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Mapa cria grupo de trabalho para avançar na sustentabilidade da carne bovina

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) instituiu, nesta quinta-feira (26), por meio da Portaria nº 898, o Grupo de Trabalho (GT) Carne Bovina Sustentável – Cadeia de Fornecimento. A iniciativa tem como finalidade avaliar e propor práticas agropecuárias sustentáveis em toda a cadeia da carne bovina.
O GT atuará na formulação de propostas voltadas à promoção da transparência, à integração de informações públicas e privadas, ao uso de bases oficiais de dados e ao desenvolvimento e aplicação de ferramentas de rastreabilidade. A proposta é ampliar o controle e a eficiência da cadeia produtiva, alinhando sustentabilidade e competitividade.
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O grupo é composto por representantes de quatro áreas do Mapa: Secretaria-Executiva, Secretaria de Defesa Agropecuária, Secretaria de Desenvolvimento Rural e Secretaria de Política Agrícola, além de instituições como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo).
Entre as atribuições do GT estão identificar, analisar e avaliar critérios, parâmetros e prazos de políticas de rastreabilidade e de práticas sustentáveis; propor a harmonização entre iniciativas do Mapa e demais parâmetros técnicos; promover a interlocução entre governo, setor produtivo e financeiro; e desenvolver soluções financeiras que aumentem a eficiência e a sustentabilidade do setor.
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Agro Mato Grosso
MT tem a 7ª maior média salarial do Brasil, aponta IBGE

Apesar de estar no top 10 do ranking, o valor médio pago no estado está abaixo da média nacional, segundo dados do IBGE.
Mato Grosso aparece entre os estados brasileiros com as maiores médias salariais do país, segundo o relatório de Estatísticas do Cadastro Central de Empresas (Cempre), divulgado nesta quinta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
De acordo com o levantamento, o estado ocupa a 7ª posição no ranking nacional, com salário médio de R$ 3.701,29 pago aos trabalhadores formais. Apesar de estar no top 10 do ranking, o valor médio pago no estado está abaixo da média nacional, que ficou em R$ 3.932,45 (veja ranking completo abaixo).
O Distrito Federal lidera a lista com uma remuneração média de R$ 6.845,13. Na sequência aparecem São Paulo, com salário médio de R$ 4.423,04 e Mato Grosso do Sul, com R$ 3.798,16.
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Ranking dos estados com maiores salários médios
- Distrito Federal — R$ 6.845,13
- Rio de Janeiro — R$ 4.501,35
- São Paulo — R$ 4.423,04
- Mato Grosso do Sul — R$ 3.798,16
- Santa Catarina — R$ 3.777,55
- Paraná — R$ 3.731,30
- Mato Grosso — R$ 3.701,29
- Amazonas — R$ 3.627,07
- Rondônia — R$ 3.615,15
- Roraima — R$ 3.565,09
- Acre — R$ 3.464,80
- Tocantins — R$ 3.397,52
- Amapá — R$ 3.390,20
- Minas Gerais — R$ 3.387,03
- Espírito Santo — R$ 3.380,06
Feira de empregos oferece mais de 750 vagas em Várzea Grande
Geração de empregos
Em fevereiro, no último dado consolidado, o estado registrou um saldo positivo de 4.749 novas vagas de empregos formais. Os setores que mais impulsionam a abertura de vagas no estado são serviços, (liderando o ranking de contratações, seguidos pela construção Civil, comércio, indústria e agropecuária.
- Seis dos 10 setores que mais empregam pagam abaixo da média nacional:
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Setores que mais empregam e pagam o melhor salário médio. — Foto: Arte/g1
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Paraná fecha safra de verão 2025/26 com recorde de 26,3 milhões de toneladas

