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4 de novembro de 2026

Sustentabilidade

Paraná representa 36% da liberação de R$ 1 bilhão do BRDE nos primeiros dias do ano – MAIS SOJA

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O Paraná respondeu por R$ 360,42 milhões em contratações do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) nos primeiros 100 dias de 2026, o equivalente a 36,04% do volume total liberado pela instituição no período. Considerando as operações nos três estados do Sul, o banco ultrapassou nesta semana a marca de R$ 1 bilhão em financiamentos, com 5.464 contratos firmados para investimentos produtivos.

O resultado consolidado do BRDE nos três estados do Sul representa um avanço de 76% em relação ao mesmo período de 2025, quando haviam sido contratados R$ 566 milhões. O desempenho indica uma aceleração da demanda por crédito no início do ano e reforça o papel do banco no apoio a projetos voltados à expansão da atividade econômica na região.

“Alcançar a marca de R$ 1 bilhão em contratações logo no início do ano demonstra a confiança do setor produtivo no papel do BRDE como parceiro do desenvolvimento. Nosso compromisso é ampliar o acesso ao crédito para projetos que gerem emprego, renda e inovação nos estados do Sul”, comemora o presidente do BRDE, Renê Garcia Júnior.

No Paraná, os recursos têm apoiado iniciativas ligadas à ampliação da capacidade produtiva, à inovação e ao fortalecimento de cadeias estratégicas da economia estadual. Os financiamentos do banco atendem setores como agronegócio, indústria, comércio, serviços e infraestrutura, com impacto na geração de empregos, no aumento da competitividade e na dinamização dos investimentos.

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“Esses números são reflexo do aperfeiçoamento da nossa esteira de crédito, com análise de resposta praticamente toda em ambiente digital. Já está em fase piloto uma esteira de crédito simplificado, que também vai agilizar e colocar mais recursos à disposição. O volume maior de crédito também se deve ao aperfeiçoamento das nossas áreas de prospecção”, diz o diretor-administrativo do BRDE, Heraldo Neves.

  • ESTADOS – Entre os três estados da região Sul, Santa Catarina registrou o maior volume de contratações no período, com R$ 390,97 milhões, o que representa 39,09% do total liberado pelo banco em 2026. Já o Rio Grande do Sul somou R$ 248,74 milhões em financiamentos, equivalente a 24,87% das operações contratadas neste início de ano.

65 ANOS – Em 2026, o BRDE celebra 65 anos de atuação. Criado com a missão de planejar e financiar o desenvolvimento de longo prazo, o banco acompanhou as transformações econômicas da região Sul ao longo de mais de seis décadas, apoiando ciclos de industrialização, a modernização do agronegócio e a expansão da infraestrutura.

Com presença no Paraná, em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, a instituição atua como parceira de empresas, cooperativas e produtores rurais, oferecendo linhas de crédito voltadas a projetos que impulsionam a inovação, a competitividade e o desenvolvimento sustentável.

Nos últimos anos, o banco também passou a direcionar sua atuação para áreas como inovação, sustentabilidade e inclusão social, sem abrir mão do compromisso com um desenvolvimento regional equilibrado e de longo prazo. O desempenho registrado no início de 2026 reforça a capacidade da instituição de responder à demanda do setor produtivo e ampliar o acesso a crédito para investimentos estruturantes.

Fonte: AEN-PR

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Sustentabilidade

Trigo/BR: Colheita avança no Sul, mas clima reduz produtividade e qualidade dos grãos – MAIS SOJA

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Trigo/BR: 66,9% colhido. No RS, os produtores seguem intensificando o ritmo da colheita em razão da sequência de dias sem chuva. A produtividade e a qualidade dos grãos permanecem mais baixos em relação ao projetado no início da safra, influenciadas pelas condições climáticas e pelo nível de manejo adotado nas lavouras.

No PR, a colheita avançou e a qualidade das lavouras remanescentes reduziu. O produto colhido apresenta PH e falling number abaixo dos padrões de qualidade exigidos. Em SC, a colheita avança com perdas de produtividade e qualidade em razão da elevada precipitação. No Extremo Oeste e no Oeste, a colheita está em andamento. Nos Planaltos e na Serra Catarinense, de calendário mais tardio, a cultura está entre as fases de enchimento de grãos e maturação.

Na BA, GO, MG, MS e SP a colheita está encerrada

Fonte: Conab

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FONTE

Autor:Conab

Site: Conab

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Sustentabilidade

Mercado brasileiro de milho deve ter dia lento nos negócios – MAIS SOJA

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 O mercado brasileiro de milho pode ter uma quarta-feira de movimentação lenta nos negócios, em meio ao impasse de produtores e compradores no que tange aos preços. O dólar opera em queda frente ao real, mas a recente escalada deve fazer com que os produtores segurem as intenções de venda, apostando em preços mais elevados para o cereal. Na ponta compradora, porém, a demanda deve seguir fraca, uma vez que os consumidores estão bem ofertados do cereal. No cenário internacional, a pressão de oferta proveniente do avanço da colheita nos Estados Unidos mantém a Bolsa de Chicago em queda.

