israel e Irã.
A queda nos preços do petróleo bruto torna o poliéster, uma alternativa ao algodão, mais acessível.
As informações partem da Reuters.
Fonte: Safras News
Autor:Fabio Rubenich – fabio@safras.com.br (Safras News)
Site: Agência Safras
Sustentabilidade
Colheita da soja em Mato Grosso do Sul alcança 82% da área e plantio do milho chega a 84,6% – MAIS SOJA

De acordo com dados do Projeto SIGA-MS, executado pela Aprosoja/MS, que realiza o acompanhamento da safra em todo o estado, a colheita da soja se aproxima da reta final, com cerca de 82% das áreas já colhidas.
Em relação às condições das lavouras, na região Norte e Nordeste do Estado, as boas condições representam 69% das áreas. Já nas regiões Oeste, Sudoeste, Sul-fronteira e Centro, houve uma maior variação nas condições, com presença mais significativa de áreas em situação regular e ruim devido a falta de chuvas no final do ciclo da soja.
O plantio do milho também avança, com maior ritmo na região Sul, seguida pelas regiões Centro e Norte. Até o momento, cerca de 1,8 milhões de hectares foram plantados.
A previsão do tempo indica a ocorrência de chuvas significativas nas próximas semanas, especialmente nas regiões Sul, Centro-Norte e Sudoeste. Esse cenário reforça a importância do monitoramento contínuo das condições climáticas, permitindo que o manejo seja ajustado de acordo com as particularidades de cada região.
“Estamos em uma das fases mais intensas do calendário agrícola, quando diferentes frentes de trabalho avançam ao mesmo tempo. O produtor colhe a soja, organiza o escoamento da produção e ao mesmo tempo planta a segunda safra. É um período em que cada dia, cada hora vai fazer muita diferença no final.”
O boletim completo você pode acessar aqui.
Fonte: Aprosoja/MS
Autor:Marcos Maluf (Comunicação da Aprosoja/MS)
Site: Aprosoja/MS
Sustentabilidade
Conflito no Oriente Médio e impactos ao produtor de milho – MAIS SOJA

A Associação Brasileira dos Produtores de Milho e Sorgo (Abramilho) informa que segue acompanhando com atenção a guerra entre Estados Unidos, Israel e
Irã. O Oriente Médio é um importante mercado para o milho brasileiro. Diferentemente da soja, cujas exportações são mais concentradas, as exportações de milho brasileiro são mais pulverizadas, alcançando diversos países ao redor do mundo. Ainda assim, o Oriente Médio tem ganhado peso nas compras do grão brasileiro nos últimos anos.
Em 2025, os países do Oriente Médio responderam por cerca de 51% das exportações brasileiras de milho, considerando o Egito dentro desse grupo. No entanto, esse percentual pode variar de forma significativa de um ano para outro. Em 2024, por exemplo, a participação foi menor, apenas 33% do total exportado pelo Brasil.
Dentro desse contexto, o Irã se destaca como um dos principais parceiros comerciais do milho brasileiro, com compras relativamente estáveis ao longo dos anos. O país costuma importar entre 4 e 5 milhões de toneladas do grão por ano, volume que em determinados momentos, chega a superar inclusive as aquisições da União Europeia, consolidando o mercado iraniano como um destino estratégico para o cereal do Brasil. Os principais produtos de milho exportados pelo Brasil são o milho em grão, destinado principalmente à alimentação animal.
O mercado iraniano se destaca por absorver volumes robustos e contínuos ano após ano, conforme revelam os dados do período de 2020 a 2025. Em termos de participação, o volume de 9,08 milhões de toneladas embarcadas para o Irã representaram cerca de 22% de toda a exportação brasileira de milho no ano passado. Para o país persa, o Brasil é um fornecedor estratégico: aproximadamente 80% de todo o milho importado pelos iranianos têm origem nas lavouras brasileiras.

Fertilizantes – O mercado da ureia reagiu rapidamente à escalada do conflito, registrando alta de 35% nos preços desde o início da guerra no Irã. O Brasil importa cerca de 37% de seus fertilizantes do Oriente Médio. A segunda safra de milho é o período de maior consumo desse insumo. É importante frisar que a extensão do conflito pode acarretar em uma safra menor ou afetar a rentabilidade do produtor rural.
Diesel – O preço dos combustíveis tem apresentado alta em parte significativa dos estados brasileiros, em meio à escalada do conflito entre os Estados Unidos, Israel e Irã, que pressionou a cotação internacional do petróleo. O barril do tipo Brent, referência global, subiu mais 3,8% nesta terça-feira (18/3), chegando a US$ 107,38 e bateu a marca de US$ 110. O preço do diesel também regista alta, o que preocupa especialmente neste período de colheita e momento de plantio de segunda safra do milho, já que o aumento impacta diretamente os custos de produção.
Para o agronegócio, a preocupação na disparada do combustível é direta, uma vez que o diesel representa um dos principais custos operacionais da atividade agrícola. O diesel é amplamente utilizado em máquinas como colheitadeiras, tratores e pulverizadores. Além disso, é essencial para o transporte dentro das propriedades rurais e para o escoamento da produção. Caso haja um reajuste expressivo para reduzir a defasagem ou restrição na oferta do produto, o custo de produção tende a elevar, pressionando a rentabilidade do produtor. O aumento relevante no preço do combustível já tem impactado no frete.
Medidas – Diante do cenário de guerra, entre as medidas em discussão está a redução a zero dos impostos sobre fertilizantes e sobre o diesel, iniciativa que pode atenuar impactos imediatos sobre o custo de produção agrícola. O transporte rodoviário está diretamente pressionado pelo custo do diesel, o que impacta na tabela do frete. A entidade defende a transparência e fiscalização da tabela de frete, seguindo parâmetros que estejam alinhadas as condições reais de mercado.
É crucial que o governo federal avance em uma política de transição energética mais previsível e eficaz, capaz de reduzir a volatilidade e dar estabilidade à cadeia logística. Além disso, a Abramilho defende medidas urgentes de revisão do percentual de mistura obrigatória do biodiesel, o chamado B17, como forma de contribuir para maior previsibilidade e equilíbrio no custo energético e logístico brasileiro. A entidade segue acompanhando os desdobramentos do conflito e os possíveis reflexos no agro brasileiro.
Fonte: Abramilho
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