O Paraná encerrou a safra de verão de grãos 2025/26 com produção recorde de 26,3 milhões de toneladas, de acordo com boletim divulgado nesta quinta-feira (25) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab). O volume supera em 6% o registrado no ciclo anterior, quando o estado colheu 24,7 milhões de toneladas.
O principal avanço veio da soja, que somou 21,8 milhões de toneladas. O milho de verão também apresentou recuperação e passou de 3,1 milhões para 4,1 milhões de toneladas no comparativo anual.
Para o engenheiro agrônomo e analista do Deral Hugo Godinho, o desempenho da safra de verão é um passo importante para o resultado consolidado do ano agrícola. Segundo ele, ainda é preciso acompanhar o comportamento das lavouras de inverno, em um cenário de risco climático elevado, mas o fechamento da primeira etapa da temporada reforça a possibilidade de novo recorde anual no estado.
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Na segunda safra 2025/26, o destaque entre as culturas de campo é o milho. A estimativa aponta produção de 17,6 milhões de toneladas em 2,91 milhões de hectares. A colheita já começou e alcança cerca de 3% da área total. O Deral informou que geadas pontuais de intensidade fraca a moderada nas regiões Sul e Oeste não devem alterar de forma significativa, neste momento, os números finais da cultura. Segundo o analista Edmar Gervasio, a retirada do cereal tende a ganhar ritmo nos próximos dias, especialmente na região Oeste, com previsão de tempo mais seco e ensolarado.
No segmento de hortaliças, a primeira safra de batata 2025/26 está estimada em 566,2 mil toneladas em 16,8 mil hectares, enquanto a segunda safra projeta 298,3 mil toneladas em 9,9 mil hectares. A cebola deve alcançar 118 mil toneladas em 2,8 mil hectares. Para o tomate, a primeira safra é estimada em 167,3 mil toneladas em 2,4 mil hectares, e a segunda, em 101,9 mil toneladas em 1,6 mil hectares.
O boletim conjuntural semanal do Deral também destacou o desempenho da pecuária. As exportações brasileiras de carne bovina somaram 1,360 milhão de toneladas entre janeiro e maio de 2026. No primeiro trimestre, o abate nacional de frangos atingiu 1,707 bilhão de cabeças, com o Paraná respondendo por 35% do total. Na suinocultura, o estado ficou em segundo lugar no ranking nacional, com 20,9% dos abates do país. Já na produção de ovos para consumo, o Paraná ocupou a oitava posição, com 51,468 milhões de dúzias nos três primeiros meses do ano, alta de 0,3% sobre igual período anterior.
Os dados de junho do Deral consolidam o encerramento da safra de verão com avanço da soja e do milho e mantêm o acompanhamento da segunda safra e dos principais segmentos da produção agropecuária paranaense.
Fonte: agricultura.pr.gov.br
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Agroconsult projeta 115,8 milhões de toneladas para a 2ª safra de milho

A Agroconsult projetou nesta quinta-feira (25) a produção brasileira de 115,8 milhões de toneladas de milho na segunda safra 2025/26, após o encerramento da etapa milho do Rally da Safra. O volume fica abaixo das 125,3 milhões de toneladas da temporada anterior, mas supera em 3,3% a estimativa de 112 milhões de toneladas divulgada no início da expedição, em 7 de maio.
Segundo a consultoria, a revisão foi feita com base em dados coletados em campo e na análise de imagens de satélite da plataforma CropData. A área nacional da segunda safra foi estimada em 18,2 milhões de hectares, estável na comparação com o ciclo passado.
O levantamento apontou avanço de área em Mato Grosso, com alta de 2%, em Mato Grosso do Sul, com expansão de 5,2%, no Paraná, com 4,2%, e em Rondônia, com 10,3%. Em sentido oposto, houve redução de 5,9% em Goiás, de 4,7% em Minas Gerais e de 9,1% em regiões de Maranhão, Piauí e Tocantins (Mapito).
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Na produtividade, Mato Grosso teve média de 130 sacas por hectare, recuo de 1,4% sobre a safra passada. O médio norte e o oeste do Estado apresentaram os melhores resultados, enquanto leste e sudeste registraram atraso e desempenho menor. Goiás teve queda de 34,6% ante o ciclo anterior, com média de 83 sacas por hectare. Mato Grosso do Sul alcançou 99,3 sacas por hectare, com destaque para o sul do Estado, e o Paraná registrou 97,9 sacas por hectare, com melhor desempenho na região oeste.
Em Minas Gerais, a produtividade caiu 22,2%, enquanto no Mapito a retração foi de 14,9%. De acordo com a Agroconsult, o quadro foi influenciado por chuvas excessivas em março, que atrasaram o plantio, e por períodos de seca em abril e maio em áreas do Centro-Oeste. As chuvas de junho não recompuseram as perdas já consolidadas.
A colheita avança em áreas do Paraná e de Mato Grosso do Sul. Nessas regiões, produtores acompanham o risco de frio sobre lavouras ainda em enchimento de grãos, com potencial limitado de perdas nesta fase.
Para o ciclo 2025/26, a estimativa da produção total de milho no Brasil é de 144,1 milhões de toneladas, abaixo das 152,3 milhões de toneladas do ciclo anterior. No início de maio, a projeção era de 140,5 milhões de toneladas. A área total cultivada no País soma 22,6 milhões de hectares.
No mercado interno, a demanda segue sustentada pelo consumo para ração e pela produção de etanol. No mercado externo, as safras dos Estados Unidos e da Argentina elevam a concorrência e pressionam as exportações brasileiras.
Fonte: Estadão Conteúdo
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