O mercado brasileiro de milho teve um retorno do feriado de negociações fracas. Segundo o analista de Safras & Mercado, Paulo Molinari, os produtores acreditam que as cotações podem subir devido ao câmbio, já os consumidores não veem espaço para altas devido à oferta e ao bom clima para a safra de verão.

No Porto de Santos, o preço ficou entre R$ 67,00/70,00 a saca (CIF). Já no Porto de Paranaguá, cotação entre R$ 66,00/69,00 a saca.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 56,00/60,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 60,00/62,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 66,00/67,00 a saca.

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No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 68,00/70,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 61,00/63,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 57,00/60,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 52,00/56,00 a saca em Rondonópolis.

CHICAGO

* Os contratos com entrega em dezembro de 2026 estão cotados a US$ 4,40 1/2 por bushel, queda de 2,00 centavos em relação ao fechamento anterior.

* O mercado estende perdas, pressionados pelo avanço da colheita nos Estados Unidos e pelas preocupações com o ritmo mais lento da demanda externa pelo produto norte-americano. O desempenho negativo do petróleo em Nova York também contribui para o cenário de baixa.

* Ontem (3), os contratos de milho com entrega em dezembro/26 fecharam a US$ 4,42 1/2 por bushel, com baixa de 5,75 centavos, ou 1,28%, em relação ao fechamento anterior. A posição março/27 fechou a sessão a US$ 4,56 1/4 por bushel, recuo de 5,75 centavos, ou 1,24%, em relação ao fechamento anterior.

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CÂMBIO

* O dólar comercial registra baixa de 0,57% a R$ 5,4547. O Dollar Index registra queda de 0,48% a 101,376 pontos.

INDICADORES FINANCEIROS

* As principais bolsas da Ásia fecharam mistas. China, +2,11%. Japão, -1,42%.

* As principais bolsas na Europa operam firmes. Paris, +1,42%. Frankfurt, +1,52%. Londres, +1,19%.

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* O petróleo opera em baixa. Dezembro do WTI em NY: US$ 95,12 o barril (-1,00%).

AGENDA

10:30 – EUA: Balança comercial de bens e serviços de setembro.

12:30 – EUA: Relatório semanal da Administração de Informações de Energia (EIA) sobre estoques de petróleo referente à semana de 30 de outubro.

18:30 – Definição da taxa Selic pelo Copom/BC.

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– Resultados financeiros da Minerva, da Vibra e da Prio.

20:50 – Japão: Ata da reunião de política monetária do Banco do Japão (BoJ).

—–Quinta-feira (05/11)

07:00 – Zona do euro: Índice de Preços ao Produtor (PPI) de setembro.

09:00 – Reino Unido: Ata da reunião do Comitê de Política Monetária do Banco da Inglaterra.

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09:00 – Reino Unido: Decisão sobre as taxas de juros do Banco da Inglaterra.

09:00 – Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física do Brasil/IBGE.

10:30 – EUA: Dados de exportação semanal de grãos/USDA.

15:00 – Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura.

15:00 – Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires.

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16:00 – Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.

– Resultados financeiros da PetroRecôncavo e do Brasil Agro.

20:30 – Japão: Pesquisa preliminar do trabalho – salários, emprego e horas trabalhadas de setembro.

—–Sexta-feira (06/11)

10:30 – EUA: Relatório de emprego dos Estados Unidos de outubro.

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15:00 – Balança comercial consolidada de outubro/MDIC.

16:00 – Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA.

– Resultado financeiro da Fertilizantes Heringer.

Autor/Fonte: Arno Baasch – arno@safras.com.br) / (Agência Safras)

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Sustentabilidade

Arroz/BR: Semeadura atinge 50,9% no país com avanço no RS e progresso nas demais regiões – MAIS SOJA

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Arroz/BR: 50,9% semeado. No RS, o clima foi mais estável e permitiu bom avanço do plantio. Ao todo, cerca de 60% da área estadual está semeada, com bom desenvolvimento geral da cultura. No TO, as chuvas recentes permitiram o preparo e a sistematização das áreas de várzea, iniciando o plantio do arroz irrigado.

Em SC, mesmo com a baixa luminosidade, as temperaturas amenas e o excesso hídrico, o plantio avança e se aproxima do final. As lavouras apresentam danos pontuais por conta desse cenário climático.

No MA, a semeadura do arroz irrigado foi finalizada, restando as áreas tardias de arroz sequeiro. No PR, o clima foi mais favorável e permitiu a retomada do plantio. As condições das lavouras são consideradas boas.

Fonte: Conab

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FONTE

Autor:Conab

Site: Conab

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